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	<title>#mercado financeiro &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Mar 2023 18:37:27 +0000</lastBuildDate>
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	<title>#mercado financeiro &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Mercado financeiro eleva projeção da inflação de 5,9% para 5,96%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 18:37:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#inflação]]></category>
		<category><![CDATA[#mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-eleva-projecao-da-inflacao-de-59-para-596/">Mercado financeiro eleva projeção da inflação de 5,9% para 5,96%</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu de 5,9% para 5,96% para este ano. A estimativa consta do Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC), com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515787&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515787&amp;o=node"></p>



<p>Para 2024, a projeção da inflação ficou em 4,02%. Para 2025 e 2026, as previsões são de inflação em 3,8% e 3,79%, respectivamente.</p>



<p>A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 1,75% e o superior de 4,75%.</p>



<p>Da mesma forma, a projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>



<p>Em janeiro, puxado principalmente pelo aumento de preços de alimentos e combustíveis, o IPCA ficou em 0,53%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Juros</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o <a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Banco Central</a> usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está nesse nível desde agosto do ano passado, e é o maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>



<p>Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre o ano em 12,75% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é de que a taxa básica caia para 10% ao ano. Já para o fim 2025 e 2026, a previsão é de Selic em 9% ao ano e 8,75% ao ano, respectivamente.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano também subiu de 0,85% para 0,89%.</p>



<p>Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) é de crescimento de 1,5%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,8% e 1,98%, respectivamente. A expectativa para a cotação do dólar está em R$ 5,25 para o fim deste ano. Para o final de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,30.</p>



<p><strong>(Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil /Foto: Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/previa-da-inflacao-oficial-fica-em-076-em-fevereiro/">Prévia da inflação oficial fica em 0,76% em fevereiro</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-eleva-projecao-da-inflacao-de-59-para-596/">Mercado financeiro eleva projeção da inflação de 5,9% para 5,96%</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Mercado financeiro prevê crescimento da economia em 0,84% neste ano</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-preve-crescimento-da-economia-em-084-neste-ano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 16:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-preve-crescimento-da-economia-em-084-neste-ano/">Mercado financeiro prevê crescimento da economia em 0,84% neste ano</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu de 0,8% para 0,84%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (27), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1512937&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1512937&amp;o=node"></p>



<p>Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; é de crescimento de 1,5%, a mesma previsão há nove semanas seguidas. Em 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,8% e 2%, respectivamente.</p>



<p>A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, variou para cima, de 5,89% para 5,9% neste ano. Para 2024, a estimativa de inflação ficou em 4,02%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,8% e 3,75%, respectivamente.</p>



<p>Para 2023 a previsão está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3,25% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 1,75% e o superior de 4,75%.</p>



<p>Da mesma forma, a projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro dos intervalos de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>



<p>Em janeiro, puxado principalmente pelo aumento de preços de alimentos e combustíveis, o&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-02/inflacao-oficial-fica-em-053-em-janeiro-diz-ibge" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IPCA</a>&nbsp;ficou em 0,53%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa de juros</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-02/copom-mantem-juros-basicos-da-economia-em-1375-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">taxa básica de juros</a>, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está nesse nível desde agosto do ano passado e é o maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>



<p>Com as projeções para a inflação acima das metas para 2023 e 2024, o BC prevê que os juros podem ficar altos por mais tempo que o previsto. A autarquia não descarta a possibilidade de novas elevações caso a inflação não convirja para o centro da meta definida pelo CMN, como o esperado, em meados de 2024.</p>



<p>Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic termine o ano em 12,75% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é que a taxa básica cai para 10% ao ano. E para 2025 e 2026, a previsão é Selic em 9% ao ano e 8,5% ao ano, respectivamente.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<p>A expectativa para a cotação do dólar está em R$ 5,25 para o final de 2023. Para o fim de 2024, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,30.</p>



<p><strong>(Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil /Foto: Marcello Casal Jr &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-reduz-projecao-para-crescimento-da-economia-em-2023/">Mercado reduz projeção para crescimento da economia em 2023</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-preve-crescimento-da-economia-em-084-neste-ano/">Mercado financeiro prevê crescimento da economia em 0,84% neste ano</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
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		<title>Mercado reduz projeção para crescimento da economia em 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2023 19:30:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-reduz-projecao-para-crescimento-da-economia-em-2023/">Mercado reduz projeção para crescimento da economia em 2023</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano caiu de 0,79% para 0,76%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (13), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1509988&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1509988&amp;o=node"></p>



