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	<title>#Haddad &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
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	<title>#Haddad &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Haddad defende reforma tributária progressista em documento ao FMI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, traduziu a reforma tributária defendida pelo governo como um regime mais progressista, em que os ricos paguem proporcionalmente mais impostos que os pobres, inclua-os no Orçamento e proporcione desenvolvimento ao país. Ele apresentou, nesta terça-feira (11), uma declaração por escrito ao Comitê Monetário e Financeiro do Fundo Monetário Internacional (IMFC, na sigla em inglês) com um resumo das propostas econômicas do governo.</p>



<p>“Nosso objetivo é trazer os pobres para o orçamento e os ricos para o sistema tributário”, destacou Haddad no documento. Por causa da viagem oficial à China, o ministro não participará da Reunião de Primavera do FMI e do Banco Mundial, realizada nesta semana em Washington. O documento é assinado pelo Brasil e por mais dez países representados pelo assento brasileiro no órgão.</p>



<p>Segundo Haddad, o governo trabalha com o Congresso Nacional para permitir a aprovação de uma reforma tributária que corrija distorções e resulte em mudanças estruturais na economia brasileira. O ministro citou como resultados a simplificação da legislação e dos procedimentos, o fim da guerra fiscal entre estados e o aumento da transparência e da justiça no sistema.</p>



<p>“O principal objetivo [da reforma tributária] não é aumentar a receita, mas melhorar a qualidade da mobilização de receita. O sistema tributário do Brasil é excessivamente complexo, regressivo, distorcido e pesado. Ele onera indevidamente as empresas e acentua as desigualdades regionais e sociais”, destacou o ministro.</p>



<p>A reforma tributária está prevista em duas fases. No primeiro semestre, o governo pretende reformular os impostos sobre o consumo, criando um imposto sobre valor adicionado (IVA) dual (uma parte arrecadada pela União e outra por estados e municípios). No segundo semestre, o governo pretende reformar o Imposto de Renda e a tributação dos lucros de empresas.</p>



<p>Segundo Haddad, o governo também aproveitará a reforma tributária para revisar incentivos fiscais a determinados setores da economia. Conforme o ministro, a revisão dos gastos tributários – quanto o governo deixa de arrecadar com os incentivos – é necessária para combater a “captura do Estado” por determinados setores da economia e tornar o sistema tributário brasileiro mais justo e progressivo. Haddad ressaltou que os 27 governadores apoiam a proposta de reforma tributária.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Arcabouço</h2>



<p>O documento também listou as medidas fiscais adotadas nos primeiros 100 dias de governo. Entre as medidas mencionadas, estão a reversão de desonerações concedidas em 2022, inclusive sobre combustíveis, e a recomposição de verbas para necessidades imediatas de gastos.</p>



<p>Haddad mencionou o arcabouço fiscal, apresentado no fim de março. Segundo o ministro, as medidas conterão o crescimento da dívida pública.<br><br>“Apresentamos ao Congresso e à sociedade uma nova estrutura fiscal que pode estabilizar com credibilidade a dívida pública ao longo do tempo e, posteriormente, colocá-la em uma trajetória claramente descendente”, destacou o documento. Haddad reiterou o compromisso de encerrar 2026 com superávit primário (resultado positivo nas contas do governo sem os juros na dívida pública) em torno de 1% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mudanças climáticas</h2>



<p>A declaração enviada ao <a href="https://www.imf.org/en/Home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">FMI</a> também abordou as mudanças climáticas. O ministro pediu estreita cooperação internacional para combater os efeitos do aquecimento global, principalmente em regiões mais vulneráveis. Conforme o documento, é possível conciliar crescimento econômico, justiça social e preservação do meio ambiente.</p>



<p>“A pandemia mostrou o potencial e as deficiências da cooperação global diante de um desafio global esmagador. As autoridades de todo o mundo reagiram prontamente, seguindo diferentes estratégias e abordagens, inclusive o FMI. No entanto, estamos convencidos de que uma cooperação internacional mais estreita teria resultado muito melhor, especialmente para os países mais pobres e populações mais vulneráveis”, destacou o ministro.</p>



<p>Em outro trecho, o documento advertiu sobre o risco de fragmentação econômica global, trazida pelo crescimento do protecionismo e pela concentração dos fluxos comerciais e de investimentos entre países com o mesmo alinhamento geopolítico. De acordo com Haddad, as políticas industriais nas economias avançadas, que passaram a adotar medidas protecionistas e a subsidiar indústrias locais, podem piorar a situação de países em desenvolvimento.</p>



<p>“A redução da atividade global, a menor integração vertical das empresas, o protecionismo aberto ou disfarçado e o desvio de investimentos podem agravar a situação. Estamos convencidos de que garantir uma ordem econômica internacional baseada em regras que promovam a integração econômica, a diversificação da produção, o compartilhamento de conhecimento e menos pobreza e desigualdade é a melhor maneira de evitar uma maior fragmentação”, afirmou o ministro no documento.</p>



<p><strong>(Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil /Foto: Valter Campanato &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/gleisi-faz-ressalva-a-arcabouco-fiscal-e-planeja-debater-com-haddad/">Gleisi faz ressalva a arcabouço fiscal e planeja debater com Haddad</a></p>
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		<title>Plano fiscal vai exigir queda da taxa de juros, diz Haddad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Apr 2023 00:34:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ministro Fernando Haddad (Fazenda) afirmou nesta quinta-feira (6) que o plano fiscal proposto pelo governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que promete colocar as contas públicas em ordem, exigirá uma queda da taxa básica de juros (Selic) -hoje fixada em 13,75% ao ano.</p>



