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	<title>Tendências &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<title>Tendências &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Eventos corporativos em 2027 devem priorizar experiências personalizadas, tecnologia e retorno financeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2026 17:57:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação O mercado de eventos corporativos deve passar por mudanças .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>O mercado de eventos corporativos deve passar por mudanças em 2027, impulsionado pela adoção de inteligência artificial, pela personalização das experiências e pela busca das empresas por resultados financeiros e comerciais. No Brasil, organizadores de congressos, convenções e encontros empresariais começam a incorporar essas estratégias ao planejamento, com o objetivo de fortalecer o relacionamento com clientes, ampliar oportunidades de negócios e otimizar investimentos em ações presenciais.</p>



<p>O movimento ocorre em meio ao crescimento do setor. Segundo o Barômetro Eventos B2B, elaborado pela União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) em parceria com a São Paulo Turismo (SPTuris), a capital paulista recebeu 1.511 eventos empresariais de grande porte em 2025, um aumento de 22% em relação ao ano anterior. Os encontros reuniram cerca de 8 milhões de participantes e movimentaram aproximadamente R$ 14 bilhões na cadeia de hospitalidade da cidade.</p>



<p>O avanço também aparece no mercado internacional. Dados da International Congress and Convention Association (ICCA), divulgados pelo Ministério do Turismo, mostram que o Brasil sediou 234 eventos internacionais em 2024, contra 156 em 2023. O resultado colocou o país na 15ª posição do ranking mundial, com o Rio de Janeiro liderando entre os destinos brasileiros, com 58 encontros.</p>



<p>Entre as tendências para 2027 está a substituição de ações padronizadas por experiências direcionadas ao perfil dos participantes. A proposta envolve desde a escolha dos espaços até a distribuição de presentes corporativos, que passam a integrar as estratégias de relacionamento das empresas, considerando a utilidade dos produtos, a identidade das marcas e as necessidades dos convidados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia e personalização devem orientar eventos corporativos em 2027</strong></h3>



<p>A inteligência artificial também deve ganhar espaço na organização dos encontros, com aplicações no gerenciamento de inscrições, na análise de dados, na logística e na comunicação com participantes. Segundo a Associação Latino-Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), a integração dessas ferramentas pode contribuir para reduzir custos operacionais e melhorar a avaliação dos resultados.</p>



<p>Para Joyce Macieri, presidente da ALAGEV, as mudanças também alteram a atuação dos profissionais responsáveis pelo planejamento empresarial. “O gestor passa a ocupar uma posição mais decisiva, apoiando decisões que envolvem tecnologia, riscos, sustentabilidade e experiência do viajante”, afirmou durante análise das tendências apresentadas na GBTA Convention 2026.</p>



<p>Outra mudança envolve a sustentabilidade, com atenção à origem dos materiais, ao desperdício, ao transporte e à utilização de fornecedores locais. A expectativa é que as empresas passem a considerar esses fatores na contratação de serviços e na definição dos investimentos destinados aos eventos.</p>



<p>A inclusão e o bem-estar também devem influenciar o setor. Durante a IMEX America 2026, realizada em outubro, em Las Vegas, a ALAGEV identificou o crescimento de iniciativas voltadas à acessibilidade, à neurodiversidade e à criação de ambientes que favoreçam a participação do público.</p>



<p>Para Luana Nogueira, diretora executiva da associação, “não basta reunir pessoas em um mesmo espaço”. Segundo ela, é necessário compreender como os participantes interagem com os conteúdos e as marcas para avaliar os resultados dos investimentos.</p>



<p>Com essas mudanças, a tendência é que o planejamento dos eventos corporativos em 2027 considere não apenas o número de participantes, mas também a geração de negócios, a continuidade dos relacionamentos comerciais e o retorno dos recursos aplicados pelas empresas.</p>



<p><strong>Foto: Pexels </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/investimento-em-tecnologia-amplia-retorno-economico-e-ganha-espaco-na-estrategia-industrial/" data-type="post" data-id="56096">Investimento em tecnologia amplia retorno econômico e ganha espaço na estratégia industrial</a></p>
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		<title>Petróleo e El Niño elevam riscos para preços dos alimentos e podem pressionar economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 02:06:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>A combinação entre os efeitos do El Niño e as oscilações do petróleo mantém sob atenção os preços dos alimentos no Brasil no segundo semestre de 2026, com possíveis reflexos sobre a inflação, o orçamento das famílias e os custos de produção. O cenário, acompanhado por entidades do setor de abastecimento e órgãos do governo, ocorre em um momento em que os preços dos alimentos apresentam recuo no curto prazo, mas as condições climáticas aumentam a incerteza para os próximos meses.</p>



<p>O alerta sobre os alimentos ganhou força em julho, quando a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) apontou o petróleo e o El Niño como fatores capazes de pressionar a cadeia de abastecimento. Naquele momento, o Abrasmercado, indicador que reúne 35 produtos de consumo, acumulava alta de 6,82% no ano até maio, com avanço de 41,09% do feijão, 75,84% da batata, 86,17% do tomate e 48,88% da cebola.</p>