<p>Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; é de crescimento de 1,5%, a mesma previsão há sete semanas seguidas. Em 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,85% e 2%, respectivamente.</p>



<p>Já a previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, variou para cima, de 5,78% para 5,79% neste ano. Para 2024, a estimativa de inflação ficou em 4%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,6% e 3,5%, respectivamente.</p>



<p>A previsão para 2023 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3,25% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 1,75% e o superior de 4,75%.</p>



<p>Da mesma forma, a projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista &#8211; 3% &#8211; também com os intervalos de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inflação</h2>



<p>De acordo com o Banco Central,&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-01/banco-central-commodities-e-inercia-pressionaram-inflacao-em-2022" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a inflação</a>&nbsp;só ficará dentro da meta a partir de 2024, quando deverá se situar em 3%, e em 2025, (2,8%). Para esses dois anos, o CMN estabelece uma meta de 3% para o IPCA.</p>



<p>Em janeiro, puxado principalmente pelo aumento de preços de alimentos e combustíveis, o&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-02/inflacao-oficial-fica-em-053-em-janeiro-diz-ibge" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IPCA</a>&nbsp;ficou em 0,53%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa de juros</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-02/copom-mantem-juros-basicos-da-economia-em-1375-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">taxa básica de juros</a>, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está nesse nível desde agosto do ano passado e é o maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>



<p>Com as projeções para a inflação acima das metas para 2023 e 2024, o BC prevê que os juros podem ficar altos por mais tempo que o previsto. A autarquia não descarta a possibilidade de novas elevações caso a inflação não convirja para o centro da meta definida pelo CMN, como o esperado, em meados de 2024.</p>



<p>Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic termine o ano em 12,75% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é de que a taxa básica cai para 10% ao ano. E para 2025, a previsão é de Selic em 9% ao ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Demanda aquecida</h2>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<p>A expectativa para a cotação do dólar está em R$ 5,25 para o final de 2023. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,30.</p>



<p><strong>(Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil /Foto: José Cruz &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/dolar-sobe-mais-de-1-e-bolsa-cai-com-noticias-sobre-intencao-do-governo-de-rever-metas-de-inflacao/">Dólar sobe mais de 1% e Bolsa cai com notícias sobre intenção do governo de rever metas de inflação</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-reduz-projecao-para-crescimento-da-economia-em-2023/">Mercado reduz projeção para crescimento da economia em 2023</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
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		<title>Mercado financeiro eleva projeção da inflação de 5,74% para 5,78%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 16:43:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#inflação]]></category>
		<category><![CDATA[#mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerada a inflação oficial do país &#8211; subiu de 5,74% para 5,78% para este ano. A estimativa consta do Boletim Focus de hoje (6), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1508421&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1508421&amp;o=node"></p>



<p>Para 2024, a projeção da inflação ficou em 3,93%. Para 2025 e 2026, as estimativas são de inflação em 3,5%, para ambos os anos.</p>



<p>A previsão para 2023 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 1,75% e o superior de 4,75%.</p>



<p>Da mesma forma, a projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista &#8211; 3% &#8211; também com os intervalos de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>



<p>De acordo com o&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-01/banco-central-commodities-e-inercia-pressionaram-inflacao-em-2022" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Banco Central</a>, a inflação só ficará dentro da meta a partir de 2024, quando deverá se situar em 3%, e em 2025, (2,8%). Para esses dois anos, o CMN estabelece uma meta de 3% para o IPCA.</p>



<p>Em janeiro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-01/ibge-previa-da-inflacao-ficou-em-055-em-janeiro#:~:text=12%20p.p.%20respectivamente.-,Nos%20%C3%BAltimos%2012%20meses%2C%20a%20varia%C3%A7" target="_blank" rel="noreferrer noopener">(IPCA-15)</a>, que é a prévia da inflação, teve aumento de 0,55% [, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>Em 2022, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-01/inflacao-oficial-fecha-2022-em-579#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20Nacional%20de%20Pre%C3%A7os,Geografia%20e%20Estat%C3%ADstica%20(IBGE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inflação oficial</a>, fechou com uma taxa de 5,79% acumulada no ano. A meta estava em 3,5%, com a mesma margem de tolerância, e podia variar entre 2% e 5%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa de juros</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-02/copom-mantem-juros-basicos-da-economia-em-1375-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">taxa básica de juros</a>, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>



