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	<title>Aguarde &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
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	<title>Aguarde &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Mercado reduz projeção da Selic para 13,50%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 12:48:29 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O mercado financeiro reduziu de 13,75% para 13,50% a expectativa para a taxa básica de juros Selic ao fim de 2026. A projeção, apresentada pelo Boletim Focus divulgado na última segunda-feira (21) pelo Banco Central, indica que o mercado trabalha com a expectativa de novo corte de juros ainda no ano corrente.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702885&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702885&amp;o=node"></p>



<p>A revisão para baixo ocorre cinco dias depois de o Comitê de Política Monetária (Copom)&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/bc-reduz-juros-basicos-para-1375-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ter reduzido</a>&nbsp;em 0,25 ponto percentual a Selic, que está agora em 13,75%. A taxa Selic é o principal instrumento do Banco Central para alcançar a meta de inflação.</p>



<p>O cenário, portanto, reforça a avaliação de que o ciclo atual de juros será flexibilizado nos próximos meses, à medida que a inflação se mantém relativamente controlada.</p>



<p>Para 2027, a estimativa para a Selic permanece em 12% ao ano. Já as projeções para 2028 e 2029 ficaram estáveis em 10,50% e 10%, respectivamente.</p>



<p>Em relação à inflação oficial do país, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o mercado elevou ligeiramente a previsão para este ano, de 4,90% para 4,92%. Para 2027, a expectativa foi mantida em 4,30%; e para 2028, em 3,80%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Selic x inflação</h2>



<p>A taxa básica de juros é o principal instrumento utilizado pelo Banco Central para controlar a inflação. Quando a Selic é elevada, o crédito tende a ficar mais caro, o que reduz o consumo e ajuda a conter a alta dos preços, além de estimular a poupança.</p>



<p>Já a redução dos juros busca estimular a atividade econômica, ao facilitar o acesso ao crédito e incentivar investimentos e consumo.</p>



<p>Vale lembrar que os bancos consideram também outros fatores, na hora de definir os juros cobrados dos consumidores. Entre eles, risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Economia</h2>



<p>A estimativa para o crescimento da economia brasileira apresentou nova revisão para baixo. A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2026 caiu de 1,89% para 1,88%. Para 2027, a previsão recuou de 1,45% para 1,43%. As estimativas para 2028 foram mantidas em 1,87%.</p>



<p>No mercado de câmbio, as projeções permaneceram estáveis, tanto para este ano como para os anos subsequentes: de R$ 5,20 em 2026; de R$ 5,28 em 2027; e de R$ 5,30 em 2028.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/nova-plataforma-aproxima-investidores-chineses-da-bolsa-brasileira/" data-type="post" data-id="57424">Nova plataforma aproxima investidores chineses da bolsa brasileira</a></p>
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		<title>Mercado projeta corte da Selic para 13,75%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 15:42:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aguarde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Pedro Peduzzi &#8211; Agência Brasil O mercado financeiro tem a .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Pedro Peduzzi &#8211; Agência Brasil</strong></p>



<p>O mercado financeiro tem a expectativa de que o Comitê de Política Monetária (Copom) reduza em 0,25 ponto percentual (p.p.) a taxa básica de juros (Selic) em reunião prevista para esta semana. Atualmente, a taxa está em 14%, devendo baixar para 13,75%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702267&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702267&amp;o=node"></p>



<p>A projeção consta do Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (14) pelo Banco Central. Para os analistas, a Selic deverá fechar 2026 nestes mesmos 13,75%. O próximo encontro do Copom para definir a taxa será nos dias 15 e 16 de setembro.</p>



<p>Com relação aos demais índices projetados pelo mercado financeiro por meio deste boletim, foram observadas tendências de queda para a inflação de 2026 (para 4,90%) na comparação com a semana anterior, que estava em 5%.</p>



<p>Há quatro semanas,&nbsp;o mercado financeiro projetava uma inflação de 5,02% ao final do ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB</h2>



<p>Em relação à economia, o mercado trabalha com a projeção de crescimento de 1,89% em 2026. Na semana passada, a expectativa do mercado era que o Produto Interno Bruto brasileiro (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) fecharia o ano em 1,93%; e há quatro semanas, em 1,98%.</p>



<p>Para 2027, o Boletim Focus projeta que a economia do país crescerá 1,45%. Já o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, que é a referência oficial da inflação no país), deverá ficar em 4,30% ao final do ano que vem.</p>



<p>As projeções do mercado relacionadas ao câmbio permanecem estáveis, com o dólar fechando 2026 cotado a R$ 5,20 – cotação que vem sendo projetada há 13 semanas consecutivas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa Selic</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, definida atualmente em 14% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, em agosto, o colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual, pela quarta vez seguida.</p>



