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	<title>Empresas &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
	<lastBuildDate>Fri, 07 Aug 2026 01:29:57 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Empresas &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Diretor da Casales Desenvolvimento Empresarial e sócio da Olho na BET debate economia e sociedade 5.0 no Rio Innovation Week</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 01:29:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[#empresa]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Innovation Week]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sócio da Olho na BET participou de debate sobre desenvolvimento econômico, .... </p>
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<p class="has-text-align-center"><em>Sócio da Olho na BET participou de debate sobre desenvolvimento econômico, inovação e sociedade 5.0 no Rio Innovation Week.</em></p>



<p>O diretor da Casales Desenvolvimento Empresarial e sócio da Olho na BET, Vinicius Casales, participou nesta terça-feira (5) do Rio Innovation Week, onde palestrou no painel “Economia da Sociedade 5.0”, realizado às 11h30, no Palco 13, localizado no Armazém 3. O debate abordou a relação entre desenvolvimento econômico, inovação, tecnologia e o papel da sociedade na construção de soluções mais inclusivas.</p>



<p>Doutorando e mestre em Políticas Públicas, Desenvolvimento e Estratégias pelo Instituto de Economia da UFRJ (IE/UFRJ), Vinicius Casales é bacharel em Direito, possui MBA em Gestão Empresarial pela FGV/RJ e especialização em Prospecção, Priorização e Apoio à Decisão em Inovação pela Unicamp. Além de dirigir a Casales Desenvolvimento Empresarial, atua como professor do LARES/IE-UFRJ nas áreas de Cidades Inteligentes, Compras Públicas e Inovação e é sócio da regtech Olho na Bet.</p>



<p>Durante a apresentação, o executivo destacou que a proposta da Sociedade 5.0 coloca o ser humano no centro do desenvolvimento econômico e tecnológico. Segundo ele, inovação, por si só, não garante progresso social e precisa ser acompanhada por políticas e iniciativas que ampliem o acesso da população às oportunidades criadas pela transformação digital.</p>



<p>“A sociedade 5.0 preconiza que tudo seja desenvolvido a partir do ponto de vista do ser humano, com o ser humano no centro. Quando olhamos para o desenvolvimento econômico, o equilíbrio entre setor público e setor privado é fundamental, assim como a participação do cidadão nos debates e discussões. A inovação não é boazinha. Pelo contrário, ela acelera o gap social, principalmente nos tempos atuais, em que os avanços tecnológicos acontecem cada vez mais rápido. Precisamos tornar a tecnologia mais acessível a todos e trazer o cidadão para participar das discussões”, afirmou.</p>



<p>Vinicius Casales também ressaltou a importância do Rio Innovation Week como espaço para conectar diferentes setores e fomentar debates sobre temas estratégicos para o desenvolvimento do país.</p>



<p>“É fundamental participar de um espaço como o Rio Innovation Week, porque existe uma diversidade de conteúdos, propostas e discussões. O tema do painel trouxe uma oportunidade para debater a relação entre tecnologia, economia e desenvolvimento social. Um evento que está se tornando internacional cria um ambiente para agregar valor e ampliar esse diálogo”, disse.</p>



<p>Ao relacionar o debate com a atuação da Olho na Bet, o executivo destacou o papel da empresa na promoção do jogo responsável e no combate à desinformação em um mercado cada vez mais digitalizado.</p>



<p>“A Olho na Bet traz esse olhar de preocupação com a sociedade para ajudar a desmistificar o que é vício e o que é entretenimento, trazendo clareza e o jogo responsável como base para o uso dessas plataformas. Também ajuda o usuário a entender o glossário, trazendo transparência e qualificando as bets de acordo com a aderência à legislação nacional e ao nível de transparência apresentado ao consumidor. Principalmente, conscientiza o usuário de que ele precisa ter muita parcimônia e clareza sobre como quer utilizar essas plataformas. Isso não é investimento, é entretenimento”, concluiu.</p>



<p>Orientada por inteligência artificial, a Olho na BET combina análise de dados com curadoria jurídica para aumentar a transparência no mercado de iGaming. A plataforma compara operadoras licenciadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA/MF) e as avalia com base em cinco pilares: conformidade jurídica, privacidade (LGPD), transparência, solidez financeira e responsabilidade.</p>



<p>Por meio de um motor proprietário de NLP e Machine Learning, a startup gera um score de risco dinâmico para cada operadora e oferece ferramentas educativas voltadas ao jogo responsável, traduzindo a complexidade regulatória do setor em informações acessíveis para os usuários.</p>



<p><strong>Foto: Divulgação</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/rio-innovation-week-tem-destaques-do-brasil-e-exterior-em-sua-4a-edicao/" data-type="post" data-id="41080">Rio Innovation Week tem destaques do Brasil e exterior em sua 4ª Edição</a></p>



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		<title>Jornalismo se reinventa para ampliar relevância na era dos influenciadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:38:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com quase três décadas de história, o Lance! aposta na integração .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center">Com quase três décadas de história, o Lance! aposta na integração entre credibilidade, creators, inteligência artificial e novos modelos de negócio para acompanhar a evolução do consumo de informação esportiva</p>