<p>O quadro mudou nos meses seguintes. Em julho, a cesta da Abras caiu 1,24% frente a junho e ficou em R$ 841,95. Na comparação com julho de 2025, no entanto, ainda havia alta de 3,50%. Em agosto, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pela Conab e pelo Dieese, também registrou redução do custo dos alimentos básicos em 25 das 27 capitais pesquisadas.</p>



<p>Os números ajudam a explicar parte do comportamento da inflação. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu 0,32% em agosto e acumulou 4,22% em 12 meses.</p>



<h5 class="wp-block-heading"> El Niño e inflação dos alimentos</h5>



<p>Apesar do alívio recente, o clima permanece como um fator de risco. O Painel El Niño, formado por órgãos como Inmet, INPE, Cemaden e Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), aponta probabilidade superior a 90% de ocorrência de um El Niño de intensidade muito forte no trimestre entre setembro e novembro. As projeções indicam chuvas abaixo da média em partes do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste e precipitações acima da média no Sul, além de temperaturas elevadas em grande parte do país.</p>



<p>As alterações no regime de chuvas podem afetar lavouras, pastagens, produtividade e logística, com reflexos nos custos ao longo da cadeia. No início de setembro, o Cemaden informou que o período de maior aquecimento do Pacífico deve ocorrer entre novembro de 2026 e janeiro de 2027.</p>



<p>Para reduzir riscos de desabastecimento, a Conab vem reforçando estoques. Em setembro, a companhia comprou 191 mil toneladas de milho em dois leilões, operação de R$ 228 milhões voltada, entre outros objetivos, ao atendimento de pequenos criadores, principalmente no Nordeste. “O objetivo era comprar 180 mil toneladas de milho para garantir essa oferta caso a estiagem na região Nordeste seja prolongada por conta do El Niño muito forte”, afirmou o presidente da Conab, Silvio Porto.</p>



<p>O impacto econômico, porém, não é considerado inevitável. A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, afirmou em setembro que o governo trabalha com a perspectiva de que o fenômeno não provoque aumento generalizado dos alimentos, diante da oferta de grãos e das medidas de formação de estoques, crédito e apoio à produção.</p>



<p>Uma eventual retomada da inflação dos alimentos reduziria o poder de compra das famílias e poderia atingir principalmente os grupos de menor renda, que destinam parcela maior do orçamento a itens básicos. O próprio IBGE destaca que famílias com renda entre um e cinco salários mínimos são mais sensíveis às oscilações de alimentação e transporte. Dessa forma, petróleo e clima permanecem entre os fatores que podem determinar não apenas os preços nas prateleiras, mas também o comportamento do consumo e da inflação brasileira nos próximos meses.</p>



<p><strong>Foto: Tânia Rêgo &#8211; Agência Brasil </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/carnaval-devera-injetar-mais-de-r-57-bi-na-economia-carioca/" data-type="post" data-id="53630">Carnaval deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca</a></p>



<p></p>
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		<title>Confiança do consumidor passa a pesar mais nas decisões das empresas, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 13:28:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>A relação entre consumidores e empresas tem sido influenciada pela confiança na marca, pela qualidade dos produtos e pela experiência de compra, fatores que passaram a ter peso nas decisões de consumo e na estratégia das companhias. Uma pesquisa da HSR Specialist Researchers, realizada com 4.520 brasileiros e 193 marcas de nove setores, mostra que a confiança está relacionada à capacidade das empresas de entregar o que prometem e manter uma relação consistente com seus clientes.</p>



<p>O levantamento mostra que a percepção sobre uma marca não é formada apenas pela publicidade. A experiência direta com produtos e serviços tem participação relevante nesse processo. Entre os consumidores ouvidos, 40% apontaram a piora na qualidade como principal motivo para deixar de confiar em uma marca. Produto com defeito aparece em seguida, com 24%, enquanto o mau atendimento foi citado por 22%. Problemas éticos e de reputação corporativa foram mencionados por 5%.</p>



<p>O resultado se relaciona a um cenário em que o consumidor dispõe de mais informações antes de realizar uma compra. Pesquisa da NielsenIQ sobre as perspectivas do consumidor para 2026 mostra que 95% dos entrevistados consideram importante confiar na marca da qual estão comprando. O levantamento aponta ainda que qualidade e consistência estão entre os fatores que sustentam essa confiança.</p>



<p>No Brasil, o comportamento também aparece nos canais de reclamação e avaliação de empresas. Dados do Consumidor.gov.br, plataforma vinculada à Secretaria Nacional do Consumidor, mostram que os consumidores podem registrar problemas diretamente com companhias participantes, que assumem o compromisso de responder às reclamações em até dez dias. Depois disso, o próprio consumidor avalia se a demanda foi solucionada e atribui uma nota ao atendimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Confiança do consumidor influencia o mercado</strong></h3>



<p>O ambiente econômico também interfere na disposição das famílias para consumir. Segundo a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, com base na Sondagem do Consumidor da FGV, o Índice de Confiança do Consumidor caiu 0,4 ponto em julho, para 88,3 pontos. A percepção sobre a situação atual recuou 2,6 pontos, enquanto o índice de expectativas avançou 1,1 ponto.</p>



<p>A diferença entre os grupos de renda também chama atenção. Entre consumidores com renda de até R$ 2.100, o índice caiu 10,5 pontos em julho, para 79,8 pontos. Já entre aqueles com renda entre R$ 4.800,01 e R$ 9.600, houve alta de 5,9 pontos, para 92,1 pontos. Os números mostram que a disposição para consumir não é uniforme e acompanha as condições financeiras das famílias.</p>