<p>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião de março, em&nbsp;cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta a queda da taxa.</p>



<p><strong>Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-reduz-projecao-para-crescimento-da-economia-em-2026/" data-type="post" data-id="58481">Mercado reduz projeção para crescimento da economia em 2026</a></p>
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		<title>Irã diz que reabertura do Estreito de Ormuz depende de mudança de postura dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 13:20:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aguarde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Thais Porsch &#8211; Estadão Conteúdo A reabertura do Estreito de .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Thais Porsch &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>A reabertura do Estreito de Ormuz depende de uma mudança no comportamento dos Estados Unidos e da &#8220;correção de suas violações&#8221;, informou nesta quarta-feira (5) a emissora estatal iraniana&nbsp;<em>IRIB</em>, citando uma fonte a par do assunto.</p>



<p>A fonte acrescentou que um eventual acordo entre Irã e Omã sobre futuros arranjos de navegação em Ormuz não levaria à reabertura imediata da via estratégica. Segundo a fonte, as negociações estão sendo conduzidas exclusivamente entre Teerã e Mascate e &#8220;não têm nada a ver com os EUA&#8221;.</p>



<p>Mesmo que Irã e Omã cheguem a um entendimento, o estreito permanecerá fechado enquanto as &#8220;violações americanas&#8221; continuarem, disse a fonte.</p>



<p>Em paralelo, o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou nesta quarta que a República Islâmica apoiará qualquer iniciativa ou decisão adotada pelos líderes palestinos no decorrer das negociações em andamento, reafirmando o apoio contínuo de Teerã à causa palestina, segundo a&nbsp;<em>Press TV</em>.</p>



<p>Em conversa telefônica com o chefe do Bureau Político do Hamas, Khalil al-Hayya, Pezeshkian o parabenizou pela nomeação e disse esperar que o novo cargo contribua para o povo palestino.</p>



<p>Trump adverte que o Estreito de Ormuz será reaberto “muito em breve” ou o Irã receberá “um golpe muito duro”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Governo Trump</h4>



<p><strong>Europa Press </strong></p>



<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta terça-feira (04) que o Estreito de Ormuz, localizado no centro do foco de tensões da guerra no Oriente Médio, será aberto “muito em breve” ou o Irã receberá “um golpe muito duro” e, nesse caso, o estreito também será aberto.</p>



<p>“O estreito vai se abrir muito em breve, ou eles receberão um golpe muito duro, e, então, o estreito será aberto”, afirmou o presidente em entrevista à rede Fox logo após ter sugerido que, ainda nesta terça-feira, o enclave estratégico que liga os golfos Pérsico e de Omã poderia estar aberto.</p>



<p>Dessa forma, o chefe da Casa Branca ameaçou dizendo que “se eles recuarem novamente, vão levar uma boa”. “Eles sabem disso, entendem isso. Não tenho outra opção. Eles não podem ter uma arma nuclear, é muito simples”, afirmou ele, associando a passagem pelo estreito estratégico ao programa nuclear iraniano.</p>



<p>Em seguida, o magnata republicano voltou a se gabar de que, quando os Estados Unidos se preparavam para lançar um “ataque tremendo” — a ponto de, segundo ele, ser “o maior desde a Segunda Guerra Mundial” —, a República Islâmica ligou para ele pedindo para conversar, após o que ele teria suspendido esses supostos bombardeios.</p>



<p>“Estávamos caminhando para um ataque tremendo, o maior desde a Segunda Guerra Mundial, e eles me ligaram e disseram, muito educadamente: ‘Por favor, podemos conversar? Podemos conversar?’. Eles não queriam. E eu respondi: ‘Sim, podemos conversar. Vamos resolver isso de uma vez por todas’”, contou o ocupante da Casa Branca.</p>



<p>Suas palavras chegam em um momento em que seu governo manifestou confiança em chegar a um acordo ainda esta semana, embora o Irã tenha se limitado a descrever como “positivas” as conversas com as autoridades de Omã — país situado do outro lado do estreito de Ormuz — sobre a gestão do tráfego na região.</p>