<p>Nunca se produziu nem se consumiu tanto conteúdo como atualmente. Para Gustavo Mota, CEO do Lance!, esse é um dos momentos mais desafiadores, e também mais promissores, para o jornalismo esportivo. Em entrevista ao podcast “De Dono pra Dono”, da Auddas, ele afirmou que, se antes os veículos concentravam a distribuição da informação, hoje disputam a atenção do público em um ambiente multiplataforma, instantâneo e altamente competitivo. “Acabou o monopólio da informação, mas aumentou o consumo. O jornalismo precisou entender que o comportamento das pessoas mudou”, pontua.</p>



<p><br>Na avaliação de Mota, a ascensão dos influenciadores digitais não representa uma ameaça ao jornalismo profissional, mas uma oportunidade de colaboração. Enquanto creators aproximam novos públicos e oferecem formatos mais informais, cabe aos veículos preservar a credibilidade, a apuração e a responsabilidade editorial. “Quando o público quer confirmar se uma informação realmente aconteceu, ainda procura um veículo sério. A autoridade continua sendo um diferencial do jornalismo”, destaca. Essa estratégia levou o Lance! a incorporar influenciadores à cobertura esportiva.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Aproximar a marca da aiudiência</h4>



<p>Durante a Copa do Mundo de Clubes, por exemplo, o criador de conteúdo Toguro atuou como repórter da equipe, aproximando a marca de uma audiência mais jovem. “Conseguimos falar com um público que talvez nunca tivesse consumido o jornalismo do Lance!, sem abrir mão da qualidade da informação”, explica.</p>



<p>A mudança de comportamento do público também exigiu uma revisão profunda do modelo de negócios da empresa. O fim da edição impressa, durante a pandemia, marcou uma reestruturação que incluiu investimentos em assinaturas, aplicativo, conteúdo premium, projetos editoriais para marcas e novas unidades de negócio.</p>



<p>Hoje, o ecossistema do Lance! reúne cerca de 25 milhões de usuários mensais no portal e alcança aproximadamente 80 milhões de pessoas nas redes sociais. “Percebemos que não bastava simplesmente colocar o jornal na internet. Era preciso criar produtos pensados para a forma como as pessoas consomem conteúdo digital”.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Do impresso ao digital</h4>



<p>Outro pilar dessa transformação é a inteligência artificial. A tecnologia já integra a rotina da redação, auxiliando na identificação de tendências, na organização de dados históricos e na elaboração de rascunhos que aceleram a produção das notícias. Ainda assim, Mota ressalta que a análise humana permanece indispensável. “A IA entrega velocidade, mas o contexto, a interpretação e a profundidade continuam sendo responsabilidade do jornalista”.</p>



<p>Ao comparar diferentes mercados, o executivo observa que o público brasileiro privilegia conteúdos rápidos e redes sociais, enquanto os europeus ainda dedicam mais tempo à leitura e os norte-americanos demonstram maior disposição para pagar por jornalismo especializado. “O conteúdo de qualidade tem valor. O desafio é construir uma cultura em que as pessoas reconheçam isso”, acentua.</p>



<p>Sobre o crescimento das casas de apostas como patrocinadoras do esporte, Mota considera que o segmento passou a integrar definitivamente o ecossistema esportivo, mas defende uma atuação responsável. “As apostas vieram para ficar. O importante é tratar o tema com responsabilidade, informação de qualidade e sem incentivar comportamentos irresponsáveis. É possível construir conteúdo sério sobre esse mercado”, conclui.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Transformação que vai além do Lance!</h4>



<p>Rodrigo Chiavenato, diretor de Franquias da Auddas e apresentador do podcast, lembrou que o Lance! se consolidou como uma das principais referências do jornalismo esportivo brasileiro, ultrapassando 150 mil exemplares diários no início dos anos 2000. Segundo ele, a mudança dos hábitos de consumo, acelerada pela pandemia e pela expansão das plataformas digitais, redefiniu o setor. “Hoje existem inúmeras formas de consumir conteúdo esportivo. A Copa do Mundo mostra como essas plataformas ganharam força e como o comportamento do público mudou”, observa.</p>



<p>Para Chiavenato, o protagonismo dos influenciadores, a migração do consumo dos antigos tabloides para as redes sociais, os desafios da monetização digital, a chegada das casas de apostas e o avanço da inteligência artificial estão redesenhando o jornalismo esportivo. “A velocidade continua sendo importante, mas quem consegue explicar melhor os fatos acaba levando vantagem”, conclui.<br>O podcast pode ser escutado no Spotify ou pelo link:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
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</div></figure>



<p><strong>Foto: Divulgação</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/lance-aposta-em-midia-ooh-para-ampliar-distribuicao-de-conteudo-e-anuncia-parceria/" data-type="post" data-id="57179">Lance! aposta em mídia OOH para ampliar distribuição de conteúdo e anuncia parceria</a></p>



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		<title>O que a eliminação do Brasil ensina às empresas sobre liderança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 16:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Julian Tonioli é sócio-fundador e CEO da Auddas Todo mundo .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Julian Tonioli é sócio-fundador e CEO da Auddas</strong></p>



