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	<title>Mundo &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
	<lastBuildDate>Fri, 02 Oct 2026 13:50:02 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Mundo &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>EUA destinam US$ 1 milhão para campanha contra STF, diz jornal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 13:50:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil O jornal britânico The .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Lucas Pordeus León &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O jornal britânico <em>The Guardian</em> publicou reportagem, nessa quarta-feira (30), com a informação de que o governo dos Estados Unidos (EUA) destinou US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,1 milhões) para promover campanha contra o Supremo Tribunal Federal (STF).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703799&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703799&amp;o=node"></p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Um aporte de US$ 1 milhão, intitulado&nbsp;<a href="https://www.theguardian.com/us-news/2026/sep/30/trump-state-department-human-rights-fund" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Combate ao Lawfare e à Censura no Brasil</em></a>, financiaria grupos da sociedade civil que se opõem ao que o projeto chama de excesso de atuação judicial e censura por parte da Suprema Corte do Brasil”, diz a revista.&nbsp;</p>
</blockquote>



<p>Os recursos são alocados pelo Congresso para o Fundo de Direitos Humanos e Democracia (HRDF). Não há informação se o dinheiro foi transferido ou apenas empenhado para os projetos no exterior definidos pela Casa Branca.</p>



<p>A publicação inglesa lembrou ainda que o governo de Donald Trump impôs sanções ao ministro do STF Alexandre de Moraes no ano passado, “após pressão de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente”.</p>



<p>Durante o julgamento por tentativa de golpe de Estado no Brasil, que&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/eua-aplicam-sancao-contra-alexandre-de-moraes-por-acao-do-8-de-janeiro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro a 27 anos de prisão</a>, o STF virou alvo do governo Trump.&nbsp;</p>



<p>Washington também tem criticado as restrições impostas pelo Supremo a plataforma digitais dos EUA com objetivo de inibir crimes praticados no ambiente digital. O&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-01/meta-promete-se-aliar-trump-contra-paises-que-regulam-redes-sociais" target="_blank" rel="noreferrer noopener">governo Trump</a>&nbsp;tem pressionado países a não adotarem qualquer regra em relação as&nbsp;<em>bigtechs</em>.&nbsp;</p>



<p>A&nbsp;<strong>Agência Brasil&nbsp;</strong>procurou a assessoria de imprensa do STF para comentar a reportagem da revista estrangeira, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Agenda de Trump no mundo</h2>



<p>O&nbsp;<em>The Guardian</em>&nbsp;afirma que teve acesso a fontes e documentos do Departamento de Estado dos EUA, controlado pelo secretário Marco Rúbio, que detalham o destino de US$ 176,9 milhões (cerca de R$ 918 milhões) para 43 projetos com objetivo de promover a agenda do governo Trump em diversos países.&nbsp;</p>



<p>“Houve pressão direta de membros do governo Trump por essas verbas, refletindo interesses que incluem os alertas de James David Vance&nbsp;(JD Vance) [vice-presidente dos EUA] sobre o colapso dos valores ocidentais tradicionais na Europa e a campanha de Stephen Miller [assessor da Casa Branca] contra a imigração e em&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-05/africa-do-sul-entenda-falsa-acusacao-de-trump-sobre-genocidio-branco" target="_blank" rel="noreferrer noopener">apoio a minorias brancas em países como a África do Sul</a>”, escreveram os jornalistas Andrew Roth e Joseph Gedeon.&nbsp;</p>



<p>Para o Reino Unido, estava previsto um financiamento de US$ 5 milhões (cerca de R$ 25,9 milhões) para apoiar um grupo que faz campanha contra leis de segurança&nbsp;<em>online&nbsp;</em>e de combate ao discurso de ódio, incluindo a Lei de Segurança Online da Grã-Bretanha (Ofcom), aprovada em 2023.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Destinada a proteger crianças de conteúdos nocivos e fiscalizada pela Ofcom, a lei inclui regras de verificação de idade — em vigor desde o ano passado — que têm sido alvo de críticas constantes da administração Trump, a qual as classifica como censura”, diz a revista.</p>
</blockquote>



<p>O maior beneficiário das doações do governo Trump seria a Fundação Memorial de Vítimas do Comunismo, que teria como um dos líderes o ex-assessor de política interna da Casa Branca na gestão Trump, Andrew Bremberg. Essa fundação receberia US$ 40 milhões (cerca de R$ 207,6 milhões).</p>



<p>Em resposta ao próprio<em>&nbsp;The Guardian,</em>&nbsp;o Departamento de Estado dos EUA disse que os projetos na Europa buscariam apoiar “nossos aliados na defesa desses direitos e princípios, bem como de sua autoconfiança civilizacional e soberania, contra aqueles que buscam miná-los&#8221;.</p>



<p><strong>Foto: Reprodução/Flickr/White House</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/tarifa-dos-eua-tera-efeito-limitado-sobre-etanol-brasileiro/" data-type="post" data-id="57938">Tarifa dos EUA terá efeito limitado sobre etanol brasileiro</a></p>