<p>&#8220;Isso [plano fiscal] vai exigir, mais do que permitir, uma queda da taxa de juros, porque se as contas estão em ordem, não tem por que pagar um juro tão alto, que é o maior do mundo hoje&#8221;, afirmou Haddad em entrevista à BandNews TV.</p>



<p>Por plano, o ministro refere-se não apenas ao arcabouço fiscal proposto, mas também ao pacote de medidas que pode elevar a arrecadação federal entre R$ 100 bilhões e R$ 150 bilhões por ano, nas contas do governo.</p>



<p>&#8220;Penso que está havendo convergência entre a política fiscal, receitas e despesas, e a monetária, que cuida da inflação e da trajetória da dívida pública&#8221;, acrescentou.</p>



<p>Segundo Haddad, o governo está recompondo a base fiscal do Estado. &#8220;O Estado precisa ter um Orçamento e esse Orçamento tem de ser suficiente para honrar os seus compromissos legais e manter seu compromisso de responsabilidade com as contas públicas&#8221;, disse.</p>



<p>Na última quarta-feira (5) o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse que não existe uma relação direta entre o arcabouço fiscal e a queda de juros. Segundo ele, a proposta pode ajudar no processo de desinflação ao afetar positivamente o canal de expectativas dos agentes econômicos.</p>



<p>&#8220;Não existe relação mecânica entre o fiscal e taxa de juros na forma como é colocada. O importante para a gente é atuar dentro do sistema de metas. Nós temos uma meta de inflação e olhamos as expectativas. O mais importante é como as medidas que estão sendo anunciadas afetam o canal das expectativas&#8221;, disse Campos Neto em evento do Bradesco BBI.</p>



<p>O secretário executivo do Ministério da Fazenda, Gabriel Galípolo, foi menos enfático que Haddad sobre o que o governo espera do Banco Central após a apresentação do arcabouço fiscal.</p>



<p>Em entrevista ao UOL nesta quinta-feira, Galípolo disse que é difícil comentar o que a entidade deve ou não fazer, mas acredita que a regra traz um ambiente mais propício para cortes de juros.</p>



<p>Segundo ele, o objetivo do governo com o modelo fiscal apresentado é não só contemplar benefícios e programas sociais, mas também oferecer um horizonte que permita a redução da Selic.</p>



<p>&#8220;A gente fez o arcabouço fiscal e escutou o Roberto [Campos Neto] e outros diretores do BC durante a elaboração justamente visando um arcabouço que pudesse atender a essas duas demandas&#8221;, afirmou.</p>



<p>O secretário ainda disse que o câmbio passou a se valorizar após a apresentação da regra, e as curvas de juros de longo prazo começaram a cair. &#8220;A gente entende que esse dois sinais permitem um ambiente mais propício e mais folgado para que o Banco Central possa começar um ciclo de corte de juros.&#8221;</p>



<p>A taxa básica de juros (Selic), definida pelo Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central, vem sendo alvo há meses de ataques de Lula e membros do governo. Para o Executivo, o patamar atual está muito elevado, o que prejudicaria os planos de impulsionar a economia. Já o Copom justifica a decisão diante das incertezas fiscais e deterioração das expectativas de inflação.</p>



<p>Nesta quinta, Haddad também acenou aos outros Poderes por apoio à aprovação do novo arcabouço fiscal -o texto do projeto de lei complementar deve ser encaminhado ao Congresso Nacional na próxima semana.</p>



<p>&#8220;Se o Congresso e o Judiciário nos derem sustentação para esse plano, não tenho a menor dúvida que o Brasil entra em 2024 na rota de crescimento sustentável com justiça social&#8221;, disse.</p>



<p>A proposta do arcabouço pressupõe um crescimento das despesas federais limitado a 70% do avanço das receitas primárias líquidas observadas nos 12 meses até junho do ano anterior.</p>



<p>O ritmo de alta das despesas em cada ano estará ligado à variação das receitas, com a condição de que se situe no intervalo de 0,6% e 2,5%. Esses serão o piso e o limite máximo de alta real dos gastos sob a nova regra.</p>



<p>O arcabouço estipula também uma meta de resultado primário anual, mas com um intervalo de tolerância para cima e para baixo -a exemplo do sistema de metas para inflação.</p>



<p>(<strong>Nathalia Garcia e Thiago Bethônico &#8211; Folhapress </strong>/<strong>Foto: Antonio Cruz – Agência Brasil</strong>)</p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/disputa-no-congresso-nao-deve-impactar-regra-fiscal-avalia-haddad/">Disputa no Congresso não deve impactar regra fiscal, avalia Haddad</a><a href="javascript:void(0);"></a></p>
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		<title>Disputa no Congresso não deve impactar regra fiscal, avalia Haddad</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Apr 2023 00:01:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[#Regras Fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A tramitação do novo arcabouço fiscal no Congresso Nacional não deverá .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A tramitação do novo arcabouço fiscal no Congresso Nacional não deverá ser impactada pela atual disputa entre a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, segundo o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. De acordo com ele, a disputa gira em torno do rito de aprovação das medidas provisórias, e a nova âncora fiscal será apresentada como projeto de&nbsp;lei complementar.</p>



