<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Agronegócios &#8211; Diário do Acionista</title>
	<atom:link href="https://diariodoacionista.com.br/category/especiais/agronegocios/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://diariodoacionista.com.br</link>
	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
	<lastBuildDate>Fri, 02 Oct 2026 13:58:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.10</generator>

<image>
	<url>https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2021/04/icone-diario-do-acionista-150x150.png</url>
	<title>Agronegócios &#8211; Diário do Acionista</title>
	<link>https://diariodoacionista.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Novas regras do seguro rural ampliam proteção ao produtor e mudam relação com o crédito</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/novas-regras-do-seguro-rural-ampliam-protecao-ao-produtor-e-mudam-relacao-com-o-credito/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/novas-regras-do-seguro-rural-ampliam-protecao-ao-produtor-e-mudam-relacao-com-o-credito/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 13:58:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócios]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=59024</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Redação O seguro rural brasileiro passou a operar sob novas .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/novas-regras-do-seguro-rural-ampliam-protecao-ao-produtor-e-mudam-relacao-com-o-credito/">Novas regras do seguro rural ampliam proteção ao produtor e mudam relação com o crédito</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>O seguro rural brasileiro passou a operar sob novas regras a partir da última quarta-feira (30), após a publicação da Lei nº 15.526/2026, que modifica o marco legal do setor e estabelece mudanças na cobertura, no pagamento de indenizações e na relação entre as apólices e o crédito rural. A medida busca ampliar a proteção financeira dos produtores diante de perdas provocadas por eventos climáticos, pragas e doenças e dar mais previsibilidade ao funcionamento do seguro no país.</p>



<p>Uma das mudanças estabelece prazos para a regulação e liquidação dos sinistros. Nos casos em que não seja necessário aguardar a colheita, o corte ou a liberação da área para vistoria, a seguradora terá até 15 dias, contados a partir da comunicação feita pelo produtor, para regular o sinistro. Já a liquidação deverá ocorrer em até 30 dias após a entrega da documentação exigida ou da vistoria presencial, quando necessária.</p>



<p>A nova legislação também determina que o seguro contratado pelo produtor passe a integrar o conjunto de garantias das operações de crédito rural. A instituição financeira poderá ser definida como primeira beneficiária da indenização em caso de sinistro, além de receber, por cessão fiduciária, direitos decorrentes da apólice. A mudança aproxima dois instrumentos usados para financiar e administrar os riscos da produção agropecuária.</p>



<p>O impacto pode alcançar um mercado de crédito que movimenta centenas de bilhões de reais. O Plano Safra 2026/2027 destinou R$ 525,1 bilhões à agricultura empresarial, sendo R$ 72,6 bilhões para médios produtores enquadrados no Pronamp e R$ 452,5 bilhões para os demais produtores e cooperativas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Proteção contra riscos climáticos</strong></h3>



<p>A ampliação dos mecanismos de seguro ocorre em um momento de atenção aos impactos do clima sobre a produção. Segundo a Embrapa, seca, granizo e geada, juntos, estão associados a mais de 95% dos episódios que levam ao acionamento de programas de seguro rural. O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), utilizado como referência para políticas de crédito e seguro, atualmente abrange mais de 50 culturas no país.</p>



<p>“Essa é uma questão que não é mais excepcional e veio para ficar. Precisamos de planejamento”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, ao tratar, neste mês, da preparação do setor para eventos climáticos. O grupo de trabalho criado pelo Ministério da Agricultura para enfrentar os efeitos do El Niño colocou entre as prioridades o fortalecimento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).</p>



<p>O PSR reduz parte do custo da contratação porque o governo paga uma parcela do prêmio do seguro. No Plano Trienal 2025-2027, o limite máximo de subvenção é de R$ 60 mil por beneficiário para cada grupo de atividades, respeitado o teto total de R$ 120 mil por ano.</p>



<p>A nova lei também torna obrigatórias, dentro do limite previsto na proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso, as despesas destinadas à subvenção. Esses recursos não poderão ser submetidos à limitação de empenho e movimentação financeira. A legislação prevê ainda que produtores com operações de crédito protegidas por seguro possam receber benefícios, como condições diferenciadas de juros, prazos e limites, prioridade de acesso ao crédito e financiamento do próprio prêmio do seguro.</p>



<p>As mudanças ocorrem enquanto o governo discute uma política de gestão de riscos que combina seguro, crédito, monitoramento climático e tecnologias de produção. Para o produtor, o objetivo desses instrumentos é reduzir o impacto financeiro quando eventos fora de seu controle comprometem a safra e, consequentemente, sua capacidade de pagamento e de investimento no ciclo seguinte.</p>



<p><strong>Foto: Elza Fiúza &#8211; Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/seguro-rural-enfrenta-desafio-com-eventos-climaticos-e-baixa-cobertura-no-brasil/" data-type="post" data-id="57509">Seguro rural enfrenta desafio com eventos climáticos e baixa cobertura no Brasil</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/novas-regras-do-seguro-rural-ampliam-protecao-ao-produtor-e-mudam-relacao-com-o-credito/">Novas regras do seguro rural ampliam proteção ao produtor e mudam relação com o crédito</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/novas-regras-do-seguro-rural-ampliam-protecao-ao-produtor-e-mudam-relacao-com-o-credito/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>União Europeia suspende importações de produtos animais do Brasil e afeta fluxo do agronegócio</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/uniao-europeia-suspende-importacoes-de-produtos-animais-do-brasil-e-afeta-fluxo-do-agronegocio/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/uniao-europeia-suspende-importacoes-de-produtos-animais-do-brasil-e-afeta-fluxo-do-agronegocio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 01:53:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócios]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=58606</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Redação A União Europeia passou a suspender, na última quinta-feira .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/uniao-europeia-suspende-importacoes-de-produtos-animais-do-brasil-e-afeta-fluxo-do-agronegocio/">União Europeia suspende importações de produtos animais do Brasil e afeta fluxo do agronegócio</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Redação</em></p>