<p><em>Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático</em></p>



<p><strong>Foto: Reprodução/X</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/tarifa-dos-eua-tera-efeito-limitado-sobre-etanol-brasileiro/" data-type="post" data-id="57938">Tarifa dos EUA terá efeito limitado sobre etanol brasileiro</a></p>
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		<title>IA muda indicadores de desempenho e pressiona empresas a transformar operações, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 13:25:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aguarde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação A inteligência artificial (IA) tem alterado a forma como .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>A inteligência artificial (IA) tem alterado a forma como empresas medem produtividade, eficiência e competitividade, levando organizações a rever processos, estruturas e estratégias de investimento. Em um cenário de adoção crescente da tecnologia, executivos relatam avanços no uso da IA, mas ainda enfrentam dificuldades para transformar projetos em ganhos de desempenho. O movimento ocorre em diferentes setores da economia e reforça a necessidade de integração entre tecnologia, gestão de dados e qualificação das equipes.</p>



<p>Levantamento da PwC, realizado com 767 líderes de operações e cadeia de suprimentos de empresas dos Estados Unidos, mostra que 85% dos entrevistados afirmam estar à frente dos concorrentes em transformação digital. Apesar disso, 89% reconhecem que os investimentos em tecnologia ainda não entregaram todos os resultados esperados. A pesquisa também revela que apenas 27% das empresas incorporaram uma estratégia de IA em todas as unidades de negócio, enquanto 37% dizem confiar na execução de processos operacionais completos por agentes de inteligência artificial.</p>



<p>Os dados indicam que a adoção da IA deixou de ser apenas uma iniciativa voltada para inovação e passou a influenciar indicadores ligados à produtividade, velocidade de resposta, qualidade operacional e redução de custos. Segundo a PwC, organizações que conseguiram combinar inteligência artificial, modernização da infraestrutura de dados e revisão do modelo operacional registraram desempenho superior em comparação às empresas que implementaram projetos isolados.</p>



<p>Outro desafio apontado pelo estudo está na qualidade das informações utilizadas pelos sistemas. Cerca de 87% dos executivos afirmam que problemas relacionados aos dados comprometeram a geração de valor das iniciativas digitais. Apenas 30% disseram ter alcançado melhorias relevantes na qualidade e confiabilidade dessas bases, consideradas fundamentais para que ferramentas de IA produzam resultados consistentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>IA nas empresas: produtividade depende de estratégia e governança</strong></h3>



<p>Para o professor <strong>Silvio Meira</strong>, cientista-chefe da TDS.Company e membro da Academia Brasileira de Ciências, a inteligência artificial produz resultados quando faz parte da estratégia da organização e não apenas da aquisição de novas ferramentas. &#8220;A tecnologia precisa estar conectada aos processos, às pessoas e aos objetivos do negócio. Sem essa integração, o potencial da IA tende a ficar restrito a iniciativas isoladas&#8221;, afirma.</p>



<p>Na mesma linha, <strong>Demi Getschko</strong>, diretor-presidente do NIC.br e membro da Academia Brasileira de Ciências, destaca que o desempenho da IA depende da qualidade das informações utilizadas pelos sistemas. Segundo ele, modelos alimentados por dados organizados e confiáveis oferecem maior previsibilidade, enquanto falhas na governança reduzem a eficiência das aplicações.</p>



<p>A pesquisa da PwC também mostra mudanças na estrutura das empresas. Entre os entrevistados, 94% afirmam que pretendem migrar para modelos operacionais mais horizontais e integrados, impulsionados pela automação e pela inteligência artificial. Atualmente, apenas 41% das organizações já operam nesse formato, indicando que a transformação organizacional ainda está em curso.</p>



<p>A expectativa dos executivos é que a IA amplie a colaboração entre áreas e automatize atividades repetitivas, permitindo que profissionais concentrem esforços em funções analíticas e de tomada de decisão. Mais de 80% dos participantes acreditam que agentes inteligentes e automação contribuirão para eliminar barreiras entre departamentos e acelerar fluxos de trabalho.</p>



<p>Especialistas avaliam que o impacto da inteligência artificial sobre o desempenho das empresas dependerá menos da quantidade de investimentos e mais da capacidade de integrar tecnologia, dados e processos. Nesse contexto, a IA deixa de ser um diferencial restrito ao setor de tecnologia e passa a influenciar indicadores financeiros, operacionais e estratégicos em diferentes segmentos da economia, tornando-se um fator cada vez mais presente nas decisões corporativas.</p>



<p><strong>Foto: Pexels </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/crescimento-do-agronegocio-amplia-busca-por-planejamento-patrimonial-e-sucessao-familiar/" data-type="post" data-id="57662">Crescimento do agronegócio amplia busca por planejamento patrimonial e sucessão familiar</a></p>
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		<item>
		<title>Dólar encosta em R$ 5,10 com tarifaço e tensão global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 23:40:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aguarde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* Os mercados financeiros encerraram .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*</strong></p>