<p>“O problema que está acontecendo ali diz respeito às medidas provisórias. Isso aqui [o arcabouço fiscal] nós estamos falando de lei complementar; a reforma da tributária, emenda constitucional. Tudo isso tá fora do jogo. Outra coisa, nós podemos mandar leis com pedido de urgência constitucional, que também não há polêmica entre Câmara e Senado”, disse em entrevista coletiva na tarde desta sexta-feira&nbsp;(31), na capital paulista.</p>



<p>O ministro acrescentou ainda que a “polêmica” no Congresso ocorre em relação às medidas provisórias datadas a partir de janeiro de 2023. “As medidas provisórias do governo anterior então equacionadas do ponto de vista de rito, e o que é lei complementar, projeto de lei, e emenda constitucional, também está resolvido.”</p>



<p>Haddad, que se reuniu hoje com lideranças da indústria e do ramo financeiro, afirmou que a recepção por parte dos setores, sobre o novo arcabouço, tem sido positiva. Ele voltou a dizer que a apresentação das novas regras fiscais é o começo da recuperação das contas públicas.</p>



<p>“Acho que é receptividade foi muito boa em relação ao que foi apresentado ontem. Há alguns detalhes que vão ter que ser equacionados no tempo, que vão ser apresentados. Porque o chamado arcabouço, a regra fiscal, é só o começo de um trabalho de recuperação das contas públicas para ampliar o nosso horizonte de planejamento e investimento”, disse.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sem novos impostos</h2>



<p>O ministro da Fazenda reforçou que não haverá a criação de novos impostos ou aumento de alíquotas dos atuais tributos. De acordo com ele, o governo pretende elevar a receita fazendo com que setores que hoje desfrutam de isenções e benefícios fiscais passem a pagar imposto.</p>



<p>“Nós estamos falando daquilo que, em Brasília, se chama de jabuti, aquelas leis que foram aprovadas, muitas vezes, na calada da noite, que abriram espaço para abusos [fiscais] que, muitas vezes, foram ampliados por decisões administrativas ou judiciais, e que distorcem a competitividade da economia brasileira”, destacou.</p>



<p>“É o que a gente chama de patrimonialismo da economia brasileira, que é aquela economia do favor, do jeitinho, sempre entra alguém lá dando um jeitinho, para o seu próprio negócio, e a economia brasileira, de jeitinho em jeitinho, vai se deteriorando, como aconteceu nos últimos nos últimos anos”, acrescentou.</p>



<p>O ministro ressaltou que esse movimento não tem a ver com elevação da carga tributária, mas com reparação e recomposição da base fiscal, “para que nós possamos enfrentar as despesas relativas ao financiamento de programas sociais, da saúde e da educação, sem o abuso dos juros que se pratica hoje no Brasil”.</p>



<p>A&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-03/novo-marco-fiscal-limita-alta-do-gasto-70-da-variacao-da-receita" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nova regra fiscal</a>, anunciada nesta quinta-feira (30) pelo governo, substituirá o&nbsp;teto de gastos&nbsp;que vigora desde 2016 e limita o crescimento das despesas ao ano anterior, corrigido pela inflação oficial (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo &#8211; IPCA). O novo arcabouço&nbsp;limitará o crescimento da despesa a 70% da variação da receita dos 12 meses anteriores. A ideia é&nbsp;combinar&nbsp;um limite de despesa mais flexível que o teto de gastos com uma meta de resultado primário (resultado das contas públicas sem os juros da dívida pública).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Banco Central</h2>



<p>Na coletiva de hoje, o ministro Fernando Haddad voltou a criticar o patamar elevado da taxa básica de juros, fixada pelo Banco Central, mas disse que está agindo para aproximar a autoridade financeira ao governo. “Eu estou procurando, da minha parte, fazer o melhor papel possível para aproximar a autoridade do Banco Central do governo, para que ele [BC] se comporte como uma agência do Estado brasileiro, apartidária, que não se envolve em política, mas que ajuda a construir um cenário econômico melhor para os investidores”.</p>



<p>“Meu papel portanto é prestar as informações, é tomar as medidas que me parecem a mais adequadas do ponto de vista do governo para endereçar aquilo que interessa para a população brasileira, salvaguardar as despesas sociais, os investimentos sociais, que são muito importantes”, acrescentou.</p>



<p>Na semana passada, por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-03/copom-mantem-juros-basicos-da-economia-em-1375-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">manteve a taxa Selic</a>, juros básicos da economia, em 13,75% ao ano.</p>



<p><strong>(Bruno Bocchini &#8211; Repórter da Agência Brasil /Foto: Fernando Frazão &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/impacto-de-nova-regra-fiscal-sobre-juros-ainda-sera-avaliado-diz-bc/">Impacto de nova regra fiscal sobre juros ainda será avaliado, diz BC</a></p>
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		<title>Haddad nega criação de impostos para cumprir novas regras fiscais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 19:40:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[#impostos]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cumprimento das metas de resultado primário previstas no novo marco .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O cumprimento das metas de resultado primário previstas no novo marco fiscal não envolverá a criação de impostos ou aumento de alíquotas atuais, disse nesta quinta-feira (30), em Brasília, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele, no entanto, admitiu que algumas desonerações para setores específicos poderão ser revertidas.</p>



<p>Haddad prometeu que o governo anunciará, na próxima semana, &nbsp;medidas para garantir um incremento de receitas em até R$ 150 bilhões neste ano. No entanto, reiterou que a alta não decorre de novos tributos. “É um conjunto de medidas saneadoras entre R$ 100 bilhões e R$ 150 bilhões até o fim do ano. Com vistas a dar possibilidade de crescimento. Eu tenho a convicção de que esse país melhor está contemplado com essa fórmula que estamos anunciando”, declarou o ministro ao apresentar o projeto de lei complementar do novo arcabouço fiscal..</p>