<p>A União Europeia passou a suspender, na última quinta-feira (03), a entrada de uma série de produtos brasileiros de origem animal, após o Brasil ficar fora da lista de países considerados aptos a atender às novas exigências do bloco sobre o uso de antimicrobianos na produção. A medida alcança cadeias como carne bovina, aves, ovos, mel e determinados produtos da pesca e ocorre enquanto autoridades brasileiras tentam comprovar que os sistemas de controle e rastreabilidade adotados no país atendem às regras europeias.</p>



<p>As novas exigências estão relacionadas ao artigo 118 do Regulamento (UE) 2019/6, que estende aos produtos importados regras europeias sobre antimicrobianos. Entre as determinações está a proibição do uso dessas substâncias para promover crescimento ou aumentar o rendimento dos animais, além da restrição a antimicrobianos reservados, na União Europeia, ao tratamento de determinadas infecções em seres humanos. As regras já eram aplicadas aos produtores europeus desde 2022 e passaram a valer para fornecedores externos em 3 de setembro de 2026.</p>



<p>Na prática, apenas países que apresentem garantias consideradas suficientes pela Comissão Europeia podem continuar enviando os produtos abrangidos pelas normas. A lista é definida por produto e pode ser revista, o que abre espaço para uma retomada gradual das vendas brasileiras caso as autoridades europeias reconheçam o cumprimento das exigências.</p>



<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) afirma que apresentou à Comissão Europeia documentação detalhando os mecanismos brasileiros de fiscalização, rastreabilidade, monitoramento e certificação das cadeias de carne bovina, aves, ovos, mel e produtos da pesca. Segundo a pasta, o Brasil não pediu flexibilização das regras e defende que seus controles atendem aos requisitos estabelecidos pelos mercados importadores.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>União Europeia tem peso no comércio do agronegócio brasileiro</strong></h3>



<p>A restrição ocorre em uma relação comercial que movimenta bilhões de dólares. Dados do Mapa, elaborados a partir de informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC), mostram que as exportações totais brasileiras para a União Europeia chegaram a cerca de US$ 49,8 bilhões em 2025. Somente os embarques do agronegócio alcançaram US$ 21,8 bilhões, avanço de 12% sobre os US$ 19,5 bilhões registrados em 2024.</p>



<p>A carne bovina ganhou participação nessa pauta em 2025. Já no segmento de frango, o Brasil foi o principal fornecedor externo do mercado europeu no ano passado, com vendas de aproximadamente US$ 763 milhões. As exportações brasileiras de carne bovina para o bloco superaram US$ 825 milhões e 92 mil toneladas no mesmo período.</p>



<p>O embaixador do Brasil junto à União Europeia, Pedro Miguel da Costa e Silva, afirmou que a presença brasileira no mercado europeu demonstra a capacidade do país de atender aos padrões exigidos. “Se nós estamos no mercado europeu e somos os maiores fornecedores de produtos agropecuários é porque cumprimos e temos qualidade”, declarou o diplomata durante as negociações sobre o tema.</p>



<p>A Comissão Europeia, por sua vez, sustenta que a medida decorre da aplicação das novas regras. “Temos regras que proíbem os antimicrobianos ou a utilização de antimicrobianos para promover o crescimento”, explicou Eva Hrncirova, porta-voz da Comissão Europeia.</p>



<p>Uma auditoria europeia está em andamento no Brasil e analisa inicialmente cadeias como as de aves e mel. A expectativa do governo brasileiro é que os resultados permitam a reinclusão de produtos na lista de fornecedores autorizados. No caso dos bovinos, o processo tende a ser mais longo porque a comprovação exigida pela UE considera o ciclo de vida do animal, enquanto cadeias com ciclos produtivos menores podem ter uma avaliação mais rápida.</p>



<p><strong>Foto: Pexels </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/brasil-aumenta-exportacao-de-soja-para-a-china-ocupando-lugar-dos-eua/" data-type="post" data-id="50972">Brasil aumenta exportação de soja para a China, ocupando lugar dos EUA</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/uniao-europeia-suspende-importacoes-de-produtos-animais-do-brasil-e-afeta-fluxo-do-agronegocio/">União Europeia suspende importações de produtos animais do Brasil e afeta fluxo do agronegócio</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/uniao-europeia-suspende-importacoes-de-produtos-animais-do-brasil-e-afeta-fluxo-do-agronegocio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crédito de R$ 10 bilhões amplia investimento em inovação e reforça modernização do agronegócio</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/credito-de-r-10-bilhoes-amplia-investimento-em-inovacao-e-reforca-modernizacao-do-agronegocio/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/credito-de-r-10-bilhoes-amplia-investimento-em-inovacao-e-reforca-modernizacao-do-agronegocio/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 13:22:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócios]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Investimento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=58248</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Redação A aprovação de uma linha de crédito de R$ .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/credito-de-r-10-bilhoes-amplia-investimento-em-inovacao-e-reforca-modernizacao-do-agronegocio/">Crédito de R$ 10 bilhões amplia investimento em inovação e reforça modernização do agronegócio</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Redação</em></p>



<p>A aprovação de uma linha de crédito de R$ 10 bilhões pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) para financiar projetos de inovação no agronegócio marca uma nova etapa da política de incentivo à modernização da produção rural no Brasil. A medida, anunciada no fim de julho, busca ampliar o acesso de produtores rurais e cooperativas a tecnologias capazes de elevar a produtividade, reduzir custos, aumentar a eficiência no uso de recursos naturais e fortalecer a competitividade do setor, que responde por parcela significativa da economia brasileira.</p>



<p>A iniciativa ocorre em um momento em que a inovação se consolida como um dos principais fatores de transformação do campo. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a incorporação de tecnologias como agricultura de precisão, sensores, inteligência artificial, conectividade, bioinsumos e automação vem permitindo ganhos consistentes de produtividade nas principais cadeias agrícolas do país. A instituição estima que mais de cinco décadas de pesquisa agropecuária contribuíram para multiplicar a produção nacional sem expansão proporcional da área cultivada, resultado atribuído ao avanço tecnológico.</p>



<p>O agronegócio também mantém peso crescente na economia brasileira. Dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), mostram que o setor respondeu por cerca de 23% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2025, além de representar parcela relevante das exportações nacionais.</p>