<p>Após a primeira reunião do ano, na semana passada, o Copom indicou que os juros podem ficar altos por mais tempo que o previsto e não descartou a possibilidade de novas elevações caso a inflação não convirja para o centro da meta, como o esperado, em meados de 2024.</p>



<p>Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2023 em 12,5% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é de que a taxa básica caia para 9,75% ao ano. Já para 2025 e 2026, a previsão é de Selic em 9% e 8,5%, respectivamente.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p>Além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano variou de 0,8% para 0,79%. Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; é de crescimento de 1,5%.</p>



<p>Para 2025 e 2026, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,89% e 2%, respectivamente.</p>



<p>A expectativa para a cotação do dólar está em R$ 5,25 para o final de 2023. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,30.</p>



<p><strong>(Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil /Foto: Marcello Casal Jr &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-eleva-projecao-da-inflacao-de-539-para-548/">Mercado financeiro eleva projeção da inflação de 5,39% para 5,48%</a></p>
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		<title>Mercado financeiro eleva projeção da inflação de 5,48% para 5,74%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2023 19:13:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu de 5,48% para 5,74% para este ano.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1506922&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1506922&amp;o=node"></p>



<p>A estimativa consta do Boletim Focus de hoje (30), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>



<p>Para 2024, a projeção da inflação ficou em 3,9%. Para 2025 e 2026, as estimativas são de inflação em 3,5%, para ambos os anos.</p>



<p>A previsão para 2023 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 1,75% e o superior de 4,75%.</p>



<p>Da mesma forma, a projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, que é de 3%, também com os intervalos de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>



<p><a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-01/banco-central-commodities-e-inercia-pressionaram-inflacao-em-2022" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em carta ao Ministério da Fazenda</a>, o Banco Central explicou que a inflação só ficará dentro da meta a partir de 2024, quando deverá se situar em 3%, e em 2025 (2,8%). Para esses dois anos, o CMN estabelece uma meta de 3% para o IPCA.</p>



<p>Em janeiro, o&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-01/ibge-previa-da-inflacao-ficou-em-055-em-janeiro#:~:text=12%20p.p.%20respectivamente.-,Nos%20%C3%BAltimos%2012%20meses%2C%20a%20varia%C3%A7%C3%A3o%20do%20IPCA%2D15%20foi,pesquisados%20tiveram%20alta%20em%20janeiro" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15)</a>, que é a prévia da inflação, teve aumento de 0,55%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>Em 2022, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial,&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-01/inflacao-oficial-fecha-2022-em-579#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20Nacional%20de%20Pre%C3%A7os,Geografia%20e%20Estat%C3%ADstica%20(IBGE]" target="_blank" rel="noreferrer noopener">fechou com uma taxa de 5,79% acumulada no ano</a>. A meta estava em 3,5%, com a mesma margem de tolerância, e podia variar entre 2% e 5%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa de juros</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>



<p>Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2023 em 12,5% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é de que a taxa básica caia para 9,5% ao ano. Já para 2025 e 2026, a previsão é de Selic em 8,5%, ao final dos dois anos.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano variou de 0,79% para 0,8%. Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; é de crescimento de 1,5%.</p>



<p>Para 2025 e 2026, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 1,89% e 2%, respectivamente.</p>



<p>A expectativa para a cotação do dólar está em R$ 5,25 para o final de 2023. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,30.</p>



<p><strong>(Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil /Foto: Marcello Casal Jr &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-eleva-projecao-da-inflacao-de-539-para-548/">Mercado financeiro eleva projeção da inflação de 5,39% para 5,48%</a></p>
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		<title>Mercado financeiro eleva projeção da inflação de 5,39% para 5,48%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 17:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#inflação]]></category>
		<category><![CDATA[#mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu de 5,39% para 5,48% para este ano. A estimativa consta do Boletim Focus de hoje (23), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC),&nbsp; em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1505580&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1505580&amp;o=node"></p>



