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	<title>Política &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
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	<title>Política &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Trump questiona vitória de Lula enquanto líderes internacionais o parabenizam; PL admite derrota</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2026 13:56:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Agência Brasil O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, questionou, .... </p>
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<p><strong>Por Agência Brasil</strong></p>



<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, questionou, nesta segunda-feira (26), o resultado das eleições presidenciais brasileiras, realizadas no domingo (25), que garantiram a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As declarações foram contestadas pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e ocorreram em meio ao reconhecimento da vitória por líderes internacionais e pelo Partido Liberal (PL), legenda do senador Flávio Bolsonaro, derrotado no segundo turno.</p>



<p>Durante conversa com jornalistas, Trump levantou suspeitas sobre a condução do processo eleitoral brasileiro e criticou a decisão de ampliar o horário de votação em duas horas, até as 19h. O presidente norte-americano afirmou que a eleição lhe pareceu fraudada, mas não apresentou provas que sustentassem a acusação.</p>



<p>Apesar dos questionamentos, Trump declarou manter uma boa relação com Lula e reconheceu que não cabe a ele governar o Brasil.</p>



<p>As declarações provocaram uma reação do vice-presidente reeleito, Geraldo Alckmin, que classificou o posicionamento do norte-americano como equivocado. Alckmin defendeu a autonomia das instituições brasileiras e afirmou que o resultado das urnas deve ser respeitado, sem interferência de governos estrangeiros.</p>



<p>O episódio ocorre em meio às negociações comerciais entre Brasil e Estados Unidos, após a imposição de tarifas sobre produtos brasileiros pelo governo norte-americano. Segundo Alckmin, o governo brasileiro pretende retomar as conversas com Washington para buscar um acordo comercial, além de ampliar as relações econômicas com outros mercados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Líderes internacionais reconhecem reeleição de Lula</h3>



<p>Enquanto Trump questionava o processo eleitoral, chefes de Estado e representantes de governos de diferentes regiões reconheceram a vitória de Lula e enviaram mensagens de congratulações ao presidente brasileiro.</p>



<p>O presidente da França, Emmanuel Macron, parabenizou o petista e defendeu o fortalecimento da parceria entre os dois países. O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, também se manifestou sobre o resultado, assim como o presidente do Equador, Daniel Noboa, que destacou a importância da cooperação regional.</p>



<p>Entre os líderes que reconheceram a reeleição estão ainda a presidente do México, Claudia Sheinbaum, o presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, e o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney. O representante canadense mencionou oportunidades de ampliação do comércio e da cooperação ambiental entre os países.</p>



<p>A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, manifestou interesse em aprofundar as relações com o Brasil e citou a possibilidade de um acordo entre o Japão e o Mercosul. A China também divulgou comunicado defendendo a continuidade da cooperação bilateral. O presidente russo, Vladimir Putin, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também reconheceram o resultado.</p>



<p>No cenário nacional, o Partido Liberal (PL), legenda de Flávio Bolsonaro, reconheceu a vitória de Lula. O posicionamento foi divulgado pelo presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, que afirmou respeitar o resultado proclamado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>



<p>Apesar do reconhecimento, Costa Neto defendeu esclarecimentos sobre medidas adotadas pelo governo federal durante a campanha. Segundo o dirigente, a ampliação de gastos públicos com benefícios sociais às vésperas da votação levantou questionamentos sobre possíveis impactos na disputa.</p>



<p>A manifestação do partido contrasta com a posição de Flávio Bolsonaro, que declarou não reconhecer o resultado. O senador questionou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, que autorizou a prorrogação da votação após registros de restrições à circulação do transporte coletivo em diferentes cidades. A ampliação do horário havia sido solicitada pelas duas candidaturas.</p>



<p>Segundo os resultados divulgados pelo TSE, Lula venceu o segundo turno com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro.</p>



<p>Com a conclusão da disputa eleitoral, as relações diplomáticas e comerciais entre Brasil e Estados Unidos passam a integrar as discussões sobre o próximo mandato de Lula, enquanto o reconhecimento do resultado avança entre governos estrangeiros e partidos brasileiros.</p>



<p><strong>Foto: Reprodução /Paulo Pinto &#8211; Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/imprensa-internacional-repercute-tarifaco-de-trump-contra-o-brasil/" data-type="post" data-id="49095">Imprensa internacional repercute tarifaço de Trump contra o Brasil</a></p>



<p></p>
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		<title>&#8216;Dramática reviravolta&#8217; e &#8216;surpreendente&#8217;: imprensa internacional repercute vitória de Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2026 13:55:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
		<category><![CDATA[eleição]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÃO 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Lóren Souza &#8211; Estadão Conteúdo A imprensa internacional repercutiu no .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Lóren Souza &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>A imprensa internacional repercutiu no domingo (25), a reeleição do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os veículos de comunicação do exterior classificaram o resultado como &#8220;dramática reviravolta&#8221; e &#8220;surpreendente&#8221;. O petista venceu a disputa do segundo turno com 51,79% dos votos válidos contra 48,21% do senador Flávio Bolsonaro (PL).</p>