<p>Os mercados financeiros encerraram a quinta-feira (16) em clima de cautela. O dólar voltou a subir e fechou próximo de R$ 5,10, refletindo o fortalecimento da moeda estadunidense no exterior e os efeitos da confirmação de tarifas dos Estados Unidos sobre parte das exportações brasileiras.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1696888&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1696888&amp;o=node"></p>



<p>A bolsa brasileira acompanhou o movimento de aversão ao risco e recuou mais de 1%, enquanto o petróleo fechou em queda, apesar da escalada das tensões no Oriente Médio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais números do mercado nesta quinta (16)</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dólar: R$ 5,098 (+0,40%);</li>



<li>Bolsa: 173.825,27 pontos (- 1,24%);</li>



<li>Petróleo tipo Brent US$ 84,23 (-0,85%);</li>



<li>Petróleo WTI: US$ 78,95  (-0,82%).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Dólar</h2>



<p>A valorização do dólar foi impulsionada principalmente pelo cenário externo. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira vendido a R$ 5,098, com alta de R$ 0,021 (+0,4%).</p>



<p>Na máxima do dia, por volta das 14h15, chegou a R$ 5,11, mas desacelerou nas horas finais de negociação. Apesar da alta desta quinta, a divisa cai 7,12% em 2026.</p>



<p>Dados da economia estadunidense mostraram um mercado de trabalho resiliente e consumo ainda aquecido, fortalecendo a expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos e favorecendo a moeda americana frente às divisas de países emergentes.</p>



<p>Os pedidos semanais de auxílio-desemprego somaram 208 mil, abaixo da expectativa de 217 mil. As vendas no varejo cresceram 0,2% em junho, conforme o esperado.</p>



<p>No mercado doméstico, investidores também repercutiram a confirmação da tarifa de 25% sobre parte dos produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos. Apesar de a lista de exceções ter sido mais ampla que a prevista, a medida aumentou a cautela em relação aos efeitos sobre alguns segmentos da economia e sobre o fluxo cambial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa</h2>



<p>A bolsa brasileira acompanhou o movimento negativo observado em Wall Street e ampliou as perdas registradas na sessão anterior. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 173.825,27 pontos, com queda de 1,24%.</p>



<p>Com perda acumulada de 2,27% na semana, o Ibovespa sobe 7,88% no ano.</p>



<p>Além da piora do ambiente internacional, pesaram sobre o mercado as incertezas em torno dos impactos do tarifaço americano e da eventual resposta do governo brasileiro por meio da Lei da Reciprocidade.</p>



<p>As ações de maior peso do índice contribuíram para a queda do Ibovespa. Os papéis da Petrobras, os mais negociados na bolsa brasileira, recuaram acompanhando o petróleo. Ações de mineradoras também fecharam em baixa diante da desvalorização do minério de ferro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo</h2>



<p>Mesmo com o aumento das tensões no Oriente Médio, os preços internacionais do petróleo terminaram o dia em queda, após operarem com forte volatilidade.</p>



<p>Referência nas negociações internacionais, o petróleo do tipo Brent fechou o dia aos US$ 84,23, com recuo de 0,85%. O barril WTI, do Texas, encerrou aos US$ 78,95, com queda de 0,82%.</p>



<p>O mercado acompanhou novas ameaças dos houthis, no Iêmen, contra instalações petrolíferas da Arábia Saudita e a possibilidade de interrupções nas rotas marítimas do Mar Vermelho e do Estreito de Ormuz, consideradas estratégicas para o transporte global do produto.</p>



<p>Apesar do recuo nesta sessão, investidores continuam monitorando o risco de novas interrupções na oferta mundial de petróleo, cenário que mantém um prêmio de risco geopolítico incorporado aos preços da commodity.</p>



<p><em>*com informações da Reuters.</em></p>



<p><strong>Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/dolar-atinge-maior-nivel-desde-maio-de-2020-com-fiscal-e-eleicao-nos-eua/" data-type="post" data-id="43190">Dólar atinge maior nível desde maio de 2020 com fiscal e eleição nos EUA</a></p>
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		<title>Valores democráticos são essenciais em acordos, diz chanceler alemão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 14:46:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aguarde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Letycia Treitero Kawada &#8211; Repórter da Agência Brasil Aliar-se a outros .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Letycia Treitero Kawada &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>Aliar-se a outros governos norteados pela cultura democrática, confiáveis e previsíveis e manter certo nível de protecionismo econômico&nbsp;foram&nbsp;algumas das posições defendidas&nbsp;pelo ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Johann Wadephul. Ele falou&nbsp;durante painel do AHK Business Breakfast, promovido pela Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo (AHK São Paulo), um dos compromissos que cumpriu&nbsp;esta semana&nbsp;no Brasil.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695792&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695792&amp;o=node"></p>