<p>“Se, por carga tributária, se entende a criação de tributos ou o aumento de alíquota, não está no nosso horizonte. Não estamos pensando em criar uma CPMF [antigo imposto sobre transações financeiras], nem em onerar a folha de pagamentos”, diz Haddad.</p>



<p>Mesmo sem a criação de tributos, o ministro disse que alguns setores que há décadas se beneficiam com desonerações poderão ter os incentivos fiscais revistos. Em alguns casos, setores novos ainda não regulamentados poderão ter cobrança de impostos, como as apostas esportivas online.</p>



<p>“Temos muitos setores demasiadamente favorecidos com regras de décadas. Vamos, ao longo do ano, encaminhar medidas para dar consistência a esse anúncio. Sim, contamos com setores que estão beneficiados e setores novos que não estão regulamentados [como as apostas eletrônicas esportivas]”, afirmou o ministro. “Vamos fechar os ralos do patrimonialismo brasileiro e acabar com uma série de abusos que foram cometidos contra o Estado brasileiro”, acentuou.</p>



<p>Para o ministro, uma revisão geral dos incentivos fiscais beneficiará toda a população e permitiria ao Banco Central reduzir os juros no futuro. Haddad pediu sensibilidade ao Congresso Nacional para que revise os benefícios fiscais &#8211; atualmente em torno de R$ 400 bilhões por ano &#8211; e cuja revisão foi determinada por uma emenda constitucional de 2021.</p>



<p>“Se quem não paga imposto passar a pagar, todos nós vamos pagar menos juros. É isso que vai acontecer. Agora, para isso acontecer, aquele que está fora do sistema tem que vir para o sistema. O Congresso tem que ter sensibilidade para perceber o quanto o seu desejo foi aviltado na prática pelos abusos e corrigir essas distorções”, salientou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Credibilidade</h2>



<p>Na avaliação do ministro da Fazenda, a flexibilidade trazida pelo novo arcabouço em momentos imprevistos na economia trará regras e mais credibilidade. Segundo Haddad, as regras associaram o que chamou de “o melhor dos dois mundos”, ao combinar dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal e um limite de despesas mais flexível que o antigo teto de gastos.</p>



<p>“Traçamos uma trajetória consistente de resultado primário em que necessariamente a despesa vai correr atrás da receita e, portanto, vai ampliar o espaço para dar sustentabilidade para as contas públicas”, explicou.</p>



<p>A seguir, ele disse que o limite de 70% de crescimento dos gastos será calculado sobre o crescimento das receitas nos 12 meses fechados em julho, antes do envio do Orçamento do ano seguinte para o Congresso. De acordo com o ministro, essa mudança é necessária para evitar um problema recorrente no Orçamento brasileiro: o inchaço de estimativas de arrecadação pelo Congresso.&nbsp;</p>



<p>Ele justificou a banda na meta de resultado primário – margem de tolerância de 0,25 ponto percentual (pp) do Produto Interno Bruto (PIB), para cima ou para baixo, com base na necessidade de evitar instabilidades na execução do Orçamento perto do fim do ano.</p>



<p>“A meta [de superávit primário] tem uma pequena banda também para evitar a sangria desatada de fim de ano ou para gastar mais sem planejamento, para gastar mais ou então cortando despesas de maneira atabalhoada”, explicou.</p>



<p>O ministro não informou uma data de envio do projeto de lei complementar do novo arcabouço ao Congresso. Segundo Haddad, o governo aproveitará o recesso de Semana Santa para elaborar um texto cuidadoso. A ministra Tebet informou ter colocado dois secretários – de Orçamento Federal e o secretário-executivo da pasta – à disposição do Ministério da Fazenda para ajudar na redação do projeto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qualidade</h2>



<p>Também presente ao anúncio do novo arcabouço fiscal, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, reforçou o coro em relação à previsibilidade e credibilidade das novas regras. Ela informou que o governo pretende trabalhar para melhorar a qualidade dos gastos públicos.</p>



<p>“Depois dos primeiros números chegados, vimos que essa regra fiscal é crível, é possível e temos condição de cumpri-la. Porque ela tem flexibilidade e permite que façamos ajustes para atingir as metas. Estamos convictos de que, se o Congresso aprovar esse arcabouço, conseguiremos atingir a meta: diminuir as despesas dentro do possível com qualidade do gasto público. E vamos procurar zerar esse déficit e ter possibilidade de superávit em 2025”, prometeu.</p>



<p><strong>(Welton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil /Foto: José Cruz &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/novas-regras-de-parcerias-com-setor-privado-estao-em-fase-final/">Novas regras de parcerias com setor privado estão em fase final</a></p>
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		<title>Haddad garante que municípios não perderão receita com novo imposto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 23:28:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[#Imposto]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A unificação de vários tributos no Imposto sobre Bens e Serviços .... </p>
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<p>A unificação de vários tributos no Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) não trará perda de arrecadação aos municípios, disse nesta segunda-feira (13) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Ele participou de debate sobre a reforma tributária promovido pela Frente Nacional dos Prefeitos (FNP).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515978&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515978&amp;o=node"></p>



<p>O ministro repetiu declarações recentes de que o IBS, que funciona como um tipo de Imposto sobre Valor Adicionado (IVA), não diminuirá as receitas de 90% das prefeituras. Haddad reiterou que o IVA é o modelo mais adotado no planeta, além de trazer mais simplicidade e transparência ao sistema tributário.</p>