<p>O jornal argentino <em>La Nación</em> destacou o dia da eleição como &#8220;polêmico&#8221; devido à extensão do horário de votação e chamou a reeleição de Lula de &#8220;virada inédita&#8221;. O texto citou a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Cristiano Zanin de prorrogar o horário de votação até as 19 horas em todo o País. O pedido foi feito pelas duas campanhas.</p>



<p>O jornal aponta a queda na abstenção &#8211; de 21% no primeiro turno para 19,21% no segundo turno, que representa cerca de 3 milhões de eleitores no País.</p>



<p>A reportagem repercute ainda na relação diplomática entre Brasil e Argentina. &#8220;As ações do presidente argentino Javier Milei, que apoiou abertamente Flávio Bolsonaro após meses de tensão diplomática com Lula, também foram centrais para a campanha. Com a vitória do Partido dos Trabalhadores, a relação entre Buenos Aires e Brasília, os dois principais parceiros do Mercosul, enfrenta um futuro incerto, com um dos países vizinhos apostando abertamente na derrota do presidente reeleito&#8221;, escreve.</p>



<p>A agência de notícias <em>Reuters</em> chamou a vitória de Lula de &#8220;resultado surpreendente&#8221; por desafiar as últimas pesquisas de intenção de voto e a onda de vitórias da direita na América Latina. Além disso, a agência relembrou a trajetória política do presidente e destacou sua reeleição depois de ter ficado em segundo lugar no primeiro turno.</p>



<p>&#8220;A vitória de Lula priva Trump de um importante reforço para o crescente bloco de governos latino-americanos de direita que adotaram a agenda de Washington em matéria de segurança e migração&#8221;, citou a agência sobre o cenário internacional e o relacionamento com o governo norte-americano.</p>



<p>A agência destacou que, apesar da vitória, o governo pode encontrar dificuldades de governar em razão de um Congresso mais conservador. &#8220;Juntos, o Partido Liberal (PL) de Bolsonaro e os partidos aliados poderiam controlar mais de 280 cadeiras na Câmara dos Deputados e até 50 cadeiras no Senado, o suficiente para maiorias confortáveis em ambas as casas&#8221;, disse.</p>



<p>A notícia mencionou também a economia, apontando que, segundo as previsões do governo, ela crescerá apenas 2,3% no próximo ano, o que pode agravar as preocupações fiscais ligadas às elevadas taxas de juro e à dívida pública.</p>



<p>O <em>The Guardian</em>, do Reino Unido, afirmou que o presidente reeleito protagonizou uma &#8220;dramática reviravolta&#8221; ao derrotar Flávio Bolsonaro e conquistar &#8220;um quarto mandato histórico&#8221;.</p>



<p>O jornal também relembrou o resultado do primeiro turno, ocorrido em 4 de outubro, liderado por Flávio. Segundo o jornal, após a conclusão do primeiro turno, o futuro político de Lula foi colocado em dúvida. &#8220;Desde o retorno da democracia na década de 1980, nunca antes o segundo colocado no primeiro turno havia vencido o segundo turno&#8221;, disse.</p>



<p>A reportagem destacou também a participação popular na reeleição do presidente e citou manifestações na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, e na Avenida Paulista, em São Paulo.</p>



<p>&#8220;O político de esquerda de 81 anos parece ter compensado grande parte da diferença através daquilo que seus aliados identificaram como sua principal oportunidade: persuadir seus eleitores a comparecerem às urnas. Após uma taxa recorde de abstenção de 21,08% no primeiro turno, que afetou desproporcionalmente os eleitores de Lula por estes tenderem a morar mais longe dos locais de votação, a taxa caiu para 19,21%&#8221;, mencionou.</p>



<p>O jornal citou também o cenário para o presidente dos EUA, Donald Trump. &#8220;O presidente norte-americano esperava que Bolsonaro se tornasse o mais recente de uma série de líderes pró-Trump a assumir o poder na América Latina, incluindo Abelardo de la Espriella, na Colômbia, Daniel Noboa, no Equador, José Antonio Kast, no Chile, e Javier Milei, na Argentina&#8221;, escreveu.</p>



<p>O <em>Washington Post</em>, jornal americano, destacou a eleição de Lula para o quarto mandato e citou o governo de Jair Bolsonaro, ex-presidente da República e pai de Flávio Bolsonaro, como justificativa para a mobilização de eleitores nas últimas semanas.</p>



<p>&#8220;Mas a perspectiva de uma restauração de Bolsonaro galvanizou os eleitores. A Presidência de seu pai, de 2019 a 2023, foi marcada por turbulências institucionais e retrocessos ambientais. Jair Bolsonaro minimizou a pandemia do coronavírus, que matou mais de 700 mil pessoas no Brasil, atacou as instituições democráticas e implementou políticas que alienaram mulheres, negros e indígenas&#8221;, citou o texto.</p>



<p>O governo Trump foi citado como simpático à família Bolsonaro, e o resultado das urnas, como um revés para a construção de um bloco alinhado aos EUA na América Latina.</p>