<p>Para a economista Viviane Seda Bittencourt, superintendente adjunta para Ciclos Econômicos do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), a confiança do consumidor precisa ser observada junto às condições econômicas das famílias. A especialista afirma que fatores como mercado de trabalho e situação financeira familiar têm peso na formação das expectativas dos consumidores.</p>



<p>Do lado das empresas, o Banco Central acompanha as expectativas por meio da Pesquisa Firmus, que reúne informações de companhias não financeiras sobre a situação dos negócios e variáveis econômicas que influenciam suas decisões. O levantamento é realizado trimestralmente e busca captar percepções sobre custos, preços, margens, crédito e atividade econômica.</p>



<p>Nesse cenário, os dados indicam que confiança, experiência e capacidade de entrega passaram a fazer parte da relação econômica entre empresas e consumidores. Para as companhias, acompanhar essas percepções permite identificar mudanças no comportamento de compra e ajustar produtos, serviços e atendimento às condições do mercado.</p>



<p><strong>Foto: Pexels </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/saiba-mais-sobre-acordo-para-facilitar-comercio-eletronico-no-mercosul/" data-type="post" data-id="58488">Saiba mais sobre acordo para facilitar comércio eletrônico no Mercosul</a></p>



<p></p>
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		<title>Diretor da ANJ destaca papel da imprensa na transparência empresarial: &#8220;A publicidade legal deixou de ser apenas um rito burocrático&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 14:16:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação &#8220;A publicidade legal deixou de ser apenas um rito .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Redação</em></p>



<p>&#8220;A publicidade legal deixou de ser apenas um rito burocrático para se consolidar como um pilar estratégico de transparência, governança corporativa e segurança jurídica.&#8221; A avaliação é do diretor de Relações Institucionais da Associação Nacional de Jornais (ANJ), Júlio César Vinha, ao analisar a evolução das regras para divulgação de atos societários no Brasil e o papel desempenhado pelos jornais impressos e digitais nesse processo. Segundo ele, em entrevista ao jornal <strong>Diário do Acionista</strong>, a publicidade legal passou a integrar a estratégia das empresas ao ampliar a confiança de investidores, credores e da sociedade, em um cenário em que a governança corporativa e a transparência se tornaram fatores relevantes para a competitividade.</p>



<p>A transformação do modelo ocorreu com a Lei nº 13.818/2019, que alterou a Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6.404/1976). Desde janeiro de 2022, as sociedades anônimas deixaram de publicar balanços, atas e editais nos Diários Oficiais, passando a realizar as divulgações em jornais de grande circulação da localidade de sua sede, de forma resumida, com a versão completa disponível na plataforma digital do mesmo veículo. Em julho de 2024, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a constitucionalidade desse modelo, consolidando sua aplicação.</p>



<p>Para Vinha, a mudança acompanhou a evolução do mercado e preservou um princípio essencial para a atividade empresarial: a publicidade das informações societárias. &#8220;O grande marco recente da publicidade legal no Brasil foi a Lei nº 13.818/2019. Ela modernizou a forma como as Sociedades Anônimas divulgam seus atos. As publicações devem ser feitas em jornal impresso de grande circulação da localidade da sede da empresa, mas de forma resumida. Simultaneamente, a versão integral deve ser publicada na página do mesmo jornal na internet. A publicação eletrônica deve ser realizada com certificação digital, observando os padrões da ICP-Brasil, assegurando autenticidade, integridade e rastreabilidade do conteúdo&#8221;.</p>



<p>Na avaliação do diretor da ANJ, o modelo integra as vantagens do meio impresso e do ambiente digital. &#8220;Enquanto o jornal impresso assegura ampla divulgação, atende ao requisito legal da publicação resumida e direciona o leitor às informações essenciais, o ambiente digital permite acesso à íntegra dos documentos. Permitindo que investidores e cidadãos acessem o histórico completo de dados financeiros e decisões de governança a qualquer hora, de forma gratuita e auditável&#8221;.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A imprensa como instrumento de transparência para o mercado</strong></h2>



<p>A importância desse sistema também está relacionada ao fortalecimento das práticas de governança corporativa. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) considera a divulgação tempestiva e precisa das informações um dos princípios para o funcionamento eficiente dos mercados de capitais. No Brasil, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) aponta a transparência como um dos pilares da boa governança, ao lado da equidade, da prestação de contas e da responsabilidade corporativa.</p>



<p>Segundo Vinha, a publicidade legal reduz a assimetria de informações entre empresas e investidores e amplia a segurança jurídica dos negócios. &#8220;A publicidade legal constitui um importante mecanismo de transparência e de redução da assimetria informacional entre acionistas, investidores e o mercado, pois assegura a divulgação pública e simultânea das informações societárias exigidas em lei&#8221;.</p>



<p>Ele acrescenta que o cumprimento dessas exigências produz efeitos que vão além da divulgação pública: &#8220;O cumprimento das exigências legais de publicidade contribui para a eficácia de determinados atos perante terceiros, além de atender requisitos necessários ao registro de atos societários quando previstos em lei, trazendo segurança jurídica e proteção ao negócio&#8221;.</p>



