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	<title>Especiais &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
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	<title>Especiais &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Pesquisa revela diferenças entre homens e mulheres na busca por seguro; 83% usam carro para trabalhar </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 01:57:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>Homens e mulheres apresentam diferenças nos fatores que pesam na contratação de um seguro para o carro, segundo levantamento realizado pela insurtech Loovi com sua base de clientes entre janeiro e junho de 2026. Enquanto entre os homens a procura aparece mais relacionada à proteção do patrimônio e aos prejuízos financeiros provocados por acidentes, roubos ou danos a terceiros, entre as mulheres ganham peso a segurança, a assistência em situações de emergência e a necessidade de manter os deslocamentos da rotina.</p>



<p>A relação com o trabalho é um dos pontos que ajudam a dimensionar a importância do veículo para os consumidores pesquisados. De acordo com o levantamento, 83% dos clientes utilizam o carro para ir e voltar do trabalho. Outros 18% afirmam que o automóvel é utilizado como fonte de renda, situação que inclui motoristas que dependem diretamente do veículo para exercer atividades profissionais.</p>



<p>O uso do automóvel também ultrapassa as necessidades individuais. A pesquisa mostra que 68% dos entrevistados compartilham o carro com familiares. Nesse cenário, problemas como roubo, furto, colisão ou necessidade de reparo podem afetar não apenas o proprietário, mas também os deslocamentos de outras pessoas da família.</p>



<p>Os números devem ser interpretados dentro do universo pesquisado, já que o levantamento considera a base de clientes da empresa e não representa necessariamente o comportamento de todos os motoristas brasileiros. Ainda assim, os resultados apontam como trabalho, renda, patrimônio e organização familiar podem interferir na decisão de contratar uma apólice e na escolha das coberturas consideradas mais importantes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Seguro auto acompanha diferentes formas de uso do veículo</strong></h3>



<p>A dependência do automóvel para atividades profissionais também encontra paralelo no avanço do trabalho mediado por plataformas digitais. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 1,7 milhão de pessoas trabalhavam por meio de plataformas digitais de serviços no país no terceiro trimestre de 2024. O contingente correspondia a 1,9% da população ocupada no setor privado considerada pelo levantamento.</p>



<p>No caso das mulheres, a importância atribuída à manutenção da rotina pode ser analisada também a partir da distribuição das responsabilidades domésticas e de cuidado. Dados do IBGE mostram que, em 2022, as mulheres dedicavam, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e aos cuidados de pessoas, enquanto os homens destinavam 11,7 horas às mesmas atividades.</p>



<p>Ao analisar essa diferença, a analista do IBGE Alessandra Brito explicou que a participação feminina no mercado de trabalho reduz o tempo disponível, mas não elimina as demais responsabilidades. “Quando no mercado de trabalho, ela fica com menos horas disponíveis para fazer tripla jornada: cuidados, afazeres e trabalhar fora”, afirmou a especialista em análise divulgada pelo instituto.</p>



<p>A procura por proteção para veículos ocorre em meio ao crescimento das receitas do segmento. Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostram que o seguro automóvel movimentou R$ 30,73 bilhões em prêmios no primeiro semestre de 2026. O resultado representa crescimento nominal de 6,29% e avanço real de 1,86% em relação ao mesmo período de 2025.</p>



<p>Segundo a Susep, o seguro automóvel pode oferecer proteção contra prejuízos relacionados a colisões, incêndio, roubo e furto, além de coberturas de responsabilidade civil por danos provocados a terceiros, conforme as condições previstas na apólice. O limite de indenização e os riscos cobertos variam de acordo com o contrato firmado entre segurado e seguradora.</p>



<p>Para o superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, existe espaço para ampliar a presença dos seguros entre os brasileiros. “O Brasil tem um enorme mercado potencial de seguro”, afirmou ao tratar da expansão do acesso aos produtos do setor. Os dados da pesquisa indicam que essa decisão também passa pela maneira como o consumidor utiliza o automóvel: seja como patrimônio, instrumento de trabalho ou meio de transporte necessário para organizar a rotina familiar.</p>



<p><strong>Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/seguro-de-vida-cresce-em-2026-e-amplia-impacto-sobre-a-economia-e-o-mercado-segurador/" data-type="post" data-id="58484">Seguro de vida cresce em 2026 e amplia impacto sobre a economia e o mercado segurador</a></p>
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		<title>Novas regras do seguro rural ampliam proteção ao produtor e mudam relação com o crédito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 13:58:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócios]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>O seguro rural brasileiro passou a operar sob novas regras a partir da última quarta-feira (30), após a publicação da Lei nº 15.526/2026, que modifica o marco legal do setor e estabelece mudanças na cobertura, no pagamento de indenizações e na relação entre as apólices e o crédito rural. A medida busca ampliar a proteção financeira dos produtores diante de perdas provocadas por eventos climáticos, pragas e doenças e dar mais previsibilidade ao funcionamento do seguro no país.</p>