<p>&#8220;Trump não declarou apoio a Flávio Bolsonaro, como fez com seu pai em 2022. Mas seu governo tomou diversas medidas solicitadas pela família Bolsonaro. Impôs tarifas sobre produtos brasileiros e sanções a autoridades importantes para pressionar o País a arquivar o processo contra Jair Bolsonaro e planejou enviar altos funcionários para questionar a integridade das eleições brasileiras&#8221;, citou o texto.</p>



<p>O papel das plataformas digitais nas eleições também foi mencionado pelo jornal. &#8220;A campanha de Lula acusou a Meta de direcionar suas plataformas em favor de Flávio Bolsonaro, alegando que os resultados de busca marginalizavam ativistas progressistas, vídeos críticos ao candidato de direita eram removidos sem explicação e publicações pró-Lula alcançavam menos pessoas.&#8221;</p>



<p><strong>Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/cni-encontro-lula-trump-representa-avanco-concreto-em-negociacoes/" data-type="post" data-id="51657">CNI: encontro Lula-Trump representa “avanço concreto” em negociações</a></p>
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		<title>Datafolha: Lula e Flávio Bolsonaro empatam com 50% dos votos válidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 00:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[eleição 2026]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Mariana Ribas e Daniel Tozzi &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (22), mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) empatados com 50% dos votos válidos cada. No levantamento anterior do Datafolha, do dia 15, os votos válidos eram, respectivamente, 51% e 49%. Votos válidos excluem brancos e nulos.</p>



<p>Em votos totais, Flávio aparece com 47%, contra 46% do atual presidente. No levantamento anterior, do dia 15, Flávio estava com os mesmos 47% dos votos totais, contra 45% de Lula. Com isso, permanece o empate técnico, considerando a margem de erro de 2 pontos porcentuais. A vantagem de Flávio sobre Lula passou de 2 pontos porcentuais para 1 pp em uma semana.</p>



<p>Os que disseram que votarão em branco, nulo ou em nenhum dos candidatos, passaram de 6% para 5% em uma semana. Já os indecisos permanecem em 2%.</p>



<p>O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) terminou à frente no primeiro turno, com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula.</p>



<p>O período de coleta da nova pesquisa vai de 20 a 22 de outubro, com 2.520 entrevistados, margem de erro de dois pontos porcentuais e com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o código BR-09709/2026. A pesquisa compreendeu o período após a promulgação da PEC do fim da 6&#215;1, em 16 de outubro, e do debate presidencial realizado por <em>Band/Estadão</em> no último domingo (18).</p>



<p><strong>Foto: Ricardo Stuckert/PT e Vittor Sales/PL</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/governo-brasileiro-confirma-conversa-de-lula-e-trump/" data-type="post" data-id="50545">Governo brasileiro confirma conversa de Lula e Trump</a></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Governo prevê crédito a empresas afetadas por fim da 6&#215;1, diz Durigan; Saiba quando começa a valer a nova escala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#empresa]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Agência Brasil A equipe econômica estuda oferecer linhas de crédito .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Agência Brasil</strong></p>



<p>A equipe econômica estuda oferecer linhas de crédito e programas de capacitação para empresas que enfrentarem dificuldades com o fim da escala de trabalho 6&#215;1, disse o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Segundo ele, o impacto da emenda constitucional sobre os empregadores ainda será avaliado, mas o governo prevê financiamento específico para a transição.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705629&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705629&amp;o=node"></p>



<p>“É possível que a gente faça, por exemplo, uma espécie de linha de crédito ou de capacitação para a inovação”, afirmou Durigan em entrevista à TV Band na última sexta-feira (16). A Emenda Constitucional nº 141 de 2026, que põe fim à escala de seis dias de trabalho e apenas um de descanso (6&#215;1) e prevê a escala 5&#215;2, com duas folgas por semana, começa a valer a partir de 15 de dezembro de 2026. A nova jornada entra em vigor em todo país, considerando o período de transição de 60 dias estabelecido na lei. </p>



<p>A medida, ressaltou o ministro, busca ajudar os negócios a se adaptarem à nova jornada, com investimentos em inovação e produtividade. Durigan também mencionou que o governo pretende apoiar empresas afetadas pela reforma tributária.</p>



<p>Sobre a emenda que trata do fim da escala, a mudança também incluiu uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses. Após 60 dias, a redução já deverá ser de duas horas semanais. Confira os prazos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias); </li>



<li>redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias);</li>



<li>jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5&#215;2 (em 14 meses).  </li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Inovação e capacitação</h4>



<p>Durigan afirmou que a equipe econômica ainda está analisando quais empresas e setores terão maior impacto com a mudança. A intenção é destinar o apoio aos negócios que precisarem de mais recursos para reorganizar as atividades.</p>



<p>Segundo o ministro, a adaptação pode envolver modernização de processos, treinamento de funcionários e adoção de novas tecnologias para manter a produção mesmo com menos dias de trabalho.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Os empresários têm que ter apoio do governo para participar desse novo tempo, que é uma mudança civilizacional”, declarou.</p>
</blockquote>



<p>O ministro citou o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e outros sistemas de capacitação como parceiros em iniciativas de treinamento, especialmente para pequenos negócios.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Apoio às pequenas empresas</h4>