<p></p>
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		<title>Após EUA, Embaixada da Austrália no Brasil também fecha por &#8216;preocupações com segurança&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 13:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[País]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação O Estado de S. Paulo A Embaixada da Austrália .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação O Estado de S. Paulo</strong></p>



<p>A Embaixada da Austrália em Brasília informou que estará fechada nesta sexta-feira (02), por &#8220;preocupações com a segurança&#8221; O comunicado foi anunciado, nas redes sociais, pela embaixadora da Austrália no Brasil, Sophie Davies.</p>



<p>Na publicação, a diploma cita o fechamento da Embaixada e dos consulados dos Estados Unidos no Brasil, também anunciado na madrugada desta sexta. &#8220;Em 2 de outubro, EUA emitiram um alerta de segurança para evitar instalações diplomáticas dos EUA devido a preocupações com a segurança. Também recomendamos evitar a embaixada dos EUA, os consulados e outras instalações diplomáticas dos EUA no Brasil e nas áreas adjacentes.&#8221;</p>



<p>A Embaixada da Austrália orienta que para assistência consular urgente, é necessário entrar em contato com o Centro de Emergência Consular em Camberra: +61 2 6261 3305 (do exterior) e 1300 555 135 (dentro da Austrália).</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Suspensão na Embaixada e consulados dos EUA</strong></h4>



<p>Na madrugada desta sexta, o Departamento de Estado dos EUA informou que os serviços consulares na Embaixada e nos consulados dos Estados Unidos no Brasil estão suspensos a partir desta data, devido a &#8220;questões de segurança&#8221;.</p>



<p>O comunicado não dá detalhes sobre o motivo da medida e nem quando os atendimentos serão retomados.</p>



<p>Por causa da paralisação, as emissões de vistos e as entrevistas agendadas para esta sexta foram afetados. Os atendimentos presenciais nas unidades dos consulados dos EUA no Brasil não estão sendo realizados.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Casos de emergência</strong></h4>



<p>De acordo com orientações da Embaixada dos EUA no Brasil, em caso de emergência, os afetados pela medida devem entrar em contato com o oficial de plantão da representação diplomática (embaixada ou consulados) por meio dos contatos abaixo:</p>



<p>Brasília: (61) 3312-7000</p>



<p>E &#8211; mail: BrasíliaACS@state.gov</p>



<p>Porto Alegre: (51) 3345-6000</p>



<p>E &#8211; mail: PortoAlegreACS@state.gov</p>



<p>Recife: (81) 3416-3050 / (81) 99916-9470</p>



<p>E-mail: RecifeACS@state.gov</p>



<p>Rio de Janeiro: (21) 3823-2000 / (21) 3823-2029</p>



<p>E &#8211; mail: ACSRio@state.gov</p>



<p>São Paulo: (11) 3250-5000 / (11) 3250-5373</p>



<p>E &#8211; mail: SaoPauloACS@state.gov</p>



<p>Em relação aos cidadãos norte-americanos, o governo dos EUA orienta especificamente que eles não compareçam à embaixada, aos consulados ou a outras instalações diplomáticas dos EUA caso precisem de assistência.</p>



<p>Segundo o Departamento de Estado, as autoridades americanas estão trabalhando em estreita cooperação com as autoridades brasileiras para tratar de questões de segurança.</p>



<p><strong>Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/tarifa-dos-eua-tera-efeito-limitado-sobre-etanol-brasileiro/" data-type="post" data-id="57938">Tarifa dos EUA terá efeito limitado sobre etanol brasileiro</a></p>
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		<title>Trump diz acompanhar de perto eleição brasileira e não declara apoio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 01:56:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
		<category><![CDATA[trump]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil O presidente dos .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (1º) que acompanha &#8220;muito de perto&#8221; as eleições brasileiras, que ocorrerão daqui a três dias, em 1º turno. A declaração foi dada em resposta à pergunta de uma jornalista, na saída da Casa Branca, antes do presidente norte-americano embarcar em uma aeronave para o Texas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703892&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703892&amp;o=node"></p>



<p>&#8220;Estou acompanhando [as eleições] muito de perto. O Brasil é um país muito importante. É um grande país. As pessoas no Brasil são fantásticas. É uma eleição muito importante&#8221;, disse Trump, sem citar nomes ou declaração de apoio a nenhum concorrente, como já fez recentemente em outras eleições presidenciais, como a da Colômbia. A fala do líder estadunidense ocorre em meio a tensões recentes entre os governos brasileiro e norte-americano e a preocupações no Brasil sobre possível interferência estrangeira no processo eleitoral.</p>



<p>Em setembro, relatório da Agência Brasileira de Inteligência<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-09/entenda-relacao-entre-brasil-e-estados-unidos" target="_blank" rel="noopener">&nbsp;(Abin) apontou risco de influência ou interferência dos Estados Unidos nas eleições</a>&nbsp;de 2026. No documento, a inteligência brasileira classifica a possibilidade de interferência externa com um &#8220;nível de criticidade&#8221; e contextualiza o problema dizendo que &#8220;a reafirmação da hegemonia dos EUA na América Latina” é prioridade do segundo governo do presidente norte-americano Donald Trump. Segundo a Abin, o objetivo seria afastar ‘rivais dos EUA’, como a China, de ativos estratégicos, riquezas naturais e infraestruturas na região.</p>