<p>Nesse cenário, a nova linha de financiamento busca estimular investimentos em máquinas, equipamentos, infraestrutura tecnológica, digitalização, pesquisa aplicada e desenvolvimento de soluções inovadoras para a produção agropecuária. O objetivo é ampliar o acesso ao crédito voltado especificamente para projetos que incorporem inovação ao processo produtivo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Inovação e produtividade no campo</strong></h3>



<p>Para a presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, a transformação digital representa uma das principais oportunidades para elevar a competitividade do agro brasileiro. Em diferentes eventos institucionais, a dirigente tem destacado que a integração entre ciência, inovação e conectividade permite decisões mais precisas no manejo agrícola, reduz desperdícios e amplia a sustentabilidade da produção.</p>



<p>A avaliação também é compartilhada pelo presidente da CNA, João Martins. Segundo ele, investimentos contínuos em tecnologia e inovação são essenciais para manter o Brasil entre os maiores produtores e exportadores mundiais de alimentos, especialmente diante das mudanças climáticas e da crescente demanda internacional por produção sustentável.</p>



<p>A digitalização do campo tem avançado em diferentes frentes. Levantamento do Ministério da Agricultura aponta crescimento da adoção de ferramentas de monitoramento remoto, sistemas de gestão, drones e equipamentos conectados, principalmente entre médios e grandes produtores. Ao mesmo tempo, programas públicos e privados buscam ampliar o acesso dessas tecnologias também para pequenos produtores rurais.</p>



<p>O crédito aprovado pelo CMN complementa esse movimento ao oferecer condições específicas para projetos inovadores, fortalecendo um ambiente de investimento voltado ao desenvolvimento tecnológico. A expectativa é que os recursos estimulem desde soluções desenvolvidas por startups do agro até investimentos em pesquisa, modernização de propriedades e adoção de novas práticas produtivas.</p>



<p>Especialistas avaliam que o avanço da inovação no agronegócio deixou de representar apenas um diferencial competitivo para se tornar uma necessidade diante da demanda global por alimentos, da necessidade de adaptação às mudanças climáticas e do aumento da eficiência produtiva. Com a ampliação das linhas de financiamento e o fortalecimento da pesquisa agropecuária, o Brasil busca consolidar sua posição como referência internacional na produção agrícola baseada em tecnologia, ciência e inovação.</p>



<p>Foto:</p>



<p>LEIA TAMBÉM: </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/credito-de-r-10-bilhoes-amplia-investimento-em-inovacao-e-reforca-modernizacao-do-agronegocio/">Crédito de R$ 10 bilhões amplia investimento em inovação e reforça modernização do agronegócio</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/credito-de-r-10-bilhoes-amplia-investimento-em-inovacao-e-reforca-modernizacao-do-agronegocio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crescimento do agronegócio amplia busca por planejamento patrimonial e sucessão familiar</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/crescimento-do-agronegocio-amplia-busca-por-planejamento-patrimonial-e-sucessao-familiar/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/crescimento-do-agronegocio-amplia-busca-por-planejamento-patrimonial-e-sucessao-familiar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 13:42:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócios]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=57662</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Redação O avanço do agronegócio brasileiro tem levado produtores rurais .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/crescimento-do-agronegocio-amplia-busca-por-planejamento-patrimonial-e-sucessao-familiar/">Crescimento do agronegócio amplia busca por planejamento patrimonial e sucessão familiar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Redação</em></p>



<p>O avanço do agronegócio brasileiro tem levado produtores rurais e empresários do campo a ampliar a preocupação com a gestão do patrimônio acumulado ao longo dos anos. Com propriedades mais valorizadas, aumento dos investimentos e maior profissionalização da atividade, cresce também a demanda por planejamento patrimonial, organização societária e estratégias de sucessão familiar. O movimento acompanha a expansão econômica do setor e busca reduzir riscos relacionados à divisão de bens, à continuidade dos negócios e à preservação do patrimônio entre diferentes gerações.</p>



<p>O agronegócio segue como um dos principais pilares da economia brasileira. De acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, o Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio representou aproximadamente 23% do PIB brasileiro em 2024. Já o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística aponta que a agropecuária permanece entre os segmentos com maior contribuição para o crescimento econômico, impulsionada pelo desempenho das safras, da pecuária e das exportações.</p>



<p>Esse cenário tem resultado na formação de patrimônios cada vez mais expressivos no meio rural. Ao mesmo tempo, especialistas observam que muitas propriedades familiares ainda não contam com uma estrutura formal para tratar da sucessão, da governança e da administração dos bens. A ausência desse planejamento pode gerar disputas entre herdeiros, dificuldades na continuidade das atividades e impactos sobre a produtividade das empresas rurais.</p>



<p>Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, o planejamento sucessório é um dos fatores que contribuem para aumentar a resiliência das empresas familiares, favorecendo a continuidade das operações e a adaptação às mudanças econômicas. A organização ressalta que estruturas de governança, definição de responsabilidades e planejamento de longo prazo são instrumentos importantes para preservar negócios administrados por diferentes gerações.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Governança e sucessão ganham espaço entre produtores rurais</strong></h4>



<p>O planejamento patrimonial reúne diferentes mecanismos voltados à organização dos ativos financeiros e imobiliários, à definição de regras para a sucessão e à proteção do patrimônio familiar. Entre as alternativas mais utilizadas estão a constituição de holdings familiares, acordos societários, testamentos, seguros e instrumentos de governança corporativa, sempre de acordo com as características de cada propriedade e da legislação vigente.</p>



<p>Para o presidente da Comissão de Direito das Sucessões do Instituto Brasileiro de Direito de Família, Mário Delgado, o planejamento sucessório deve ser encarado como uma ferramenta de organização patrimonial e prevenção de conflitos. Em manifestações públicas sobre o tema, o especialista afirma que a antecipação da sucessão permite estabelecer regras claras para a transmissão dos bens e reduzir disputas familiares, além de conferir maior segurança jurídica ao processo.</p>



