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	<title>mercados &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<title>mercados &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Brasil e México abrem mercados para novos produtos agrícolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Aug 2025 12:05:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil O vice-presidente Geraldo .... </p>
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<p><strong>Pedro Rafael Vilela &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O vice-presidente Geraldo Alckmin, que também comanda o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, avaliou como positiva a visita oficial ao México, encerrada nesta quinta-feira (28), na Cidade do México. Ao final da viagem, o ponto alto foi a audiência com a presidenta mexicana, Claudia Sheinbaum, no Palácio Nacional.</p>



<p>“Convidei a presidenta Claudia para a COP30, em Belém, em novembro. Além disso, conversamos sobre multilateralismo, fortalecimento da democracia, inclusão e combate à fome. Foi uma conversa muito proveitosa”, afirmou Alckmin em entrevista coletiva pouco antes de embarcar de volta a Brasília.</p>



<p>Brasil e México são as duas maiores economias da América Latina e têm uma corrente de comércio que somou US$ 13,6 bilhões em 2024. <strong>Por isso</strong>, um dos objetivos da viagem foi ampliar negociações comerciais em setores estratégicos, como agronegócio e indústria.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pacote contra a inflação</h2>



<p>O governo brasileiro também pediu ao México que mantenha os incentivos do Pacote contra a Inflação e a Escassez (Pacic), que facilita a compra de alimentos pelo Brasil. <strong>Segundo o vice-presidente</strong>, essa medida é estratégica para o comércio bilateral.</p>



<p>“O México é o segundo destino da carne bovina brasileira. Solicitamos a continuidade do Pacic, que complementa a agropecuária mexicana. Eles exigem rastreabilidade individual da carne. Vamos cumprir, mas queremos evitar a interrupção das vendas enquanto o Brasil avança nesse processo. Temos um cronograma e iremos segui-lo”, afirmou.</p>



<p><strong>Além disso</strong>, o vice-presidente comentou o avanço nas negociações para atualizar o Acordo de Complementação Econômica nº 53 (ACE 53), assinado em 2002. O acordo prevê a eliminação ou redução de tarifas de importação em cerca de 800 posições tarifárias. A ideia, segundo ele, é modernizar as regras e ampliar o fluxo comercial.</p>



<p><strong>Paralelamente</strong>, Brasil e México firmaram acordos nas áreas de vigilância sanitária, voltados à aprovação de novos fármacos, e também em pesquisa sobre arboviroses. Esses entendimentos incluem a troca de experiências no desenvolvimento de vacinas, como a da dengue, em que o Brasil já está em estágio avançado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Venda do KC-390</h2>



<p>Outro destaque da agenda, segundo o vice-presidente, foi o avanço dos negócios da Embraer no México. A empresa brasileira fechou a venda de 20 aeronaves das famílias de jatos E190 e E195 para a companhia estatal&nbsp;<em>Mexicana de Aviación</em>, a maior do país.</p>



<p>Segundo o vice-presidente, o governo também ofereceu a possibilidade de abrir negócios no setor militar, com a venda do cargueiro KC-390, também fabricado pela Embraer, uma aeronave multimissão com capacidade para transportar até 26 toneladas, realizar reabastecimento aéreo e atuar em missões como busca e salvamento e ajuda humanitária.</p>



<p>&#8220;A Embraer está presente no México, tem aqui fábrica de componentes com mais de mil colaboradores&#8221;, destacou Alckmin. &#8220;Colocamos a pretensão de oferecer o cargueiro KC-390. Não foi resolvido, mas ficou o pleito brasileiro com todos os argumentos favoráveis&#8221;, finalizou.&nbsp;</p>



<p><strong>Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM:&nbsp;<a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-preve-crescimento-economico-de-22-em-2025/">Mercado prevê crescimento econômico de 2,2% em 2025</a></p>
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		<title>Com tarifaço, desafio de exportadores é encontrar novos mercados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 00:17:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[exportadores]]></category>
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		<category><![CDATA[tarifaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Guilherme Jeronymo &#8211; Repórter da Agência Brasil O impacto do&#160;aumento das .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Guilherme Jeronymo &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O impacto do&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-08/tarifaco-sobre-parte-das-exportacoes-brasileiras-entra-em-vigor-hoje" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aumento das tarifas</a>&nbsp;de importação nos Estados Unidos a partir de desta quarta-feira&nbsp;(6) ainda começa a se desenhar e causa incerteza para trabalhadores e empresários que atuam com os mais de três mil itens que serão sobretaxados.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1653510&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1653510&amp;o=node"></p>