<p>A avaliação da Abin indica ainda que houve intensificação das ações dos Estados Unidos em relação ao Brasil ao longo dos últimos meses. Além da ingerência nas eleições, o Brasil vem sendo alvo de medidas econômicas e políticas prejudiciais aos interesses nacionais.</p>



<p>Em julho, o governo brasileiro<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-07/brasil-nega-visto-para-funcionarios-dos-eua-que-queriam-monitorar-urnas" target="_blank" rel="noopener">&nbsp;negou visto a dois funcionários do Departamento de Estado dos EUA</a>&nbsp;que pretendiam conversar com autoridades eleitorais brasileira sobre liberdade de expressão relacionada às eleições. A visita ocorreria depois de eventos envolvendo políticos que questionaram as urnas eletrônicas.</p>



<p>Especialistas ouvidos pela Agência Brasil&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-08/analistas-veem-risco-de-acao-cibernetica-de-eua-e-bigtechs-em-eleicoes" target="_blank" rel="noopener">avaliaram riscos associados a possíveis ações cibernéticas e à atuação de grandes plataformas digitais</a>.&nbsp;</p>



<p><strong>Foto: Reprodução/Flickr/White House</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/exportacoes-aos-eua-crescem-pela-primeira-vez-apos-tarifaco-de-trump/" data-type="post" data-id="57683">Exportações aos EUA crescem pela primeira vez após tarifaço de Trump</a></p>
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		<title>Trump diz que &#8216;superinteligência&#8217; será tema central de reunião com Xi Jinping na Casa Branca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 12:31:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[#mundo]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Pedro Lima &#8211; Estadão Conteúdo O presidente dos Estados Unidos, .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Pedro Lima &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quinta-feira (24) que a &#8220;superinteligência&#8221; (SI, na sigla em inglês), termo cunhado por ele para substituir inteligência artificial (IA), será um dos principais temas de sua reunião com o presidente da China, Xi Jinping, na Casa Branca, mas sinalizou que não pretende alterar o atual arranjo sobre o assunto, em meio a discussões sobre a importância da imposição de barreiras à tecnologia.</p>



<p>&#8220;Será um grande tema de discussão, mas quero deixá-lo exatamente onde está. Essa também é a posição da China&#8221;, escreveu Trump na Truth Social. &#8220;Nossa barreira de proteção é o Departamento de Justiça (DoJ)&#8221;, acrescentou.</p>



<p>Pouco antes, Trump havia publicado uma foto da chegada de Xi, na véspera, com a inscrição &#8220;Only Trump&#8221;, uma aeronave militar no céu e, ao fundo, um avião da Air China, utilizado pelo líder chinês.</p>



<p>A reunião bilateral ocorre em meio a disputas entre Washington e Pequim sobre tecnologia, comércio e segurança. Xi busca flexibilização das restrições americanas à exportação de chips avançados e o fim das vendas de armas a Taiwan, enquanto os EUA pressionam a China a usar sua influência sobre o Irã. Ontem, os dois países acertaram estender por dois meses a trégua comercial que venceria em 10 de novembro.</p>



<p><strong>Foto: Reprodução X</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/pequenas-empresas-entram-com-acoes-na-justica-contra-novas-tarifas-de-trump/" data-type="post" data-id="57987">Pequenas empresas entram com ações na Justiça contra novas tarifas de Trump</a></p>
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		<item>
		<title>&#8220;O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, diz Lula na ONU, enquanto Trump faz nova ameaça sobre força militar na América Latina</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/o-brasil-nao-cabe-no-quintal-de-ninguem-diz-lula-na-onu-enquanto-trump-faz-nova-ameaca-sobre-forca-militar-na-america-latina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 02:25:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[#mundo]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedro Peduzzi e Paula Laboissière &#8211; Repórteres da Agência Brasil O presidente .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pedro Peduzzi e Paula Laboissière &#8211; Repórteres da Agência Brasil</strong></p>



<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a defender a soberania dos países, citando especificamente os cenários da América Latina e do Brasil, onde, segundo o presidente, há tentativas de influência estrangeira sobre processos políticos nacionais.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1702986&amp;o=node"> A fala aconteceu durante o discurso do presidente brasileiro na <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1702986&amp;o=node">na sede das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira (22), na abertura da 81º Assembleia Geral da ONU, em Nova York. </p>



<p>O presidente dos Estados Unidos (EUA) Donald Trump também fez um discurso, depois de Lula. Nele, o presidente norte-americano voltou a fazer ameaças de uso da força militar em países da América Latina e Caribe para garantir os interesses da Casa Branca na região.</p>