<p>A discussão também acompanha mudanças demográficas no campo. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura destaca que a sucessão geracional é um dos desafios para a sustentabilidade da agricultura familiar e da produção de alimentos, defendendo políticas e mecanismos que incentivem a permanência das novas gerações na atividade rural e fortaleçam a gestão das propriedades.</p>



<p>Com o crescimento do patrimônio rural e a consolidação do agronegócio como um dos principais motores da economia brasileira, especialistas avaliam que o planejamento patrimonial tende a ganhar relevância entre produtores de diferentes portes. A adoção de instrumentos de governança e sucessão passou a ser vista não apenas como uma medida voltada à proteção dos bens, mas também como parte da estratégia de continuidade dos negócios e de fortalecimento das empresas familiares diante dos desafios econômicos das próximas décadas.</p>



<p><strong>Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/startups-do-agro-inspiracao-inovacao-e-desafios-no-campo-brasileiro/" data-type="post" data-id="51264">Startups do Agro: inspiração, inovação e desafios no campo brasileiro</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/crescimento-do-agronegocio-amplia-busca-por-planejamento-patrimonial-e-sucessao-familiar/">Crescimento do agronegócio amplia busca por planejamento patrimonial e sucessão familiar</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/crescimento-do-agronegocio-amplia-busca-por-planejamento-patrimonial-e-sucessao-familiar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Crédito para inovação no campo: nova linha do FAT amplia acesso de produtores rurais a financiamentos</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/credito-para-inovacao-no-campo-nova-linha-do-fat-amplia-acesso-de-produtores-rurais-a-financiamentos/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/credito-para-inovacao-no-campo-nova-linha-do-fat-amplia-acesso-de-produtores-rurais-a-financiamentos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 15:13:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócios]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=57024</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Redação Produtores rurais, pescadores, aquicultores e trabalhadores ligados ao agronegócio .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/credito-para-inovacao-no-campo-nova-linha-do-fat-amplia-acesso-de-produtores-rurais-a-financiamentos/">Crédito para inovação no campo: nova linha do FAT amplia acesso de produtores rurais a financiamentos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Redação</em></p>



<p>Produtores rurais, pescadores, aquicultores e trabalhadores ligados ao agronegócio passaram a contar com uma nova possibilidade de acesso ao crédito para investimentos em inovação, digitalização e modernização produtiva. A mudança foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em maio deste ano e permite que pessoas físicas e empresários individuais também utilizem linhas financiadas com recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que anteriormente estavam concentradas em empresas formalmente constituídas. A medida busca ampliar o alcance dos investimentos em tecnologia no campo e estimular ganhos de produtividade em um dos setores que mais contribuem para a economia brasileira.</p>



<p>Os recursos são repassados pelo FAT ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), responsável pela operação das linhas de financiamento voltadas à inovação. Entre os investimentos que poderão ser financiados estão a aquisição de máquinas e equipamentos, soluções de automação, sistemas digitais de gestão e tecnologias voltadas à produção rural. Segundo o governo federal, a mudança também alcança atividades ligadas à produção florestal, pesca e aquicultura.</p>



<p>A ampliação ocorre em um momento em que o crédito se tornou um dos principais instrumentos para sustentar a modernização do agronegócio. Dados do Ministério da Agricultura mostram que o setor respondeu por cerca de um quarto do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro nos últimos anos, além de representar parcela relevante das exportações nacionais. Nesse contexto, especialistas apontam que o acesso a financiamentos voltados à inovação tende a ganhar importância diante da necessidade de adoção de tecnologias capazes de elevar a eficiência produtiva e reduzir custos operacionais.</p>



<p>De acordo com nota do Ministério da Fazenda divulgada após a decisão do CMN, a medida faz parte de uma política de estímulo ao investimento produtivo e à difusão tecnológica. A pasta também informou que a demanda pelas linhas de inovação financiadas pelo FAT cresceu nos últimos anos, especialmente entre micro, pequenas e médias empresas.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Crédito rural e inovação tecnológica ganham espaço no agro</strong></h4>



<p>A nova regulamentação integra um conjunto de medidas voltadas ao fortalecimento do financiamento para inovação no país. Em março, o CMN elevou de 1,5% para 2,5% o limite de recursos do FAT vinculados à Taxa Referencial (TR) destinados a operações de inovação, ampliando a capacidade de oferta de crédito para projetos tecnológicos. Segundo o Ministério da Fazenda, a alteração busca atender uma demanda reprimida observada nos últimos anos e garantir maior previsibilidade aos financiamentos.</p>



<p>Ao anunciar a medida, o ministério afirmou que a ampliação do limite tem como objetivo assegurar a continuidade dos investimentos produtivos e fortalecer a disseminação de novas tecnologias em diferentes segmentos da economia. Em abril, outra decisão do CMN também passou a priorizar, nessas linhas de financiamento, equipamentos de informática e automação desenvolvidos com tecnologia nacional.</p>



<p>Para o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o financiamento à inovação é um instrumento para ampliar a competitividade da produção brasileira e estimular investimentos de longo prazo. Em manifestações institucionais recentes do banco, Mercadante tem defendido o fortalecimento de mecanismos de crédito capazes de apoiar a modernização tecnológica de empresas e produtores em diferentes setores da economia.</p>



<p>A expectativa é que a inclusão de pessoas físicas e empresários individuais amplie o alcance das linhas de financiamento e facilite a entrada de produtores rurais de menor porte em projetos de modernização. Com a crescente adoção de tecnologias digitais no campo, o crédito direcionado à inovação tende a ocupar papel cada vez mais relevante na estratégia de desenvolvimento do agronegócio brasileiro, setor que busca aumentar produtividade e competitividade em um cenário de transformação tecnológica.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/agro-em-destaque-as-gigantes-do-campo-na-lista-forbes-agro100-2025/" data-type="post" data-id="51878">Agro em destaque: as gigantes do campo na Lista Forbes Agro100 2025</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/credito-para-inovacao-no-campo-nova-linha-do-fat-amplia-acesso-de-produtores-rurais-a-financiamentos/">Crédito para inovação no campo: nova linha do FAT amplia acesso de produtores rurais a financiamentos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/credito-para-inovacao-no-campo-nova-linha-do-fat-amplia-acesso-de-produtores-rurais-a-financiamentos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Guerra no Oriente Médio pressiona custos, logística e exportações do agronegócio brasileiro</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/guerra-no-oriente-medio-pressiona-custos-logistica-e-exportacoes-do-agronegocio-brasileiro/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/guerra-no-oriente-medio-pressiona-custos-logistica-e-exportacoes-do-agronegocio-brasileiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Apr 2026 10:32:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócios]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócios]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=55907</guid>

