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	<title>#pesquisa &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<title>#pesquisa &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Brasília, Rio e São Paulo lideram ranking de cidades mais influentes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Mar 2025 17:15:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#ibge]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bruno de Freitas Moura &#8211; repórter da Agência Brasil Brasília, Rio .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h6 class="wp-block-heading">Bruno de Freitas Moura &#8211; repórter da Agência Brasil</h6>



<p>Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo lideram o ranking de cidades com maior poder de influência nas gestões pública e empresarial, ou seja,&nbsp;<strong>essas cidades concentram o maior número de empresas e órgãos públicos capazes de tomar decisões que influenciam municípios espalhados pelo país</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1635763&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1635763&amp;o=node"></p>



<p>A constatação faz parte da pesquisa Gestão do Território 2024, divulgada nesta quarta-feira (26) pelo&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ibge" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)</a>.</p>



<p>Para estimar a capacidade de influência de gestão empresarial de cada cidade, os pesquisadores analisaram o número de sedes de empresas que os municípios possuem e quantas filiais em outros municípios estão ligadas a essas sedes.</p>



<p>Um exemplo citado é o do banco Bradesco, que tem sede em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, e agências em praticamente todo o país. De acordo com o IBGE, isso representa que decisões tomadas em Osasco influenciam diretamente outras tantas cidades.</p>



<p>Já para medir a influência na gestão política, o IBGE investigou a presença nos municípios de instituições públicas das esferas federal e estadual.</p>



<p>As instituições federais consideradas foram o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Ministério do Trabalho e Emprego, Secretaria da Receita Federal, Justiça (do Trabalho, Federal e Eleitoral) e o próprio IBGE. No âmbito estadual, foram consideradas as secretarias estaduais de Educação e Saúde.</p>



<p>O IBGE classificou os municípios que têm algum grau de influência como centros de gestão. Entraram nessa classificação 2.176 cidades, o que representa 39,1% dos 5.570 municípios brasileiros.</p>



<p><strong>Gestão empresarial</strong></p>



<p>O IBGE elaborou um ranking de intensidade das ligações empresariais por município. </p>



<p>Para tal, o instituto, primeiro, levantou o número de sedes empresariais em uma cidade e somou esse total com o número de filiais que essas empresas possuem em ourtos municípios.</p>



<p>Então, o levantamento fez o caminho inverso: contabilizou todas as empresas nesta mesma cidade que são filiais de outras empresas e somou este número ao número de sedes dessas empresas que estão em outros municípios.</p>



<p>O resultado foi uma lista em que, entre as dez&nbsp;mais bem posicionadas,&nbsp;oito são capitais de unidades da federação.</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>São Paulo (SP)&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Rio de Janeiro (RJ)&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Brasília (DF)&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Belo Horizonte (MG)&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Curitiba (PR)&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Porto Alegre (RS)&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Fortaleza (CE)&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Campinas (SP)&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Barueri (SP)&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Recife (PE)&nbsp;</strong></li>
</ol>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="754" height="503" src="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/avenida_paulista_rvsa_081220202134.webp" alt="" class="wp-image-46357" style="width:532px;height:auto" title="Rovena Rosa/Agência Brasil" srcset="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/avenida_paulista_rvsa_081220202134.webp 754w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2025/03/avenida_paulista_rvsa_081220202134-300x200.webp 300w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption class="wp-element-caption">Avenida Paulista, no centro de São Paulo, a cidade com maior influência empresarial do país. &#8211; <strong>Rovena Rosa/Agência Brasil</strong></figcaption></figure>
</div>


<p>Para o pesquisador Marcelo Paiva da Motta, da gerência de Redes e Fluxos Geográficos, a pesquisa identifica um padrão espacialmente concentrado nas maiores hierarquias urbanas, que são aquelas cidades que têm muito poder de atração, como São Paulo, Rio, Brasília e as capitais.</p>



<p>“As redes empresariais tendem a seguir a distribuição de renda e de dinheiro no país como todo, que é concentrado no Sudeste, principalmente”, explica.</p>