<p>Durigan afirmou que o governo já ampliou o limite de crédito para pequenas empresas, de R$ 250 mil para R$ 500 mil, inclusive para operações destinadas ao capital de giro, recursos usados para manter as despesas e o funcionamento cotidiano dos negócios.</p>



<p>O ministro não anunciou uma desoneração da folha de pagamento ou outra compensação direta aos empregadores. Em vez disso, destacou a possibilidade de financiamento direcionado e capacitação para empresas que precisarem se adaptar.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Já temos uma previsão de ter linhas de crédito específicas para essa transição, tanto da reforma tributária quanto do fim da jornada 6&#215;1”, disse.</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">Impacto ainda será avaliado</h4>



<p>A mudança na jornada foi aprovada pelo Congresso e <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/congresso-promulga-emenda-do-fim-da-6x1-escala-5x2-comeca-em-60-dias" target="_blank" rel="noreferrer noopener">promulgada nesta sexta-feira</a>. A nova regra prevê dois dias de descanso remunerado por semana e redução gradual da jornada máxima de 44 para 40 horas, sem corte salarial.</p>



<p>Durigan afirmou que o governo ainda vai medir os efeitos da mudança sobre os diferentes setores e portes de empresas. Segundo dados citados pelo ministro, de 68% a 70% dos empregos no país estão fora da escala 6&#215;1.</p>



<p>Ele também defendeu que a adaptação pode trazer ganhos de produtividade, com processos mais eficientes e menor rotatividade de trabalhadores.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="613" src="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/02_carteira_de_trabalho-1024x613.webp" alt="" class="wp-image-59193" style="aspect-ratio:1.6704990367286061;width:678px;height:auto" srcset="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/02_carteira_de_trabalho-1024x613.webp 1024w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/02_carteira_de_trabalho-300x179.webp 300w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/02_carteira_de_trabalho-768x459.webp 768w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/02_carteira_de_trabalho.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil</figcaption></figure>
</div>


<h4 class="wp-block-heading">Juros e ajuste fiscal</h4>



<p>Na entrevista, Durigan também afirmou que a taxa de juros segue como um desafio para a economia brasileira. O ministro defendeu a continuidade do ajuste das contas públicas e a busca por superávits primários maiores nos próximos anos, mas sem mudanças abruptas na política econômica.</p>



<p>“Vamos continuar melhorando as contas públicas, gerando superávit, mas de maneira gradual, sem dar cavalo de pau na tua vida, sem gerar incerteza e imprevisibilidade”, afirmou.</p>



<p>Durigan disse que a estratégia deve preservar políticas públicas e evitar impactos negativos sobre a atividade econômica. Afirmou que a proposta de ajuste fiscal de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em prazo curto, debatida durante as eleições exigiria cortes em programas sociais e outras políticas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda o fim da Escala 6&#215;1</h2>



<h4 class="wp-block-heading">Horas trabalhadas</h4>



<p>No intervalo entre o segundo&nbsp;e o 14º mês após a promulgação, o empregador deverá distribuir, ao longo da semana, as duas horas acima das oito normais de serviço. Se repartidas igualmente, o empregado terá que trabalhar 8 horas e 24 minutos nos cinco dias na semana.&nbsp;</p>



<p>Finalizada a fase de transição, todos os empregados devem trabalhar, no máximo, oito horas diárias e 40 horas semanais em cinco dias na semana. Para trabalhar mais horas, apenas mediante pagamento de hora-extra.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Compensação&nbsp;</h4>



<p>O texto da nova lei permite, excepcionalmente, e mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, que seja estabelecido regime compensatório que permita escala diferente da 5&#215;2.&nbsp;</p>



<p>Nesses casos, os trabalhadores precisam ser compensados no mesmo “mês-calendário”, garantindo “o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”.&nbsp;</p>



<p>Ou seja, um trabalhador pode fazer ainda a escala 6&#215;1, desde que prevista em acordo coletivo. Nesse caso, o dia trabalhado a mais terá que ser compensado com uma folga dentro do mesmo mês.</p>



<p>Ao final desse mês, ele terá que ter gozado, na média, o equivalente a duas folgas remuneradas por semana.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Terceirizados da administração pública</h4>



<p>A regra de transição para os trabalhadores terceirizados do poder público é diferente, sob o argumento de “evitar riscos de descontinuidade na prestação de serviços públicos essenciais executados mediante terceirização”.&nbsp;</p>



<p>As empresas que prestam serviços para o&nbsp;Estado terão&nbsp;prazo de 12 meses após a promulgação da emenda, e não 60 dias como as demais, para acabar com a escala 6&#215;1 dos empregados.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Salários acima de 21 mil&nbsp;</h4>



<p>A legislação ainda que a redução da jornada diária não se aplicará aos empregados com diploma de nível superior com remuneração mensal igual ou superior a 2,5 vezes o limite máximo dos benefícios do INSS. Atualmente, essa conta dá R$ 21.188,87.&nbsp;</p>



<p>Nesses casos, a redução da jornada só ocorrerá por liberalidade do empregador (quando é concedido sem obrigação legal) ou se estiver prevista em acordo ou convenção coletiva de trabalho. O texto, contudo, determina a realização da escala 5&#215;2 nestes casos. &nbsp;</p>