<p>Enquanto estratégias imediatas como gestão de estoques, embarques em tempo acelerado ou diminuição de produção desenham as primeiras reações, um caminho em vista é pensar novos destinos para a produção. A busca por mercados exportadores, porém, não tem resultados imediatos e exige preparações específicas.</p>



<p>Este périplo das empresas para novos destinos tem todo um ecossistema público-privado de apoio, com ministérios como o do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o da Agricultura e Pecuária (MAPA), a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o SEBRAE, as associações comerciais e entidades de promoção de comércio.</p>



<p>Em coletiva na manhã de hoje, Jorge Viana, presidente da APEX, falou deste papel conjunto. A agência já apoia 2,6 mil&nbsp;das 9 mil&nbsp;empresas nacionais que exportam para os Estados Unidos. Para ele, vai&nbsp;haver mudanças, &#8220;isso não tem volta&#8221;, com as novas&nbsp;estratégias das empresas.</p>



<p>&#8220;Setores como o de produtores de mel precisarão receber apoio urgente pois o único destino de exportação destes pequenos agricultores hoje são os Estados Unidos. Vamos incluí-los em todas as políticas de apoio&#8221;, explicou Viana durante a coletiva.</p>



<p>De acordo com Viana, este apoio deve ser anunciado em breve, diretamente pela presidência da República. A expectativa é de que tenha elementos semelhantes àqueles do apoio emergencial às empresas atingidas pelas enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="390" height="240" src="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/economia_ilustracao-5-2.webp" alt="" class="wp-image-51930" style="width:669px;height:auto" srcset="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/economia_ilustracao-5-2.webp 390w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2025/08/economia_ilustracao-5-2-300x185.webp 300w" sizes="(max-width: 390px) 100vw, 390px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto<strong>:</strong> Agência Brasil</figcaption></figure>
</div>


<p>A Apex também abrirá um escritório em Washington para negociar diretamente com o governo americano. Essa negociação se soma ao diálogo dos serviços consulares, que já atuam em nome do Brasil, e à pressão direta das empresas locais.</p>



<p>&#8220;Essa tarifa de 50% não tem nenhuma motivação comercial, ela vem da atuação de grupos políticos. O que espero que aconteça é que, com a entrada das tarifas, essa taxação se materializa e afete&nbsp;o consumidor lá. Ai é que entra a Apex no trabalho de criar novas alternativas de mercados, para as empresas e produtos brasileiros que tenham os Estados Unidos como mercado&#8221;, disse Viana, para quem a forte integração entre cadeias produtivas deve contar a favor nas negociações.</p>



<p>A Apex deve ampliar sua atuação na diversificação de fornecedores. &#8220;Os setores irão nos ajudar com o conhecimento que têm. O mundo inteiro está fazendo isso, percebendo a instabilidade com essas medidas&#8221;, completou.</p>



<p>Dados da ApexBrasil mostram que, entre janeiro e março deste ano, o Brasil exportou US$ 77,3 bilhões em bens, valor menor que os US$ 77,7 bilhões do mesmo período de 2024. O saldo comercial fechou positivamente em US$ 10 bilhões. Os principais produtos exportados foram petróleo bruto, soja, minério de ferro e café verde, com destaque para as exportações de bens industrializados, que tiveram alta no período, inclusive em itens como máquinas e aparelhos elétricos.</p>



<p>Em relação aos principais países de destino das exportações brasileiras, destacam-se China (US$ 19,8 bilhões), União Europeia (US$ 11,1 bilhões), Estados Unidos (US$ 9,7 bilhões) e Mercosul (US$ 5,8 bilhões), com destaque para a Argentina, com um aumento de 51%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diplomacia</h2>