<p>“Quando proponho o IVA, que pode ser dual [um para a União e outro para os estados e municípios] ou não, é um tributo transparente, justo e simples. O IVA não vai diminuir em nada a arrecadação dos municípios; 90% vai ficar exatamente no mesmo lugar, pois será cobrado no destino [local de consumo das mercadorias]”, declarou o ministro.</p>



<p>Haddad ressaltou que o debate sobre o impacto da reforma tributária nos municípios está sendo afetado por ruídos. “Estão criando fantasmas que devem ser enfrentados no diálogo franco. Estou aqui para resolver o problema do país, não o problema da União”, disse.</p>



<p>O ministro comparou a criação do IBS ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Segundo o ministro, desde a introdução do fundo, em 2003, a carga tributária não aumentou, só havendo pequenos ajustes. “Há uma desorganização do ICMS e também dos tributos federais”, disse.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Histórico</h2>



<p>As duas propostas de emenda à Constituição (PEC) da reforma tributária, a PEC 45 (da Câmara) e a PEC 110 (do Senado),&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-01/entenda-propostas-de-reforma-tributaria-paradas-no-congresso" target="_blank" rel="noreferrer noopener">preveem a unificação de diversos tributos no IBS</a>. A proposta da Câmara reúne duas contribuições – o Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) – e três impostos – o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e o Imposto sobre Serviços (ISS).</p>



<p>A proposta do Senado cria dois tributos: a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), que ficaria com a União, e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS). A CBS substituiria a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), o Programa de Integração Social (PIS) e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).</p>



<p>O Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) substituiria o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), arrecadado pelos estados, e o Imposto sobre Serviço (ISS), de responsabilidade dos municípios. A proposta não unificou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide) e o salário-educação no novo tributo federal.</p>



<p>Atualmente, as contribuições ficam inteiramente com a União, o IPI é partilhado entre União e governos locais, o ICMS fica com os estados; e o ISS, com os municípios. A Frente Nacional dos Prefeitos, entidade que representa 415 grandes e médios municípios, é contra a criação do IBS. A entidade defende a PEC 46/2022, de autoria do senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), que unificaria apenas as legislações para o ICMS e o ISS, mas manteria a autonomia das prefeituras e dos governos estaduais para estabelecer as alíquotas e administrar a arrecadação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Simples Nacional</h2>



<p>O ministro da Fazenda negou que pequenos comerciantes serão prejudicados com a criação do IBS. Haddad reiterou que os negócios enquadrados no Simples Nacional não serão abrangidos nessa fase da reforma tributária. Segundo o ministro, a aprovação da reforma poderá impulsionar a reindustrialização do país e trazer impacto de até 20% do PIB.</p>



<p>“Queremos reindustrializar o país, e esse setor será beneficiado, sim. Essa reforma tem impacto de 20% do PIB. Ela está indo no caminho certo. Qualquer economista sabe”, disse.</p>



<p>Na saída do encontro, Haddad reafirmou que uma eventual desoneração definitiva da folha de pagamento será discutida apenas no segundo semestre, tramitando junto com a reforma do Imposto de Renda.</p>



<p><strong>(Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil /Foto: Lula Marques &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/haddad-diz-que-nova-regra-fiscal-e-simples-e-sera-levada-a-lula-na-semana-que-vem/">Haddad diz que nova regra fiscal é simples e será levada a Lula na semana que vem</a></p>
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		<title>Ministro da Fazenda diz que novo arcabouço fiscal está &#8220;consistente&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 19:30:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#arcabouço fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[#Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse hoje (13) que a equipe econômica está segura da consistência do novo arcabouço fiscal que está sendo elaborado de forma a atingir o objetivo de substituir o teto de gastos. A expectativa é apresentar a proposta ainda nesta semana ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, antes de sua viagem à China.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515887&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515887&amp;o=node"></p>



<p>Durante o evento E Agora Brasil, promovido em Brasília pelo grupo Globo, Haddad disse que pretende detalhar a proposta ainda nesta segunda-feira com o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Geraldo Alckmin. “Assim teremos tempo de dar ao Ministério do Planejamento condições de começar a elaborar a LDO [Lei de Diretrizes Orçamentárias]”, afirmou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reforma Tributária</h2>



<p>Ao falar sobre a reforma tributária, Haddad explicou que será por meio desta que o governo buscará “justiça tributária, simplificação, transparência e agenda de desenvolvimento”, de forma a propiciar “maior desenvolvimento” para o país. Segundo o ministro, a expectativa é que a proposta seja votada pela Câmara entre junho e julho para, em setembro ou outubro, ser apreciada pelo Senado.</p>



<p>Haddad reiterou que o compromisso da reforma tributária é garantir uma carga fiscal estável. “Não temos nenhuma intenção de onerar imposto sobre consumo por razões óbvias: o Brasil já cobra muito sobre consumo. Como não dá para baixar, vamos manter para que, depois, em uma segunda fase, posamos abrir espaço para uma acomodação que diminua o imposto sobre consumo ao longo do tempo”.</p>



<p>Ele comparou a reforma a “uma porção de chavinhas a serem mexidas”. “Se olhar para a que vai resultar em perda, e não olhar para a que vai resultar em ganho, você vai inviabilizar a reforma”, argumentou o ministro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Choque de eficiência</h2>