<p>Todo mundo ficou chateado. A eliminação mexeu com a torcida, com o orgulho e com aquela velha esperança brasileira de que, no futebol, sempre pode acontecer alguma coisa no fim. A gente torce, sofre, acredita e, mesmo quando os sinais não são tão favoráveis, insiste em imaginar um caminho possível.</p>



<p>Mas existe uma diferença importante entre torcer e analisar com frieza. No futebol, como na vida e nos negócios, a emoção costuma enxergar possibilidades que os fatos nem sempre sustentam. Ainda assim, a derrota deixa sempre uma questão incômoda. Não apenas sobre o jogo, mas sobre comportamento, liderança e tomada de decisão. A discussão sobre quem deveria ter batido o pênalti talvez seja menos sobre futebol e mais sobre protagonismo.</p>



<p>Havia um plano. A comissão técnica definiu uma ordem, estabeleceu uma estratégia, organizou responsabilidades. Isso é natural. Times precisam de planejamento. Empresas também. Sócios, diretores e gestores desenham caminhos, criam metas, fazem reuniões estratégicas, distribuem funções e acreditam que, se tudo for seguido conforme o combinado, o resultado virá. O problema é que a vida real raramente respeita planilhas e PowerPoint.</p>



<p>No campo, como no mercado, a execução acontece sob pressão, com ruído, mudança de cenário, medo, confiança, oportunidade e improviso. Aquilo que foi decidido antes precisa conversar com aquilo que está acontecendo agora. E é justamente nesse ponto que aparecem os verdadeiros protagonistas.</p>



<p>O ponto central não é se o jogador Bruno deveria ou não bater. A pergunta mais profunda é outra: porque Vini Júnior, sendo uma das principais lideranças da equipe, não pegou a bola, colocou debaixo do braço e disse: “Eu vou bater”? Não como gesto de vaidade. Não como desrespeito ao plano. Mas como leitura de momento. “Eu entendi o que foi combinado. Eu sei qual era a ordem. Mas estou bem. Estou confiante. Sou uma referência deste time. Eu assumo.” Dificilmente alguém, diante disso, responderia apenas: “Mas o técnico mandou ser diferente”.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="684" height="1024" src="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-11-at-11.52.26-684x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-57976" style="aspect-ratio:0.6679840690949598;width:370px;height:auto" srcset="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-11-at-11.52.26-684x1024.jpeg 684w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-11-at-11.52.26-200x300.jpeg 200w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-11-at-11.52.26-768x1150.jpeg 768w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-11-at-11.52.26.jpeg 855w" sizes="(max-width: 684px) 100vw, 684px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
</div>


<p>Essa é uma imagem poderosa porque ultrapassa o futebol. Dentro das empresas, situações parecidas acontecem todos os dias. Existe um planejamento, mas existe também a linha de frente. Existe a estratégia, mas existe também quem está diante do cliente, da crise, da negociação, do produto, da operação e da pressão concreta do momento. Existe a alçada e a autonomia.</p>



<p>E uma companhia que deseja formar líderes de verdade não pode criar pessoas que apenas cumprem instruções. Precisa formar gente capaz de entender o plano, respeitar a direção e, quando necessário, ter coragem para adaptar a rota em nome do melhor resultado desde que respeitando o código central de valores, a cultura e o propósito do negócio. Isso é empoderamento real.</p>



<p>Empoderar não é colocar no slide que o time tem autonomia. Não é repetir em reuniões que todos são donos. Não é dizer que a empresa valoriza protagonismo enquanto, na prática, pune quem toma decisão fora do script. Empoderar é criar um ambiente em que as lideranças saibam que podem agir quando a realidade exige. É permitir que quem está na ponta não se esconda atrás da hierarquia. É deixar claro que o plano é uma bússola, não uma algema.</p>



<p>Claro que autonomia não pode ser confundida com individualismo. O protagonista verdadeiro não age por ego, age por responsabilidade. Ele não atropela a estratégia para aparecer. Ele assume o risco porque entende o contexto, sente o momento e sabe que, naquela circunstância, a omissão também é uma decisão. Esse talvez seja o aprendizado mais duro.</p>



<p>Muitas organizações dizem querer pessoas protagonistas, mas formam executores obedientes. Querem gente com iniciativa, desde que a iniciativa confirme exatamente o que já estava previsto. Querem liderança, desde que ninguém desafie a ordem estabelecida. Querem coragem, mas sem desconforto. Só que protagonismo sem liberdade é apenas discurso corporativo.</p>



<p>No futebol, no empreendedorismo e na vida, planejamento é indispensável. Mas nenhum plano substitui a lucidez de quem está vivendo o momento decisivo. A estratégia prepara. A liderança interpreta. A coragem executa.</p>



<p>A grande lição que fica não é sobre uma cobrança perdida ou uma escolha específica. É sobre a cultura que construímos nos nossos times. Estamos formando pessoas capazes de assumir a bola quando o jogo aperta? Ou estamos formando profissionais que, diante da decisão mais importante, preferem apontar para o banco e dizer que apenas seguiram o combinado? Porque, no fim, quem se esconde atrás do plano pode até cumprir uma função. Mas dificilmente será protagonista.</p>