<p>Uma das mudanças estabelece prazos para a regulação e liquidação dos sinistros. Nos casos em que não seja necessário aguardar a colheita, o corte ou a liberação da área para vistoria, a seguradora terá até 15 dias, contados a partir da comunicação feita pelo produtor, para regular o sinistro. Já a liquidação deverá ocorrer em até 30 dias após a entrega da documentação exigida ou da vistoria presencial, quando necessária.</p>



<p>A nova legislação também determina que o seguro contratado pelo produtor passe a integrar o conjunto de garantias das operações de crédito rural. A instituição financeira poderá ser definida como primeira beneficiária da indenização em caso de sinistro, além de receber, por cessão fiduciária, direitos decorrentes da apólice. A mudança aproxima dois instrumentos usados para financiar e administrar os riscos da produção agropecuária.</p>



<p>O impacto pode alcançar um mercado de crédito que movimenta centenas de bilhões de reais. O Plano Safra 2026/2027 destinou R$ 525,1 bilhões à agricultura empresarial, sendo R$ 72,6 bilhões para médios produtores enquadrados no Pronamp e R$ 452,5 bilhões para os demais produtores e cooperativas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Proteção contra riscos climáticos</strong></h3>



<p>A ampliação dos mecanismos de seguro ocorre em um momento de atenção aos impactos do clima sobre a produção. Segundo a Embrapa, seca, granizo e geada, juntos, estão associados a mais de 95% dos episódios que levam ao acionamento de programas de seguro rural. O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), utilizado como referência para políticas de crédito e seguro, atualmente abrange mais de 50 culturas no país.</p>



<p>“Essa é uma questão que não é mais excepcional e veio para ficar. Precisamos de planejamento”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, ao tratar, neste mês, da preparação do setor para eventos climáticos. O grupo de trabalho criado pelo Ministério da Agricultura para enfrentar os efeitos do El Niño colocou entre as prioridades o fortalecimento do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR).</p>



<p>O PSR reduz parte do custo da contratação porque o governo paga uma parcela do prêmio do seguro. No Plano Trienal 2025-2027, o limite máximo de subvenção é de R$ 60 mil por beneficiário para cada grupo de atividades, respeitado o teto total de R$ 120 mil por ano.</p>



<p>A nova lei também torna obrigatórias, dentro do limite previsto na proposta orçamentária enviada pelo governo ao Congresso, as despesas destinadas à subvenção. Esses recursos não poderão ser submetidos à limitação de empenho e movimentação financeira. A legislação prevê ainda que produtores com operações de crédito protegidas por seguro possam receber benefícios, como condições diferenciadas de juros, prazos e limites, prioridade de acesso ao crédito e financiamento do próprio prêmio do seguro.</p>



<p>As mudanças ocorrem enquanto o governo discute uma política de gestão de riscos que combina seguro, crédito, monitoramento climático e tecnologias de produção. Para o produtor, o objetivo desses instrumentos é reduzir o impacto financeiro quando eventos fora de seu controle comprometem a safra e, consequentemente, sua capacidade de pagamento e de investimento no ciclo seguinte.</p>



<p><strong>Foto: Elza Fiúza &#8211; Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/seguro-rural-enfrenta-desafio-com-eventos-climaticos-e-baixa-cobertura-no-brasil/" data-type="post" data-id="57509">Seguro rural enfrenta desafio com eventos climáticos e baixa cobertura no Brasil</a></p>
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		<title>Petróleo e El Niño elevam riscos para preços dos alimentos e podem pressionar economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 02:06:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação A combinação entre os efeitos do El Niño e .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>A combinação entre os efeitos do El Niño e as oscilações do petróleo mantém sob atenção os preços dos alimentos no Brasil no segundo semestre de 2026, com possíveis reflexos sobre a inflação, o orçamento das famílias e os custos de produção. O cenário, acompanhado por entidades do setor de abastecimento e órgãos do governo, ocorre em um momento em que os preços dos alimentos apresentam recuo no curto prazo, mas as condições climáticas aumentam a incerteza para os próximos meses.</p>



<p>O alerta sobre os alimentos ganhou força em julho, quando a Associação Brasileira de Supermercados (Abras) apontou o petróleo e o El Niño como fatores capazes de pressionar a cadeia de abastecimento. Naquele momento, o Abrasmercado, indicador que reúne 35 produtos de consumo, acumulava alta de 6,82% no ano até maio, com avanço de 41,09% do feijão, 75,84% da batata, 86,17% do tomate e 48,88% da cebola.</p>



<p>O quadro mudou nos meses seguintes. Em julho, a cesta da Abras caiu 1,24% frente a junho e ficou em R$ 841,95. Na comparação com julho de 2025, no entanto, ainda havia alta de 3,50%. Em agosto, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pela Conab e pelo Dieese, também registrou redução do custo dos alimentos básicos em 25 das 27 capitais pesquisadas.</p>



<p>Os números ajudam a explicar parte do comportamento da inflação. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu 0,32% em agosto e acumulou 4,22% em 12 meses.</p>