<p>Para o representante do governo alemão, a aproximação de países que funcionam ancorados em princípios como a legalidade, a segurança jurídica e a salvaguarda e igualdade de direitos fundamentais é estratégia em &#8220;um cenário mundial de maior desconfiança&#8221;. Wadephul usou os Estados Unidos e a política de impostos de Donald Trump para exemplificar uma desordem que a Alemanha vem rejeitando. El apontou o Brasil como um parceiro de ligações estreitas. &#8220;Faz parte da nossa família&#8221;, disse.</p>



<p>O chanceler disse ainda que continuará investindo em cooperações com a China, mas que é preciso avaliar bem, quando o gigante asiático está conquistando uma parcela grande demais de sua economia. &#8220;Em alguns momentos, é um competidor. Porém, a gente adora concorrência, é o que nos move para criar melhores tecnologias, melhores produtos&#8221;, afirmou. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;A&nbsp;gente aprendeu que também precisa se defender e&nbsp;&nbsp;deve coordenar nossa política nesse sentido&#8221;, completou, mencionando a exportação de automóveis chineses a preços mais baixos do que os praticados no mercado interno, como saída para a produção excedente.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Brasil</h2>



<p>Svenja Ahlburg, porta-voz do Wilo Group no painel, chamou a atenção para a falta de crédito ao Brasil.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Hoje, o Brasil é muito mais importante para a indústria alemã do que aparece no debate público&#8221;, disse&nbsp;ela, responsável por mediar negócios em toda a América Latina, como&nbsp;vice-presidente da regional.</p>
</blockquote>



<p>Outro aspecto destacado pela porta-voz foi a importância da geração de valor local e competitividade para o Brasil. Segundo ela, o acordo selado &#8220;por si só não resolve&#8221;, com a redução tarifária e demais medidas, se não existirem tais componentes e também inovação.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Temos que contribuir para que a indústria brasileira seja mais competitiva&#8221;, avaliou, acrescentando&nbsp;que a meta é tornar o Brasil &#8220;um hub&#8221; e abandonar a roupagem de mero mercado consumidor.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Preservação ambiental</h2>



<p>A Alemanha é, atualmente, a mais potente economia da Europa, a terceira no ranking mundial e o quarto principal parceiro comercial do Brasil, com quem movimenta US$ 21 bilhões. O volume de investimentos diretos é igualmente expressivo, com estoque acumulado de US$ 44 bilhões, o que coloca o país em sétimo lugar na lista.</p>



<p>Em maio deste ano, foi firmado o Acordo Mercosul-União Europeia, com o objetivo de estabelecer cooperação bilateral em setores como defesa, inteligência artificial, tecnologias quânticas, infraestrutura, economia circular, eficiência energética, bioeconomia e pesquisa oceânica e climática. Além disso, a Alemanha figura entre os países que mais liberam recursos para projetos ambientais, como os de desmatamento, restauração florestal e fortalecimento de redes de produção sustentável, pelo Fundo Amazônia, com 18 anos de existência.</p>



<p>Considerados os&nbsp;contratos celebrados em 2010, 2017 e 2022 pelo fundo, contribuiu com&nbsp;R$ 387,8 milhões.&nbsp;Em abril, comprometeu-se a conceder R$ 2,94 bilhões a outro fundo, o Clima, de viabilização de ações, projetos e pesquisa com enfoque no impacto das mudanças climáticas no Brasil e redução de emissões dos gases de efeito estufa.</p>



<p>Concebido pelo governo brasileiro e administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o&nbsp;Fundo Amazônia já beneficiou&nbsp;259 mil&nbsp;pessoas&nbsp;com atividades produtivas sustentáveis,&nbsp;75 mil&nbsp;indígenas e&nbsp;122&nbsp;terras indígenas do bioma, além de&nbsp;192&nbsp;unidades de conservação.</p>



<p><strong>Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/senado-aprova-acordo-entre-mercosul-e-uniao-europeia/" data-type="post" data-id="54909">Senado aprova acordo entre Mercosul e União Europeia</a></p>



<p></p>
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		<title>Petrobras implementa desconto no diesel a partir desta segunda-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:41:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Agência Brasil A Petrobras informou, em nota divulgada neste domingo (31), .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Agência Brasil</strong></p>



<p>A Petrobras informou, em nota divulgada neste domingo (31), que a partir de segunda-feira (1º) implementará um desconto de R$ 0,3515 por litro nos preços de venda de óleo diesel A, de uso rodoviário.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691904&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691904&amp;o=node"></p>