					<description><![CDATA[<p>Escalada do confronto afeta fertilizantes, fretes e acesso a mercados, com .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/guerra-no-oriente-medio-pressiona-custos-logistica-e-exportacoes-do-agronegocio-brasileiro/">Guerra no Oriente Médio pressiona custos, logística e exportações do agronegócio brasileiro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Escalada do confronto afeta fertilizantes, fretes e acesso a mercados, com impactos diretos na safra e no comércio exterior do Brasil</em></p>



<p><strong>Por Redação</strong>&nbsp;</p>



<p>O conflito entre Estados Unidos e Israel contra o Irã já provoca efeitos concretos sobre o agronegócio brasileiro, com impactos que vão do aumento dos custos de produção à incerteza nas exportações, apesar do recente cessar-fogo. A escalada militar iniciada no fim de fevereiro de 2026 elevou o risco nas cadeias globais de insumos e energia, afetando diretamente um setor que responde por parcela relevante da economia do país.</p>



<p>O principal canal de transmissão do conflito ocorre por meio dos fertilizantes e da energia. O Oriente Médio é responsável por cerca de 15% dos fertilizantes nitrogenados importados pelo Brasil, e uma parcela significativa da ureia global passa por rotas marítimas da região. Interrupções logísticas, especialmente no Estreito de Ormuz, ampliam os custos e colocam em risco o abastecimento desses insumos essenciais para a safra.</p>



<p>Dados do Ministério da Agricultura indicam que até 41% das importações brasileiras de ureia passam por áreas afetadas pela tensão geopolítica. Além disso, quase metade dos embarques globais do produto utiliza essa rota estratégica, o que aumenta a sensibilidade dos preços internacionais a qualquer instabilidade.&nbsp;</p>



<p>Segundo análise do <a href="https://agro.insper.edu.br/" target="_blank" rel="noopener">Insper Agro Global</a>, os efeitos do conflito vão além do fornecimento de insumos. Em relatório recente, pesquisadores apontam que “entraves logísticos e energéticos podem afetar o acesso aos mercados do Oriente Médio e elevar custos de produção”, indicando um cenário de pressão simultânea sobre oferta e demanda. </p>



<p>No campo logístico, o aumento do risco na região já impacta o transporte marítimo. O encarecimento dos seguros e dos fretes afeta o escoamento de commodities como soja e milho. Em paralelo, a alta do petróleo — impulsionada pelas tensões — tende a elevar o preço do diesel, com efeito direto sobre o transporte interno no Brasil. Em cenários de alta mais intensa, o custo do frete pode subir entre 15% e 20%, reduzindo as margens dos produtores.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Pressão sobre exportações e mercados estratégicos</strong></h4>



<p>O Oriente Médio também é um destino relevante para produtos do agronegócio brasileiro. O Irã, por exemplo, respondeu por cerca de 20% das exportações brasileiras de milho em 2025, o que expõe o setor ao risco de cancelamentos de contratos e redirecionamento de cargas. A instabilidade pode afetar ainda vendas de carnes e açúcar para países da região, que funcionam como hubs comerciais.</p>



<p>Para especialistas, o cenário exige adaptação. Em nota técnica, analistas destacam que a crise reforça a necessidade de diversificação de mercados e fornecedores, além de estratégias de proteção cambial e antecipação de compras de insumos.&nbsp;</p>



<p>Há, no entanto, efeitos indiretos que podem beneficiar parte do setor. A elevação dos preços internacionais de alimentos, em um contexto de restrições logísticas globais, pode favorecer exportadores brasileiros, desde que consigam manter competitividade e acesso aos mercados. Ainda assim, a volatilidade tende a prevalecer no curto prazo.</p>



<p>A experiência recente de choques geopolíticos, como a guerra na Ucrânia, mostra que conflitos desse tipo costumam provocar alta nos preços agrícolas e desorganização nas cadeias de suprimentos globais. No caso atual, a dependência brasileira de insumos importados amplia a exposição do país às oscilações externas.</p>



<p>Com isso, o agronegócio brasileiro entra em um período de maior incerteza, em que decisões sobre compra de insumos, logística e comercialização passam a depender de variáveis geopolíticas. A evolução do conflito e eventuais restrições no comércio internacional serão determinantes para o desempenho da safra 2026/2027 e para o resultado das exportações do setor.</p>



<p><strong>Foto: Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/programa-da-receita-federal-facilita-negociacao-de-dividas/" data-type="post" data-id="37700">Programa da Receita Federal facilita negociação de dívidas</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/guerra-no-oriente-medio-pressiona-custos-logistica-e-exportacoes-do-agronegocio-brasileiro/">Guerra no Oriente Médio pressiona custos, logística e exportações do agronegócio brasileiro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/guerra-no-oriente-medio-pressiona-custos-logistica-e-exportacoes-do-agronegocio-brasileiro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Custos de insumos, crédito e logística: impactos da produção na rentabilidade do produtor rural no Brasil</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/custos-de-insumos-credito-e-logistica-impactos-da-producao-na-rentabilidade-do-produtor-rural-no-brasil/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/custos-de-insumos-credito-e-logistica-impactos-da-producao-na-rentabilidade-do-produtor-rural-no-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 15:14:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócios]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[agronegocio]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=54938</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Bárbara Souza O aumento dos custos de produção no campo .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/custos-de-insumos-credito-e-logistica-impactos-da-producao-na-rentabilidade-do-produtor-rural-no-brasil/">Custos de insumos, crédito e logística: impactos da produção na rentabilidade do produtor rural no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Bárbara Souza</strong></p>