<p>O ministro acrescentou que o choque de eficiência causado pela reforma tributária na economia brasileira será tão grande que dificulta qualquer projeção mais precisa. “Não é possível estimar neste momento, de tão grande que será. Fala-se de algo entre 10% e 20% de choque do PIB [Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país].”</p>



<p>“Mas penso que vamos facilitar muito a vida dos investidores, dos trabalhadores e do Poder Público, com essa perspectiva, e ninguém pode usar como pretexto o de que vai perder ou ganhar, porque todos os prazos estão sendo calibrados justamente para termos uma aterrissagem suave, uma transição suave, mas que impacte diretamente no contribuinte”, complementou.</p>



<p>Em resposta a perguntas feitas pela plateia, Haddad reiterou que a volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) não está nos planos de sua equipe. “Não está no nosso radar, nem nos planos da área econômica. Falo em nome da Fazenda, do Planejamento e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Não está na mesa de ninguém essa possibilidade no Brasil.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Horizonte de sustentabilidade</h2>



<p>O ministro da Fazenda acrescentou que, tendo por base propostas desenhadas “a partir do acúmulo do Senado e da Câmara”, a proposta vai pôr fim a um enorme conflito distributivo no país, nos âmbitos público-privado e público-público.</p>



<p>“Isso vai nos dar um horizonte de sustentabilidade e uma segurança jurídica muito maiores do que temos hoje, e eliminar aquelas desonerações completamente arbitrárias, que foram feitas com base no capitalismo de compadrio. E vamos ter transparência, sabendo de onde está vindo e para onde está indo o dinheiro público brasileiro”.</p>



<p>O ministro disse ter convicção de que, se o governo anterior quisesse votar a reforma tributária, ele teria conseguido. “Digo isso porque vários depoimentos me foram dados por parlamentares, inclusive da base do governo anterior. Ele não quis votar a reforma tributária. Podia ter votado e seria um legado importante para o país.”</p>



<p>(<strong>Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong> /<strong>Foto: Antonio Cruz – Agência Brasil</strong>)</p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/tebet-diz-que-nova-regra-fiscal-garante-investimentos-e-vai-agradar-ao-mercado/">Tebet diz que nova regra fiscal garante investimentos e vai agradar ao mercado</a></p>
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		<title>Haddad diz que nova regra fiscal é simples e será levada a Lula na semana que vem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2023 21:10:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[#regra fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), reforçou nesta sexta-feira (10) que vai apresentar a nova proposta de arcabouço fiscal ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na próxima semana, assim que o mandatário definir a sua agenda pública.</p>



<p>Haddad evitou passar detalhes da proposta, argumentando que primeiro precisa apresentá-la a Lula. O ministro disse apenas que ela é &#8220;simples&#8221;, mas que é necessário &#8220;ter cautela&#8221;. Ainda acrescentou que não pretende adiantar alguns pontos porque o assunto &#8220;mexe com humores&#8221; e que não quer &#8220;prejudicar ninguém&#8221;.</p>



<p>Haddad realizou um anúncio nesta sexta-feira (10) para apresentar acordo da União com estados para compensar as perdas dos demais entes da federação com as mudanças nas regras do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para combustíveis.</p>



<p>Ao final, o ministro foi questionado sobre a proposta, mas não quis transmitir mais detalhes. Apenas afirmou que a equipe econômica já está fechada em torno da proposta, mas que a palavra final caberá ao presidente da República.</p>



<p>&#8220;Na semana passada, eu falei que vou concluir o arcabouço no âmbito da Fazenda. Essa semana, eu concluo no âmbito da área econômica e na semana que vem eu apresento ao presidente da República. Eu já disse isso inclusive na reunião ministerial, que eu estou pronto para [apresentar a proposta], já falei com vários interlocutores, que são pessoas-chave, para que tenhamos segurança do desenho que está sendo apresentado&#8221;, afirmou.</p>



<p>&#8220;E vamos apresentar assim que o presidente abrir a agenda da semana que vem para ele. E ele que vai dar a palavra final. Nós da área econômica já temos um entendimento sobre isso&#8221;, completou.</p>



<p>O ministro da Fazenda ainda afirmou que evita dar detalhes sobre o modelo que substituirá o teto de gastos para não impactar no mercado, afirmando que essas notícias mexem com &#8220;humores&#8221; e fazem pessoas ganharem e perderem dinheiro.</p>



<p>&#8220;Isso mexe com humores, faz pessoas ganhar dinheiro e outras perder dinheiro. E eu não estou querendo prejudicar ninguém. Por isso que o zelo com a informação tem que ser tomado sobretudo da autoridade econômica. Se eu não tiver zelo com isso, vou estar prejudicando alguém desnecessariamente&#8221;, afirmou.</p>



<p>&#8220;A regra é simples, mas tem uma dinâmica própria e vai passar pelo escrutínio do Congresso. Temos que ter cautela e procurar respeitar o trâmite para não prejudicar ninguém&#8221;, completou.</p>



<p>O novo arcabouço fiscal a ser proposto pelo governo é um dos temas mais aguardados pelo mercado, por interferir de forma direta nas expectativas em torno da trajetória para as contas públicas ao longo dos próximos anos.</p>



<p>No último dia 2, o ministro já havia declarado que o anúncio da nova regra fiscal foi antecipado para março para que o PLDO (Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias) seja encaminhado ao Congresso já com base na nova regra fiscal.</p>