<p>Lula disse que a região da América Latina e do Caribe convive com pressões decorrentes da proximidade com grandes potências.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Na América Latina e Caribe, a proximidade geográfica com a maior potência militar do mundo é inescapável, sobretudo no contexto do recrudescimento de tentações hegemônicas. O Brasil não cabe no quintal de ninguém”, afirmou durante discurso na cerimônia de abertura da 81ª Assembleia Geral da ONU.</p>
</blockquote>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="464" src="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image1170x530cropped-1024x464.jpg" alt="" class="wp-image-58804" srcset="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image1170x530cropped-1024x464.jpg 1024w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image1170x530cropped-300x136.jpg 300w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image1170x530cropped-768x348.jpg 768w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image1170x530cropped.jpg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, discursa no Debate Geral da 81ª sessão da Assembleia Geral da ONU./ Foto: ONU/Loey Felipe </figcaption></figure>
</div>


<p>“Voltamos a presenciar a ingerência externa em processos eleitorais, a divisão do mundo em zonas de influência e investidas neocoloniais com recursos estratégicos constituem gestos anacrônicos”, destacou, ao citar contextos recentes registrados na Venezuela, na Nicarágua, no Haiti e em Cuba.</p>



<p>Segundo o presidente, a região percorreu um longo caminho para consolidar regimes democráticos após períodos de ditadura e autoritarismo. Nesse contexto, ele defendeu maior integração regional e o respeito à autodeterminação dos povos.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Precisamos de parceiros com uma agenda positiva que fomente o desenvolvimento. Diferenças ideológicas não devem ser obstáculo para uma maior integração entre vizinhos. Os países da região reconheceram os horrores dos regimes de exceção. Percorremos um longo caminho para restaurar a vontade popular&#8221;, disse.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Trump</h2>



<p>“Nossas ações na Venezuela provam que os EUA não permitirão mais que ameaças à América [EUA] ganhem terreno em qualquer parte do Hemisfério Ocidental. E, se necessário, usaremos nosso poderio militar inigualável para garantir os interesses nacionais vitais dos EUA”, disse Trump durante o evento. Ele discursou logo após o presidente brasileiro.</p>



<p>O presidente dos EUA Donald Trump destacou, em seu discurso na ONU, a invasão ilegal promovida contra a Venezuela, em janeiro deste ano. Ele comemorou o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-09/empresa-ligada-ao-pentagono-controlara-21-do-petroleo-da-venezuela" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“acordo” petroleiro</a>&nbsp;firmado com a presidente encarregada Delcy Rodríguez, que garante o controle de até 21% do petróleo da Venezuela a uma empresa ligada ao Pentágono.</p>



<p>“Foi uma guerra, mas talvez seja o maior negócio já realizado. Ao vencedor pertencem os espólios; todos vocês já ouviram isso”, comentou Trump.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img decoding="async" width="1024" height="465" src="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image1170x530cropped-1-1024x465.jpg" alt="" class="wp-image-58806" srcset="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image1170x530cropped-1-1024x465.jpg 1024w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image1170x530cropped-1-300x136.jpg 300w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image1170x530cropped-1-768x349.jpg 768w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/09/image1170x530cropped-1.jpg 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">O presidente Donald Trump, dos Estados Unidos, discursa no debate geral da 81ª sessão da Assembleia Geral da ONU ./Foto: ONU/Loey Felipe</figcaption></figure>
</div>


<p>Os EUA invadiram a Venezuela e sequestraram o presidente Nicolás Maduro alegando que Caracas seria um “narcoestado”, argumento&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-08/especialistas-rejeitam-chamar-venezuela-de-narcoestado-como-diz-trump" target="_blank" rel="noreferrer noopener">rejeitado por especialistas</a>.</p>



<p>Após a prisão de Maduro, o Departamento de Justiça dos EUA&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-01/eua-recuam-em-acusar-maduro-de-lider-do-suposto-cartel-de-los-soles" target="_blank" rel="noreferrer noopener">retirou a acusação</a>&nbsp;de que ele lideraria o suposto “Cartel de Los Soles”. A existência desse grupo não é consenso entre especialistas.</p>



<p>Na semana passada, os EUA retiraram a Venezuela da&nbsp;<a href="https://www.state.gov/releases/office-of-the-spokesman/2026/09/presidential-determination-on-major-drug-transit-or-major-illicit-drug-producing-countries-for-fiscal-year-2027/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">lista de países</a>&nbsp;que não combatem o narcotráfico, onde estava desde 2005.</p>



<p>Trump ainda voltou a fazer ameaças a Cuba. A delegação da ilha caribenha se retirou do plenário da ONU durante a fala do presidente dos EUA em sinal de protesto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Democracia em xeque</h2>



<p>Lula também alertou para o que classificou como retorno de práticas incompatíveis com a ordem internacional contemporânea. &#8220;A democracia está novamente em xeque&#8221;, afirmou. Em seguida, acrescentou que o mundo voltou a assistir à &#8220;ingerência externa em processos eleitorais&#8221;, à divisão de países em zonas de influência e a &#8220;investidas neocoloniais&#8221; em busca de recursos estratégicos.</p>



