Focus: Selic no fim de 2026 segue em 14,00%; fim de 2027 segue em 12,00%

Focus: Selic no fim de 2026 segue em 14,00%; fim de 2027 segue em 12,00%

Por Marianna Gualter – Estadão Conteúdo

A mediana do relatório Focus para a taxa Selic no fim de 2026 seguiu em 14,00% pela quinta semana consecutiva. Considerando só as 91 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a mediana para a Selic no fim deste ano também permaneceu em 14,00%

A estimativa intermediária do relatório Focus para a taxa Selic no fim de 2027 continuou em 12,00% pela sexta semana seguida. Levando em conta apenas as 90 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, a mediana caiu de 12,25% para 12,00%.

O Comitê de Política Monetária (Copom) do BC promoveu cortes de 0,25 ponto porcentual dos juros nas três primeiras reuniões de 2026, que levaram a Selic a 14,25% ao ano.

No comunicado da reunião de junho, o comitê voltou a enfatizar a incerteza do cenário e disse que, em decorrência da dinâmica dos riscos associados à evolução dos preços, a magnitude total do atual ciclo de calibração da Selic será estabelecida “à luz de novas informações visando assegurar a convergência da inflação à meta”.

Na última sexta-feira, 24, o presidente do BC, Gabriel Galípolo, afirmou que o Copom trabalha com diferentes planos de voo para a condução da política monetária e avalia qual deles tem a maior capacidade de levar a inflação para mais perto da meta de 3%, com o menor custo em termos de volatilidade.

“Trabalhamos com trajetórias que contemplam cenários com combinações de diferentes momentos de pausa e de retomada no ciclo”, disse, durante participação no evento Expert XP, em São Paulo.

A mediana do mercado para a Selic no fim de 2028 seguiu em 10,50% pela quarta semana seguida. A estimativa para 2029 continuou em 10,00% pela 12ª semana consecutiva.

*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Dólar no fim de 2026 segue em R$ 5,20, projeta Focus

A mediana do relatório Focus para a cotação do dólar no fim de 2026 seguiu em R$ 5,20 pela sexta semana consecutiva. Considerando apenas as 71 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a estimativa intermediária continuou em R$ 5,20.

A mediana para a cotação da moeda americana no fim de 2027 oscilou de R$ 5,28 para R$ 5,29, depois de três semanas de estabilidade.

A projeção para o fim de 2028 continuou em R$ 5,30. Há um mês, era R$ 5,35. A estimativa para 2029 aumentou de R$ 5,40 para R$ 5,37. Há um mês, era de R$ 5,40.

A projeção anual de câmbio publicada no Focus é calculada com base na média para a taxa no mês de dezembro, e não no valor projetado para o último dia útil de cada ano, como era até 2020

*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Mediana de IPCA 2026 vai 5,15% para 5,12%, aponta Focus

A mediana do relatório Focus para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2026 caiu pela quarta semana seguida, de 5,15% para 5,12% – 0,62 ponto porcentual acima da meta de inflação perseguida pelo Banco Central, de 4,50%. Considerando apenas as 110 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a mediana diminuiu de 5,17% para 5,10%.

Por outro lado, a estimativa intermediária do mercado para o IPCA de 2027 aumentou de 4,20% para 4,22%. Um mês antes, era de 4,17%. Considerando apenas as 109 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, subiu de 4,20% para 4,24%.

A mediana do Focus para a inflação de 2028 aumentou pela segunda semana seguida, de 3,78% para 3,80%. Um mês antes, era de 3,70%. Para 2029, seguiu em 3,50%, pela 47ª semana consecutiva.

A trajetória prevista pelo mercado segue acima da esperada pelo Banco Central. A autoridade monetária prevê alta de 5,2% do IPCA em 2026, 3,7% em 2027 e 3,1% em 2028, segundo o Relatório de Política Monetária (RPM) do segundo trimestre.

A partir de 2025, a meta de inflação passou a ser contínua, com base no IPCA acumulado em 12 meses. O centro é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos. Se a inflação ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o BC perdeu o alvo.

*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Foto: Agência Brasil

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