<p>O projeto de LDO deve ser enviado ao Executivo para o Congresso até 15 de abril de cada ano, e ser devolvido para sanção até 17 de julho do mesmo ano. Dentro desse cronograma, sem que um novo arcabouço fiscal seja apresentado antes, a largada da discussão orçamentária de 2024, que deveria ser 100% Lula, teria de se basear na regra que está em vigor (e que o governo rejeita), o teto de gastos.</p>



<p><strong>(Nathalia Garcia e Renato Machado &#8211; Folhapress /Foto: Marcelo Camargo &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/tebet-diz-que-nova-regra-fiscal-garante-investimentos-e-vai-agradar-ao-mercado/">Tebet diz que nova regra fiscal garante investimentos e vai agradar ao mercado</a><a href="javascript:void(0);"></a></p>
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		<title>Cláudio Castro pede a Haddad revisão de recuperação fiscal do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 00:28:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[#Cláudio Castro]]></category>
		<category><![CDATA[#Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
		<category><![CDATA[#rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>A desoneração do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre diversos produtos provocou perda de arrecadação de R$ 5 bilhões para o estado do Rio&nbsp;de Janeiro, disse nessa terça-feira (7) o governador do Rio&nbsp;de Janeiro, Cláudio Castro. Ele se reuniu&nbsp;por cerca de duas horas com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para pedir a revisão do Regime de Recuperação Fiscal (RRF) do estado.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1514812&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1514812&amp;o=node"></p>



<p>Segundo Castro, Haddad prometeu rever as&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-06/rio-fecha-acordo-com-uniao-sobre-plano-de-recuperacao-fiscal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bases do acordo</a>&nbsp;assinado em junho do ano passado, mas disse que só começará a discutir o assunto após resolver as negociações da medida provisória que reonera a gasolina e o etanol. O governador destacou que o estado não pensa em sair do RRF, mas defendeu a revisão do acordo para evitar o desequilíbrio das contas locais e problemas no&nbsp;serviço público.</p>



<p>No ano passado, as leis complementares 194 e 192 estabeleceram a alíquota máxima de 18% de ICMS sobre combustíveis, telecomunicações, energia e transporte coletivo. Antes da lei, o estado cobrava até 32% de ICMS. Segundo Castro, a queda na arrecadação estadual, provocada pela desoneração, tornou impossível para o governo do Rio&nbsp;honrar as parcelas da dívida&nbsp;com a União previstas para este ano.</p>



<p>“O Regime [de Recuperação Fiscal] do Rio foi assinado uma semana antes da sanção das leis 194 e 192. Naquele momento, nossa realidade de arrecadação era uma, por isso o plano foi aprovado. Assim que entram em vigor a 194 e a 192, elas mudam nossa base de arrecadação, o que muda toda perspectiva do plano de pagamento”, disse Castro à&nbsp;saída do encontro com Haddad.</p>



<p>Apenas com o ICMS dos combustíveis, diz Castro, a perda de arrecadação chegou a R$ 3 bilhões no ano passado. Para este ano, ele estima impacto ainda maior, de R$ 10 bilhões, considerando todos os itens desonerados, não apenas os combustíveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Compensação</h2>



<p>As próprias leis que desoneraram o ICMS, tributo administrado pelos estados e o que mais arrecada no país, preveem a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-02/tesouro-pretende-parcelar-compensacao-do-icms-dizem-governadores" target="_blank" rel="noreferrer noopener">compensação das perdas</a>&nbsp;de arrecadação, que está sendo negociada com o governo federal desde o início do ano. Segundo Castro, Haddad prometeu resolver a compensação em até dez dias e, só depois, discutir uma possível revisão do RRF do Rio&nbsp;de Janeiro.</p>



<p>O governo federal quer parcelar a compensação ao longo dos quatro anos de mandato, mas há discordância em relação aos valores. Os estados e os municípios pedem R$ 45 bilhões. O Tesouro Nacional prometeu a metade: R$ 22,5 bilhões. No último dia 28, Haddad reuniu-se com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator do acordo da dívida dos estados na corte, para discutir o tema.</p>



<p>Em relação à cobrança de ICMS sobre a gasolina e o etanol, Castro disse ter sugerido ao Fórum dos Governadores uma alíquota de 22% ou de 23%, válida para todo o país. “[Essa alíquota] reporia perdas e não chegaria ao valor absurdo que estava antes”, declarou o governador.</p>



<p><strong>(Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil /Foto: Fernando Frazão &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/carnaval-deve-injetar-r-45-bilhoes-na-economia-do-rio-de-janeiro/">Carnaval deve injetar R$ 4,5 bilhões na economia do Rio de Janeiro</a></p>
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		<title>Haddad admite desaceleração, mas descarta risco de recessão</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/haddad-admite-desaceleracao-mas-descarta-risco-de-recessao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 01:58:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A retração do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e .... </p>
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<p>A retração do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) verificada no quarto trimestre do ano passado reflete a desaceleração da economia provocada pelos juros altos, disse nesta quinta-feira (2) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Apesar do encolhimento do indicador no fim de 2022, o ministro descartou o risco de recessão para este ano.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1513860&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1513860&amp;o=node"></p>



<p>“Não estamos trabalhando com perspectiva de recessão”, disse Haddad, ao chegar ao Ministério da Fazenda após participar da cerimônia de&nbsp;<a href="http://https//agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-03/lula-cobra-fiscalizacao-rigorosa-do-novo-bolsa-familia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lançamento do novo Bolsa Família</a>, no Palácio do Planalto. Uma economia entra em recessão técnica quando registra dois trimestres seguidos de resultados negativos.</p>



