<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>#investimentos &#8211; Diário do Acionista</title>
	<atom:link href="https://diariodoacionista.com.br/tag/investimentos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://diariodoacionista.com.br</link>
	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
	<lastBuildDate>Fri, 07 Apr 2023 04:34:19 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.10</generator>

<image>
	<url>https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2021/04/icone-diario-do-acionista-150x150.png</url>
	<title>#investimentos &#8211; Diário do Acionista</title>
	<link>https://diariodoacionista.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Lula quer atrair investimentos chineses para o Brasil</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/lula-investimentos-china-brasil/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/lula-investimentos-china-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2023 22:31:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#china]]></category>
		<category><![CDATA[#investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[#lula]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=30832</guid>

					<description><![CDATA[<p>Às vésperas de realizar a primeira viagem oficial à China no .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/lula-investimentos-china-brasil/">Lula quer atrair investimentos chineses para o Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Às vésperas de realizar a primeira viagem oficial à China no atual mandato, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que vai discutir com o presidente chinês, Xi Jiping, o investimento em novos ativos chineses no Brasil.</p>



<p>“Eu quero que os chineses compreendam que o investimento deles aqui será maravilhosamente bem-vindo. Mas não para comprar nossas empresas. [E sim] para construir coisas novas, que nós precisamos. O que estamos precisando não é vender os ativos que temos, é construir novos ativos. É disso que eu quero convencer os meus amigos da China”.</p>



<p>A declaração foi dada nesta quinta-feira (6), durante café da manhã com jornalistas, no Palácio do Planalto. De acordo com Lula, uma fabricante chinesa de carros elétricos vai assumir o comando da última fábrica da montadora Ford, na Bahia.</p>



<p>Outro ponto que o presidente quer discutir com Xi Jiping é a possibilidade de o país asiático promover um diálogo com o presidente da Rússia, Vladmir Putin, pelo fim da Guerra na Ucrânia. “Nós não concordamos com a invasão da Rússia à Ucrânia. Estou convencido que tanto a Ucrânia quanto a Rússia estão esperando que alguém de fora fale: vamos sentar para conversar”, disse Lula.</p>



<p>“E por que eu quero sentar para conversar com o Xi Jiping? É porque eu acho que a importância econômica, militar e política da China e a relação da China com a Rússia, e até mesmo a divergência da China com os Estados Unidos dá à China um potencial extraordinário para conversar”, acrescentou.</p>



<p>Sobre o conflito na Ucrânia, Lula destacou o posicionamento contrário e disse que quer propor a Xi Jiping a criação de um grupo de países pela paz na região. “A China tem peso, o Brasil tem peso. Eu acho que a Indonésia pode participar, a Índia pode participar. Vamos lá conversar com o Putin, vamos conversar com o [presidente da Ucrânia] Zelensky, vamos conversar com o [presidente dos Estados Unidos] Biden. Vamos tentar ver se encontramos um grupo de pessoas que não se conforme com a guerra. Não é necessário ter guerra”.</p>



<p>A viagem de Lula à China está marcada para a próxima terça-feira. O país é o maior parceiro comercial do Brasil. Entre os acordos que o presidente brasileiro vai assinar, está a formalização das transações comerciais com a China na moeda chinesa, o Renminbi, deixando de usar o dólar.</p>