<p>O desconto aplicado faz parte da subvenção econômica instituída pelo governo federal e é equivalente ao valor fixado pelo Ministério da Fazenda.</p>



<p><strong>O preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará de R$ 3,65 para R$ 3,30 por litro</strong>. Este valor é 37,4% menor do que o preço praticado em 31 de dezembro de 2022, considerando a inflação no período.</p>



<p>Para o consumidor final, de acordo com a Petrobras, o desconto em valor equivalente ao da subvenção econômica&nbsp;neutralizará a reoneração de PIS e Cofins que também ocorrerá a partir de 1º de junho.</p>



<p>A subvenção econômica foi autorizada pelo governo federal no sábado (30), por meio da Medida Provisória nº 1.363/2026, aos produtores e importadores de óleo diesel de uso rodoviário no país, no valor de R$ 1,12 por litro, com o objetivo de estabilizar preço e oferta, de modo a garantir o abastecimento de diesel.</p>



<p>Na nota, a Petrobras afirmou que está avaliando os termos da nova subvenção: &#8220;Qualquer decisão da companhia sobre esse tema será tempestivamente divulgada ao mercado nacional&#8221;.</p>



<p><strong>Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/petrobras-investe-em-monitoramento-sismico-em-subsolo-marinho/" data-type="post" data-id="56016">Petrobras investe em monitoramento sísmico em subsolo marinho</a></p>
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		<title>OMS descarta indícios de &#8220;surto maior&#8221; de hantavírus</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/oms-descarta-indicios-de-surto-maior-de-hantavirus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 12:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aguarde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil O diretor-geral da Organização .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse no início desta semana, que não há indícios de um surto maior de hantavírus, doença identificada em um navio de cruzeiro que navegava pelo Oceano Atlântico.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1689105&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1689105&amp;o=node"></p>



<p>“Neste momento, não há indícios de que estejamos presenciando o início de um surto maior. Mas, é claro, a situação pode mudar. E, considerando o longo período de incubação do vírus, é possível que vejamos mais casos nas próximas semanas”, avaliou Tedros, durante coletiva de imprensa.</p>



<p>Segundo o diretor,&nbsp;<strong>até o momento, foram relatados 11 casos de hantavírus, incluindo três óbitos. Todos os casos ocorreram entre passageiros ou tripulantes do navio MV Hondius.</strong></p>



<p>Nove dos 11 casos foram confirmados como sendo da cepa Andes, e os outros dois são tratados como prováveis.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Não houve nenhuma morte desde o dia 2 de maio, quando a OMS foi informada pela primeira vez sobre o surto. Todos os casos suspeitos e confirmados foram isolados e estão sendo acompanhados sob rigorosa supervisão médica, minimizando qualquer risco de transmissão.”</p>
</blockquote>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">Repatriação</h2>



<p>Tedros destacou ainda que os países para os quais os passageiros foram repatriados são responsáveis por monitorar a saúde de cada um deles.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“A OMS está ciente de relatos de um pequeno número de pacientes com sintomas compatíveis com o vírus Andes e estamos acompanhando cada um desses relatos junto aos respectivos países”.</p>
</blockquote>



<p>A recomendação da entidade é de que os passageiros do cruzeiro sejam monitorados ativamente em uma instalação de quarentena específica ou mesmo em casa por um período de 42 dias a partir da última exposição, que aconteceu em 10 de maio – ou seja, até 21 de junho.</p>



<p>“Qualquer pessoa que apresentar sintomas deve ser isolada e tratada imediatamente. Nosso trabalho não terminou. A OMS continuará trabalhando em estreita colaboração com especialistas em todos os países afetados”, concluiu o diretor.]</p>



<p><strong>Foto: Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/oms-declara-fim-da-emergencia-em-saude-por-covid-19/" data-type="post" data-id="31501">OMS declara fim da emergência em saúde por covid-19 </a></p>
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		<item>
		<title>Bolsa cai mais de 2% e atinge menor nível desde o fim de março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 22:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aguarde]]></category>
		<category><![CDATA[bolsa de valores]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* O mercado financeiro brasileiro .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*</strong></p>



<p>O mercado financeiro brasileiro encerrou a quinta-feira (7) em clima de aversão ao risco, pressionado pela forte queda do petróleo no exterior, pela repercussão de balanços de empresas e pelas incertezas em torno das negociações entre Estados Unidos e Irã.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688752&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688752&amp;o=node"></p>



<p>O Ibovespa recuou mais de 2%, atingindo o menor nível desde o fim de março, e o dólar fechou perto da estabilidade.</p>