<h5 class="wp-block-heading"> El Niño e inflação dos alimentos</h5>



<p>Apesar do alívio recente, o clima permanece como um fator de risco. O Painel El Niño, formado por órgãos como Inmet, INPE, Cemaden e Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), aponta probabilidade superior a 90% de ocorrência de um El Niño de intensidade muito forte no trimestre entre setembro e novembro. As projeções indicam chuvas abaixo da média em partes do Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste e precipitações acima da média no Sul, além de temperaturas elevadas em grande parte do país.</p>



<p>As alterações no regime de chuvas podem afetar lavouras, pastagens, produtividade e logística, com reflexos nos custos ao longo da cadeia. No início de setembro, o Cemaden informou que o período de maior aquecimento do Pacífico deve ocorrer entre novembro de 2026 e janeiro de 2027.</p>



<p>Para reduzir riscos de desabastecimento, a Conab vem reforçando estoques. Em setembro, a companhia comprou 191 mil toneladas de milho em dois leilões, operação de R$ 228 milhões voltada, entre outros objetivos, ao atendimento de pequenos criadores, principalmente no Nordeste. “O objetivo era comprar 180 mil toneladas de milho para garantir essa oferta caso a estiagem na região Nordeste seja prolongada por conta do El Niño muito forte”, afirmou o presidente da Conab, Silvio Porto.</p>



<p>O impacto econômico, porém, não é considerado inevitável. A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiaveli, afirmou em setembro que o governo trabalha com a perspectiva de que o fenômeno não provoque aumento generalizado dos alimentos, diante da oferta de grãos e das medidas de formação de estoques, crédito e apoio à produção.</p>



<p>Uma eventual retomada da inflação dos alimentos reduziria o poder de compra das famílias e poderia atingir principalmente os grupos de menor renda, que destinam parcela maior do orçamento a itens básicos. O próprio IBGE destaca que famílias com renda entre um e cinco salários mínimos são mais sensíveis às oscilações de alimentação e transporte. Dessa forma, petróleo e clima permanecem entre os fatores que podem determinar não apenas os preços nas prateleiras, mas também o comportamento do consumo e da inflação brasileira nos próximos meses.</p>



<p><strong>Foto: Tânia Rêgo &#8211; Agência Brasil </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/carnaval-devera-injetar-mais-de-r-57-bi-na-economia-carioca/" data-type="post" data-id="53630">Carnaval deverá injetar mais de R$ 5,7 bi na economia carioca</a></p>



<p></p>
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		<title>Adesivo político no carro pode afetar seguro? Entenda quando há risco para a cobertura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 23:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[carro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação Com a campanha eleitoral de 2026 nas ruas, motoristas .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>Com a campanha eleitoral de 2026 nas ruas, motoristas que colocam adesivos de candidatos, partidos ou federações em seus veículos devem observar não apenas as regras eleitorais, mas também as condições do seguro automotivo. A simples colocação de propaganda política em um carro particular não implica perda automática da cobertura. O cenário pode mudar, porém, quando o automóvel deixa de ter apenas uso pessoal e passa a ser utilizado em atividades de campanha, situação que pode alterar o risco considerado pela seguradora na contratação.</p>



<p>A Superintendência de Seguros Privados (Susep) explica que o preço do seguro automotivo é calculado com base no risco ao qual o bem está exposto, considerando informações sobre o automóvel, o segurado e o condutor. O questionário de avaliação de risco pode incluir, por exemplo, informações sobre a utilização diária do carro, local de circulação e outras características capazes de influenciar a probabilidade de sinistro.</p>



<p>Por isso, uma mudança relevante na forma de utilização do veículo deve ser comunicada. Em orientação ao consumidor, a Susep afirma que, se o perfil de risco mudar durante a vigência da apólice, o segurado deve procurar o corretor ou a companhia e informar a alteração para que, se necessário, seja feito um endosso no contrato, “evitando assim o risco de o veículo ficar sem cobertura, em caso de sinistro”.</p>



<p><strong>SEGURO AUTO</strong></p>



<p>No caso das eleições, a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) diferencia a manifestação individual do eleitor do uso do automóvel como instrumento de campanha. Segundo Jaime Soares, presidente da Comissão de Seguro Auto da entidade, “se o carro apenas recebeu o adesivo eleitoral e mantém a rotina normal do dia a dia, não há nenhum impacto na cobertura securitária”.</p>



<p>A situação é diferente se o veículo começar a transportar materiais de campanha, equipes ou equipamentos de som, por exemplo. Nesses casos, a FenSeg orienta que a mudança seja informada à seguradora. A maior exposição do automóvel à circulação, acidentes ou atos de vandalismo pode modificar a avaliação do risco e exigir alteração contratual. A eventual recusa de uma indenização dependerá das condições da apólice e das circunstâncias do sinistro, não apenas da existência de propaganda política no carro.</p>



<p>A própria Susep ressalta que os riscos excluídos e as situações cobertas devem constar das condições contratuais. A autarquia recomenda que o consumidor leia essas regras e forneça informações corretas e completas à seguradora. Declarações inexatas ou omissões relevantes podem interferir no direito à indenização.</p>