<p><strong>Foto: Lucas Figueiredo/CBF</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/auddas-abre-inscricoes-para-diagnostico-gratuito-da-consultoria/" data-type="post" data-id="32745">Auddas abre inscrições para diagnóstico gratuito da consultoria</a></p>
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		<item>
		<title>Em tempos de inteligência artificial, o diferencial continua sendo inteligência natural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:09:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rogério Vargas, sócio da Auddas Vivemos uma era em que .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Rogério Vargas, sócio da Auddas</em></p>



<p>Vivemos uma era em que praticamente tudo pode ser produzido por inteligência artificial. Textos, análises, diagnósticos, apresentações, planejamentos estratégicos e respostas sofisticadas. A IA tornou-se onipresente dentro das empresas.</p>



<p>O problema começa quando ela passa a substituir aquilo que nunca deveria ser terceirizado: o pensamento do sócio.</p>



<p>Hoje já existem situações quase caricatas. Em processos de consultoria, por exemplo, solicita-se ao sócio que responda perguntas profundas sobre os problemas da empresa, seus riscos, fragilidades e desafios. A devolutiva chega impecável: bem escrita, estruturada, tecnicamente correta.</p>



<p>E completamente desconectada da realidade do negócio.</p>



<p>Fica evidente que quem respondeu não foi o sócio. Foi a inteligência artificial.</p>



<p>O resultado impressiona na forma, mas fracassa na essência. Porque a IA pode organizar informações, cruzar referências e sugerir caminhos. Mas ela não vive a empresa. Não percebe tensões silenciosas, não sente o clima do time, não carrega a história do negócio nem suas contradições.</p>



<p>A melhor inteligência de uma empresa ainda é a cabeça do sócio.</p>



<p>O risco mais perigoso desse processo é que muitos empresários começam a terceirizar não apenas tarefas, mas também o próprio raciocínio estratégico. A IA vira uma muleta intelectual. E toda muleta usada por tempo demais atrofia.</p>



<p>Em vez de provocar reflexão, ela anestesia. Em vez de aprofundar decisões, acelera respostas superficiais. O resultado é uma empresa que parece sofisticada por fora, mas opera sem consciência real dos próprios problemas.</p>



<p>A inteligência artificial é extremamente poderosa quando usada por alguém que sabe o que perguntar, o que filtrar e, principalmente, o que contestar. Porque a IA organiza conhecimento — mas não produz convicção.</p>



<p>O sócio que não tem clareza sobre o próprio negócio não se torna mais inteligente usando IA. Apenas terceiriza sua confusão para um algoritmo bem treinado.</p>



<p>Empresas sólidas não nascem de respostas automáticas. Nascem de perguntas difíceis, repertório, experiência e capacidade de julgamento. A tecnologia pode ajudar a organizar o mapa. Mas quem decide o destino ainda precisa ser alguém capaz de entender o terreno, assumir riscos e sustentar consequências.</p>



<p>Num mundo em que todos terão acesso às mesmas ferramentas, o diferencial continuará sendo humano.<br>Clareza. Coragem. Profundidade.</p>



<p>Porque, no fim, a tecnologia mais valiosa dentro de uma empresa continua sendo invisível, insubstituível e impossível de automatizar: a capacidade do sócio de pensar, decidir e liderar com consciência.</p>



<p><strong>Foto: Divulgação</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/crescimento-do-agronegocio-amplia-busca-por-planejamento-patrimonial-e-sucessao-familiar/" data-type="post" data-id="57662">Crescimento do agronegócio amplia busca por planejamento patrimonial e sucessão familiar</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cartões corporativos ganham espaço na estratégia de bancos e fintechs</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/cartoes-corporativos-ganham-espaco-na-estrategia-de-bancos-e-fintechs/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 18:08:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Digitalização da gestão financeira faz empresas migrarem de processos tradicionais para .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Digitalização da gestão financeira faz empresas migrarem de processos tradicionais para plataformas integradas de pagamentos</em></p>



<p>O mercado brasileiro de cartões de crédito para pessoas físicas já soma mais de 220 milhões de unidades ativas, segundo dados do Banco Central. Diante desse cenário, bancos e fintechs ampliam o foco sobre o segmento de pessoa jurídica (PJ), que reúne oportunidades para crescimento dos meios de pagamento e para a digitalização da gestão financeira das empresas.</p>



<p>Segundo Fabio Montanari, CEO da Montanari Tecnologia, o avanço desse mercado depende menos da emissão de novos cartões e mais da capacidade de integrar os meios de pagamento à rotina operacional das empresas.</p>



<p>“O cartão corporativo deixou de ser apenas uma ferramenta de pagamento. Hoje, ele precisa estar conectado aos processos financeiros das empresas, permitindo controle, automação e segurança. O diferencial competitivo está na tecnologia que integra todas essas etapas”, afirma.</p>



<p>Na avaliação do executivo, a substituição de processos baseados em boletos, TEDs e controles manuais por plataformas digitais tende a acelerar nos próximos anos, principalmente entre empresas que buscam maior eficiência operacional e redução de custos administrativos.</p>