<p><strong>Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/fim-da-escala-6x1-tera-impacto-positivo-avalia-ministro-wellington-dias/" data-type="post" data-id="56847">Fim da escala 6×1 terá impacto positivo, avalia ministro Wellington Dias</a></p>
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		<title>TSE dá 24 horas para Meta dar informações sobre igualdade de campanhas e mantém ordem para garantir isonomia a candidatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 15:50:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Agência Brasil O ministro Marco Aurélio Buzzi, do Tribunal Superior .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Agência Brasil</strong></p>



<p>O ministro Marco Aurélio Buzzi, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), deu 24 horas para que a empresa Meta &#8211; responsável por plataformas como Facebook, Instagram e WhatsApp &#8211; comprove a adoção de medidas de isonomia na distribuição de posts políticos e na veiculação de anúncios de campanha, em meio ao segundo turno da corrida presidencial.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705795&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705795&amp;o=node"></p>



<p>A medida foi tomada depois de a Meta não cumprir um prazo inicial de 72 horas para apresentar as informações. Na última sexta-feira (16), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, por unanimidade, manter a decisão individual do ministro Marco Aurélio Belizze que proibiu a Meta de restringir a entrega de postagens que envolvem os candidatos à Presidência da República. </p>



<p>Os votos foram proferidos pelos ministros Floriano de Azevedo Marques, André Mendonça, Estela Aranha, Ricardo Villas Bôas Cueva, Nunes Marques e Dias Toffoli, além da manifestação de Belizze.</p>



<p>Pela decisão do TSE, o Facebook, uma das plataformas operadas pela Meta, deve abster-se de aplicar medidas de redução de distribuição, exclusão de recomendação e restrição de buscas. Em caso de descumprimento, será aplicada multa diária de R$ 500 mil.</p>



<p>A decisão foi proferida após a campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) informar ao TSE que comandos para geração de imagens de inteligência artificial não permitiam a criação de conteúdos sobre Lula. Contudo, a criação de imagens relacionadas ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) está liberada.</p>



<p>A coligação Brasil Pronto pra Mais, de apoio a Lula, apresentou dados segundo os quais a Meta estaria desfavorecendo conteúdos do campo político de Lula e dando destaque ao campo adversário, infringindo a legislação eleitoral. Outra queixa está numa possível desigualdade no impulsionamento de anúncios pagos. A campanha do presidenciável Flávio Bolsonaro também ingressou com reclamação semelhante no TSE. </p>



<p>Nesta segunda (19), Bellizze proferiu nova decisão, determinando o envio das informações em 24 horas, e elevou a multa para R$ 1 milhão.  O ministro elencou os seguintes pontos a serem esclarecidos: </p>



<p>Como funcionam os sistemas de recomendação de posts nas plataformas;</p>



<p>Dados sobre o alcance dos anúncios das duas candidaturas que disputam o segundo turno;&nbsp;</p>



<p>Apresentação de investigações sobre possíveis redes de perfis inautênticos;&nbsp;</p>



<p>Informações sobre conteúdos que deveriam receber identificação por terem sido produzidos ou alterados sinteticamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outro lado</h2>



<p>Após o PT denunciar as falhas, a Meta declarou que a recomendação de candidatos foi proibida, conforme determinação do TSE. A plataforma também informou que tomou medidas adicionais para restringir as recomendações.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Em cumprimento às regras eleitorais do Brasil, nós proibimos temporariamente a recomendação de candidatos ou a geração de imagens deles. Tomamos medidas adicionais para que comandos usando apenas o primeiro nome dos candidatos e seu número nas urnas também não produzam imagens”, afirmou a empresa.</p>
</blockquote>



<p><strong>Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/bolsonaro-quebra-silencio-condena-bloqueios-injustica-eleicao/" data-type="post" data-id="26669">Bolsonaro quebra silêncio, condena bloqueios e fala em indignação e injustiça com eleição</a></p>



<p></p>
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		<title>TRE-RJ proclama Douglas Ruas eleito para o governo do Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 01:14:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil O colegiado do Tribunal .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O colegiado do Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) homologou, por unanimidade, em sessão plenária nesta quinta-feira (15), o resultado da retotalização de votos para o cargo de governador nas Eleições de 2026.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705482&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705482&amp;o=node"></p>



<p>Com isso, o presidente da Corte Eleitoral fluminense, desembargador Claudio de Mello Tavares, proclamou Douglas Ruas (PL) eleito no primeiro turno, já que obteve mais da metade dos votos válidos.</p>



<p>“Os votos computados demonstram que a chapa integrada por Douglas Ruas dos Santos e Fernanda Anchieta Louback foi eleita para os cargos de governador e vice-governadora, com 50,88%, sendo desnecessária a realização do segundo turno, por terem obtido a maioria absoluta dos votos válidos”, afirmou o magistrado.</p>