<p>Além das regras do seguro, o motorista precisa observar a legislação eleitoral. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) informa que adesivos microperfurados podem ocupar toda a extensão do para-brisa traseiro. Nas demais partes do veículo, a propaganda por adesivos deve respeitar os limites estabelecidos pela Justiça Eleitoral. A manifestação em bem particular também deve ser espontânea e gratuita, sem pagamento pela utilização do espaço.</p>



<p>Assim, antes de transformar um automóvel de passeio em veículo de apoio a uma campanha, a orientação é consultar a seguradora ou o corretor e verificar se a nova utilização exige alteração da apólice. O adesivo, isoladamente, não significa perda da proteção contratada; o ponto relevante para o seguro é se houve mudança no uso e, consequentemente, no risco assumido pela seguradora.</p>



<p><strong>Foto: Joédson Alves &#8211; Agência Brasil </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/seguro-rural-enfrenta-desafio-com-eventos-climaticos-e-baixa-cobertura-no-brasil/" data-type="post" data-id="57509">Seguro rural enfrenta desafio com eventos climáticos e baixa cobertura no Brasil</a></p>
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		<title>Meio ambiente entra no radar dos eleitores e 91% cobram propostas para enfrentar mudanças climáticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2026 19:54:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação  A preocupação com as mudanças climáticas ganhou espaço entre .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação </strong></p>



<p>A preocupação com as mudanças climáticas ganhou espaço entre os eleitores brasileiros às vésperas das eleições de 2026. Pesquisa da Ipsos encomendada pelo Observatório do Clima, divulgada na última quinta-feira (17), mostra que 91% dos entrevistados consideram importante que os candidatos apresentem propostas para enfrentar a crise climática. Para 62%, a presença do tema nas propostas eleitorais é “muito importante”. O levantamento ouviu 1.800 pessoas com 18 anos ou mais, em todas as regiões do país, entre 17 e 20 de agosto.</p>



<p>O resultado aparece em um cenário no qual eventos associados ao clima afetam diferentes setores da economia e a rotina da população. Segundo a pesquisa, 87% dos entrevistados concordam que as mudanças climáticas estão provocando secas, chuvas intensas e ondas de calor, enquanto 85% afirmam que seus efeitos já são percebidos no cotidiano dos brasileiros. Outros 76% acreditam que ainda é possível evitar os impactos mais graves com a adoção imediata de medidas.</p>



<p>Apesar desses percentuais, o meio ambiente disputa espaço com problemas considerados mais imediatos. Mudanças climáticas e crise ambiental aparecem em nono lugar entre as principais preocupações dos entrevistados, citadas por 19%. Segurança pública e criminalidade lideram, com 49%, seguidas pelo aumento do custo de vida ou inflação, com 41%, violência contra mulheres e feminicídios, com 36%, e qualidade da saúde pública, com 34%.</p>



<p>A relação entre clima e economia ajuda a ampliar o alcance do debate. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) aponta, por exemplo, que períodos prolongados de seca no Sudeste brasileiro já produziram efeitos sobre abastecimento de água, agricultura e geração de energia. Em episódios analisados pelo órgão, houve aumento de preços agrícolas, redução de produtividade de determinadas culturas e pressão sobre os preços da eletricidade.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Clima e economia</h4>



<p>Os efeitos também chegam aos serviços públicos. A diretora da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), Ana Carolina Argolo, afirma que setores como energia, agricultura e saneamento precisam incorporar as mudanças climáticas aos processos de tomada de decisão. “É pela água que a gente sente as mudanças climáticas, seja pela escassez, seja pela abundância”, declarou durante seminário realizado em maio.</p>



<p>Na área da saúde, o governo federal também passou a incorporar riscos climáticos ao planejamento. Em agosto, o Ministério da Saúde apresentou um plano de preparação para os possíveis impactos do El Niño de 2026-2027. Segundo o secretário-executivo da pasta, Adriano Massuda, o SUS vem trabalhando com estados e municípios para se preparar para os efeitos das mudanças climáticas. A estratégia inclui monitoramento de excesso de calor, preparação para emergências e ações voltadas a diferentes regiões do país.</p>



<p>A percepção dos eleitores também aparece quando a pesquisa aborda as responsabilidades pelo enfrentamento do problema. Para 58%, as mudanças climáticas são provocadas principalmente pela atividade humana, enquanto 36% atribuem o fenômeno à combinação entre atividades humanas e causas naturais. Outros 67% consideram que empresas e indústrias têm mais responsabilidade no combate às mudanças climáticas do que os cidadãos.</p>



<p>O levantamento indica ainda que 90% dos entrevistados consideram importante que governos e políticas públicas priorizem a proteção ambiental. Além disso, 79% defendem que o enfrentamento às mudanças climáticas seja tratado como prioridade pelo próximo governo mesmo quando as medidas envolverem custos econômicos.</p>



<p>A discussão ocorre em uma eleição com 158,7 milhões de pessoas aptas a votar no primeiro turno, marcado para 4 de outubro. Os eleitores escolherão presidente da República, governadores, senadores e deputados federais, estaduais ou distritais, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>