<p>A transparência também vem sendo incorporada às estratégias empresariais diante da expansão das práticas de governança e dos critérios ESG. Nesse contexto, Vinha destaca que empresas que tornam públicas suas informações fortalecem sua relação com o mercado. &#8220;Em um mercado cada vez mais atento aos critérios ESG, demonstrar transparência financeira e societária e clareza nos atos societários de forma pública atrai capital e reduz o prêmio de risco. A sociedade passa a enxergar a organização não como uma &#8216;caixa preta&#8217;, mas como um agente econômico responsável e fiscalizável”.</p>



<p>Para o diretor da ANJ, os jornais brasileiros exercem uma função que vai além da cobertura dos fatos econômicos. Ao reunir a publicidade legal em veículos independentes, com histórico público e certificação digital, eles ampliam a confiabilidade das informações disponibilizadas ao mercado.&nbsp;</p>



<p>&#8220;A utilização de jornais impressos e de suas plataformas digitais agrega credibilidade ao processo de publicidade legal, pois a divulgação ocorre em veículo de comunicação independente da empresa, com histórico público, autenticidade certificada e amplo acesso aos documentos divulgados. Esse modelo fortalece a transparência, facilita a fiscalização pelos órgãos reguladores, investidores, credores e pela sociedade, além de reforçar a confiança nas informações divulgadas&#8221;, conclui.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/ministro-chama-tarifa-dos-eua-de-indevida-e-promete-reacao/" data-type="post" data-id="57955">Ministro chama tarifa dos EUA de “indevida” e promete reação</a></p>
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		<title>IA transforma estratégias de marketing e amplia pressão por produtividade nas empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:38:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação A inteligência artificial (IA) está remodelando a forma como .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>A inteligência artificial (IA) está remodelando a forma como empresas planejam, executam e avaliam ações de marketing. Em 2026, organizações de diversos setores passaram a incorporar ferramentas de IA generativa em etapas que vão da criação de conteúdo à análise de comportamento do consumidor, em um movimento impulsionado pela necessidade de aumentar a produtividade, reduzir prazos e responder com mais rapidez às mudanças do mercado.</p>



<p>O avanço ocorre em um cenário de crescimento da demanda por campanhas digitais e experiências personalizadas. Pesquisa global da Adobe com 3 mil executivos e profissionais ligados à experiência do cliente mostrou que a IA já ocupa papel estratégico nas áreas de marketing e relacionamento com consumidores. O estudo identificou que empresas vêm obtendo ganhos iniciais com a tecnologia, mas ainda enfrentam desafios para escalar seu uso de forma estruturada. Segundo o levantamento, a integração de dados e a qualidade das informações utilizadas pelos sistemas de IA aparecem entre os principais obstáculos para ampliar os resultados dos investimentos.</p>



<p>A busca por eficiência também está levando departamentos de marketing a revisar processos internos. Relatório da Adobe sobre o estado do marketing em um mundo impulsionado por IA revelou que mais de oito em cada dez equipes perderam oportunidades de negócios recentemente por não conseguirem responder ao mercado com a velocidade necessária. O dado reforça a pressão sobre as áreas de comunicação para acelerar a produção de campanhas e conteúdos sem comprometer a consistência das marcas.</p>



<p>Na prática, ferramentas de IA vêm sendo utilizadas para criar textos, imagens, vídeos, segmentar públicos e automatizar análises de desempenho. A tecnologia também permite gerar diferentes versões de uma mesma campanha em poucos minutos, reduzindo o tempo gasto em tarefas operacionais e liberando profissionais para atividades ligadas à estratégia e à criatividade.</p>



<p>Para especialistas, a adoção da inteligência artificial não representa uma substituição do trabalho humano, mas uma mudança na forma como as equipes atuam. “A voz, o repertório e o julgamento continuam sendo os elementos que diferenciam os profissionais”, afirmou Mike Polner, vice-presidente e chefe de marketing de produtos para criadores da Adobe, ao comentar os resultados do relatório global da empresa sobre o uso de IA por criadores de conteúdo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>IA no marketing: produtividade cresce, mas maturidade ainda é desafio</strong></h3>



<p>Embora o interesse pela tecnologia seja crescente, a maturidade das empresas ainda está em construção. Dados divulgados pela Adobe indicam que muitas organizações pretendem ampliar a integração da IA generativa em suas operações, mas poucas consideram ter estrutura suficiente para explorar todo o potencial da tecnologia.</p>



<p>O cenário é semelhante no Brasil. De acordo com a companhia, a demanda por conteúdo digital aumentou nos últimos anos, estimulando empresas a buscar soluções capazes de atender volumes maiores de produção sem expandir equipes na mesma proporção. A personalização em escala, considerada uma das principais promessas da IA, tornou-se prioridade para marcas que disputam a atenção dos consumidores em ambientes digitais cada vez mais fragmentados.</p>



<p>Ao mesmo tempo, crescem debates sobre governança, transparência e uso responsável da tecnologia. Questões relacionadas à qualidade das informações geradas, direitos autorais e proteção de dados passaram a integrar as discussões das lideranças de marketing, especialmente em setores regulados.</p>