<p>É nesse contexto que empresas especializadas em infraestrutura tecnológica vêm ganhando espaço ao desenvolver soluções utilizadas por instituições financeiras e grandes organizações. A Montanari Tecnologia atua na criação de plataformas que conectam emissores, bandeiras e empresas, permitindo que operações financeiras ocorram de forma integrada aos sistemas de gestão corporativa.</p>



<p>Entre as soluções desenvolvidas pela empresa está o MICE Control, plataforma voltada para a gestão financeira de viagens e eventos corporativos. A ferramenta reúne, em um único ambiente, a administração operacional do projeto e os serviços financeiros, permitindo a emissão de Virtual Card Numbers (VCNs), definição de limites por operação, alçadas de aprovação e cartões de uso único.</p>



<p>Atualmente, a plataforma opera integrada a emissores como Itaú, Bradesco, Citibank e Santander, além das bandeiras Visa e Mastercard. A proposta é reduzir etapas operacionais, automatizar conciliações financeiras e aumentar o controle das despesas corporativas.</p>



<p>Para Montanari, a evolução do mercado de cartões empresariais também está diretamente ligada ao fortalecimento da segurança digital.</p>



<p>“As empresas buscam soluções que ofereçam mais rastreabilidade, controle e proteção contra fraudes, ao mesmo tempo em que simplifiquem a gestão financeira. A tecnologia deixou de ser um diferencial e passou a ser um requisito para a expansão desse mercado”, conclui.</p>



<p><strong>Foto: Divulgação</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/evento-liderando-o-futuro-2025-debate-equidade-de-genero-no-mundo-corporativo/" data-type="post" data-id="46059">Evento ‘Liderando o Futuro 2025’ debate equidade de gênero no mundo corporativo</a></p>
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		<title>ESSOR Seguros celebra 15 anos de inovação e crescimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 17:22:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Essor]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trajetória de especialização impulsiona a seguradora a posições de destaque no .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Trajetória de especialização impulsiona a seguradora a posições de destaque no mercado brasileiro</em></p>



<p>A ESSOR Seguros, integrante do Grupo SCOR, completa 15 anos de atuação no mercado brasileiro consolidando uma trajetória marcada pela inovação, especialização e desenvolvimento de soluções para nichos estratégicos. Ao longo desse período, a companhia ampliou sua atuação, fortaleceu a parceria com os corretores e projeta novos avanços.</p>



<p><strong>Destaque</strong>&nbsp;– Nesses 15 anos a ESSOR conquistou destaque em diversos ramos do mercado. &#8220;Hoje somos a maior seguradora de RC ônibus do país com 48% de participação de mercado. Ocupamos a segunda posição no seguro Agro e estamos entre as três maiores seguradoras no segmento de embarcações”, destaca Roberto Uhl, head de desenvolvimento de negócios e inteligência de mercado da ESSOR Seguros.</p>



<p>A companhia também tem atuação relevante nos seguros de transporte de mercadorias, eventos, painéis solares fotovoltaicos, bicicletas, garantia e riscos de engenharia. “Esses resultados refletem nossa estratégia de investir em nichos especializados e desenvolver soluções alinhadas às necessidades de cada segmento&#8221;, ressalta o executivo.</p>



<p><strong>Parcerias</strong>&nbsp;&#8211; Desde o início de suas operações no Brasil, a seguradora apostou em um modelo de negócios baseado em parcerias estratégicas e no desenvolvimento de produtos. &#8220;A ESSOR Seguros agregou muito ao mercado de seguros do Brasil nestes últimos quinze anos, com uma atuação marcada pelo pioneirismo em segmentos que careciam de opções de produtos diferenciados&#8221;, afirma Roberto Uhl.</p>



<p><strong>Corretores</strong>&#8211; Com uma rede de cerca de 15 mil corretores e distribuição digital, a ESSOR considera esses profissionais fundamentais para sua trajetória de crescimento. &#8220;Nosso foco, desde o início, foi fortalecer a relação com os corretores de seguros, que são parte essencial da história de sucesso da ESSOR&#8221;, ressalta o executivo.</p>



<p><strong>Futuro</strong>&nbsp;&#8211; Otimista quanto ao futuro, para os próximos anos a companhia pretende ampliar o portfólio de produtos, fortalecer parcerias de longo prazo e intensificar os investimentos em tecnologia, atendimento e capacitação de colaboradores.</p>



<p>&#8220;Estamos vivendo um momento importante de transformação na indústria de seguros e preparados para esse novo cenário, impulsionado pelo uso intensivo da Inteligência Artificial&#8221;, conclui Roberto Uhl.</p>



<p><strong>Foto: Manoel Petry</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/a-essor-e-a-seguradora-oficial-do-mice-meeting-2025/" data-type="post" data-id="49355">A ESSOR é a seguradora oficial do MICE Meeting 2025</a></p>



<p></p>
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		<title>Lance! aposta em mídia OOH para ampliar distribuição de conteúdo e anuncia parceria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 13:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto estreia durante a maior competição do futebol do planeta e .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Projeto estreia durante a maior competição do futebol do planeta e reforça a aposta do Lance! em uma das mídias de maior impacto e alcance do país, integrando conteúdo esportivo, plataformas digitais e a presença nas ruas</em></p>