<p>Os dados de empresas foram coletados do Cadastro Central de Empresas, levantamento feito pelo próprio IBGE. As informações são referentes a 2020 e 2021.&nbsp;<strong>O instituto localizou 113.068 empresas sedes e 340.313 filiais.</strong></p>



<p>As 113 mil empresas “multilocalizadas”, como o IBGE as classifica, estavam presentes em 99,9% dos municípios brasileiros, mas eram apenas 2,18% do total de 5,196 milhões de empresas existentes no país.</p>



<p>Ao analisar as atividades econômicas das companhias multilocalizadas, é possível observar que&nbsp;<strong>os principais ramos de atuação são transporte rodoviário de carga, com 6.191 empresas (5,5% das multilocalizadas) e comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios, somando 5.439 empresas (4,8%).</strong></p>



<p><strong>Salários</strong></p>



<p>Outra forma encontrada pelo IBGE para avaliar a ligação entre os municípios é o total de assalariados que as empresas sedes têm em filiais instaladas em outras cidades. Mais uma vez, São Paulo lidera a comparação. As empresas com sede na capital paulista têm mais de 1,8 milhão de funcionários em filiais fora da cidade.</p>



<p>Cidades que sediam empresas que mais geram empregos em outros municipios:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>São Paulo (SP): 1.855.722 empregos</strong></li>



<li><strong>Rio de Janeiro (RJ): 486.696&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Brasília (DF): 315.047&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Belo Horizonte (MG): 261.371&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Barueri (SP): 197.356&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Fortaleza (CE): 118.860&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Porto Alegre (RS): 117.568&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Osasco (SP): 108.856&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Itajaí (SC): 103.241&nbsp;</strong></li>



<li><strong>Curitiba (PR): 99.072&nbsp;</strong></li>
</ol>



<p>Chama atenção que, ante a versão anterior da pesquisa, em 2012, São Paulo cresceu em 17,4% o número de assalariados em outras cidades. Por outro lado, Rio de Janeiro (-18,2%) e Brasília (-21,2%) diminuíram a quantidade de empregos em filiais em outras cidades.</p>



<p>As empresas sediadas em Itajaí, no litoral norte catarinense, viram crescer em 79,8% o número de funcionários contratados por filiais fora do município. A força econômica de Itajaí no cenário econômico nacional é explicada pelo setor industrial e pelo polo naval/portuário. A cidade abriga o Porto de Itajaí.</p>



<p>De acordo com a pesquisadora Evelyn Andrea Arruda Pereira, o ranking representa uma questão de poderio empresarial.</p>



<p>“Você controla não só os empregados que estão no seu próprio município, mas também os que estão fora”.</p>



<p><strong>Gestão Pública</strong></p>



<p>Ao apontar os principais centros de gestão pública, o estudo aponta Brasília no topo no ranking, posição alcançada por ser capital federal e sede nacional da maior parte das instituições públicas.</p>



<p>“Ocupa, isoladamente, o maior nível hierárquico e centraliza o papel de gestor da estrutura administrativa estatal”, registra o instituto sobre Brasília.</p>



<p>Em um segundo nível de hierarquia, o levantamento posiciona juntamente Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Recife (PE). O IBGE destaca que o Rio possui “herança do período em que foi capital federal”. A cidade perdeu o status em 1960, mas ainda sedia instituições como o IBGE.</p>



<p>O levantamento cria três grupos de hierarquia de centralidade de gestão pública:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>Brasília (DF)</strong></li>



<li><strong>Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Recife (RE)</strong></li>



<li><strong>Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Belém (PA) e Florianópolis (SC)</strong></li>
</ol>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter is-resized"><img decoding="async" src="https://imagens.ebc.com.br/nUj5lyclTAMPvFPquYPhwtFrAl8=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/edificio_sede_caixa_economica_federal_170120182635.jpg?itok=WQVKj9WK" alt="Edifício Sede da Caixa Econômica Federal" style="width:507px;height:auto" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil"/><figcaption class="wp-element-caption">Edifício sede da Caixa Econômica Federal fica em Brasília &#8211; <strong>Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong></figcaption></figure>
</div>