<p>A tendência, segundo analistas do mercado, é que a inteligência artificial deixe de ser apenas uma ferramenta de apoio para se tornar parte da infraestrutura das estratégias de marketing. Nesse contexto, a capacidade de combinar tecnologia, dados e supervisão humana tende a definir quais empresas conseguirão transformar ganhos de produtividade em resultados de negócio nos próximos anos.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/lance-aposta-em-midia-ooh-para-ampliar-distribuicao-de-conteudo-e-anuncia-parceria/" data-type="post" data-id="57179">Lance! aposta em mídia OOH para ampliar distribuição de conteúdo e anuncia parceria</a></p>
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		<item>
		<title>Publicidade legal mantém papel estratégico para a transparência e a segurança dos negócios na era digital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:55:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Publicidade legal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação Mesmo diante das mudanças no cenário geral, a publicidade .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>Mesmo diante das mudanças no cenário geral, a publicidade legal continua sendo um dos principais instrumentos de transparência, governança e segurança jurídica para empresas, investidores, credores e cidadãos. A divulgação de balanços financeiros, atas de assembleias, editais, comunicados societários e outros atos obrigatórios segue desempenhando função central na organização do ambiente de negócios brasileiro, permitindo que informações de interesse público estejam acessíveis ao mercado e à sociedade.</p>



<p>Nos últimos anos, alterações legais ampliaram as possibilidades de publicação em meios eletrônicos, reduzindo custos operacionais e modernizando procedimentos. A digitalização, porém, não eliminou a necessidade da publicidade legal. Pelo contrário: o acesso rápido às informações tornou ainda mais importante a existência de mecanismos confiáveis para garantir autenticidade, rastreabilidade e transparência dos dados divulgados.</p>



<p>Segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a divulgação adequada de informações corporativas é um dos pilares da proteção dos investidores e da eficiência dos mercados. O órgão regulador destaca que a transparência reduz assimetrias de informação entre empresas e investidores, contribuindo para decisões mais seguras e para o fortalecimento da confiança no ambiente econômico.</p>



<p>A importância desse processo fica evidente em um país que possui mais de 23 milhões de empresas ativas, segundo dados da Receita Federal. Em um universo tão amplo, a publicidade legal funciona como ferramenta de organização institucional, permitindo que alterações societárias, demonstrações financeiras e decisões empresariais relevantes sejam conhecidas por acionistas, fornecedores, órgãos reguladores e demais partes interessadas.</p>



<p>Além de atender às exigências legais, a publicação desses atos tornou-se um elemento associado às práticas de governança corporativa. A transparência das informações financeiras e societárias é considerada um fator relevante para empresas que buscam acesso a crédito, atração de investidores e participação em mercados mais competitivos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O papel dos veículos especializados nesse processo</strong></h3>



<p>Nesse cenário, os veículos de comunicação especializados em publicidade legal continuam exercendo uma função que vai além da simples divulgação de documentos. Eles atuam como plataformas de acesso à informação, organizando conteúdos de interesse público e oferecendo mecanismos de consulta que facilitam o acompanhamento de atos empresariais e administrativos.</p>



<p>É a credibilidade desses veículos, que contribui para a formação de um ambiente de negócios mais previsível. Ao centralizar e disponibilizar informações oficiais, eles ajudam a garantir que documentos relevantes possam ser localizados e verificados por investidores, advogados, auditores, credores e pela sociedade em geral.</p>



<p>A evolução tecnológica também transformou a atuação desses meios. Hoje, grande parte das publicações ocorre em formato digital, permitindo buscas mais rápidas, armazenamento permanente e maior alcance geográfico. Ao mesmo tempo, permanecem as exigências relacionadas à integridade dos dados e à conformidade com as normas regulatórias.</p>



<p>Entidades representativas do setor defendem que a modernização dos processos deve ocorrer sem comprometer a função essencial da publicidade legal: assegurar que informações relevantes sejam divulgadas de forma acessível, verificável e transparente.</p>



<p>Em um contexto de crescente demanda por governança corporativa, compliance e prestação de contas, a publicidade legal permanece como um instrumento de interesse econômico e social. Mais do que uma obrigação formal, ela continua sendo um mecanismo que contribui para a segurança jurídica das relações empresariais, para a organização dos mercados e para a transparência das atividades econômicas, independentemente do meio utilizado para sua divulgação.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/caixa-sebrae-programa-empreendedorismo-feminino/" data-type="post" data-id="26227">Caixa e Sebrae criam programa de estímulo ao empreendedorismo feminino</a></p>
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		<title>Publicidade digital avança e dados de intenção de consumo redefinem estratégias no mercado brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 May 2026 19:33:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação O mercado publicitário brasileiro ampliou o uso de dados .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Redação</em></p>



<p>O mercado publicitário brasileiro ampliou o uso de dados e tecnologia para orientar decisões de mídia em 2025, com crescimento dos investimentos digitais, avanço de novos formatos e maior foco na leitura da intenção de consumo dos usuários. Esse movimento ocorre em um cenário de alta conectividade no país, onde empresas buscam eficiência na alocação de recursos e maior previsibilidade de resultados.</p>