<p>O caminho diplomático para reduzir as taxas aplicadas pelos Estados Unidos&nbsp;ainda se mostra como uma opção, conforme divulga o governo brasileiro. O recuo do governo Trump&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-07/confira-lista-de-quase-700-produtos-que-nao-serao-taxados-pelos-eua" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ao isentar uma lista de 700 produtos</a>, na semana passada, mostra que também há alguma abertura da parte do país norte-americano.</p>



<p>&#8220;A flexibilização das tarifas é um passo positivo, e o Brasil deve aproveitar essa oportunidade para diversificar suas exportações e reduzir sua dependência do mercado americano. Com uma abordagem estratégica e diplomática, o Brasil pode minimizar os impactos negativos das tarifas e fortalecer sua posição no comércio internacional. Nesse contexto, é importante destacar que o diálogo e as negociações tornam-se as melhores opções para evitar uma escalada de tensões comerciais entre os dois países&#8221;, explicou o advogado Raphael Jadão, sócio do RMM Advogados, que atua com arbitragem e resolução de disputas comerciais.</p>



<p>Outro elemento importante nesta crise está na concentração das parcerias brasileiras. Alguns analistas consideram que as exportações do Brasil têm alto índice de concentração. 50% são concentradas em cinco países (China, EUA, Argentina, Holanda e Espanha), entre 237 parceiros comerciais. 12% somente para os Estados Unidos.</p>



<p>&#8220;Isso nos traz um sinal de alerta e de preocupação. Pois como tivemos um desafio com os EUA neste momento, podemos ter daqui a pouco com a China, que representa quase um quarto de tudo que o país envia para o exterior. E não se acha um comprador para substituir outro tão rapidamente. Então, aquelas empresas, por exemplo, que exportam carne bovina para os Estados Unidos, que é um dos produtos que o Trump não colocou na lista de exceções e que vai passar a ter a taxação de 40% a mais. Já tinha a de 10% de abril, mais 40%, ou seja, 50% a mais do que o ano passado. A partir da próxima semana, essa empresa que exporta carne para lá não vai encontrar tão cedo um mercado para comprar a carne que ele não vai mais vender para o americano da noite para o dia. A gente tem uma dependência que traz risco, sim, para a nossa pauta de exportação&#8221;, ponderou Bruno Meurer, co-fundador e diretor de operação da Next Shipping, empresa do ramo de logística.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mercados alternativos</h2>



<p>A busca por novos mercados envolve elementos culturais, parcerias comerciais e atendimento a medidas de burocracia fitossanitária e de comprovação de origem.</p>



<p>Este processo envolve um passo a passo com algumas variações em relação a cada país e mercadoria. Segundo Meurer, de uma forma resumida, após finalizar a negociação o exportador irá produzir a mercadoria. Com ela pronta irá emitir uma documentação internacional, que é a fatura comercial e o packing list, que são os documentos comerciais da carga,&nbsp;apresentados para o importador. Este irá contratar o frete internacional e então a mercadoria passa à alfândega, onde passará pelo processo de fiscalização aduaneira, passar pelo registro no Sistema Integrado de Comércio Exterior e pode passar pela fiscalização presencial, que é feita em parte das cargas. Recolhidas taxas e feitas as fiscalizações na aduana, a mercadoria segue para o exterior.</p>



<p>&#8220;O tempo que se leva depende do tipo de produto que está sendo exportado, os que precisam de anuência de órgãos específicos, como por exemplo medicamentos, demoram mais, já roupas, como não existe um órgão específico de fiscalização o tempo é mais célere&#8221;, resume Meurer.</p>



<p>Condições específicas dos mercados, como preocupação com certificações ambientais ou culturais, também podem significar oportunidades. O Brasil é um dos grandes exportadores de aves para países muçulmanos, por exemplo, por conta de uma adaptação de mais de uma década à produção segundo a certificação Halal, que envolve abate com características diferentes e respeitando preceitos daquela religião.</p>