<p>Ao citar países da região, o presidente afirmou que cada povo deve definir seu próprio caminho. Segundo ele, o povo venezuelano deve decidir seu destino sem interferências externas, enquanto a Nicarágua não solucionará seus problemas impedindo a participação da oposição nas eleições.</p>



<p>Lula também mencionou a crise humanitária no Haiti e voltou a criticar o embargo econômico imposto a Cuba.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Redes de desinformação</h2>



<p>Lula também citou a atuação de redes de desinformação durante campanhas eleitorais e afirmou que o Estado brasileiro estará atento a possíveis tentativas de interferência.</p>



<p>&#8220;Não subestimamos o desafio das redes de desinformação que pretendem contaminar o debate público durante a campanha&#8221;, afirmou.</p>



<p>Em seguida, ressaltou a confiança nas instituições e no sistema eleitoral do país.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Não permitiremos que os inimigos da democracia, internos ou externos, atentem contra a vontade popular. O Brasil continuará sendo um país soberano. Ninguém nos afastará desse caminho&#8221;, declarou.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Negacionismo</h2>



<p>Lula destacou ainda os perigos das chamadas fake news, sobretudo no que diz respeito aos achados científicos em temas como saúde e meio ambiente. “Na era da desinformação, os obscurantistas resistem às evidências da ciência”, disse, ao defender o combate ao&nbsp;negacionismo.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Nunca esqueceremos das milhões de vidas perdidas pelo descaso no enfrentamento à covid-19. Campanhas contra vacinas estão trazendo de volta doenças que julgávamos estar erradicadas. Enfraquecer a Organização Mundial da Saúde (OMS) torna todos mais vulneráveis.”</p>
</blockquote>



<p>“Até pouco tempo, a reposta à mudança do clima estava consolidada no centro da agenda internacional. Este ano, o tema desapareceu dos debates do G7 e do G20, fóruns que reúnem os maiores emissores de carbono do mundo. É hora de retomar a ofensiva e impor uma derrota ao negacionismo.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Segurança pública</h2>



<p>Ao tratar da segurança pública, Lula rejeitou a participação de forças estrangeiras no combate ao crime organizado em território nacional e defendeu a cooperação internacional em áreas específicas, como o combate ao tráfico de armas e à lavagem de dinheiro.</p>



<p>&#8220;Não vamos transferir a responsabilidade de defender nossas fronteiras e de garantir à população o direito de viver sem medo&#8221;, afirmou.</p>



<p>O presidente acrescentou que o enfrentamento ao crime deve ocorrer por meio da cooperação entre governos, e não por ações militares externas.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>&#8220;Não precisamos de porta-aviões vigiando nossas águas; precisamos de cooperação para estancar o fluxo de armas e de dinheiro que abastece o crime organizado&#8221;, disse.</p>
</blockquote>



<p>Segundo Lula, o Brasil apresentou aos Estados Unidos proposta de cooperação para combater a lavagem de dinheiro realizada por criminosos brasileiros no exterior.</p>



<p>O presidente também afirmou que o país vem fortalecendo a coordenação entre os estados e ampliando as ações de combate às organizações criminosas.</p>



<p><strong>Foto: ONU/Loey Felipe </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/brasil-enviara-novos-recursos-a-agencia-da-onu-para-ajudar-palestinos/" data-type="post" data-id="36031">Brasil enviará novos recursos a agência da ONU para ajudar palestinos</a></p>
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		<title>Brasil e EUA definem data de reunião para discutir tarifaço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Aug 2026 13:15:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[#mundo]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[eua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil O ministro do .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, e o representante comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), Jamieson Greer, vão se reunir na próxima segunda-feira (31), às 14h30, no horário de Brasília. O encontro será virtual e foi confirmado pelo ministério à Agência Brasil.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700577&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700577&amp;o=node"></p>



<p>A retomada das tratativas&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-08/ministros-do-brasil-e-eua-vao-retomar-negociacao-comercial" target="_blank" rel="noreferrer noopener">foi acertada durante telefonema</a>&nbsp;entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, ocorrido na última sexta-feira (21).&nbsp;A conversa durou cerca de uma hora e 20 minutos e, segundo o Palácio do Planalto, ocorreu de forma cordial. Os dois líderes abriram um novo canal de diálogo entre Brasília e Washington em meio à disputa comercial provocada pelas tarifas impostas pelo governo norte-americano sobre produtos brasileiros.</p>



<p>Durante a ligação, ainda de acordo com o Planalto, o presidente brasileiro defendeu a retomada das negociações comerciais e afirmou que as justificativas apresentadas pelo governo norte-americano para a adoção das novas tarifas são infundadas.</p>



<p>Entre os argumentos utilizados pelos Estados Unidos para fundamentar as medidas estão questões relacionadas a desmatamento, acordos preferenciais, propriedade intelectual, combate à corrupção, Pix, etanol e importações de produtos associados a trabalho forçado.</p>