<p>A chegada da maior competição do futebol entre seleções marca o início da parceria entre o Lance! e a Kallas Mídia OOH. O acordo faz parte da estratégia da plataforma esportiva de ampliar seus canais de distribuição e investir em mídia exterior, considerada uma das mídias de maior impacto e frequência do mercado por sua capacidade de alcançar milhões de pessoas em deslocamento e de acompanhar a jornada do consumidor em ambientes urbanos.</p>



<p>A iniciativa une a força editorial do Lance! à presença nacional da Kallas e contempla projetos especiais com presença simultânea nos ativos da empresa, nas telas da Zanzar, plataforma de mídia DOOH em carros de aplicativo, e nos canais digitais do Lance!.</p>



<p>Como primeira ação conjunta, parte relevante da cobertura produzida pelo Lance! será exibida nas telas digitais da Kallas e da Zanzar em diversas regiões do país, além de permanecer disponível nos ambientes digitais da plataforma esportiva. A iniciativa cria uma jornada integrada entre mídia exterior, canais online e mobilidade urbana, permitindo que marcas associem suas campanhas a conteúdos de grande interesse do público por meio de formatos de branded content e soluções de mídia contextualizadas.</p>



<p>“Estamos criando uma nova experiência de consumo de conteúdo esportivo ao conectar o alcance da mídia exterior à força do jornalismo digital. A parceria permite levar informações relevantes para milhões de pessoas em diferentes momentos da rotina, transformando nossas telas em pontos de contato com conteúdos de alta qualidade e ampliando a visibilidade tanto para a audiência quanto para as marcas”, afirma Herbert Viana, Chief Product Officer (CPO) da Kallas Mídia OOH.</p>



<p>A operação levará informações esportivas em tempo real para milhões de pessoas em ambientes urbanos, corredores de mobilidade, aeroportos e outros pontos estratégicos de circulação. Resultados, destaques das partidas, chamadas editoriais e informações de serviço acompanharão o público ao longo do dia, expandindo o acesso ao conteúdo para além dos dispositivos móveis.</p>



<p>A cobertura do Lance! abrangerá os 12 grupos e todas as seleções participantes, com análises, opinião, cobertura das decisões da Fifa, cerimônias oficiais e um live blog dedicado à competição. Durante os jogos da seleção brasileira, equipes estarão nos locais das partidas trazendo informações de serviço, bastidores, entrevistas pré e pós-jogo, cobertura em tempo real e reportagens diretamente dos estádios. O projeto inclui ainda galerias de fotos, infográficos, enquetes, quizzes e avaliações dos jogadores pelos torcedores.</p>



<p>Para o Lance!, a iniciativa amplia a capacidade de distribuição de conteúdo e fortalece a conexão da marca com os torcedores em diferentes ambientes.</p>



<p>“Essa parceria estratégica com a Kallas potencializa nossa capilaridade e abre um canal inédito de impacto diário. O OOH é uma mídia extremamente relevante por sua capacidade de gerar alcance, frequência e presença em momentos-chave da rotina das pessoas. Ao unir a nossa força editorial e autoridade esportiva à robusta presença nacional da Kallas, passamos a acompanhar o torcedor em toda a sua jornada diária”, afirma Gustavo Mota, CEO do Lance!.</p>



<p>Embora tenha início durante o torneio mundial de seleções, a parceria foi estruturada para seguir ao longo do calendário esportivo, contemplando também campeonatos nacionais e competições continentais de futebol. A expectativa é ampliar gradualmente as possibilidades de integração entre conteúdo, mídia exterior e plataformas digitais, criando novas oportunidades para anunciantes e para o engajamento do público.anunciantes:</p>



<p>“O OOH é uma das poucas mídias capazes de combinar alcance massivo, contexto e integração com o digital. Ao expandir a presença do Lance! para esse ambiente, criamos novas oportunidades para marcas que buscam se conectar com o torcedor em diferentes momentos do dia. A combinação entre conteúdo, mobilidade e dados permite construir jornadas mais completas e ampliar o impacto das campanhas”, afirma Maykon Marins, Head de Growth do Lance!.</p>



<p><strong>Foto: Divulgação</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/com-lance-de-r-29-bilhoes-aena-assume-aeroporto-do-galeao-ate-2039/" data-type="post" data-id="55711">Com lance de R$ 2,9 bilhões, Aena assume Aeroporto do Galeão até 2039</a></p>
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		<title>Lance aposta em ecossistema de negócios, acelera assinaturas e amplia presença junto ao torcedor brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 13:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em participação em podcast sobre marketing esportivo, Guilherme Guimarães, sócio do .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-text-align-center"><em>Em participação em podcast sobre marketing esportivo, Guilherme Guimarães, sócio do Lance!, detalha estratégia que transforma audiência em novos produtos, experiências, educação e projetos de marca</em></p>



<p>As transformações no consumo de conteúdo esportivo têm levado empresas tradicionais do setor a rever modelos de atuação e buscar novas formas de relacionamento com a audiência. Em participação no podcast Jogada do Marketing, Guilherme Guimarães, sócio do Lance!, apresentou a visão estratégica da empresa para os próximos anos e explicou como a marca vem ampliando sua atuação para além do jornalismo esportivo tradicional.</p>