<p>A <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-10/apos-retotalizacao-dos-votos-douglas-ruas-tem-5088-dos-votos-no-rj" target="_blank" rel="noopener">cerimônia de retotalização</a> aconteceu no último sábado (10), na sede do TRE-RJ, centro do Rio. O procedimento foi motivado por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-10/tse-anula-votos-de-garotinho-e-abre-caminho-para-ruas-vencer-governo-do-rio-no-1o-turno" target="_blank" rel="noopener">confirmou o indeferimento</a> do registro de candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) e considerou nulos os 274.411 votos do candidato, excluindo-os para fins de cálculo do percentual de votos válidos. </p>



<p>Com o procedimento, Douglas Ruas passou de 49,27% dos votos válidos para 50,88%; e Eduardo Paes passou de 42,76% para 44,16%. </p>



<p>De acordo com a Lei das Eleições, é considerado eleito no primeiro turno o candidato a presidente da República ou a governador que obtiver a maioria absoluta de votos, não computados os brancos e nulos.</p>



<p>A cerimônia de diplomação dos eleitos será no dia 18 de dezembro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.</p>



<p><strong>Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/economia-azul-rj-buscara-startups-para-enfrentar-desafios-ambientais/" data-type="post" data-id="31127">Economia azul: RJ buscará startups para enfrentar desafios ambientais</a></p>
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		<title>CUT comemora fim da escala 6&#215;1, enquanto CNI pede revisão da medida aprovada pelo Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 20:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação a partir da Agência Brasil A aprovação do fim .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação a partir da Agência Brasil </strong></p>



<p>A aprovação do fim da escala de trabalho 6&#215;1 pelo Senado Federal, na quarta-feira (14), provocou reações diferentes entre representantes dos trabalhadores e do setor empresarial. Enquanto centrais sindicais comemoraram a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, entidades patronais manifestaram preocupação com os efeitos da mudança sobre os custos de produção, a inflação e a competitividade da economia brasileira.</p>



<p>A Central Única dos Trabalhadores (CUT) classificou a aprovação como uma conquista da mobilização dos trabalhadores. Em manifestação divulgada nesta quinta-feira (15), a entidade destacou que o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso representa uma mudança nas relações trabalhistas do país.</p>



<p>Em sentido contrário, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) defendeu que o Congresso Nacional reavalie a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019. Segundo a entidade, a redução da jornada poderá comprometer a produtividade das empresas e elevar os custos operacionais.</p>



<p>O presidente da CNI, Ricardo Alban, argumentou que os efeitos econômicos da medida precisam ser considerados pelos parlamentares, especialmente diante das dificuldades enfrentadas pela indústria brasileira em relação à competitividade.</p>



<p>A Força Sindical também se manifestou favoravelmente à aprovação. Para o presidente da entidade, Miguel Torres, a mudança permitirá que milhões de trabalhadores tenham mais tempo para atividades familiares, cuidados com a saúde, educação e lazer.</p>



<p>A central sindical também sustenta que experiências internacionais indicam a possibilidade de ganhos de produtividade associados à redução do tempo de trabalho, além de impactos sobre a geração de empregos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fim da escala 6&#215;1: impactos econômicos dividem entidades</h3>



<p>A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) também demonstrou preocupação com a aprovação da proposta. A entidade considera necessário aprofundar as discussões sobre os efeitos da redução da jornada, principalmente nos segmentos de comércio, serviços e turismo.</p>



<p>De acordo com estimativas apresentadas pela CNI, a mudança poderá elevar os custos de produção em até R$ 267 bilhões, provocar uma retração de 0,7% no Produto Interno Bruto (PIB) e contribuir para uma inflação média de 6,2%, conforme o cenário analisado pela confederação.</p>



<p>Outros levantamentos apresentam resultados diferentes. Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que a redução da jornada poderá representar um aumento de aproximadamente 1% no custo total das empresas em setores como comércio e indústria. Em atividades de vigilância e segurança, o impacto poderá chegar a 6,6%.</p>



<p>As diferenças entre as projeções refletem os métodos utilizados nas pesquisas e as características dos setores econômicos avaliados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Senado aprova redução da jornada para 40 horas semanais</h3>



<p>A proposta que estabelece o fim da escala 6&#215;1 foi aprovada pelo plenário do Senado na quarta-feira (14), com 75 votos favoráveis e apenas um contrário.</p>



<p>O texto prevê a adoção de uma jornada máxima de cinco dias de trabalho por semana, com dois dias de descanso remunerado, sem redução dos salários.</p>



<p>A implementação ocorrerá de maneira gradual, ao longo de 14 meses. Nos primeiros 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, as empresas deverão adotar a escala 5&#215;2 e limitar a jornada a 42 horas semanais.</p>



<p>Após mais 12 meses, o limite será reduzido para 40 horas semanais.</p>



<p>A mudança altera a organização do trabalho no país e deverá exigir adaptações das empresas, especialmente das atividades que funcionam durante todos os dias da semana.</p>