<p>Lula afirmou que as tarifas prejudicam tanto o Brasil quanto os Estados Unidos e defendeu o diálogo como caminho para preservar a relação comercial entre os dois países.</p>



<p>Trump concordou com a necessidade de manter os vínculos comerciais e sinalizou a retomada do contato entre as equipes dos dois governos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tarifaço</h2>



<p>Em julho, o USTR&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/tarifaco-de-25-dos-eua-sobre-o-brasil-comeca-valer-nesta-quarta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">impôs uma sobretaxa de 25% sobre vários produtos provenientes do Brasil</a>, após cerca de um ano de análise.</p>



<p>Foram taxados exportadores de ferro e aço, vestuário, calçados, açúcar, etanol, produtos farmacêuticos, maquinário agrícola, máquinas elétricas não voltadas ao setor de aviação, além de outros produtos manufaturados.</p>



<p>O USTR justificou suas taxas dizendo que certas práticas adotadas pelo Brasil eram descabidas e oneravam ou restringiam o comércio de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores estadunidenses. Uma sobretaxa adicional de 12,5% também foi aplicada na sequência sobre mais produtos nacionais, sob a alegação de que o Brasil não adota mecanismos eficazes para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.</p>



<p>Com isso, as novas tarifas em vigor desde o fim do mês passado <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/tarifa-de-375-dos-eua-atinge-us-66-bi-em-exportacoes-do-brasil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">atingem cerca de US$ 6,6 bilhões</a> em exportações brasileiras ao mercado norte-americano, segundo levantamento do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).</p>



<p>O governo brasileiro já havia apresentado um&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/tarifas-dos-eua-sao-inconsistentes-com-regras-da-omc-diz-brasil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pedido de consultas no sistema de solução de controvérsias</a>&nbsp;da Organização Mundial de Comércio (OMC), argumentando que as tarifas aplicadas são &#8220;inconsistentes&#8221; com as regras definidas pela entidade. Em resposta, os EUA aceitaram o pedido para participar das consultas no âmbito da OMC.</p>



<p>Desde o início das taxações por parte do governo Trump, o Brasil vem reforçando que na relação comercial entre os dois países, os EUA são superavitários, ou seja, vendem mais do que compram. Na nota em que anuncia a abertura do processo de reciprocidade econômica, o governo brasileiro aponta que seguirá atuando para reduzir os danos causados pelas tarifas à economia e à renda dos brasileiros.</p>



<p><strong>Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/brasil-confirma-nova-rodada-de-negociacao-com-eua-sobre-tarifas/" data-type="post" data-id="57652">Brasil confirma nova rodada de negociação com EUA sobre tarifas</a></p>
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		<title>Saiba mais sobre acordo para facilitar comércio eletrônico no Mercosul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 14:25:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[comércio]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Agência Brasil O Brasil promulgou, nesta segunda-feira (24), o Acordo sobre Comércio .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Agência Brasil</strong></p>



<p>O Brasil promulgou, nesta segunda-feira (24), o <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/decreto-n-13.104-de-21-de-agosto-de-2026-727295424" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acordo sobre Comércio Eletrônico do Mercosul</a>, assinado em 2021 pelos países integrantes do bloco. Entre os principais pontos está a proibição da cobrança de direitos alfandegários sobre transações eletrônicas entre pessoas do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai. Proteção de dados pessoais e cooperação em segurança cibernética também estão entre os pontos abordados.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1700443&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1700443&amp;o=node"></p>



<p>O Decreto nº 13.104, publicado no&nbsp;<a href="https://www.in.gov.br/servicos/diario-oficial-da-uniao/destaques-do-diario-oficial-da-uniao" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a>, incorpora às leis brasileiras normas voltadas ao desenvolvimento e à regulamentação do comércio digital no&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/mercosul" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mercosul</a>. A norma tem o propósito de reduzir barreiras às transações virtuais.</p>



<p>O texto também prevê que os governos adotem medidas para facilitar o comércio digital, ampliar a transparência regulatória e evitar normas que imponham restrições indevidas às atividades eletrônicas. O acordo estabelece ainda o reconhecimento da validade jurídica das assinaturas eletrônicas dos países do bloco, com o objetivo de facilitar negócios e operações transfronteiriças.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Proteção de dados</h2>



<p>De acordo com o decreto, os países se comprometem a manter legislações e medidas administrativas para resguardar informações pessoais dos usuários do comércio eletrônico, além de trocar experiências e informações sobre proteção de dados. </p>



<p>No campo da circulação de dados, o acordo determina que os países permitam a transferência transfronteiriça de informações necessárias para atividades comerciais, respeitadas as regras de proteção de dados pessoais.&nbsp;</p>



<p>A publicação também veda, em regra, a exigência de que empresas estrangeiras mantenham servidores ou instalações de armazenamento de dados em determinado território como condição para operar em nível local.</p>



<p>O acordo orienta os países a adotarem medidas para proteger consumidores contra mensagens eletrônicas enviadas sem consentimento, exigindo mecanismos que permitam ao usuário interromper o recebimento dessas comunicações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Segurança</h2>