<p>Segundo o executivo, o Lance! opera hoje como um ecossistema de mídia, conteúdo e negócios conectado ao comportamento do torcedor contemporâneo. Somando portal, redes sociais, YouTube, newsletter, WhatsApp e demais plataformas, a empresa alcança cerca de 25 milhões de pessoas por mês. Apenas o portal registra entre 10 e 15 milhões de usuários mensais. Além disso, a companhia mantém mais de 1,5 milhão de inscritos em newsletters e canais no WhatsApp, ampliando a capacidade de conexão direta com a audiência.</p>



<p>Ao explicar o posicionamento da empresa, Guilherme apresentou uma definição que passou a orientar a estratégia do grupo. “Uma cliente definiu muito bem o que é o Lance!. Somos um grande nicho. É uma maneira única de falar com muitos torcedores ao mesmo tempo, sem precisar segmentar”, afirmou.</p>



<p>A lógica, segundo ele, está relacionada à abrangência nacional da audiência. Apesar da forte associação histórica ao futebol, o executivo reforçou que a companhia dialoga com diferentes modalidades esportivas e alcança torcedores em diferentes regiões do país.“Você entra no Lance! e está falando com o torcedor brasileiro do Brasil inteiro. As pessoas acham que é só futebol, mas não é”, disse.</p>



<p>Mais do que audiência, a companhia busca ampliar o valor gerado em torno dessa comunidade. Guilherme explicou que a aquisição da empresa foi motivada não apenas pelo histórico da marca, mas principalmente pelo potencial de expansão. “A gente não comprou o Lance! pelo que ele era, mas pelo que ele pode se tornar.”</p>



<p>Entre as iniciativas em desenvolvimento está o fortalecimento do programa de assinaturas, que cresceu 356% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao ano anterior, além da criação do Lance! Educação, nova frente voltada a transformar conhecimento esportivo em produtos, conteúdo e experiências.</p>



<p>A proposta inclui aproximar atletas do público, criar programas de capacitação, desenvolver conteúdos aprofundados e ampliar o acesso a especialistas e profissionais do esporte.<br>“A gente está implementando o Lance Educação para trazer atletas e o conhecimento desses atletas para o público. Também estamos produzindo estudos, conteúdos mais aprofundados e capacitação em comunicação esportiva”, afirmou.</p>



<p>O avanço do ecossistema também passa pela área comercial e pela construção de projetos de marketing em parceria com marcas. Segundo Guilherme, o Lance! vem atuando não apenas como veículo, mas também como parceiro estratégico no desenvolvimento de ações voltadas ao torcedor.</p>



<p>Entre os exemplos citados está a participação na campanha envolvendo a Uber e o Uberlândia, em que a empresa colaborou na produção e amplificação de conteúdo. Projetos desenvolvidos junto a marcas como Superbet, Betano e BetMGM também foram mencionados como exemplos de ativações integradas entre conteúdo, audiência e estratégia digital.</p>



<p>“Hoje o ecossistema é muito mais do que um veículo. A gente ajuda a agência e o anunciante a desenvolver o conteúdo mais assertivo para aquela marca”, afirmou. Segundo o executivo, os formatos vão desde ações táticas de curto prazo até projetos de temporada construídos ao longo de meses, incluindo produção audiovisual, branded content, distribuição multiplataforma e ações voltadas ao fortalecimento de presença digital.</p>



<p>“Tudo para a gente é conectar marcas com torcedores”, resumiu. A estratégia acompanha uma tendência crescente entre empresas de mídia, que passam a enxergar audiência não apenas como público consumidor de conteúdo, mas como ponto de partida para novas receitas, experiências e negócios.</p>



<p>Para assistir ao episódio: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=n1a6xAX2F3A" target="_blank" rel="noopener">https://www.youtube.com/watch?v=n1a6xAX2F3A</a></p>



<p><strong>Foto: Divulgação</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/producao-de-petroleo-da-uniao-supera-100-mil-barris-diarios-em-outubro/" data-type="post" data-id="44209">Produção de petróleo da União supera 100 mil barris diários em outubro</a></p>
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		<item>
		<title>Commerzbank volta a pedir para que acionistas rejeitem proposta de aquisição pelo UniCredit</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 01:12:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dow Jones Newswires* &#8211; Estadão Conteúdo A CEO do Commerzbank, .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Dow Jones Newswires* &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>A CEO do Commerzbank, Bettina Orlopp, voltou a pedir que os acionistas rejeitem uma tentativa de aquisição pelo UniCredit, da Itália, descrevendo a proposta como vaga e inadequada, em assembleia geral anual do banco alemão nesta quarta-feira (20). Segundo ela, o valor que o UniCredit está oferecendo pela parte do Commerzbank que ainda não possui &#8220;não é adequado do ponto de vista financeiro&#8221; e os planos do banco italiano são &#8220;vagos, não trazem valor adicional e envolvem riscos significativos&#8221;.</p>



<p>Caso os acionistas aceitem a oferta de troca de ações, eles também podem ficar expostos aos riscos inerentes do UniCredit, segundo o presidente do conselho de supervisão do Commerzbank, Jens Weidmann.</p>