<p>Para 2024, a projeção da inflação ficou em 3,84%. Para 2025 e 2026, as previsões são de inflação em 3,5% e 3,47%, respectivamente.</p>



<p>A previsão para 2023 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 1,75% e o superior de 4,75%.</p>



<p>Da mesma forma, a projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, que é de 3%, também com os intervalos de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>



<p>Em 2022, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a&nbsp;<a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-01/inflacao-oficial-fecha-2022-em-579#:~:text=O%20%C3%8Dndice%20Nacional%20de%20Pre%C3%A7os,Geografia%20e%20Estat%C3%ADstica%20(IBGE" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inflação oficial</a>, fechou com uma taxa de 5,79% acumulada no ano. A meta estava em 3,5%, com a mesma margem de tolerância, e podia variar entre 2% e 5%.</p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2023-01/banco-central-commodities-e-inercia-pressionaram-inflacao-em-2022" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em carta</a>&nbsp;ao Ministério da Fazenda, o Banco Central explicou que a inflação só ficará dentro da meta a partir de 2024, quando deverá se situar em 3%, e em 2025 (2,8%). Para esses dois anos, o CMN estabelece uma meta de 3% para o IPCA.</p>



<p>Em janeiro, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-01/previa-da-inflacao-ipca-15-de-janeiro-fica-em-058-informa-ibge" target="_blank" rel="noreferrer noopener">(IPCA-15)</a>, que é a prévia da inflação, teve aumento de 0,58%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa de juros</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>



<p>Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre o ano em 12,5%. Para o fim de 2024, a estimativa é de que a taxa básica caia para 9,5% ao ano. Já para 2025 e 2026, a previsão é de Selic em 8,5% ao ano e 8,25% ao ano, respectivamente.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano também variou, de 0,77% para 0,79%. Para 2024, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; é de crescimento de 1,5%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,9% e 2%, respectivamente.</p>



<p>A expectativa para a cotação do dólar está em R$ 5,28 para o final de 2023. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5,30.</p>



<p><strong>(Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil /Foto: José Cruz &#8211; Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/inflacao-deve-fechar-2023-em-539-indica-boletim-focus/">Inflação deve fechar 2023 em 5,39%, indica boletim Focus</a></p>
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		<title>Mercado financeiro eleva projeção de inflação para este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jan 2023 17:39:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#inflação]]></category>
		<category><![CDATA[#mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-eleva-projecao-de-inflacao-para-este-ano/">Mercado financeiro eleva projeção de inflação para este ano</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, registra um aumento em relação à projeção da semana passada. O índice&nbsp;passa de 5,23% para 5,31%. Para 2024 e 2025, as projeções são de inflação em 3,65% e 3,25%, respectivamente.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1501262&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1501262&amp;o=node"></p>



<p>A estimativa consta na edição de&nbsp;hoje&nbsp;(2) do&nbsp;Boletim Focus, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa de juros</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>



<p>A próxima reunião do Copom está marcada para&nbsp;31 de janeiro&nbsp;e 1° de fevereiro deste ano. Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic seja mantida nos mesmos 13,75% ao ano nessa primeira reunião do ano. Mas para o fim de deste ano, a estimativa é de que a taxa básica fique em 12% ao ano, contra 11,75% ao ano previstos na semana passada. Já para 2024 e 2025, a previsão é de Selic em 9% ao ano e 8% ao ano, respectivamente.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>Para este ano, a expectativa&nbsp;de crescimento&nbsp;do Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país –&nbsp;passa de 0,79%, na semana passada, para 0,80%. Para 2024, o mercado financeiro&nbsp;manteve estável em 1,50%. Para 2025 revisou a expectativa de crescimento do PIB de 1,90% para 1,89%.</p>



<p>Já a projeção para a cotação do dólar para este ano, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,27. Para 2024 e 2025, a projeção é R$ 5,26 e R$ 5,30, respectivamente.</p>