<p><strong>Foto: Rafa Neddermeyer &#8211; Agência Brasil </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/tag/saiba-como-investir-no-meio-ambiente-com-os-titulos-verdes/" data-type="post_tag" data-id="1820">Saiba como investir no meio ambiente com os Títulos verdes</a></p>
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		<title>Energia nuclear pode mais que triplicar até 2060 com avanço da inteligência artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 02:48:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Redação</em></p>



<p>A capacidade mundial de geração de energia nuclear pode mais que triplicar até 2060, impulsionada pelo crescimento da demanda por eletricidade, pela expansão dos centros de dados e pelo avanço da inteligência artificial (IA). A projeção ocorre em meio à retomada dos investimentos no setor e à busca de governos e empresas de tecnologia por fontes capazes de fornecer energia de forma contínua para sustentar uma infraestrutura digital que exige cada vez mais eletricidade.</p>



<p>Dados da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) mostram que o mundo conta atualmente com mais de 400 reatores nucleares em operação. Segundo informações atualizadas pelo órgão em setembro, são 417 reatores em funcionamento, com cerca de 380 gigawatts (GW) de capacidade, além de 78 unidades em construção, que somam aproximadamente 82 GW.</p>



<p>Em um cenário de maior expansão, projeções apresentadas pela agência indicam que a capacidade nuclear mundial pode chegar à faixa de 1.470 GW em 2060. O movimento acompanha uma mudança na demanda global por eletricidade, com a entrada de consumidores de grande porte ligados à economia digital.</p>



<p>A inteligência artificial é um dos fatores por trás dessa pressão. A Agência Internacional de Energia (IEA) calcula que o consumo mundial de eletricidade dos centros de dados pode praticamente dobrar, passando de 485 terawatts-hora (TWh), em 2025, para cerca de 950 TWh em 2030. No mesmo período, o consumo dos data centers voltados especificamente à IA pode triplicar.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inteligência artificial aumenta demanda por energia</strong></h2>



<p>O crescimento ocorre porque treinamento e operação de modelos de IA dependem de servidores que funcionam continuamente e demandam infraestrutura de processamento e refrigeração. Segundo a IEA, o consumo de eletricidade dos centros de dados dedicados à inteligência artificial cresceu 50% somente em 2025.</p>



<p>A demanda tem aproximado o setor nuclear das empresas de tecnologia. Um documento da AIEA destaca movimentos de companhias como Google, Microsoft, Amazon e Meta para contratar ou apoiar projetos de geração nuclear. Entre as iniciativas estão acordos envolvendo pequenos reatores modulares, os chamados SMRs, e a retomada de instalações existentes.</p>



<p>Para o diretor-geral da AIEA, Rafael Mariano Grossi, a relação entre as duas tecnologias deve ganhar espaço no planejamento energético. Em posicionamentos da agência, Grossi tem chamado essa aproximação de uma convergência entre “o átomo e o algoritmo”, diante da necessidade de fornecer eletricidade contínua para uma economia cada vez mais dependente de processamento de dados.</p>



<p>A expansão, no entanto, depende de investimentos, financiamento e capacidade para construir novos projetos. A IEA aponta que os investimentos anuais em energia nuclear já haviam superado US$ 60 bilhões após crescerem quase 50% em três anos. A agência também destaca que os pequenos reatores modulares podem ampliar as possibilidades de implantação da fonte, embora questões regulatórias, custos e prazos de construção ainda sejam obstáculos.</p>



<p>O avanço da IA adicionou uma nova variável a esse cenário. Além dos compromissos de redução de emissões e da busca por segurança energética, a necessidade de garantir eletricidade disponível 24 horas por dia para centros de dados passou a integrar as decisões sobre novas usinas. Com isso, a expansão da infraestrutura digital pode se tornar um dos fatores para determinar o ritmo dos investimentos nucleares nas próximas décadas.</p>



<p>Foto: Pexels </p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/energia-nuclear-e-estrategica-para-soberania-defende-industria/" data-type="post" data-id="55449">Energia nuclear é estratégica para soberania, defende indústria</a></p>
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		<title>Apple lança iPhone 18, estreia no mercado de dobráveis e amplia aposta em IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 16:16:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por Redação&nbsp;</p>



<p>A Apple apresentou nesta quarta-feira (09), em Cupertino, na Califórnia, uma nova geração de produtos que amplia a aposta da companhia em aparelhos de maior valor, inteligência artificial e integração entre dispositivos. Entre os lançamentos estão o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max, o primeiro celular dobrável da marca, chamado iPhone Duo, além do Apple Watch Series 12 e dos AirPods 5. Os anúncios chegam em um momento de retração do mercado global de smartphones e de aumento dos custos de componentes.</p>



<p>No Brasil, o iPhone 18 Pro parte de R$ 11.999, enquanto o Pro Max começa em R$ 12.999. Dependendo da capacidade de armazenamento, os modelos chegam a R$ 20.999 e R$ 21.999, respectivamente. A pré-venda começa em 12 de setembro, e os aparelhos chegam ao mercado em 18 de setembro.</p>