<p>As partes também assumiram compromissos de cooperação em áreas como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>segurança cibernética;</li>



<li>proteção ao consumidor;</li>



<li>comércio digital para micro, pequenas e médias empresas;</li>



<li>governo eletrônico;</li>



<li>compartilhamento de informações sobre regulamentação e estatísticas do setor.</li>
</ul>



<p>O texto prevê revisões periódicas do acordo a cada dois anos para acompanhar a evolução tecnológica e as discussões internacionais sobre comércio eletrônico.&nbsp;</p>



<p>Com a promulgação, o governo brasileiro conclui o processo interno de incorporação do acordo, que passa a produzir efeitos no país conforme as regras estabelecidas pelo Mercosul e pela legislação nacional.</p>



<p><strong>Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/acordo-mercosul-ue-valera-provisoriamente-em-maio-confirma-governo/" data-type="post" data-id="55501">Acordo Mercosul-UE valerá provisoriamente em maio, confirma governo</a></p>
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		<title>Trump anuncia &#8216;guerra econômica&#8217; contra o Irã e ameaça países que ajudarem regime persa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 13:32:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Darlan de Azevedo &#8211; Estadão Conteúdo O presidente dos Estados .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Darlan de Azevedo &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na noite desta quarta-feira (19), uma nova rodada de medidas econômicas &#8220;sem precedentes&#8221; contra o Irã e prometeu ampliar a pressão sobre países e empresas que mantenham relações comerciais e financeiras com o regime persa.</p>



<p>Em mensagem na Truth Social, Trump classificou o pacote como &#8220;a operação econômica mais esmagadora já tomada contra qualquer país&#8221; e descreveu a iniciativa como uma &#8220;guerra econômica&#8221; e um &#8220;isolamento internacional em escala inédita&#8221;.</p>



<p>Trump também afirmou que as sanções terão caráter extraterritorial e mirariam terceiros países. Segundo ele, qualquer país que permita que instituições financeiras, empresas, aeroportos ou órgãos governamentais forneçam algum tipo de &#8220;linha de vida&#8221; ao Irã enfrentará &#8220;enormes consequências econômicas&#8221;.</p>



<p>No texto, o presidente americano citou práticas que, segundo ele, devem ser interrompidas, como contrabando de petróleo, linhas de swap, transferências de dinheiro, atuação de casas de câmbio, registros de navios e uso de empresas de fachada.</p>



<p>Nesta semana, Trump já havia avançado contra Omã, ao afirmar que o país não tem se comportado bem e ameaçou bombardeá-lo &#8220;se intrometesse&#8221; nos planos de Washington para o Estreito de Ormuz. Irã e Omã estão juntos organizando a administração da via marítima, sem a participação dos Estados Unidos nas tratativas.</p>



<p><strong>Foto: Europa Press</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/preco-do-petroleo-sobe-apos-pronunciamento-de-trump/" data-type="post" data-id="55750">Preço do petróleo sobe após pronunciamento de Trump</a></p>
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		<title>EUA respondem ao Brasil na OMC e aceitam reunião para consultas</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:02:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Marcelo Brandão – repórter da Agência Brasil Os Estados Unidos responderam, .... </p>
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<p><strong>Marcelo Brandão – repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>Os Estados Unidos responderam, na última segunda-feira (10), à manifestação do Brasil junto à Organização Mundial de Comércio (OMC) <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/eua-impoem-nova-tarifa-de-125-produtos-brasileiros" target="_blank" rel="noreferrer noopener">sobre as tarifas extras impostas</a> por eles a produtos brasileiros. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699264&amp;o=node"></p>



<p>Na resposta, o país norte-americano se disse pronto para conversar e atender ao pedido de consultas feito pelo governo brasileiro.</p>



<p>“Os Estados Unidos aceitam o pedido do Brasil para participar das consultas. Estamos prontos para dialogar com as autoridades da sua missão em uma data mutuamente conveniente para consultas”, respondeu o governo norte-americano.</p>



<p>O&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-07/brasil-aciona-omc-contra-tarifas-impostas-pelos-estados-unidos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Brasil apresentou seus argumentos</a>&nbsp;como um pedido de consultas aos Estados Unidos no sistema de solução de controvérsias da OMC. O documento expõe o cenário, inclusive com as alegações dos EUA de serem tratados de forma discriminatória pelo Brasil.</p>



<p><strong>O pedido de consultas representa a primeira etapa formal do sistema de solução de controvérsias da OMC.&nbsp;</strong>Nessa fase, os países buscam negociar uma solução para o conflito antes da eventual instalação de um painel para analisar o caso.</p>



<p>O Brasil se manifestou junto à OMC no dia 27 de julho e argumentou que as&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/tarifas-dos-eua-sao-inconsistentes-com-regras-da-omc-diz-brasil" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tarifas aplicadas pelos Estados Unidos são “inconsistentes”</a>&nbsp;com as regras definidas pela entidade.</p>