<p><strong>Gestão de território</strong></p>



<p>Os pesquisadores criaram ainda um ranking de gestão de território, que ordena os municípios em relação à gestão pública e presença de empresa multilocalizada, seja ela sede ou filial.</p>



<p>As cidades mais proeminentes ficaram agrupadas em dois patamares:</p>



<ol class="wp-block-list">
<li><strong>São Paulo (SP), Brasília (DF) e Rio de Janeiro (RJ)</strong></li>



<li><strong>&nbsp;Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Recife (PE), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Goiânia (GO), Campinas (SP) e Belém (PA)</strong></li>
</ol>



<p>“Essa classificação é coerente com o fato de São Paulo ser a principal centralidade da gestão empresarial; Brasília representar a principal centralidade da gestão pública; e Rio de Janeiro figurar, em segundo lugar, tanto na gestão empresarial como na gestão pública”, justifica o IBGE.</p>



<p>Os pesquisadores identificaram “reforço mútuo” na atuação dos agentes públicos e empresariais. De acordo com os técnicos, o fato de Brasília abrigar importantes sedes de instituições públicas, bem como instâncias inferiores, faz com que uma “constelação de empresas” também seja atraída para esse centro urbano, “uma vez que instituições públicas demandam bens e serviços ofertados pelo mercado”.</p>



<p>Em outra via, continua o instituto, “centros urbanos com presença significativa de empresas implica concentração de renda, fluxos financeiros e população, os quais necessitam da atuação do Estado como provedor de serviços públicos”.</p>



<p><strong>Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/brasil-e-japao-fecham-acordo-para-venda-de-20-jatos-da-embraer/">Brasil e Japão fecham acordo para venda de 20 jatos da Embraer</a></p>
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		<title>Pesquisa aponta motivações para uso de dinheiro físico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Oct 2022 18:49:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 60% das pessoas entrevistadas em levantamento do Instituto Locomotiva .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Mais de 60% das pessoas entrevistadas em levantamento do Instituto Locomotiva com o Banco24Horas usam dinheiro físico em seus pagamentos. A concentração é maior entre as classes D e E, em que a desbancarização é maior.</p>



<p>Entre as motivações para usar somente o dinheiro papel, 20% dos entrevistados afirmam que frequentam estabelecimentos que só aceitam o dinheiro físico. Outros 16% são guiados pelo costume e 15% dizem que querem obter descontos.</p>



<p>Segurança (11%) e controle dos gastos (9%) também foram citados.</p>



<p>A pesquisa aponta ainda que 86% dos entrevistados utilizam caixa eletrônico, sendo que 53% usam o equipamento uma vez por mês e 42% fazem operações de saque no dia a dia.</p>



<p><strong>(Joana Cunha &#8211; Folhapress / Foto: Marcello Casal Jr &#8211; Agência Brasil)</strong></p>
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		<title>Custo da cesta básica aumenta nas 17 capitais pesquisadas pelo Dieese</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/custo-da-cesta-basica-aumenta-nas-17-capitais-pesquisadas-pelo-dieese/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 May 2022 22:54:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[#custo]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O custo da cesta básica de alimentos aumentou em abril em .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O custo da cesta básica de alimentos aumentou em abril em todas as 17 capitais onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realiza a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. De março para&nbsp;abril, as altas mais expressivas ocorreram em Campo Grande (6,42%), Porto Alegre (6,34%), Florianópolis (5,71%), São Paulo (5,62%), Curitiba (5,37%), Brasília (5,24%) e Aracaju (5,04%). A menor variação foi observada em João Pessoa (1,03%).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1458437&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1458437&amp;o=node"></p>



<p>Segundo a pesquisa, São Paulo foi a capital onde a cesta básica teve o maior custo (R$ 803,99), seguida por Florianópolis (R$ 788), Porto Alegre (R$ 780,86) e Rio&nbsp;de Janeiro&nbsp;(R$ 768,42). Nas cidades do Norte e Nordeste, onde a composição da cesta é diferente das demais capitais, os menores valores médios foram registrados em Aracaju (R$ 551,47) e João Pessoa (R$ 573,70).</p>