<p>Dados do estudo Digital AdSpend, do IAB Brasil em parceria com a Kantar Ibope Media, mostram que os investimentos em publicidade digital atingiram R$ 42,7 bilhões em 2025, alta de 12,7% em relação ao ano anterior. O volume representa crescimento acumulado de 80% desde 2020 e consolida o ambiente digital como principal eixo das estratégias de comunicação das marcas.</p>



<p>O avanço acompanha mudanças no comportamento do consumidor. Segundo dados do DataReportal, 69,8% dos brasileiros utilizam a internet para pesquisar produtos e marcas, em um universo de 187,9 milhões de usuários conectados. Esse cenário amplia a relevância de sinais de intenção de consumo, que passaram a orientar campanhas em diferentes canais e momentos da jornada.</p>



<p>Na avaliação de Denise Porto Hruby, CEO do IAB Brasil, o crescimento do setor está associado à consolidação de estratégias baseadas em dados. Em entrevista, a executiva afirmou que o avanço dos investimentos “reflete a maturidade do mercado e a importância do digital nas decisões de comunicação”, conforme apontado pelo estudo.</p>



<p>Além do volume financeiro, o levantamento indica mudanças na composição dos investimentos. O formato de vídeo concentrou 49% dos aportes, enquanto as redes sociais responderam por 55% da distribuição por canal, seguidas por ferramentas de busca e publishers. O crescimento de segmentos como retail media, que movimentou R$ 4,8 bilhões no período, reforça a integração entre mídia e ambiente de consumo.</p>



<p>Esse cenário também evidencia uma transição no planejamento publicitário, com maior uso de dados proprietários e ferramentas de análise para identificar padrões de comportamento. A leitura desses sinais permite antecipar demandas e ajustar campanhas em tempo real, reduzindo dispersão de investimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dados e intenção de consumo ganham centralidade nas estratégias</strong></h2>



<p>Especialistas apontam que a interpretação da intenção do consumidor se tornou um dos principais diferenciais competitivos. Ao mapear interações como buscas, navegação e engajamento, empresas conseguem direcionar mensagens com maior precisão e em estágios mais avançados da decisão de compra.</p>



<p>O uso desses dados ocorre em um ambiente de maior integração entre canais, com campanhas distribuídas entre plataformas digitais, mídia exterior digital e pontos de venda. Pela primeira vez, o estudo do IAB Brasil também estimou investimentos em DOOH (Digital Out of Home), que somaram R$ 4,4 bilhões, indicando expansão para além do ambiente online.</p>



<p>Para analistas do setor, a combinação entre volume de dados e capacidade de análise tende a redefinir o papel das agências e anunciantes. A tendência é que decisões sejam cada vez mais baseadas em evidências de comportamento, com menor dependência de métricas tradicionais isoladas.</p>



<p>O cenário aponta para um mercado em que eficiência, mensuração e integração passam a orientar a estratégia publicitária. Com consumidores mais conectados e jornadas fragmentadas, a capacidade de interpretar sinais de intenção deve permanecer no centro das decisões de investimento nos próximos ciclos.</p>



<p><strong>Foto: Pexels </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/estudo-aponta-buscas-online-como-termometro-do-mercado-automotivo/" data-type="post" data-id="56025">Estudo aponta buscas online como termômetro do mercado automotivo</a></p>
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		<title>Setor de saúde e bem-estar projeta crescimento econômico no Brasil em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 13:28:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação O setor de saúde e bem-estar deve manter a .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>O setor de saúde e bem-estar deve manter a trajetória de crescimento no Brasil em 2026, sustentado por mudanças no comportamento do consumidor e pelo aumento da demanda por serviços ligados à prevenção e qualidade de vida. Dados da Associação Brasileira de Franchising mostram que o segmento de saúde, beleza e bem-estar registrou alta de 14,6% no faturamento em 2025, configurando-se como a segunda maior expansão entre os setores do franchising nacional.</p>



<p>O desempenho ocorre em um contexto em que a prática de atividades físicas passa a ser incorporada como parte da rotina, com foco na prevenção de doenças e manutenção da saúde. Esse movimento tem ampliado o interesse por modelos de negócios escaláveis, com receitas recorrentes e maior previsibilidade. Para analistas do setor, a consolidação desse comportamento indica que o consumo de serviços de wellness tende a se manter menos sensível a ciclos econômicos.</p>



<p>Dados da plataforma Wellhub reforçam essa tendência ao apontar crescimento na adesão a atividades físicas específicas. A prática de tênis, por exemplo, quase triplicou entre usuários da plataforma nos últimos dois anos. Apenas no início de 2026, o segmento de esportes de raquete registrou aumento de 39% no número de parceiros, enquanto os check-ins ligados ao tênis cresceram 97% no último ano.</p>



<p><strong>Expansão de nichos e novos modelos de negócio impulsionam o setor</strong></p>



<p>Para Lucas André, CEO da Fast Tennis, rede de academias voltadas à prática do esporte, os números refletem uma mudança estrutural no setor. “O mercado deixou de operar apenas no conceito de condicionamento físico e passou a integrar saúde, socialização e rotina. Isso amplia a base de consumidores e cria novas frentes de receita”, afirmou. Segundo ele, a busca por longevidade tem impulsionado a demanda contínua por serviços relacionados ao bem-estar.</p>