<p>Os dois modelos receberam o chip A20 Pro, mudanças no sistema de resfriamento e uma câmera principal de 48 megapixels com abertura variável. A companhia também incorporou novos recursos de inteligência artificial, incluindo a Siri AI. No Pro Max, a Apple informa autonomia de até 43 horas de reprodução de vídeo.</p>



<p>A principal mudança na estratégia de smartphones, porém, está no iPhone Duo, primeiro dobrável da empresa. O aparelho abre na horizontal e alcança 7,6 polegadas. No Brasil, o preço começa em R$ 21.999 na versão de 256 GB e chega a R$ 30.999 no modelo de 2 TB. A pré-venda está prevista para 16 de outubro, com disponibilidade a partir do dia 23.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mercado de smartphones</h4>



<p>A entrada da Apple nos dobráveis ocorre enquanto esse segmento ainda representa uma parcela reduzida das vendas mundiais. Segundo dados citados pela Reuters, a Samsung detém cerca de 40% do mercado global de aparelhos dobráveis, seguida pela Huawei, com aproximadamente 30%. A IDC estima que as remessas dessa categoria cresçam quase 30% em 2026, enquanto os smartphones convencionais devem registrar queda de cerca de 1,4%.</p>



<p>“O ingresso da Apple certamente aumentará a concorrência no segmento premium”, afirmou Tarun Pathak, diretor de pesquisa da Counterpoint Research, à Reuters. Segundo ele, os dobráveis ainda representam uma fatia pequena do mercado, o que abre espaço para expansão da categoria.</p>



<p>O cenário mais amplo ajuda a explicar a concentração dos lançamentos em produtos de maior valor. A IDC aponta que as vendas globais de smartphones caíram 7,4% no segundo trimestre de 2026, na comparação anual, para 276,3 milhões de unidades. A instituição relaciona parte da retração à alta dos custos de memória, que pressiona principalmente fabricantes com maior exposição aos aparelhos de entrada. “Os custos de memória subiram quase 300% em relação ao ano passado”, afirmou Nabila Popal, diretora sênior de pesquisa da IDC.</p>



<p>A Apple também atualizou outros produtos de seu ecossistema. O Apple Watch Series 12 chega ao Brasil a partir de R$ 5.499 e incorpora novos sensores e medições relacionadas à saúde. Já os AirPods 5 receberam uma nova arquitetura acústica, cancelamento ativo de ruído e integração com a Siri AI e recursos de tradução ao vivo.</p>



<p>Com os lançamentos, a companhia reforça sua presença no mercado premium ao mesmo tempo em que tenta ampliar as fontes de receita dentro de seu ecossistema, em um cenário de queda no volume global de smartphones e pressão sobre os custos de produção.</p>



<p><strong>Foto: Reprodução Apple </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/investimento-em-tecnologia-amplia-retorno-economico-e-ganha-espaco-na-estrategia-industrial/" data-type="post" data-id="56096">Investimento em tecnologia amplia retorno econômico e ganha espaço na estratégia industrial</a></p>



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		<title>União Europeia suspende importações de produtos animais do Brasil e afeta fluxo do agronegócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 01:53:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócios]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[exportação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação A União Europeia passou a suspender, na última quinta-feira .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Redação</em></p>



<p>A União Europeia passou a suspender, na última quinta-feira (03), a entrada de uma série de produtos brasileiros de origem animal, após o Brasil ficar fora da lista de países considerados aptos a atender às novas exigências do bloco sobre o uso de antimicrobianos na produção. A medida alcança cadeias como carne bovina, aves, ovos, mel e determinados produtos da pesca e ocorre enquanto autoridades brasileiras tentam comprovar que os sistemas de controle e rastreabilidade adotados no país atendem às regras europeias.</p>



<p>As novas exigências estão relacionadas ao artigo 118 do Regulamento (UE) 2019/6, que estende aos produtos importados regras europeias sobre antimicrobianos. Entre as determinações está a proibição do uso dessas substâncias para promover crescimento ou aumentar o rendimento dos animais, além da restrição a antimicrobianos reservados, na União Europeia, ao tratamento de determinadas infecções em seres humanos. As regras já eram aplicadas aos produtores europeus desde 2022 e passaram a valer para fornecedores externos em 3 de setembro de 2026.</p>



<p>Na prática, apenas países que apresentem garantias consideradas suficientes pela Comissão Europeia podem continuar enviando os produtos abrangidos pelas normas. A lista é definida por produto e pode ser revista, o que abre espaço para uma retomada gradual das vendas brasileiras caso as autoridades europeias reconheçam o cumprimento das exigências.</p>



<p>O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) afirma que apresentou à Comissão Europeia documentação detalhando os mecanismos brasileiros de fiscalização, rastreabilidade, monitoramento e certificação das cadeias de carne bovina, aves, ovos, mel e produtos da pesca. Segundo a pasta, o Brasil não pediu flexibilização das regras e defende que seus controles atendem aos requisitos estabelecidos pelos mercados importadores.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>União Europeia tem peso no comércio do agronegócio brasileiro</strong></h3>