<p>Na comparação com abril do ano passado, todas as capitais pesquisadas tiveram alta de preço, com variações que oscilaram entre 17,07%, em João Pessoa, e 29,93%, em Campo Grande.</p>



<p>A pesquisa indicou ainda que o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ser de R$ 6.754,33, ou 5,57 vezes o mínimo de R$ 1.212,00 em abril de 2022. Em março, o valor necessário era de R$ 6.394,76, ou 5,28 vezes o piso mínimo. Em abril de 2021, o valor do mínimo necessário era de R$ 5.330,69, ou 4,85 vezes o mínimo vigente na época, de R$ 1.100.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Produtos</h2>



<p>De acordo com a pesquisa, entre os produtos cujo preço aumentou em todas as capitais estão o óleo de soja com as variações oscilando entre 0,5%, em Vitória, e 11,34%, em Brasília; o pão francês, com as altas mais expressivas em Campo Grande (11,37%), Aracaju (9,7%) e Porto Alegre (7,07%); a farinha de trigo, com destaque para Belo Horizonte (11,08%), Porto Alegre (10,07%) e Brasília (9,54%); o leite integral que teve os maiores aumentos em Florianópolis (15,57%), Curitiba (14,15%), Porto Alegre (13,46%) e Aracaju (11,31%); a manteiga, com elevações que variaram entre 0,61%, em Fortaleza, e 6,92%, em Curitiba; a batata, com taxas entre 14,63%, em Porto Alegre, e 39,1%, em Campo Grande.</p>



<p>Já os preços que aumentaram em 16 capitais foram os da farinha de mandioca, com as maiores variações em&nbsp;Natal&nbsp;(7,76%) e Fortaleza (3,73%), com a única queda ocorrendo em João Pessoa (-1,57%); o arroz agulhinha teve altas que oscilaram entre 0,17%, em João Pessoa, e 10,24%, em Curitiba, com retração em Campo Grande (-2,70%); o quilo do café em pó subiu significativamente em Aracaju (7,58%), Florianópolis (4,67%), Belo Horizonte (3,74%) e Fortaleza (3,74%). A única capital onde não houve elevação foi em Vitória (-2,73%).</p>



<p>Em 15 capitais o feijão teve aumento de preço, com as taxas do carioquinha em alta em todas as capitais onde é pesquisado e com variação entre 3,86%, em João Pessoa, e 11,89%, em Belém. Já o preço do feijão preto, pesquisado nas capitais do Sul, em Vitória e no Rio de Janeiro, diminuiu em Vitória (-2,68%) e Florianópolis (-2,2%) e subiu em Porto Alegre (2,51%), Curitiba (2,44%) e no Rio de Janeiro (0,57%).</p>



<p><strong>(Flávia Albuquerque &#8211; Agência Brasil/ Foto:</strong> <strong>A7 Press/Folhapress</strong>)</p>
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		<item>
		<title>Confiança do comércio cai 0,9 ponto em abril, diz FGV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Apr 2022 18:14:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#comercio]]></category>
		<category><![CDATA[#pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Índice de Confiança do Comércio (ICOM), calculado pelo Instituto Brasileiro .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Índice de Confiança do Comércio (ICOM), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV/Ibre) caiu 0,9 ponto em abril, ao sair de 86,8 para 85,9 pontos. As informações são da Agência Brasil.<br>No mês, dois dos seis principais segmentos do setor recuaram. A piora do Índice de Expectativas (IE-COM), novamente contribuiu para o resultado negativo. A queda desse indicador ficou em 6,8 pontos, atingindo 79,6 pontos, o que significa o menor patamar desde março de 2021, quando alcançou 70,2 pontos. Movimento diferente teve o Índice de Situação Atual (ISA-COM), que avançou 5,3 pontos e passou de 87,6 pontos para 92,9 pontos, o maior nível desde outubro de 2021.<br>O economista do FGV/Ibre, Rodolpho Tobler, destacou que em abril, pelo segundo mês consecutivo, houve piora da confiança do comércio em uma composição semelhante a registrada no mês anterior. &#8220;Mais uma vez, o viés negativo do resultado foi puxado por uma nova queda significativa das expectativas em relação aos próximos meses. Por outro lado, a percepção do volume de vendas no mês corrente avançou, mas ainda é preciso considerar que essas altas recentes ainda não devolveram todas as perdas sofridas desde o final de 2021&#8221;, afirmou.<br>Com relação às médias móveis trimestrais, o ICOM subiu 0,3 ponto. Esse é o segundo resultado positivo depois de um período de seis quedas.<br>Para os próximos meses, segundo o economista, o cenário parece incerto, uma vez que as perspectivas dos empresários sobre vendas, tendência dos negócios e emprego são de queda, o ambiente macroeconômico complicado e a confiança dos consumidores oscilando em patamar baixo.<br>De acordo com o instituto, desde o final do ano passado, as quedas consecutivas do Índice de Situação Atual (ISA-COM) colaboraram para a piora da confiança do comércio. Este foi o motivo para o índice em médias móveis trimestrais, ficar abaixo do nível do Índice de Expectativas (IE-COM). No entanto, o desempenho dos últimos meses reverteu essa tendência e aproximou o nível dos dois índices. &#8220;Atualmente, em médias móveis trimestrais, ambos índices se aproximam na casa dos 87 pontos, o que ainda é considerado um patamar baixo&#8221;, informou o instituto.</p>