<p>“As medidas em questão [tomadas pelos EUA] parecem ser inconsistentes com as obrigações dos EUA sob o Acordo Geral de Tarifas e Comércio 1994”, afirmou o Brasil.</p>



<p>O Acordo Geral de Tarifas e Comércio traz a base normativa para aplicação de tarifas por parte dos membros da OMC.</p>



<p>O Brasil também afirma que é preterido pelos EUA na relação comercial, comparado a outros países da Organização Mundial do Comércio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">China&nbsp;</h2>



<p><strong>Autoridades do governo chinês também se manifestaram no mesmo pedido de consultas feito pelo Brasil e pediram autorização para participar das consultas.&nbsp;</strong>A China é o maior parceiro comercial do Brasil.</p>



<p>“China tem um interesse comercial substancial nessas consultas”, disse o documento. A China afirma que os EUA também impuseram “certas medidas” a produtos originados no país.</p>



<p>“Essas medidas afetam todas as exportações da China aos Estados Unidos, sujeitas a isenções específicas, e em particular as condições de competição para esses produtos originados na China e vendidos ao mercado estadunidense, como resultado de tarifas adicionais impostas. A China, portanto, solicita respeitosamente que seja permitida sua participação nas consultas nesta disputa”, acrescentou.</p>



<p><strong>Foto: Archivo</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/brasil-aciona-omc-contra-tarifaco-dos-estados-unidos/" data-type="post" data-id="49585">Brasil aciona OMC contra tarifaço dos Estados Unidos</a></p>



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		<title>Mídia estrangeira trata revogação de visto de embaixadora nos EUA como &#8216;escalada de tensões&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 13:58:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Matheus Andrade, especial para a AE &#8211; Estadão Conteúdo Grande .... </p>
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<p><strong>Por Matheus Andrade, especial para a AE &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>Grande parte dos principais veículos de imprensa do mundo noticiou a decisão do governo americano de revogar o visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Viotti, como uma &#8220;escalada de tensões&#8221; entre Brasil e Estados Unidos. No&nbsp;<em>New York Times</em>, o título da reportagem sobre o tema foi &#8220;EUA revogam visto de diplomata brasileira de alto escalão, elevando as tensões&#8221;, enquanto a versão do continente americano do jornal&nbsp;<em>El País</em>&nbsp;traz a matéria &#8220;Estados Unidos e o Brasil protagonizam um duelo diplomático entre gigantes&#8221; como a principal em seu site.</p>



<p>Os veículos britânicos&nbsp;<em>BBC</em>&nbsp;e&nbsp;<em>Guardian</em>&nbsp;também trouxeram a interpretação de uma elevação de tensão entre os dois lados ao tratar do tema, assim como a emissora do Catar&nbsp;<em>Al Jazeera</em>.</p>



<p>O&nbsp;<em>Wall Street Journal</em>&nbsp;destacou que a notícia ocorre &#8220;em meio a uma crescente disputa diplomática sobre uma suposta interferência dos EUA antes das eleições presidenciais do país, em outubro&#8221;. O&nbsp;<em>Washington Post</em>&nbsp;trouxe no título que a ação ocorreu &#8220;em medida de retaliação&#8221;. No geral, as publicações trouxeram a notícia através das declarações do Departamento de Estado, ou porta-vozes do organismo, afirmando que a decisão do governo americano ocorreu em resposta ao fato de o Brasil ter adiado a aprovação diplomática formal do embaixador dos EUA em Brasília e negado vistos a diplomatas americanos. Meios como a americana&nbsp;<em>CNN</em>&nbsp;e a alemã&nbsp;<em>DW</em>&nbsp;repercutiram a informação de forma mais direta a partir das declarações oficiais.</p>



<p>No caso da emissora europeia, a informação de que o Brasil rejeitou a decisão de Washington, &#8220;descrevendo-a como uma escalada e afirmando que ela evidenciava o interesse dos EUA em interferir na próxima eleição presidencial do país&#8221;, ganhou maior destaque. &#8220;A decisão de hoje não é um incidente isolado. Ela faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis contra o Brasil, motivada por razões ideológicas&#8221;, publicou a&nbsp;<em>DW</em>, citando o gabinete do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em comunicado. A chinesa&nbsp;<em>CGTN</em>&nbsp;também citou a versão do governo brasileiro, que chamou de &#8220;falsas&#8221; as razões citadas pelos Estados Unidos.</p>



<p>Já a&nbsp;<em>Fox News</em>&nbsp;trouxe a declaração de um porta-voz do Departamento de Estado americano: &#8220;Mantivemos comunicação constante com o governo brasileiro durante semanas e demos a ele todas as oportunidades para fazer a coisa certa, no entanto, eles têm continuamente adiado e criado obstáculos&#8221;.</p>



<p><strong>Foto: Divulgação da Embaixada dos Estados Unidos</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/exportacoes-aos-eua-crescem-pela-primeira-vez-apos-tarifaco-de-trump/" data-type="post" data-id="57683">Exportações aos EUA crescem pela primeira vez após tarifaço de Trump</a></p>
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