<p>O aumento dos custos de produção no campo tem reduzido as margens do produtor rural brasileiro, em um cenário marcado pela volatilidade dos preços de fertilizantes, pela elevação das taxas de juros do crédito rural e por gargalos logísticos no escoamento da safra. Embora a produção agrícola continue em expansão, entidades do setor apontam que o avanço das despesas operacionais têm afetado a rentabilidade de diversas culturas.</p>



<p>Dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostram que fertilizantes, sementes, defensivos e operações com máquinas figuram entre os principais componentes do custo de produção agrícola no país, variando de acordo com a cultura e a região produtora. Em algumas lavouras, esses insumos podem representar mais da metade das despesas totais do produtor.</p>



<p>O peso dos fertilizantes é um dos fatores mais observados pelos produtores. O Brasil depende de importações para abastecer o mercado interno e, segundo a Conab, as compras externas do insumo alcançaram 45,5 milhões de toneladas em 2025, um recorde na série histórica. A dependência externa torna os custos sensíveis às oscilações do mercado internacional, influenciadas pelo preço do gás natural e por decisões comerciais de grandes exportadores.</p>



<p>Segundo análise do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a elevação nos preços de fertilizantes tem impacto direto nas margens do produtor, especialmente quando os preços das commodities agrícolas não acompanham o mesmo ritmo de aumento.</p>



<p>“O custo dos insumos é um dos principais fatores que determinam a rentabilidade da atividade agrícola”, afirma um analista da área de custos de produção da Conab. “Quando fertilizantes, defensivos ou sementes apresentam alta, o produtor precisa ajustar o planejamento da safra para manter a viabilidade econômica da lavoura”.</p>



<p>Outro elemento que tem pressionado o caixa das propriedades rurais é o custo do financiamento. O crédito rural é fundamental para o custeio e os investimentos no campo. Na safra 2024/2025, os desembolsos alcançaram cerca de R$ 330,9 bilhões, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária.</p>



<p>Mesmo com volumes elevados de recursos, a elevação das taxas de juros nas linhas de financiamento tem ampliado o custo financeiro das operações. No Plano Safra 2025/2026, as taxas para médios e grandes produtores passaram a variar entre 8,5% e 14% ao ano, acima da faixa registrada na safra anterior. Especialistas apontam que o aumento acompanha o movimento de alta da taxa básica de juros da economia.</p>



<p>“O crédito rural continua essencial para o funcionamento do sistema produtivo, mas o custo financeiro maior reduz a margem do produtor e aumenta o risco das operações”, afirma um técnico do Ministério da Agricultura que acompanha a execução do Plano Safra.</p>



<p>Além dos insumos e do financiamento, a logística representa outro fator relevante para a rentabilidade no campo. O transporte de grãos, sobretudo em regiões distantes dos portos, pode consumir parcela significativa da receita obtida com a venda da produção. Estudos do grupo Esalq-Log indicam que os custos logísticos podem representar entre 30% e 40% do valor recebido pela soja em algumas regiões produtoras.</p>



<p>O aumento da produção agrícola também tem ampliado a pressão sobre a infraestrutura de transporte. Levantamento da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP) mostra que a dependência do transporte rodoviário para escoar a safra subiu de 44,7% em 2010 para 54,2% em 2023, o que contribui para elevar os custos logísticos.</p>



<p>Apesar desses desafios, o agronegócio segue com papel relevante na economia brasileira. O Produto Interno Bruto (PIB) do setor registrou crescimento de 6,49% no primeiro trimestre de 2025, segundo levantamento do Cepea em parceria com a CNA.</p>



<p>Para especialistas, o equilíbrio entre custos de produção e preços das commodities continuará sendo um dos principais fatores que definirão a rentabilidade do produtor nas próximas safras. A evolução do mercado internacional de insumos, as condições de crédito e os investimentos em infraestrutura logística tendem a permanecer no centro das discussões do setor nos próximos anos.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/startups-do-agro-inspiracao-inovacao-e-desafios-no-campo-brasileiro/" data-type="post" data-id="51264">Startups do Agro: inspiração, inovação e desafios no campo brasileiro</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/custos-de-insumos-credito-e-logistica-impactos-da-producao-na-rentabilidade-do-produtor-rural-no-brasil/">Custos de insumos, crédito e logística: impactos da produção na rentabilidade do produtor rural no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/custos-de-insumos-credito-e-logistica-impactos-da-producao-na-rentabilidade-do-produtor-rural-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Acordo entre Mercosul e União Europeia amplia acesso a mercados e redefine perspectivas do agronegócio brasileiro</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-amplia-acesso-a-mercados-e-redefine-perspectivas-do-agronegocio-brasileiro/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-amplia-acesso-a-mercados-e-redefine-perspectivas-do-agronegocio-brasileiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Feb 2026 15:49:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócios]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=54353</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Bárbara Souza&#160; A recente assinatura do acordo de livre comércio .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-amplia-acesso-a-mercados-e-redefine-perspectivas-do-agronegocio-brasileiro/">Acordo entre Mercosul e União Europeia amplia acesso a mercados e redefine perspectivas do agronegócio brasileiro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Bárbara Souza&nbsp;</strong></p>



<p>A recente assinatura do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia (UE) promete redesenhar a inserção internacional do agronegócio brasileiro, ao combinar oportunidades concretas de expansão com desafios estruturais relevantes para um dos principais pilares da economia nacional. O tratado, aguardado há mais de duas décadas, surge em um momento estratégico para o Brasil, que busca diversificar mercados e fortalecer sua competitividade global no setor agroexportador.</p>



<p>O peso do agronegócio na economia brasileira ajuda a dimensionar a importância do acordo. Em 2025, o setor respondeu por cerca de 48,5% das exportações do país, alcançando um volume recorde de US$ 169,2 bilhões em vendas externas. Grãos, carnes, açúcar, café e produtos agroindustriais lideraram os embarques, consolidando o Brasil como um dos maiores fornecedores globais de alimentos. Nesse contexto, o acordo com a União Europeia, ainda dependente de ratificação pelos parlamentos dos países envolvidos, é visto como um potencial catalisador para uma expansão mais diversificada das exportações agrícolas.</p>