<p>(<strong>Folhapress/ Foto:</strong> <strong>Fernando Frazão/Agência Brasil</strong>)</p>
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		<title>Confiança dos consumidores avança 3,8 pontos em abril, diz FGV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2022 19:24:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#consumidores]]></category>
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<p>O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) avançou 3,8 pontos em abril, para 78,6 pontos, o maior nível desde agosto de 2021 (81,8 pontos). Em médias móveis trimestrais, o índice variou 1,5 ponto, para 77,1 pontos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1455975&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1455975&amp;o=node"></p>



<p>Os dados foram divulgados hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).</p>



<p>Segundo a coordenadora das Sondagens, Viviane Seda Bittencourt, os resultados positivos deste mês parecem estar relacionados ao fim do surto da variante Ômicron e ao anúncio de um pacote de medidas para aliviar a pressão da inflação e dos juros sobre as finanças familiares com a liberação de saques do FGTS, antecipação do décimo terceiro salário de aposentados e facilitação de acesso ao crédito.</p>



<p>“Houve diminuição do pessimismo com relação ao mercado de trabalho mas a alta da inflação e os juros elevados ainda preocupem as famílias, que continuam cautelosas com relação à realização de compras de alto valor”, disse, em nota, a pesquisadora.</p>



<p>Em abril, a alta do ICC foi influenciada tanto pela melhora das avaliações sobre a situação atual quanto das expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 3,8 pontos, para 69,1 pontos e o Índice de Expectativas (IE) avançou 3,6 pontos, para 86,1 pontos, ambos alcançam os melhores resultados desde agosto de 2021 (69,8 e 90,9 pontos, respectivamente).</p>



<p>Segundo o Ibre/FGV, nas avaliações sobre o momento, o destaque foi a melhora das avaliações dos consumidores com relação à situação financeira das famílias, cujo indicador subiu 5,5 pontos, para 62,4 pontos, maior nível desde outubro de 2021 (63,8 pontos). Houve melhora também da percepção o estado geral da economia. Neste caso, o indicador aumentou dois pontos, para 76,4 pontos.</p>



<p>Entre os quesitos que compõem o ICC, o indicador que mede a perspectiva sobre a situação econômica geral nos próximos meses foi o que mais influenciou a alta da confiança no mês ao variar 8,3 pontos, para 101,6 pontos. Pelo terceiro mês houve melhora das expectativas para as finanças familiares, com alta de 1,2 ponto no indicador, para 90,9 pontos.</p>



<p>De acordo com a pesquisa, apesar do resultado positivo das perspectivas sobre economia e finanças familiares, a intenção de compras de bens duráveis segue fraca e com tendência indefinida.</p>



<p>(<strong>Ana Cristina Campos – Agência Brasil/ Foto: Tânia Rêgo /Agência Brasil</strong>)</p>
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