<p><strong>(Agência Brasil /Foto: Marcello Casal Jr &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-eleva-projecao-de-inflacao-para-2023/">Mercado financeiro eleva projeção de inflação para 2023</a></p>
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		<title>Mercado financeiro eleva projeção de inflação para 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2022 17:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#inflação]]></category>
		<category><![CDATA[#mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-eleva-projecao-de-inflacao-para-2023/">Mercado financeiro eleva projeção de inflação para 2023</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, caiu de 5,76% para 5,64% para este ano. Para 2023, a projeção da inflação ficou em 5,23% contra 5,17% na semana passada. Para 2024 e 2025, as previsões são de inflação em 3,6% e 3,2%, respectivamente.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1499898&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1499898&amp;o=node"></p>



<p>A estimativa consta na edição de hoje (26) do&nbsp;<em>Boletim Focus</em>, pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</p>



<p>A previsão para 2022 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional, de 3,5% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.&nbsp;O limite inferior seria de 2% e o superior, de 5%.</p>



<p>Da mesma forma, a projeção do mercado para a inflação de 2023 também está acima do teto previsto. Para 2023 e 2024, as metas fixadas são de 3,25% e 3%, respectivamente, também com os intervalos de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, para 2023 os limites são 1,75% e 4,75%.</p>



<p>Puxado pelo aumento de preços de&nbsp;combustíveis e alimentos, em novembro, a inflação subiu 0,41%. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 5,13% no ano e 5,90% em 12 meses, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa de juros</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>



<p>A próxima reunião do Copom está marcada para 31 de janeiro e 1° de fevereiro de 2023. Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic seja mantida nos mesmos 13,75% ao ano nessa primeira reunião do ano. Mas para o fim de 2023, a estimativa é de que a taxa básica fique em 12% ao ano, contra 11,75% ao ano previstos na semana passada. Já para 2024 e 2025, a previsão é de Selic em 9% ao ano e 8% ao ano, respectivamente.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano&nbsp;foi ajustada&nbsp;para 3,04%, frente a 3,05% na semana passada. Para 2023, a expectativa&nbsp;de crescimento&nbsp;do Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211;&nbsp;foi mantida em 0,79%. Para 2024 e 2025, o mercado financeiro&nbsp;revisou a expectativa de crescimento do PIB de 1,67% para 1,5% e de 2% para 1,9%, respectivamente.</p>



<p>Já a projeção para a cotação do dólar, a expectativa está em R$ 5,25 para o final deste ano. Para o fim de 2023, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,27, contra R$ 5,26 na semana passada.</p>



<p><strong>(Agência Brasil /Foto: Marcello Casal Jr &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-reduz-projecao-da-inflacao-de-579-para-576/">Mercado financeiro reduz projeção da inflação de 5,79% para 5,76%</a></p>
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		<title>Mercado financeiro reduz projeção da inflação de 5,79% para 5,76%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2022 22:13:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#inflação]]></category>
		<category><![CDATA[#mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, caiu de 5,79% para 5,76% para este ano. A estimativa consta do Boletim Focus de hoje (19), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1499104&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1499104&amp;o=node"></p>



<p>Para 2023, a projeção da inflação ficou em 5,17%. Para 2024 e 2025, as previsões são de inflação em 3,5% e 3,1%, respectivamente.</p>



<p>A previsão para 2022 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional, a meta é de 3,5% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2% e o superior de 5%.</p>



<p>Da mesma forma, a projeção do mercado para a inflação de 2023 também está acima do teto previsto. Para 2023 e 2024, as metas fixadas são de 3,25% e 3%, respectivamente, também com os intervalos de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, para 2023 os limites são 1,75% e 4,75%.</p>



<p>Puxado pelo aumento de preços de&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2022-12/inflacao-oficial-e-de-041-em-novembro#:~:text=Puxado%20pelo%20aumento%20de%20pre%C3%A7os,%2C%20de%200%2C95%25" target="_blank" rel="noreferrer noopener">combustíveis e alimentos</a>, em novembro, a inflação subiu 0,41%. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 5,13% no ano e 5,90% em 12 meses, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa de juros</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). A taxa está no maior nível desde janeiro de 2017, quando também estava nesse patamar.</p>



<p>A próxima reunião do Copom está marcada para 31 de janeiro e 1° de fevereiro de 2023. Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic seja mantida nos mesmos 13,75% nessa primeira reunião do ano. Mas para o fim de 2023, a estimativa é de que a taxa básica caia para 11,75% ao ano. Já para 2024 e 2025, a previsão é de Selic em 9% ao ano e 8% ao ano, respectivamente.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>A projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira neste ano se mantém em 3,05%. Para 2023, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todos os bens e serviços produzidos no país &#8211; é crescimento de 0,79%. Para 2024 e 2025, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,67% e 2%, respectivamente.</p>