<p>&#8220;Por exemplo, o Brasil mantém boas relações comerciais com países do Oriente Médio, como Arábia Saudita e Dubai. No entanto, as exportações para essas regiões frequentemente demandam certificação Halal, rotulagem no idioma local, embalagens específicas e, em alguns casos, adaptações no produto, como cortes de carne diferenciados. Essa customização é fundamental para o sucesso nesses mercados. Outros produtos, com maior capacidade de adaptação, também requerem atenção similar na negociação de contratos. Ao analisar o mercado de pescados, por exemplo, é crucial considerar a demanda global, os tipos de pescado disponíveis no Brasil e seus respectivos níveis de consumo mundial. Atualmente, os Estados Unidos são um importante mercado para as exportações brasileiras de pescado. Nesse contexto, o setor de pescados pode explorar oportunidades na América do Sul e, potencialmente, em novos mercados na Europa. Contudo, a penetração no mercado asiático pode apresentar desafios&#8221;, explicou Stefânia Ladeira, especialista em comércio exterior e gerente de produtos da Saygo Comex, empresa especializada em logística de exportação para o mercado exterior.</p>



<p>A especialista&nbsp;aponta que a adaptação tem prazos e pormenores bastante variáveis, considerando elementos como a produção mundial e a capacidade de atender à demanda internacional e percebendo lacunas de produção, seja para produtos finais ou para insumos. &#8220;A identificação e compreensão das dinâmicas de oferta e demanda são cruciais para o estabelecimento de novos contratos&#8221;, disse à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>



<p>Os acordos internacionais de comércio também são cruciais para entender estas oportunidades. Os anos recentes foram de aumento dos acordos de complementação econômica, inclusive com parceiros antigos como a China e o Japão, além de países da África, Oceania, América Central e Caribe. &#8220;Nestes países há redução tarifária mútua, porém cada país tem sua característica operacional e definição legal de como os produtos precisam ser registrados para importação, salvo a União Europeia que é uma união aduaneira e todos os países seguem o mesmo procedimento para importação&nbsp;e&nbsp;exportação&#8221;, explica o advogado Diego Joaquim, especialista em direito aduaneiro.</p>



<p><strong>Foto: Vosmar Rosa/MPOR</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM:&nbsp;<a href="https://diariodoacionista.com.br/itamaraty-confirma-novo-embaixador-do-brasil-na-argentina/">Itamaraty confirma novo embaixador do Brasil na Argentina</a></p>



<p></p>
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		<title>Se países não abrirem mercados para os EUA, tarifas muito maiores serão colocadas, diz Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Jul 2025 16:02:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Pedro Lima &#8211; Estadão Conteúdo O presidente dos Estados Unidos, .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Pedro Lima &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta quarta-feira (23), que sempre cede pontos tarifários em negociações &#8220;se conseguir que grandes países abram seus mercados para os EUA&#8221;. O americano também destacou que apenas reduzirá tarifas &#8220;se um país concordar em abrir seu mercado&#8221;. Caso contrário, os EUA devem anunciar &#8220;tarifas muito maiores&#8221;.</p>



<p>Em série de publicações na <a href="https://truthsocial.com/@realDonaldTrump" target="_blank" rel="noopener">Truth Social</a>, o republicano ainda afirmou que esse é um dos &#8220;grandes poderes das tarifas&#8221;. &#8220;Sem elas, seria impossível fazer os países abrirem seus mercados!!! Sempre, tarifas zero para os EUA!!!&#8221;, escreveu.</p>



<p>As declarações surgem à luz de um novo acordo comercial fechado com o Japão. Sobre isso, em nova publicação, Trump pontuou que o país oriental está, &#8220;pela primeira vez na história, abrindo seu mercado para os EUA &#8211; inclusive para carros, SUVs, caminhões e tudo mais, até mesmo para produtos agrícolas e arroz&#8221;.</p>



<p>&#8220;O mercado aberto do Japão pode representar um fator de lucro tão grande quanto as próprias tarifas, mas só foi conquistado por causa do poder das tarifas&#8221;, acrescentou. Segundo Trump, o Japão ainda concordou em comprar bilhões de dólares em equipamentos militares e outros produtos e em investir US$ 550 bilhões nos EUA.</p>



<p>Trump ainda citou a abertura de mercado da Indonésia aos EUA. &#8220;Isso é enorme!!! Nossas empresas vão lucrar uma fortuna. O mesmo vale para o Japão!&#8221;.</p>



<p><strong>Foto:&nbsp;Isac Nóbrega/PR</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-51/">Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,1%</a></p>
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