<p>A restrição ocorre em uma relação comercial que movimenta bilhões de dólares. Dados do Mapa, elaborados a partir de informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/MDIC), mostram que as exportações totais brasileiras para a União Europeia chegaram a cerca de US$ 49,8 bilhões em 2025. Somente os embarques do agronegócio alcançaram US$ 21,8 bilhões, avanço de 12% sobre os US$ 19,5 bilhões registrados em 2024.</p>



<p>A carne bovina ganhou participação nessa pauta em 2025. Já no segmento de frango, o Brasil foi o principal fornecedor externo do mercado europeu no ano passado, com vendas de aproximadamente US$ 763 milhões. As exportações brasileiras de carne bovina para o bloco superaram US$ 825 milhões e 92 mil toneladas no mesmo período.</p>



<p>O embaixador do Brasil junto à União Europeia, Pedro Miguel da Costa e Silva, afirmou que a presença brasileira no mercado europeu demonstra a capacidade do país de atender aos padrões exigidos. “Se nós estamos no mercado europeu e somos os maiores fornecedores de produtos agropecuários é porque cumprimos e temos qualidade”, declarou o diplomata durante as negociações sobre o tema.</p>



<p>A Comissão Europeia, por sua vez, sustenta que a medida decorre da aplicação das novas regras. “Temos regras que proíbem os antimicrobianos ou a utilização de antimicrobianos para promover o crescimento”, explicou Eva Hrncirova, porta-voz da Comissão Europeia.</p>



<p>Uma auditoria europeia está em andamento no Brasil e analisa inicialmente cadeias como as de aves e mel. A expectativa do governo brasileiro é que os resultados permitam a reinclusão de produtos na lista de fornecedores autorizados. No caso dos bovinos, o processo tende a ser mais longo porque a comprovação exigida pela UE considera o ciclo de vida do animal, enquanto cadeias com ciclos produtivos menores podem ter uma avaliação mais rápida.</p>



<p><strong>Foto: Pexels </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/brasil-aumenta-exportacao-de-soja-para-a-china-ocupando-lugar-dos-eua/" data-type="post" data-id="50972">Brasil aumenta exportação de soja para a China, ocupando lugar dos EUA</a></p>
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		<title>Rio lidera preço do seguro de carro no país, com diferença de mais de 100% entre regiões da cidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 22:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Seguros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação O Rio de Janeiro encerrou julho com os maiores .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Redação</em></p>



<p>O Rio de Janeiro encerrou julho com os maiores índices de preço do seguro de automóveis entre as regiões metropolitanas analisadas no país. Enquanto o custo do seguro auto recuou no Brasil ao longo de 2026, motoristas da capital fluminense continuam encontrando valores acima dos registrados em outras cidades, com diferenças que também aparecem dentro do próprio município, de acordo com levantamentos do setor divulgados em agosto.</p>



<p>Dados do IPSA, Índice de Preços do Seguro de Automóvel elaborado pela TEx, empresa da Serasa Experian, mostram que o indicador da Região Metropolitana do Rio ficou em 5,6% em julho, acima de São Paulo (4,4%), Recife (4,1%), Belo Horizonte (3,9%) e Fortaleza (3%). O percentual representa a relação entre o preço médio do seguro e o valor do veículo.</p>



<p>Outro levantamento, da Creditas Seguros, apontou que o Rio apresentou em julho as maiores cotações entre 11 capitais para os dez carros mais vendidos considerados pela pesquisa, tanto para homens quanto para mulheres. Entre os exemplos está o BYD Song Plus: a apólice chegou a R$ 13.716,70 para o perfil masculino e R$ 13.547,68 para o feminino na capital fluminense. Em São Paulo, as cotações para o mesmo veículo ficaram próximas de R$ 3,3 mil.</p>



<p>A diferença está relacionada ao modelo utilizado pelas seguradoras para calcular o risco. Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), fatores como idade, tempo de habilitação e sexo do principal condutor, tipo de utilização do automóvel, região de circulação e presença de dispositivos de segurança podem ser considerados na definição do prêmio.</p>



<p><strong>Zona Oeste tem seguro de carro mais caro dentro do Rio</strong></p>



<p>O CEP também produz diferenças entre motoristas da própria capital. Em julho, o IPSA chegou a 7,3% na Zona Oeste, contra 3,5% na Zona Sul. Isso significa que o índice registrado na Zona Oeste foi 108,6% superior. A Zona Norte apareceu com 7%, seguida pelo Centro, com 6,1%, e pela Zona Sudoeste, com 5,1%.</p>



<p>Os números do Rio contrastam com o movimento observado no mercado nacional. O IPSA ficou em 4,3% em julho, menor nível da série analisada. Em julho de 2025, estava em 5,1%, o que representa uma redução de 15,7% em 12 meses. Entre janeiro e julho deste ano, a queda foi de 8,5%.</p>



<p>Rodolfo Brandão, gerente executivo de Seguros da Serasa Experian, explica que a formação dos preços depende da combinação de características do segurado e do automóvel. “Localização, idade do condutor, valor e idade do veículo, entre outros fatores, ajudam a explicar por que perfis aparentemente semelhantes podem encontrar condições bastante diferentes”, afirma.</p>