<p>Os acionistas podem passar a arcar com uma proporção maior de empréstimos inadimplentes, uma presença relevante de negócios na Rússia e uma maior exposição a títulos do governo italiano, disse Weidmann.</p>



<p>O UniCredit não respondeu imediatamente a um pedido de comentário, e Orlopp disse que a administração continua aberta a conversas quando houver disposição para discutir os pontos levantados pelo Commerzbank.</p>



<p>As declarações da executiva vêm após o UniCredit lançar uma oferta de aquisição de cerca de 24 bilhões de euros pelas ações do Commerzbank que ainda não detém.</p>



<p>A proposta avaliaria o banco alemão em cerca de US$ 40 bilhões no total. Recentemente, o UniCredit elevou sua participação no Commerzbank para cerca de 38,9%. Fonte:&nbsp;<em>Dow Jones Newswires</em>.</p>



<p><em>*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado</em></p>



<p><strong>Foto: Pixabay</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/uma-empresa-espanhola-apresenta-um-projeto-pioneiro-na-europa-de-oculos-com-ia-para-ambientes-industriais/" data-type="post" data-id="56150">Uma empresa espanhola apresenta um projeto pioneiro na Europa de óculos com IA para ambientes industriais</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>CRA-RJ lança Catálogo Público e certificado de Gestão Responsável para fortalecer empresas registradas</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/cra-rj-lanca-catalogo-publico-e-certificado-de-gestao-responsavel-para-fortalecer-empresas-registradas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 17:51:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[CRARJ]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Comunicação CRA-RJ O Conselho Regional de Administração do Rio de .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Comunicação CRA-RJ</em></p>



<p>O Conselho Regional de Administração do Rio de Janeiro (CRA-RJ) anuncia a implementação de dois novos projetos estratégicos voltados à intensificação dos bons serviços prestados pelas pessoas jurídicas registradas: o Catálogo Público de Empresas e o Certificado de Gestão Responsável. Instituídas por meio de Resoluções Normativas, as medidas buscam fomentar negócios e elevar o patamar de governança e ética no setor da Administração já a partir de abril de 2026.</p>



<p>O Catálogo Público de Empresas Registradas funciona como uma “vitrine digital” oficial disponível no site do Conselho. O objetivo é conferir visibilidade gratuita e facilitar a conexão entre as empresas em dia com o CRA-RJ e seus potenciais clientes através de um acesso facilitado, já que o público poderá buscar empresas por nome, atividade ou nicho. A adesão se dá de forma voluntária, pois a empresa deve autorizar formalmente a publicação de seus dados comerciais. Para atingir um público qualificado, a adesão será personalizada com a seleção de até 5 áreas de atuação (como Consultoria, Administração de Condomínios ou Logística) para fins de indexação.<em><a href="https://cra-rj.adm.br/wp-content/uploads/2026/03/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-16.46.10.jpeg" target="_blank" rel="noopener"></a></em></p>



<p>Já o certificado de Gestão Responsável é um selo de excelência devidamente alinhado aos princípios do Pacto Global da ONU e ao Pacto Brasil pela Integridade Empresarial. Este reconhecimento formal é destinado a empresas que demonstram alto padrão de governança, ética e conformidade socioambiental. A certificação é gratuita e gerada de forma automatizada por meio de uma análise rigorosa de Big Data com a plena verificação de ausência de restrições em bases nacionais e internacionais, incluindo órgãos de controle, como CGU, TCU e Receita Federal; justiça do trabalho, como CNJ, FGTS e Certidões Negativas de Débitos Trabalhistas; e listas internacionais, como Grupo Banco Mundial, OFAC (EUA) e sanções da União Europeia, Canadá e Japão. As empresas certificadas recebem também um selo digital para utilização em sites, redes sociais e materiais promocionais, reforçando sua reputação junto ao mercado.</p>



<p>A validade do certificado é anual, com renovação sujeita à manutenção dos critérios de elegibilidade, além da empresa e o Responsável Técnico sempre precisarem estar regularmente registrados e adimplente com o CRA-RJ.</p>



<p>“Nossa missão é valorizar quem atua com ética e conformidade. Com o Catálogo Público de Empresas e o Certificado de Gestão Responsável, entregamos ferramentas práticas para que as empresas de Administração se destaquem em um mercado cada vez mais exigente”, afirma Adm. Wagner Siqueira, presidente do CRA-RJ.</p>


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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="724" src="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-16.27.40-1024x724.jpeg" alt="" class="wp-image-56685" style="width:641px;height:auto" srcset="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-16.27.40-1024x724.jpeg 1024w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-16.27.40-300x212.jpeg 300w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-16.27.40-768x543.jpeg 768w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-16.27.40-1536x1086.jpeg 1536w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-03-12-at-16.27.40.jpeg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
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<p><strong>Próximos Passos</strong></p>



<p>Em breve, as empresas interessadas deverão acessar o portal oficial do CRA-RJ, onde o formulário de autorização para o catálogo será disponibilizado a fim de aumentar a visibilidade das organizações adimplentes e atestar a integridade empresarial perante o mercado e a sociedade. Fique de olho nas nossas redes sociais e no e-mail oficial da organização cadastrado no Autoatendimento.</p>



<p><strong>Foto: DIVULGAÇÃO</strong></p>



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