<p><strong>Foto: Marcelo Camargo &#8211; Agência Brasil</strong> </p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/e-autonomo-mei-ou-cnpj-veja-como-declarar-o-imposto-de-renda/" data-type="post" data-id="56567">É autônomo, MEI ou CNPJ? Veja como declarar o Imposto de Renda</a></p>
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		<title>Paes reconhece fim da disputa pelo governo do Rio depois de reveses no TSE e no STF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 12:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=59107</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Lóren Souza &#8211; Estadão Conteúdo Em nota publicada nas redes .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Lóren Souza &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>Em nota publicada nas redes sociais na noite desta quinta-feira (08), o ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD) reconheceu a derrota nas eleições para o governo fluminense. &#8220;A eleição termina&#8221;, escreve o político. Na publicação, ele critica a decisão da Justiça Eleitoral pela anulação de votos de Anthony Garotinho (Republicanos), motivo para a não realização do segundo turno. &#8220;Infelizmente, a Justiça decidiu que não haverá segundo turno, contrariando a vontade dos eleitores. E decisão judicial a gente respeita. É assim que funciona&#8221;, anunciou.</p>



<p>O político afirma ainda que ele e seu partido continuarão vigilantes, acompanhando e cobrando o governo eleito diante da crise de segurança pública vivida no Estado. Ele também critica a nova gestão, declarando que ela &#8220;representa a continuidade do grupo político que está no poder há oito anos&#8221;.</p>



<p>Paes disputava o governo fluminense e no primeiro turno obteve 42,76% dos votos, ficando atrás do candidato do PL, Douglas Ruas, com 49,27%. Além deles, disputou também Anthony Garotinho (Republicanos), que recebeu 3,17%.</p>



<p>Com o resultado do primeiro turno, Paes e Ruas iriam para o segundo turno. Entretanto, decisões relacionadas à candidatura de Garotinho mudaram o cenário do pleito.</p>



<p>Garotinho concorria com a candidatura sub judice e ainda podia pedir recurso para reavaliar o indeferimento determinado pela Justiça Eleitoral. Depois do primeiro turno, no entanto, ele desistiu de pedir o recurso, o que abriria caminho para a eleição de Ruas. Nesta quinta-feira, o Tribunal Superior Eleitoral negou definitivamente o registro de candidatura do político e anulou os votos que ele conquistou. Paes recorreu ao STF, mas o ministro Cristiano Zanin negou o pedido de suspensão da decisão do TSE.</p>



<p>Com a decisão, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) irá fazer a retotalização dos votos para governador, no próximo sábado, 10, o que dará vitória oficial ao candidato do PL.</p>



<p><strong>Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil/ Alex Ramos/Alerj</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2023/10/mca_abr_numero_de_serie_de_4_digitos_090620_7.jpg" data-type="attachment" data-id="33873">Fachada do edifício sede do Supremo Tribunal Federal – STF</a></p>
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		<title>Zanin nega pedido feito por Paes de determinar segundo turno no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 01:56:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
		<category><![CDATA[eleição 2026]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>André Richter &#8211; Repórter da Agência Brasil O ministro Cristiano Zanin, .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>André Richter &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quinta-feira (8) pedido para anular a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que abriu caminho para a eleição do candidato Douglas Ruas (PL) no primeiro turno das eleições para governador do Rio de Janeiro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704867&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704867&amp;o=node"></p>



<p>Zanin rejeitou <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-10/zanin-relata-pedido-de-paes-para-suspender-eleicao-de-ruas-em-1o-turno" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recurso protocolado pela campanha de Paes</a> para suspender a decisão do TSE que anulou os votos obtidos pelo candidato Anthony Garotinho (Republicanos) na votação do último domingo (4) e determinou a retotalização dos votos, medida que permitirá que Ruas obtenha mais de 50% dos votos válidos e seja eleito.</p>



<p>Na decisão, Zanin entendeu que não cabe interferência do STF no caso porque ainda cabe recurso contra a decisão no próprio TSE.</p>



<p>&#8220;Nesta petição, tem-se situação diversa, qual seja, de inexistência, neste momento processual, da interposição de recurso extraordinário, quanto menos a realização do exame de admissibilidade pela Presidência. Note-se, ainda, que nem mesmo o esgotamento das vias recursais no próprio TSE teria sido observado&#8221;, justificou o ministro.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="613" src="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/55530224709_1026aa3ff9_o-1024x613.jpg" alt="" class="wp-image-59093" srcset="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/55530224709_1026aa3ff9_o-1024x613.jpg 1024w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/55530224709_1026aa3ff9_o-300x179.jpg 300w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/55530224709_1026aa3ff9_o-768x459.jpg 768w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/55530224709_1026aa3ff9_o.jpg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF) /Foto:  Rosinei Coutinho/STF</figcaption></figure>



<p>Com a decisão de Zanin, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) fica liberado para realizar a recontagem dos votos e eleger Ruas. A cerimônia está marcada para o próximo sábado (10).</p>



<p>No recurso rejeitado por Zanin, os advogados da coligação de Paes argumentam que a vontade manifestada pelos eleitores deveria ser reconhecida.</p>



<p>Segundo os defensores, a anulação de votos de Garotinho não produz efeitos somente sobre o candidato.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Negar ao eleitor fluminense o segundo turno, sob fundamento de que os votos destinados ao candidato Anthony Garotinho devem ser descartados, é desprestigiar a vontade do povo do estado do Rio de Janeiro – que, note-se, não elegeu Douglas Ruas no primeiro turno”, afirmaram.</p>