<p>Apesar da redução dos preços relativos, o seguro de automóveis continua movimentando uma parcela do mercado segurador brasileiro. Dados oficiais da Susep mostram que o segmento arrecadou R$ 30,73 bilhões em prêmios no primeiro semestre de 2026, crescimento nominal de 6,29% e avanço real de 1,86% em relação ao mesmo período do ano passado.</p>



<p>Na contratação, a Susep orienta que o consumidor não considere apenas o preço. As condições da apólice determinam quais riscos estarão cobertos e o limite de responsabilidade da seguradora. Entre as possibilidades estão proteção contra colisão, incêndio, roubo e furto, além de serviços adicionais. A autarquia também recomenda que o segurado tenha acesso às condições contratuais antes de fechar o negócio e avalie se as coberturas correspondem ao seu perfil de utilização do veículo.</p>



<p><strong>Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/essor-fortalece-atuacao-no-seguro-garantia/" data-type="post" data-id="56038">ESSOR fortalece atuação no Seguro Garantia</a></p>
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		<title>Confiança do consumidor passa a pesar mais nas decisões das empresas, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2026 13:28:28 +0000</pubDate>
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<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>A relação entre consumidores e empresas tem sido influenciada pela confiança na marca, pela qualidade dos produtos e pela experiência de compra, fatores que passaram a ter peso nas decisões de consumo e na estratégia das companhias. Uma pesquisa da HSR Specialist Researchers, realizada com 4.520 brasileiros e 193 marcas de nove setores, mostra que a confiança está relacionada à capacidade das empresas de entregar o que prometem e manter uma relação consistente com seus clientes.</p>



<p>O levantamento mostra que a percepção sobre uma marca não é formada apenas pela publicidade. A experiência direta com produtos e serviços tem participação relevante nesse processo. Entre os consumidores ouvidos, 40% apontaram a piora na qualidade como principal motivo para deixar de confiar em uma marca. Produto com defeito aparece em seguida, com 24%, enquanto o mau atendimento foi citado por 22%. Problemas éticos e de reputação corporativa foram mencionados por 5%.</p>



<p>O resultado se relaciona a um cenário em que o consumidor dispõe de mais informações antes de realizar uma compra. Pesquisa da NielsenIQ sobre as perspectivas do consumidor para 2026 mostra que 95% dos entrevistados consideram importante confiar na marca da qual estão comprando. O levantamento aponta ainda que qualidade e consistência estão entre os fatores que sustentam essa confiança.</p>



<p>No Brasil, o comportamento também aparece nos canais de reclamação e avaliação de empresas. Dados do Consumidor.gov.br, plataforma vinculada à Secretaria Nacional do Consumidor, mostram que os consumidores podem registrar problemas diretamente com companhias participantes, que assumem o compromisso de responder às reclamações em até dez dias. Depois disso, o próprio consumidor avalia se a demanda foi solucionada e atribui uma nota ao atendimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Confiança do consumidor influencia o mercado</strong></h3>



<p>O ambiente econômico também interfere na disposição das famílias para consumir. Segundo a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, com base na Sondagem do Consumidor da FGV, o Índice de Confiança do Consumidor caiu 0,4 ponto em julho, para 88,3 pontos. A percepção sobre a situação atual recuou 2,6 pontos, enquanto o índice de expectativas avançou 1,1 ponto.</p>



<p>A diferença entre os grupos de renda também chama atenção. Entre consumidores com renda de até R$ 2.100, o índice caiu 10,5 pontos em julho, para 79,8 pontos. Já entre aqueles com renda entre R$ 4.800,01 e R$ 9.600, houve alta de 5,9 pontos, para 92,1 pontos. Os números mostram que a disposição para consumir não é uniforme e acompanha as condições financeiras das famílias.</p>



<p>Para a economista Viviane Seda Bittencourt, superintendente adjunta para Ciclos Econômicos do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), a confiança do consumidor precisa ser observada junto às condições econômicas das famílias. A especialista afirma que fatores como mercado de trabalho e situação financeira familiar têm peso na formação das expectativas dos consumidores.</p>



<p>Do lado das empresas, o Banco Central acompanha as expectativas por meio da Pesquisa Firmus, que reúne informações de companhias não financeiras sobre a situação dos negócios e variáveis econômicas que influenciam suas decisões. O levantamento é realizado trimestralmente e busca captar percepções sobre custos, preços, margens, crédito e atividade econômica.</p>



<p>Nesse cenário, os dados indicam que confiança, experiência e capacidade de entrega passaram a fazer parte da relação econômica entre empresas e consumidores. Para as companhias, acompanhar essas percepções permite identificar mudanças no comportamento de compra e ajustar produtos, serviços e atendimento às condições do mercado.</p>



<p><strong>Foto: Pexels </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/saiba-mais-sobre-acordo-para-facilitar-comercio-eletronico-no-mercosul/" data-type="post" data-id="58488">Saiba mais sobre acordo para facilitar comércio eletrônico no Mercosul</a></p>



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