<p>O avanço das academias especializadas também acompanha essa transformação. Modelos focados em modalidades específicas, como esportes de raquete, têm ganhado espaço ao oferecer experiências segmentadas e maior engajamento dos clientes. Esse formato contribui para a fidelização e para o aumento do ticket médio, segundo operadores do setor.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="613" src="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/academia-jfcrz-abr-2101220207_tg2E0EbQ.jpg-1024x613.jpeg" alt="" class="wp-image-55702" style="aspect-ratio:1.6704990367286061;width:676px;height:auto" srcset="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/academia-jfcrz-abr-2101220207_tg2E0EbQ.jpg-1024x613.jpeg 1024w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/academia-jfcrz-abr-2101220207_tg2E0EbQ.jpg-300x179.jpeg 300w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/academia-jfcrz-abr-2101220207_tg2E0EbQ.jpg-768x459.jpeg 768w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/03/academia-jfcrz-abr-2101220207_tg2E0EbQ.jpg.jpeg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: José Cruz/Agência Brasil</figcaption></figure>
</div>


<p>De acordo com José Eduardo Fiates, diretor da ABF, o franchising tem se beneficiado dessa mudança de perfil do consumidor. “Há uma transição clara para serviços que combinam saúde e conveniência. O franchising permite expansão rápida e padronização, o que favorece o crescimento dessas redes em diferentes regiões”, disse.</p>



<p>A expansão também é observada em redes já consolidadas. A Fast Tennis, por exemplo, soma mais de 50 unidades em operação e registra média de cerca de 200 alunos por quadra. A empresa projeta atingir 150 unidades e faturamento de R$ 100 milhões até o fim de 2026, acompanhando a evolução do setor.</p>



<p>Para especialistas ligados ao Ministério da Saúde, o avanço do mercado de bem-estar está associado a políticas públicas de incentivo à atividade física e à maior disseminação de informações sobre prevenção. “A incorporação de hábitos saudáveis reduz a pressão sobre o sistema de saúde no longo prazo e movimenta cadeias produtivas relevantes”, afirmou, em nota, a pasta.</p>



<p>A combinação entre demanda crescente, diversificação de serviços e expansão de modelos de negócio indica que o setor de saúde e bem-estar deve permanecer como uma das frentes de crescimento da economia brasileira em 2026, com impacto sobre consumo, investimentos e geração de renda.</p>



<p><strong>Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/seguros-de-vida-e-saude-protecao-essencial-para-uma-aposentadoria-tranquila/" data-type="post" data-id="47073">Seguros de Vida e Saúde: proteção essencial para uma aposentadoria tranquila</a></p>
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		<item>
		<title>Turismo em 2026: viajante prioriza propósito, tecnologia e experiências mais longas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Mar 2026 20:05:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação do Diário do Acionista O turismo global entra em .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação do Diário do Acionista</strong></p>



<p>O turismo global entra em 2026 com mudanças no comportamento do consumidor, marcadas pela busca por experiências com significado, uso intensivo de tecnologia e maior atenção a critérios ambientais. Dados da 7ª edição da Revista Tendências do Turismo, elaborada pela Embratur, indicam que o perfil do viajante se torna mais informado e orientado por propósito, alterando a forma como destinos e serviços são escolhidos.</p>



<p>A principal transformação observada é a consolidação de um viajante que equilibra custo, tempo e valor da experiência. Segundo o levantamento, cresce o interesse por vivências autênticas, com contato direto com comunidades locais e menor dependência de roteiros tradicionais. Esse movimento acompanha a valorização do chamado turismo consciente, conceito que envolve responsabilidade ambiental e impacto positivo nas economias locais.</p>



<p>Ao mesmo tempo, a tecnologia passa a ter papel central na jornada do consumidor. Ferramentas digitais e inteligência artificial ampliam a capacidade de planejamento e personalização das viagens. “A inteligência artificial deixa de ser tendência e passa a ser infraestrutura”, afirma Sylvio Ferraz, vice-presidente de Produtos e Novos Negócios da BeFly, ao destacar o uso dessas ferramentas como extensão do atendimento no setor.</p>



<p>Outro dado relevante mostra que as redes sociais seguem influentes na escolha de destinos, respondendo por 49% das decisões dos viajantes no Brasil, seguidas por indicações pessoais, com 45%, e sites especializados, com 23%. A diferença está na forma de consumo desse conteúdo: relatos espontâneos e experiências reais ganham mais credibilidade do que produções editadas.</p>



<p>A busca por natureza e desaceleração também se intensifica. O turismo em áreas preservadas, com atividades ao ar livre, aparece entre as principais tendências, impulsionado pela necessidade de descanso e reconexão. Esse movimento dialoga com a ampliação das chamadas viagens mais longas e imersivas, nas quais o deslocamento deixa de ser apenas um meio e passa a integrar a experiência.</p>



<p>No campo econômico, o setor mantém relevância crescente. No Brasil, o turismo doméstico atingiu mais de 100 milhões de viajantes e segue em expansão, com crescimento de 8,2%, segundo dados do setor. A preferência por destinos nacionais também se relaciona à busca por custos mais acessíveis e menor exposição a variações cambiais.</p>



<p>Outro movimento identificado é a descentralização dos destinos. Regiões menos exploradas passam a atrair mais visitantes, impulsionadas pela procura por exclusividade e menor concentração de turistas. Essa tendência contribui para a distribuição de renda e desenvolvimento regional, além de reduzir a pressão sobre destinos tradicionais.</p>