<p>Com a nova contagem de votos, Ruas passará a obter mais de 50% dos votos válidos, excluídos brancos e nulos, regra principal para que um candidato seja declarado vencedor no primeiro turno.</p>



<p>Ruas obteve 4.271.199 votos, equivalentes a 49,27% dos votos válidos, e Eduardo Paes (PSD) conseguiu 3.706.984 votos válidos (42,76%).</p>



<p>Garotinho recebeu 274.411 votos (3,17%). O nome dele continuou na urna porque a decisão do TRE-RJ que o barrou foi tomada após o fechamento do sistema da urna eletrônica.</p>



<p>Foto: Agência Brasil</p>



<p>LEIA TAMBÉM: </p>
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		<title>Cresce número de mulheres eleitas para o Congresso Nacional e renovação da Câmara federal chegou a 35%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 10:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[País]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência Brasil A bancada feminina na Câmara dos Deputados e no .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Agência Brasil</strong></p>



<p>A bancada feminina na Câmara dos Deputados e no Senado Federal será a maior da história. Na Câmara, o número de mulheres eleitas passou de 90 para 109, um crescimento de 21%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704482&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704482&amp;o=node">Enquanto isso, os dados do Tribunal Superior Eleitoral (<a href="https://resultados.tse.jus.br/oficial/app/index.html#/eleicao/6257/uf/br/cargo/1/vis/nominal/resultados" target="_blank" rel="noreferrer noopener">TSE</a>) apontam que Câmara dos Deputados confirmou que entre os 513 deputados federais eleitos no último domingo (04), 183 vão exercer seu primeiro mandato. </p>



<p>O aumento da bancada feminina na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, ocorreu apesar de uma queda no número de candidatas. Em 2022, 3.317 mulheres concorreram ao cargo de deputada federal. Em 2026 foram 2.820, uma diminuição de 24%.</p>



<p>Para o Senado Federal, os brasileiros elegeram doze mulheres entre as 54 vagas em disputa – maior número desde a redemocratização. Em 2018, quando também foram renovados dois terços da Casa, oito mulheres foram eleitas.</p>



<p>O Brasil tem, a cada legislatura, 81 senadores. Cada um deles tem um mandato de oito anos. A cada quatro anos é renovado um terço ou dois terços da Casa. Com o resultado, o número de senadoras passará dos atuais quinze para dezoito integrantes no ano que vem.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Renovação</h3>



<p>Enquanto 183 candidatos eleitos vão exercer seu primeiro mandato em 2027 , 301 deputados federais foram reeleitos, o que representa 58,6% do total de parlamentares eleitos titulares nas eleições de outubro de 2022 ou os suplentes que foram efetivados como titulares do cargo, ao longo desta 57ª legislatura.</p>



<p>Há ainda&nbsp;29 ex-deputados federais em legislaturas anteriores à atual que voltarão à Câmara.</p>



<p>De acordo com a Câmara dos Deputados, o índice de novos deputados (35,6%) mantém a média de oxigenação da Casa, em relação à eleição anterior, de 2022 (39,3%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pretos e pardos eleitos</h2>



<p>Os eleitos autodeclarados pretos e pardos conquistaram 135 cadeiras da Câmara dos Deputados, o que corresponde a 26,3% do total de 513 deputados federais da próxima legislatura. O número representa o encolhimento de 2,9% da bancada negra, em relação aos parlamentares federais pretos e pardos eleitos em 2022, que somou 139.</p>



<p>No recorte de raça e cor, a base de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou, ao todo, 10.206 candidaturas de pessoas negras para todos os cargos eletivos do pleito de 2026, que correspondem a 49,64% do total.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Indígenas</h2>



<p>Entre os eleitos autodeclarados indígenas, apenas três candidatos garantiram mandato de quatro anos na Câmara dos Deputados para seguir em defesa dos povos originários e de seus territórios. São eles: o deputado reeleito Paulo Guedes (PT-MG), com 126.891 votos; a deputada Juliana Cardoso (PT-SP), reeleita com 111.904 votos; e a primeira ministra dos Povos Indígenas, no governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Sônia Guajajara (PSol-SP), deputada federal com reeleita 54.207 votos (por quociente eleitoral).</p>



<p>Com este número, a bancada indígena minguou para aproximadamente 0,58% dos 513 deputados, na comparação com a eleição de 2022, quando cinco indígenas tinham sido eleitos para a Câmara. Antes deles, apenas Mário Juruna (PDT-RJ) tinha exercido o cargo, entre 1982 e 1986; e em 2018, Joenia Wapichana (Rede-RR), conseguiu uma vaga na Câmara, tornando-se a primeira mulher indígena a ser eleita para esta função.</p>



<p>Ao todo, a Justiça Eleitoral registrou <a href="https://campanhaindigena.apiboficial.org/bancada-indigena/?e-filter-539b161-cargo=dep-federal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">73 candidaturas</a> de pessoas indígenas a deputado federal.</p>



<p><strong>Foto: Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/eleicao-economia-fragil-favorece-crime-e-contrabando-nas-fronteiras/" data-type="post" data-id="42419">Eleição: economia frágil favorece crime e contrabando nas fronteiras</a></p>
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