<p>A&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-05/eua-e-ira-estao-perto-de-fechar-memorando-para-por-fim-guerra" target="_blank" rel="noopener">perspectiva de um acordo temporário entre Washington e Teerã&nbsp;</a>para interromper o conflito no Oriente Médio reduziu os temores sobre o abastecimento global do petróleo e derrubou os preços do produto, afetando ações de petroleiras e influenciando os mercados globais.</p>



<p>Principal índice da bolsa brasileira, o Ibovespa caiu 2,38%, aos 183.218 pontos, menor nível desde 30 de março. Na mínima do dia, o indicador chegou a 182.868 pontos. O volume financeiro negociado somou R$ 32,08 bilhões.</p>



<p>A queda foi intensificada pela queda nos lucros de grandes empresas do setor financeiro e de energia. O recuo do petróleo no mercado internacional também pressionou papéis da Petrobras, com o maior peso na composição do Ibovespa, e de outras petrolíferas.</p>



<p><strong>Em Nova York, o índice S&amp;P 500 fechou em queda de 0,38%.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Dólar oscila</h2>



<p>O dólar comercial apresentou volatilidade moderada e encerrou o pregão praticamente estável diante da alternância de notícias sobre a guerra no Oriente Médio e as negociações diplomáticas envolvendo EUA e Irã.</p>



<p>A moeda estadunidense fechou com leve alta de 0,05%, cotada a R$ 4,923. No acumulado de 2026, porém, registra queda de 10,31% em relação ao real.</p>



<p>Durante a manhã, o mercado reagiu positivamente à possibilidade de um acordo temporário para interromper os combates entre iranianos e estadunidenses. Nesse cenário, o dólar perdeu força frente a diversas moedas emergentes.</p>



<p>No Brasil, a divisa chegou à mínima de R$ 4,89 pouco antes das 10h, mas voltou a oscilar perto da estabilidade ao longo do dia.</p>



<p>À tarde, novas informações envolvendo o Estreito de Ormuz aumentaram a cautela dos investidores. Reportagem do The Wall Street Journal indicou que o governo norte-americano pretende retomar operações de escolta a navios comerciais na região.</p>



<p>O movimento elevou dúvidas sobre a possibilidade de um acordo definitivo entre Washington e Teerã, levando o dólar a R$ 4,93 por volta das 14h30, antes de a cotação desacelerar novamente.</p>



<p>Investidores também acompanharam a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos e o encontro com Donald Trump. Segundo Trump, a reunião foi “muito boa” e incluiu discussões sobre comércio e tarifas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo recua</h2>



<p>Os contratos internacionais de petróleo fecharam em queda após um pregão marcado por forte volatilidade.</p>



<p>O barril do tipo Brent, usado como referência pela Petrobras, recuou 1,19%, para US$ 100,06. O petróleo tipo WTI, do Texas, usado nas negociações nos Estados Unidos, caiu 0,28%, encerrando a US$ 94,81.</p>



<p>Os preços chegaram a cair menos após a reportagem do Wall Street Journal. Mais tarde, a emissora de televisão Al Jazeera, citando fontes militares estadunidenses, informou que a notícia da retomada das escoltas estava incorreta.</p>



<p>O governo iraniano afirmou que ainda avalia as propostas apresentadas pelos Estados Unidos para encerrar o conflito. Paralelamente, Teerã intensificou o controle sobre embarcações que atravessam o Estreito de Ormuz, principal rota marítima para exportação global de petróleo.</p>



<p><strong>Foto: B3/Divulgação</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/dificuldade-de-credito-complica-financas-das-pequenas-industrias/" data-type="post" data-id="36306">Dificuldade de crédito complica finanças das pequenas indústrias</a></p>
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		<item>
		<title>Unesco: IA pode levar indústria musical a perder até 24% de receitas</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/unesco-ia-pode-levar-industria-musical-a-perder-ate-24-de-receitas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 15:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aguarde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alana Gandra &#8211; Repórter da Agência Brasil O relatório&#160;Re&#124;thinking Policies for .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Alana Gandra &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O relatório&nbsp;<em>Re|thinking Policies for Creativity</em>&nbsp;(Repensando as Políticas para a Criatividade) da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) sobre o futuro das políticas de criatividade estima que haverá quedas significativas de receitas para criadores de música e de audiovisual até 2028, em decorrência do aumento de produção de conteúdos por inteligência artificial (IA).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1678834&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1678834&amp;o=node"></p>



<p>O levantamento foi feito com base em dados coletados em mais de 120 países. De acordo com a Unesco, além de representar uma ameaça à liberdade artística, o quadro apurado afetará também o financiamento público, contribuindo para fragilizar as indústrias culturais e criativas.</p>