<p>As viagens em grupo familiar e multigeracional também ganham espaço, reforçando o turismo como experiência coletiva. O setor observa ainda a consolidação de viagens motivadas por propósito, em que o motivo da viagem se torna tão relevante quanto o destino.</p>



<p>Para o Ministério do Turismo, o cenário exige adaptação do mercado. “A publicação oferece inteligência estratégica para orientar decisões”, afirmou o ministro do Turismo, ao comentar a nova edição do estudo sobre tendências do setor.</p>



<p>Com essas mudanças, o turismo em 2026 se afasta de padrões anteriores baseados em volume e passa a refletir escolhas mais planejadas, conectadas ao estilo de vida do consumidor e às transformações econômicas e sociais em curso. Essas mudanças estão diretamente ligadas à presença da tecnologia nas escolhas, além da experiência, que também é um ponto primordial para as tomadas de decisão.</p>



<p><strong>Foto: Tânia Rêgo &#8211; Agência Brasil &nbsp;</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/seguro-garantia-ganha-protagonismo-e-revoluciona-contratos-no-brasil-em-2025/" data-type="post" data-id="51693">Seguro garantia ganha protagonismo e revoluciona contratos no Brasil em 2025</a></p>
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		<item>
		<title>Forbes aponta nova era de tecnologia, consolidação e estratégias globais na gestão de fortunas para 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 15:00:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Bárbara Souza O universo de wealth management, ou gestão de .... </p>
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<p><strong>Por Bárbara Souza</strong></p>



<p>O universo de <em>wealth management,</em> ou gestão de fortunas<em>,</em> caminha para um ano marcado por profundas transformações estruturais, impulsionado por fatores que vão desde avanços tecnológicos e mudanças regulatórias até uma base de clientes mais exigente e globalizada. A gestão de patrimônio, que historicamente se apoiava em retornos financeiros tradicionais, passa a integrar um conjunto mais amplo de serviços que respondem tanto a demandas comportamentais quanto a desafios macroeconômicos. Segundo a <strong>Forbes Brasil</strong>, executivos de grandes <em>family offices</em> e gestores, identificam várias tendências que vão moldar o setor, refletindo uma maturidade crescente do segmento no Brasil e no exterior.</p>



<p>Uma das principais mudanças observadas é a expansão do escopo de serviços oferecidos aos clientes. Consultores e gestores têm ampliado a oferta para além da simples administração de carteiras, incorporando soluções de planejamento fiscal, sucessório, gestão imobiliária e até aconselhamento estratégico de longo prazo. Esse movimento decorre não apenas de um cliente mais sofisticado, que hoje valoriza planejamento e estrutura patrimonial integrada, mas também de um ambiente regulatório que pressiona por maior clareza e eficiência na entrega de valor agregado.</p>



<p>A transparência, aliás, tornou-se um ponto central da competitividade no setor. Reguladores como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) têm reforçado exigências sobre divulgação de taxas e práticas de consultoria, em resposta ao aumento de investidores que demandam clareza em custos e resultados. Esse foco reforça a confiança como base da relação entre gestor e cliente, transformando a comunicação aberta em diferencial estratégico para empresas que desejam se destacar num mercado cada vez mais competitivo.</p>



<p>No plano internacional, a tendência de migrar parte dos investimentos para fora do Brasil ganhou força em 2026, impulsionada por famílias com perfil global e pela necessidade de diversificação diante de desafios fiscais e volatilidade local. Mesmo com a Bolsa brasileira alcançando níveis elevados, o desempenho histórico ajustado pela inflação e o apetite por mercados privados mais dinâmicos têm levado gestores a ampliar a oferta de ativos globais e estruturados, fortalecendo a integração de carteiras com soluções estrangeiras.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Entenda as mudanças</strong></h3>



<p>A tecnologia emerge como um vetor transformador para o setor. Ferramentas que utilizam inteligência artificial (IA) e <em>big data</em> não apenas agilizam a produção de relatórios e análises, mas também permitem uma leitura mais profunda de riscos, oportunidades e comportamentos de mercado. A adoção de IA é apontada por especialistas como crítica para ganhar escala e eficiência, sem perder o contato humano que clientes de alta renda ainda valorizam, gerando, portanto, um equilíbrio entre automação e consultoria personalizada.</p>



<p>Outra tendência marcante é a consolidação de empresas no <em>wealth management</em>, fenômeno que no Brasil reflete a concorrência com grandes grupos globais e a necessidade de escala frente a custos e inovação. Aquisições e fusões não apenas ampliam a oferta de serviços, como também agregam expertise e tecnologia, posicionando essas instituições para competir de maneira mais eficaz tanto em mercados locais quanto internacionais.</p>



<p>Em síntese, a gestão de patrimônio em 2026 caminha para um modelo mais holístico, transparente e tecnicamente sofisticado, no qual <em>wealth managers</em> passam a ser verdadeiros arquitetos de soluções financeiras complexas. A combinação de tecnologia avançada com serviço humanizado, maior clareza regulatória e integração global de investimentos promete redefinir como grandes fortunas são preservadas e multiplicadas no ambiente instável e competitivo do mercado financeiro atual.&nbsp;</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



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