<p>Uma das mudanças mais relevantes previstas no tratado é a redução gradual ou a eliminação de tarifas de exportação para uma série de produtos brasileiros no mercado europeu. Essa medida tende a alterar o equilíbrio competitivo em setores nos quais o Brasil já possui vantagem comparativa, como açúcar, café, sucos e carnes. No segmento de aves, por exemplo, o acordo prevê a ampliação de cotas de exportação com isenção tarifária, o que pode reduzir barreiras históricas e favorecer diretamente os exportadores brasileiros de frango e alimentos processados.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Acesso ao mercado europeu amplia oportunidades, mas exige adaptação</strong></h4>



<p>A maior previsibilidade comercial proporcionada pelo acordo também pode estimular investimentos ao longo das cadeias produtivas do agronegócio, incentivando modernização tecnológica, ganhos de eficiência e melhor integração logística. Estimativas da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que o tratado pode ampliar o acesso do Brasil a até 36% do mercado global de importações de bens, um avanço significativo em relação aos atuais 8%. Para o agro, isso representa a possibilidade de explorar novos nichos, especialmente em produtos de maior valor agregado.</p>



<p>Apesar do potencial de longo prazo, analistas apontam que os ganhos imediatos para o setor agrícola, sobretudo em commodities, tendem a ser mais moderados. A União Europeia mantém mecanismos de proteção para determinados produtos sensíveis, além de salvaguardas que podem ser acionadas caso as importações afetem a produção local. Economistas ouvidos pela imprensa destacam que o agro brasileiro continuará enfrentando exigências rigorosas relacionadas a padrões sanitários, rastreabilidade e critérios ambientais, fatores cada vez mais centrais no acesso ao mercado europeu.</p>



<p>Outro ponto de atenção é o tempo necessário para que o acordo produza efeitos concretos. A implementação depende de processos legislativos no Brasil, na Argentina, no Uruguai e nos países da União Europeia, cada um com cronogramas próprios. Até que as reduções tarifárias entrem em vigor, empresas e produtores rurais precisarão ajustar estratégias produtivas, logísticas e comerciais para aproveitar plenamente as oportunidades previstas no tratado.</p>



<p>Independentemente dos prazos, o mercado avalia que a abertura gradual do comércio com a UE pode não apenas fortalecer as relações bilaterais de longo prazo, mas também servir como referência para futuros acordos comerciais. Para o agronegócio brasileiro, o acordo Mercosul-UE sinaliza um caminho de ampliação de mercados, cujo sucesso dependerá da capacidade de adaptação produtiva, do fortalecimento institucional e da resposta a um ambiente internacional cada vez mais competitivo e exigente.</p>



<p>Foto: Pexels </p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/startups-do-agro-inspiracao-inovacao-e-desafios-no-campo-brasileiro/" data-type="post" data-id="51264">Startups do Agro: inspiração, inovação e desafios no campo brasileiro</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-amplia-acesso-a-mercados-e-redefine-perspectivas-do-agronegocio-brasileiro/">Acordo entre Mercosul e União Europeia amplia acesso a mercados e redefine perspectivas do agronegócio brasileiro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia-amplia-acesso-a-mercados-e-redefine-perspectivas-do-agronegocio-brasileiro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pastagens degradadas expõem gargalo do agronegócio e desafio estratégico para o futuro da produção</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/pastagens-degradadas-expoem-gargalo-do-agronegocio-e-desafio-estrategico-para-o-futuro-da-producao/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/pastagens-degradadas-expoem-gargalo-do-agronegocio-e-desafio-estrategico-para-o-futuro-da-producao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Jan 2026 14:51:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócios]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[produção]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=53415</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Bárbara Souza As pastagens degradadas ocupam, atualmente, um lugar central .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/pastagens-degradadas-expoem-gargalo-do-agronegocio-e-desafio-estrategico-para-o-futuro-da-producao/">Pastagens degradadas expõem gargalo do agronegócio e desafio estratégico para o futuro da produção</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Bárbara Souza</strong></p>



<p>As pastagens degradadas ocupam, atualmente, um lugar central no debate sobre o futuro do agronegócio brasileiro. Muito além de um problema restrito à pecuária extensiva, em que o gado é criado solto em grandes áreas de pastagem, elas revelam um gargalo estrutural que afeta produtividade, competitividade e sustentabilidade em uma das cadeias mais relevantes da economia nacional.&nbsp;</p>



<p>Levantamentos da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (<a href="https://www.embrapa.br/" target="_blank" rel="noopener">Embrapa</a>) e do Atlas das Pastagens, desenvolvido pelo Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento da Universidade Federal de Goiás, indicam que o Brasil possui cerca de 177 milhões de hectares de pastagens. Desse total, aproximadamente 40% apresentam algum grau de degradação moderada, enquanto cerca de 20% já se encontram em estado severo. Na prática, isso significa menor capacidade de suporte animal, queda na produção de carne e leite e aumento da pressão por abertura de novas áreas.</p>



<p>Estudos recentes indicam que cerca de 28 milhões de hectares de pastagens degradadas no Brasil têm grande potencial para recuperação e transformação em áreas agrícolas produtivas, especialmente para cultivo de grãos. Além disso, dados divulgados por órgãos do governo federal mostram que esse aproveitamento poderia expandir significativamente a produção sem avançar sobre biomas sensíveis, como a Amazônia e o Cerrado.</p>



<p>No entanto, o principal desafio está no custo e na escala dessa transformação. A Fundação Getulio Vargas (FGV) estima que recuperar totalmente as pastagens degradadas no país exigiria investimentos superiores a R$ 380 bilhões. Esse valor considera a adoção de tecnologias modernas de manejo e técnicas corretivas para o solo, essenciais para garantir produtividade sustentável.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Para além do Brasil</h4>



<p>O problema, contudo, não se limita ao Brasil. Relatórios internacionais apontam que entre 14% e 17% das pastagens globais já apresentam sinais de degradação. De acordo com a Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação, até metade das pastagens naturais no mundo sofreu algum nível de comprometimento. Esse cenário afeta diretamente a segurança alimentar e reduz a renda de milhões de produtores rurais.</p>