<p>Segundo o relatório, as receitas digitais passaram a representar 35% do rendimento dos criadores, contra 17% registrados em 2018, o que reflete uma mudança estrutural no modelo econômico das indústrias criativas.</p>



<p>O crescimento é acompanhado de maior precariedade e por uma exposição mais elevada a violações de propriedade intelectual. Até 2028, a expansão de conteúdos produzidos por IA generativa poderá provocar perdas globais de receitas de até 24% para criadores de música e 21% para o setor audiovisual, diz o estudo.</p>



<p>O diretor-geral da Unesco, Khaled El-Enany, destacou que o relatório levanta a necessidade de “renovar e fortalecer o apoio àqueles que estão engajados na criação artística e cultural em um contexto em que a IA e as transformações digitais estão redefinindo as indústrias criativas”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diferenças</h2>



<p>Do total de países que responderam à pesquisa, 85% disseram incluir as indústrias culturais e criativas nos seus planos nacionais de desenvolvimento. Porém, apenas 56% definiram objetivos culturais específicos. De acordo com a Unesco, isso evidencia uma diferença entre compromissos gerais e ações concretas.</p>



<p>A Unesco mostra que o comércio global de bens culturais atingiu US$ 254 bilhões em 2023 e que 46% das exportações têm origem em países em desenvolvimento. O que ocorre é que esses países representam pouco mais de 20% do comércio global de serviços culturais, revelando desequilíbrio crescente à medida que o mercado muda para formatos digitais.</p>



<p>O relatório diz que o financiamento público direto para a cultura continua reduzido,&nbsp;abaixo de 0,6% do Produto Interno Bruto (PIB) global, e com tendência de queda.</p>



<p>A transformação digital aumentou o acesso a ferramentas e audiências, mas também intensificou desigualdades e aumentou a instabilidade financeira de criadores e profissionais do setor cultural.</p>



<p>O estudo da Unesco observa que as competências digitais essenciais estão presentes em 67% da população dos países desenvolvidos, enquanto somente 28% dos países em desenvolvimento possuem essas competências, o que reforça a divisão Norte–Sul.</p>



<p>O documento chama ainda a atenção para a concentração de mercado em poucas plataformas de streaming e para a pouca relevância de sistemas de curadoria de conteúdos, o que dificulta a visibilidade de criadores menos conhecidos. Apenas 48% dos países afirmaram estar desenvolvendo estatísticas para acompanhar o consumo cultural digital, o que limita respostas políticas eficazes.</p>



<p>A Unesco destaca ainda os obstáculos colocados para a mobilidade artística internacional. Os dados evidenciam que 96% dos países desenvolvidos apoiam a mobilidade artística para o exterior, mas apenas 38% facilitam a entrada de artistas provenientes de países em desenvolvimento.</p>



<p>Na avaliação da Unesco, a assimetria restringe oportunidades e dificulta a circulação internacional de criadores, sobretudo de regiões com menos acesso a financiamento e estruturas de apoio. O relatório indica que apenas 61% dos países possuem organismos independentes para supervisionar essa área.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Gêneros</h2>



<p>Em termos de igualdade de gêneros, a Unesco identificou simultaneamente avanços e disparidades significativos nas indústrias culturais e criativas. Por exemplo, a liderança feminina em instituições culturais nacionais aumentou globalmente, passando de 31% em 2017 para 46% em 2024.</p>



<p>No que se refere à distribuição, persiste a desigualdade: enquanto as mulheres ocupam 64% de cargos de liderança em países desenvolvidos, nos países em desenvolvimento esse número cai para 30%. Muitos países insistem em posicionar as mulheres sobretudo como consumidoras de cultura e não como criadoras e líderes desse setor.</p>



<p>O relatório de 2026 é a quarta parte da série que supervisiona a implementação da Convenção da Unesco de 2005, sobre a proteção e promoção da diversidade de expressões culturais. O documento foi publicado com apoio do governo da Suécia e da Agência Sueca para a Cooperação Internacional para o Desenvolvimento.</p>



<p>Os estados partes na Convenção de 2005 adotaram mais de 8.100 políticas e medidas culturais para reforçar o papel das indústrias culturais e criativas no desenvolvimento sustentável.</p>



<p>Através do Fundo Internacional para a Diversidade Cultural (FIDC), a Unesco contabiliza 164 projetos apoiados nas áreas de cinema, artes cênicas, artes visuais e artes de mídia, bem como em design, música e publicação em 76 países do sul global. </p>



<p><strong>Foto: Rawpick/Freepick</strong></p>



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