<p>Ele comentou o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-03/pib-cresce-29-em-2022-e-fecha-o-ano-em-r-99-trilhoes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">resultado do PIB de 2022</a>, divulgado mais cedo pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Embora a economia tenha crescido 2,9% no ano passado, houve uma retração de 0,2% no quarto trimestre.</p>



<p>“Todo o desafio do Ministério da Fazenda, da área econômica, é reverter esse quadro e promover uma curva ascendente do crescimento do PIB. Neste momento, ela está descendente”, disse o ministro.</p>



<p>Para o ministro Fernando Haddad, a economia está perdendo força por causa das altas dos juros promovidas pelo Banco Central (BC). Embora a taxa Selic (juros básicos da economia) tenha parado de subir em agosto do ano passado,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-02/copom-mantem-juros-basicos-da-economia-em-1375-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">está no nível mais alto desde o início de 2017</a>&nbsp;e os efeitos de um aperto monetário, no Brasil, levam de seis a nove meses para serem sentidos na economia.</p>



<p>Segundo Haddad, as elevações dos juros foram influenciadas por medidas fiscais adotadas pelo governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. Por isso, o ministro considera o crescimento de 2,9% do PIB no ano passado como “em linha com o esperado”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Harmonização</h2>



<p>O ministro voltou a destacar a importância de “harmonizar” as políticas monetária e fiscal, para que a população mais vulnerável seja poupada da desaceleração da economia. “Temos a oportunidade de resolver o quadro neste ano, sem prejudicar a população de menor renda”, disse.</p>



<p>Conforme declarações recentes de Haddad, a harmonização ocorreria da seguinte forma. Os ministérios da Fazenda e do Planejamento tomam medidas para elevar a arrecadação. Em troca, o BC anuncia a possibilidade de começar a reduzir a Selic nos próximos meses. O envio do novo marco fiscal e da reforma tributária ao Congresso também ajudariam nessa missão.</p>



<p>Sobre a política de preços para os combustíveis, o ministro da Fazenda disse que o tema está sendo tratado pelo Ministério de Minas e Energia, mas que a ideia seria encontrar um meio-termo entre a cotação internacional do petróleo e o preço na bomba. “Pretendemos encontrar alternativas para que não pese no bolso do consumidor as eventuais variações de preço internacional, que penalizaram muito o consumidor no último governo”, explicou.</p>



<p><strong>(Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil /Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/na-india-haddad-mostra-preocupacao-com-juros-altos-e-crise-climatica/">Na Índia, Haddad mostra preocupação com juros altos e crise climática</a></p>
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		<title>Na Índia, Haddad mostra preocupação com juros altos e crise climática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2023 21:06:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, manifestou hoje (24), durante discurso .... </p>
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<p>O Ministro da Fazenda, Fernando Haddad, manifestou hoje (24), durante discurso em reunião do G20, na Índia, preocupação com a elevação dos juros e o endividamentos dos países mais pobres. Para o ministro, os bancos multilaterais devem promover reformas internas para direcionar recursos para ações de alimentação, combate à pobreza e no enfrentamento à crise climática. O G20 é o grupo formado pelos ministros de finanças e chefes dos bancos centrais das 19 maiores economias do mundo mais a União Europeia.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1512653&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1512653&amp;o=node"></p>



<p>“Mantendo o foco na prosperidade compartilhada e nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), devemos aprofundar as discussões sobre reformas nos bancos multilaterais de desenvolvimento que reforcem seu papel de formar parcerias e canalizar recursos para lidar com o nexo clima, alimentação e pobreza”, disse Haddad na sessão de abertura da reunião do G20.</p>



<p>Em seu pronunciamento, Haddad disse que essas instituições devem ser capitalizadas para apoiar os países em desenvolvimento com financiamento de longo prazo, taxas de juros adequadas e estruturas inovadoras para reduzir riscos, estimular parcerias público-privadas e atrair investimentos privados.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>“A elevação dos juros em meio à fragilidade da economia mundial agrava o cenário. Devemos continuar o trabalho que está sendo realizado no Marco Comum e outros esforços de coordenação coletiva. Ter mecanismos para uma reestruturação ordenada e oportuna é do interesse de credores e devedores”.</p></blockquote>



<p>Haddad disse ainda que o Brasil estava “isolado”, mas que agora vai reconstruir sua presença internacional para promover entendimentos baseados na inclusão e em um futuro sustentável, com redução das desigualdades e no alcance das metas de redução de emissões de carbono, em especial, para projetos dos países em desenvolvimento e emergentes.</p>



<p>“O financiamento climático é mais caro e apresenta taxas de risco mais altas para esses países, o que dificulta o alcance das metas de redução de emissões de carbono”, disse.</p>



<p>O ministro abordou os desafios mundiais enfrentados atualmente, como as consequências da pandemia da covid-19, guerras, conflitos, aumento da pobreza e das desigualdades, obstáculos ao abastecimento de alimentos e de energia limpa. Ele enfatizou que deve haver mais diálogo entre as maiores economias para que se obtenha resultados concretos.</p>



<p>Haddad disse ainda, em 2024, quando o Brasil estará na presidência do G20, trabalhará para fortalecer o multilateralismo, mantendo o foco na prosperidade compartilhada e nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), destacando o compromisso do governo em acabar com o desmatamento até 2030.</p>



<p><strong>(Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil /Foto: Marcelo Camargo &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/haddad-avalia-que-congresso-tem-sinalizado-apoio-ao-executivo/">Haddad avalia que Congresso tem sinalizado apoio ao Executivo</a></p>
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