<p>A expectativa para a cotação do dólar está em R$ 5,25 para o final deste ano. Para o fim de 2023, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,26.</p>



<p><strong>(Andréia Verdélio &#8211; Repórter da Agência Brasil /Foto: Marcello Casal Jr &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-reduz-expectativa-de-inflacao-para-579/">Mercado reduz expectativa de inflação para 5,79%</a></p>
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		<title>Após tombo da véspera, ações de estatais avançam nesta quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2022 22:22:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#ações]]></category>
		<category><![CDATA[#mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a atenção dos investidores voltada para a discussão em torno .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a atenção dos investidores voltada para a discussão em torno da Lei das Estatais em Brasília, a Bolsa de Valores brasileira operou sob intensa volatilidade nesta quinta-feira (15), com destaque para o desempenho positivo dos papéis das empresas públicas Petrobras e Banco do Brasil.<br>A expectativa dos investidores de que alterações na lei que blinda as estatais de desmandos políticos encontre no Senado maiores dificuldades para avançar da forma como ocorreu na Câmara ajudou na alta das ações.<br>As ações da Petrobras tiveram uma sessão de ajuste nesta quinta e fecharam em alta expressiva -com ganhos de 2,55%, no caso das ordinárias, e de 2,65%, das preferenciais.<br>As ações haviam afundado 9,80% e 7,93% na quarta-feira (14), respectivamente, com a forte pressão como consequência do esforço do governo eleito para mudar a Lei das Estatais e, assim, facilitar nomeações de políticos para o comando de empresas públicas.<br>Além dos papéis da Petrobras, o Banco do Brasil, que recuou 2,5% no pregão passado, também teve valorização destacada, com ganhos de 2,83% nesta quinta.<br>Estrategista-chefe do Banco Mizuho, Luciano Rostagno afirma que favoreceu a alta das ações das estatais nesta quinta a expectativa do mercado de que as alterações pretendidas pelo governo eleito na Lei das Estatais encontre resistências no Senado.<br>&#8220;A leitura do mercado de que possa haver mudanças em relação às discussões sobre a Lei das Estatais no Senado pode ter ajudado esse movimento das ações, até porque o mercado reagiu de maneira bem negativa à forma como foi a aprovação na Câmara&#8221;, afirma Rostagno.<br>Apesar da contribuição positiva das ações das empresas controladas pelo governo, o índice acionário Ibovespa, que oscilou entre altas e baixas ao longo de todo o pregão, em um dia de fortes perdas no exterior, encerrou os negócios estável em relação ao fechamento anterior, aos 103.737 pontos.<br>No câmbio, o dólar, que na véspera fechou praticamente estável frente ao real, voltou a encerrar o dia com uma oscilação apenas modesta, em leve alta de 0,13%, cotado a R$ 5,3160 para venda.<br>No mercado de juros futuros, que embute as expectativas dos agentes financeiros sobre a condução da política monetária pelo BC (Banco Central) nos próximos meses, o dia foi de queda. O título para janeiro de 2024 cedeu de 14,07% no fechamento passado para 13,90% nesta quinta, enquanto o contrato para 2025 recuou de 13,84% para 13,59%.<br>Já os papéis da Vale avançaram 0,3%, acompanhando a alta do preço do minério de ferro, após notícias da mídia estatal chinesa de que o gigante asiático pretende adotar políticas de estímulos para aquecer o ritmo da atividade econômica na região.<br>Informações veiculadas pela agência oficial de notícias Xinhua deram conta de que a China estabeleceu planos para expandir o consumo doméstico e os investimentos.<br>A China pretende aumentar a escala de consumo e investimento para um novo nível até 2035, reduzir significativamente as diferenças de renda entre residentes urbanos e rurais e fazer progressos substanciais na diretriz de &#8220;prosperidade comum&#8221; do país, disse a Xinhua.