<p>Portanto, investir na recuperação de pastagens degradadas não é apenas uma oportunidade para o agronegócio brasileiro, mas também uma ação estratégica para garantir sustentabilidade, produtividade e preservação ambiental em escala global.</p>



<p>No agronegócio brasileiro, as causas da degradação das pastagens são claras. Manejo inadequado, superpastejo, falta de adubação, compactação do solo e, cada vez mais, os efeitos das mudanças climáticas, como secas prolongadas e chuvas intensas concentradas em curtos períodos, diminuem a fertilidade, aceleram a erosão e reduzem a resiliência das áreas produtivas.</p>



<p>Diante desse cenário, recuperar pastagens se tornou uma das principais oportunidades para aumentar a eficiência do setor. Programas como o Plano ABC, voltado à agricultura de baixa emissão de carbono, mostram que práticas como rotação de pastagens, integração lavoura-pecuária e correção do solo podem elevar a produtividade e, ao mesmo tempo, reduzir a emissão de gases de efeito estufa.</p>



<p>Mais do que uma questão ambiental, as pastagens degradadas representam um ponto estratégico para a competitividade do agronegócio brasileiro. Transformar áreas improdutivas em terras eficientes é decisivo para produzir mais com menor impacto ambiental, fortalecendo o protagonismo do país no mercado global de alimentos.</p>



<p><strong>Foto: Governo Mato Grosso do Sul/ Divulgação </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/startups-do-agro-inspiracao-inovacao-e-desafios-no-campo-brasileiro/" data-type="post" data-id="51264">Startups do Agro: inspiração, inovação e desafios no campo brasileiro</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/pastagens-degradadas-expoem-gargalo-do-agronegocio-e-desafio-estrategico-para-o-futuro-da-producao/">Pastagens degradadas expõem gargalo do agronegócio e desafio estratégico para o futuro da produção</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/pastagens-degradadas-expoem-gargalo-do-agronegocio-e-desafio-estrategico-para-o-futuro-da-producao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Agropecuária cresce 10,1% no terceiro trimestre de 2025 e impulsiona desempenho do PIB brasileiro</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/agropecuaria-cresce-101-no-terceiro-trimestre-de-2025-e-impulsiona-desempenho-do-pib-brasileiro/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/agropecuaria-cresce-101-no-terceiro-trimestre-de-2025-e-impulsiona-desempenho-do-pib-brasileiro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Dec 2025 13:05:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócios]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=52731</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Bárbara Souza O agronegócio está impactando a economia brasileira este .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/agropecuaria-cresce-101-no-terceiro-trimestre-de-2025-e-impulsiona-desempenho-do-pib-brasileiro/">Agropecuária cresce 10,1% no terceiro trimestre de 2025 e impulsiona desempenho do PIB brasileiro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h4 class="wp-block-heading"><strong>Por Bárbara Souza</strong></h4>



<p>O agronegócio está impactando a economia brasileira este ano, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta quinta-feira (04). No&nbsp;terceiro trimestre de 2025, a Agropecuária registrou um crescimento robusto de 10,1% em relação ao mesmo período de 2024. O avanço expressivo contrasta com o comportamento mais moderado dos demais setores e reforça o peso do campo no desempenho recente do PIB nacional.</p>



<p>No trimestre avaliado, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,1% em relação ao segundo trimestre de 2025. A Agropecuária se destacou, com expansão de 0,4% no período. Embora o crescimento geral tenha sido discreto, o desempenho da produção rural revela uma dinâmica diferenciada, impulsionada tanto pela pecuária quanto por ganhos expressivos em culturas de grande importância econômica.</p>



<p>Segundo o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE), divulgado em novembro, algumas culturas com safra concentrada no terceiro trimestre registraram avanços significativos. O milho teve aumento de 23,5%, beneficiado por produtividade elevada e clima regular. A laranja cresceu 13,5%, enquanto o algodão avançou 10,6%, impulsionado por uma das melhores safras da década. Além disso, o trigo, essencial para o abastecimento interno, registrou alta de 4,5%.</p>



<p>Esses resultados demonstram a força do setor agrícola, mesmo em um período marcado por pressões climáticas e revisão global da oferta de alimentos. Portanto, o desempenho da Agropecuária contribui de forma significativa para a estabilidade econômica do país, destacando sua relevância estratégica em 2025.</p>



<p>Nem todos os cultivos, porém, seguiram a mesma trajetória. A cana-de-açúcar, uma das bases do agronegócio brasileiro, registrou queda de 1,0% no trimestre, reflexo de impactos climáticos regionais e da fase mais tardia da colheita em alguns estados. Apesar do recuo, o setor sucroenergético permanece relevante no quadro anual, sustentado pela demanda por etanol e açúcar no mercado internacional.</p>



<p>Quando observados períodos mais longos, o protagonismo da Agropecuária se torna ainda mais evidente. No acumulado dos quatro trimestres encerrados em setembro, o PIB brasileiro cresceu 2,7%, impulsionado por um salto de 9,6% no Valor Adicionado da Agropecuária. Já no acumulado do ano até o terceiro trimestre, o PIB nacional avançou 2,4%, com novo destaque para o campo, que cresce 11,6%.</p>



<p>O conjunto desses indicadores reforça a ideia de que, em um cenário global marcado por incertezas, a Agropecuária segue sendo uma âncora de estabilidade e expansão para a economia brasileira, combinando produtividade crescente, diversidade de culturas e forte capacidade de resposta às demandas internas e externas.</p>



<p><strong>Foto:&nbsp;Agência Brasil&nbsp;</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM:&nbsp;<a href="https://diariodoacionista.com.br/conab-estima-safra-recorde-de-3257-milhoes-de-toneladas/">Conab estima safra recorde de 325,7 milhões de toneladas</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/agropecuaria-cresce-101-no-terceiro-trimestre-de-2025-e-impulsiona-desempenho-do-pib-brasileiro/">Agropecuária cresce 10,1% no terceiro trimestre de 2025 e impulsiona desempenho do PIB brasileiro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/agropecuaria-cresce-101-no-terceiro-trimestre-de-2025-e-impulsiona-desempenho-do-pib-brasileiro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
