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	<title>leilão &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Leilões de petróleo em outubro terão recorde de áreas em disputa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:17:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil A Agência Nacional .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>A <a href="https://www.gov.br/anp/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP)</a> afirmou na última semana que as licitações de exploração de petróleo no país marcadas para outubro terão número recorde de áreas em disputa. A Agência é a responsável por organizar esses leilões.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1698945&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1698945&amp;o=node"></p>



<p>Dois certames&nbsp;estão marcados para 7 de outubro: o chamado 4º Ciclo de Partilha, que abrange áreas do pré-sal, vai ofertar 13 blocos. O&nbsp;do 6º Ciclo de Concessão, que licita as demais áreas de exploração, tem 22 setores em disputa.</p>



<p>A relação completa das <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/comunicado-723558527" target="_blank" rel="noreferrer noopener">áreas de partilha</a> e de <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/comunicado-723564917" target="_blank" rel="noreferrer noopener">concessão</a> foi publicada no <a href="https://www.gov.br/imprensanacional/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a>.</p>



<p>Foram incluídos setores ou blocos que receberam declaração de interesse de pelo menos uma empresa de petróleo, desde que a companhia também tenha manifestado garantia de oferta.</p>



<p>Os 22 setores do leilão de concessão receberam, até o momento, declaração de interesse com garantia de oferta de 12 empresas. Os 13 blocos do leilão de partilha têm a manifestação de seis empresas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Próximos passos</h2>



<p>A ANP explica que, até 31 de agosto, empresas que ainda não tenham ou que já tenham declarado interesse podem ainda demonstrar interesse em outros setores ou blocos, ampliando a participação nos leilões.</p>



<p>As que não cumprirem esse procedimento até o fim do prazo podem participar da disputa por meio de consórcio com empresas que se habilitaram.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Leilões anteriores</h2>



<p>Em outubro do ano passado, o 3º Ciclo da Oferta de Partilha terminou com cinco dos sete blocos em disputa arrematados. Na ocasião os bônus de assinatura chegaram a quase 104 bilhões e previsão de investimento mínimo na fase de exploração de R$ 451,5 milhões.</p>



<p>O leilão do 5º Ciclo da Oferta de Concessão ocorreu&nbsp;em junho de 2025, com assinatura de 34 contratos de concessão de blocos. A arrecadação de bônus de assinatura foi de cerca de R$ 989 milhões, com investimentos mínimos estimados em R$ 1,5 bilhão na fase de exploração.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Partilha x concessão</h2>



<p>Descoberto há 20 anos, o petróleo do pré-sal mostrou-se tão significativo para o potencial de produção brasileiro que levou o governo a mudar, em 2010, o regime que autorizava as empresas a explorar a riqueza submersa.</p>



<p>Dessa forma, nas áreas de pré-sal vigora o regime de partilha. Nesse modelo, a produção de óleo excedente (saldo após pagamento dos custos) é dividida entre a empresa e a União.</p>



<p>Quando ocorre&nbsp;leilão em uma área, a companhia vencedora é aquela que&nbsp;oferece a maior parcela do óleo à União.</p>



<p>Essa regra é diferente do modelo de concessão, válido nos demais blocos de óleo e gás. No modelo tradicional, o risco de investir e encontrar, ou não, petróleo é da concessionária, que se torna dona de todo o óleo e gás que venham a ser descobertos.</p>



<p>Em contrapartida, além do bônus de assinatura ao arrematar o leilão, a petrolífera paga <em>royalties </em>e participação especial (no caso de campos de grande produção) ao governo.</p>



<p>Junto com o modelo de partilha, foi criada uma estatal, a Pré-Sal Petróleo (PPSA), sediada no Rio de Janeiro e vinculada ao Ministério de Minas e Energia, que representa a União no recebimento das receitas. Ou seja, a PPSA vende o petróleo entregue pelas petroleiras à União.</p>



<p>O Polígono do Pré-Sal, no litoral do Sudeste, concentra os principais campos de produção do petróleo no país. Em junho de 2026, dado mais recente da ANP, os campos do pré-sal – sob uma espessa camada de sal, que pode chegar a 7 mil metros de profundidade – responderam por 82% da produção nacional de petróleo e gás.</p>



<p><strong>Foto: Divulgação/Petrobras</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/conab-compra-2633-mil-toneladas-de-arroz-importado-em-leilao/" data-type="post" data-id="39073">Conab compra 263,3 mil toneladas de arroz importado em leilão</a></p>
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