<br>Ainda na Bolsa brasileira, destaque para a forte alta das ações preferenciais da Oi, que registraram ganhos de 52%, após a companhia informar que seu processo de recuperação judicial chegou ao fim depois de mais de seis anos de duração.<br>O encerramento do processo foi decretado pela 7ª Vara Empresarial da Comarca da Capital do Estado do Rio de Janeiro na noite da véspera, disse a Oi em comunicado. A empresa afirma que, no período, conseguiu pagar uma dívida de R$ 4,6 bilhões junto ao banco estatal de desenvolvimento BNDES, entre outros passivos.<br>Em menor magnitude mas também com alta expressiva, as ações da Restoque avançaram 8%, após a companhia de varejo de vestuário informar na noite de quarta-feira que seu conselho de administração aprovou proposta a ser apresentada a acionistas para uma mudança da marca da companhia, além de um aumento de capital de R$ 100 milhões e um grupamento de ações na proporção de 8 para 1.<br>A empresa, dona de marcas como Le Lis, Dudalina e John John, pretende mudar seu nome para Veste SA Estilo e, com isso, alterar o código de sua ação na B3 de LLIS3 para VSTE3.<br>BOLSAS NOS EUA E EUROPA TÊM FORTE QUEDA COM RECADO DUROS DO BCS<br>Nas Bolsas globais, as ações tiveram um dia de quedas expressivas nos Estados Unidos -o S&amp;P 500 cedeu 2,49%, o Dow Jones teve perdas de 2,25% e o Nasdaq recuou 3,23%.<br>O estrategista-chefe do Banco Mizuho afirma que os recados passados no dia anterior pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos Estados Unidos) sobre o impacto da alta dos juros na economia americana pesaram para o humor dos investidores globais.<br>Embora tenha reduzido o ritmo de alta dos juros de 0,75 ponto percentual nas últimas reuniões para 0,50 ponto no encontro desta quarta, a autoridade monetária dos EUA disse que espera aumentar ainda mais a taxa básica de juros e que deve mantê-la elevada por mais tempo do que o previsto anteriormente, sinalizando que seus esforços para conter a inflação alta provavelmente significarão um crescimento maior no desemprego e uma possível recessão.<br>As mais recentes projeções econômicas trimestrais do Fed mostram que as autoridades veem os juros em 5,1% no final do próximo ano. Em setembro, eles projetavam que 2023 terminaria com a taxa básica em 4,6%.<br>Na Europa, o dia também foi de queda aguda das ações, depois que o BCE (Banco Central Europeu) aumentou as taxas de juros pela quarta vez consecutiva nesta quinta-feira, embora em magnitude menor do que em suas duas últimas reuniões.<br>As ações da zona do euro registraram seu pior desempenho diário em seis meses nesta quinta, e retrocederam ao patamar de meados de novembro.<br>O índice de ações FTSE-100, de Londres, recuou 0,93%, o CAC-40, de Paris, cedeu 3,09%, e o DAX, de Frankfurt, teve queda de 3,28%.<br>O banco central dos 19 países da zona do euro aumentou a taxa de juros que paga sobre os depósitos bancários de 1,5% para 2%, afastando-se ainda mais de uma década de política monetária ultrafrouxa.<br>Mas a decisão marcou uma desaceleração no ritmo de aperto depois de altas de 0,75 ponto percentual em cada uma das duas reuniões anteriores do BCE, uma vez que a inflação mostra sinais de ter atingido o pico e com uma recessão se aproximando.<br>Apesar da desaceleração, o BCE prometeu novos aumentos e apresentou planos para drenar dinheiro do sistema financeiro como parte de sua luta contra a inflação.<br>&#8220;O Conselho do BCE considera que as taxas de juros ainda terão que subir significativamente a um ritmo constante para atingir níveis suficientemente restritivos para garantir um retorno oportuno da inflação à meta de 2% a médio prazo&#8221;, disse o BCE.</p>



<p><strong>(Lucas Bombana &#8211; Folhapress /Foto: Danilo Verpa/Folhapress)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-eleva-projecao-da-inflacao-de-588-para-591/">Mercado financeiro eleva projeção da inflação de 5,88% para 5,91%</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/apos-tombo-da-vespera-acoes-de-estatais-avancam-nesta-quinta-feira/">Após tombo da véspera, ações de estatais avançam nesta quinta-feira</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
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