<p><strong>(Sayonara Moreno &#8211; Repórter da Rádio Nacional /Foto: Marcelo Camargo &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/lula-remarca-viagem-para-a-china-para-11-de-abril/">Lula remarca viagem para a China para 11 de abril</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/lula-investimentos-china-brasil/">Lula quer atrair investimentos chineses para o Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/lula-investimentos-china-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Com fuga de investidores, fundos têm resgates de R$ 82 bilhões no 1º trimestre</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/com-fuga-de-investidores-fundos-tem-resgates-de-r-82-bilhoes-no-1o-trimestre/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/com-fuga-de-investidores-fundos-tem-resgates-de-r-82-bilhoes-no-1o-trimestre/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Apr 2023 20:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=30856</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em um cenário de juros altos com a Selic em 13,75% .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/com-fuga-de-investidores-fundos-tem-resgates-de-r-82-bilhoes-no-1o-trimestre/">Com fuga de investidores, fundos têm resgates de R$ 82 bilhões no 1º trimestre</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em um cenário de juros altos com a Selic em 13,75% no qual os investidores têm dado preferência à alocação direta em títulos de renda fixa, a indústria de fundos de investimento encerrou o primeiro trimestre com saques líquidos de R$ 82,1 bilhões, o primeiro resultado negativo para o período desde 2019, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (6) pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).</p>



<p>O resultado representa uma forte reversão de tendência em comparação ao mesmo período do ano passado, quando houve captação líquida de R$ 42,6 bilhões.</p>



<p>Segundo Pedro Rudge, vice-presidente da Anbima, a fuga de recursos dos fundos não foi um movimento exclusivo do mercado brasileiro, com um sentimento de maior aversão ao risco também entre os investidores nos Estados Unidos e na Europa, em um cenário global de crise bancária e aumento de juros nos países desenvolvidos para combater a pressão inflacionária.</p>



<p>&#8220;As grandes explicações [para o saque dos fundos] é a aversão a risco e uma taxa de juros alta, fazendo com que outros instrumentos disponíveis se tornem mais atrativos do que os fundos&#8221;, afirmou Rudge durante entrevista a jornalistas.</p>



<p>Os instrumentos isentos de IR (Imposto de Renda), acrescentou o vice-presidente da Anbima, estão entre os que mais ganharam atratividade no radar dos investidores nos últimos meses. Em um cenário de juros elevados, &#8220;poder fazer investimentos e não pagar imposto é um diferencial bastante relevante que faz com que as pessoas acabem realocando seus investimentos&#8221;, afirmou Rudge.</p>



<p>Entre as principais categorias, os fundos do tipo multimercado foram os que sofreram o maior volume de resgates de janeiro a março, que alcançou saídas de R$ 37,4 bilhões. Já os fundos de ações tiveram retiradas líquidas de R$ 23,9 bilhões no período. Em igual período do ano passado, as duas classes haviam registrado saques de R$ 41 bilhões e R$ 30,7 bilhões, respectivamente.</p>



<p>A principal diferença para o resultado consolidado da indústria de fundos, contudo, veio da renda fixa –após registrar captação líquida de R$ 108,4 bilhões no primeiro trimestre de 2022, os fundos da categoria tiveram saques líquidos de R$ 12,2 bilhões nos três primeiros meses deste ano.</p>



<p>Rudge afirmou que o caso da Americanas teve um impacto limitado para a saída de recursos da categoria de renda fixa, em especial no caso dos fundos que investem em crédito privado.</p>



<p>&#8220;A gente viu em um primeiro momento uma aversão ao risco maior em decorrência de Americanas e um medo que isso pudesse contaminar eventualmente outras empresas, mas, quando olhamos o comportamento do trimestre como um todo não parece ser alguma coisa concentrada ou um movimento muito grande&#8221;, afirmou o vice-presidente da Anbima.</p>



<p>Ele disse ainda que, assim que veio a tona, o episódio envolvendo a varejista causou uma paralisia na emissão de títulos pelas empresas, mas que, &#8220;nesse último mês já começamos a ver alguma movimentação.&#8221;</p>



<p>Diretor da Anbima, Giuliano De Marchi afirmou que, para os próximos meses, o que mais vai contribui para determinar o movimento na indústria de fundos é o patamar da taxa de juros, seja no Brasil ou no exterior.</p>



<p>&#8220;Se tivermos um cenário internacional com menos incerteza e começar a ter uma queda de juros lá fora e aqui dentro também, começamos a ter uma busca maior por ativos de risco. [É um movimento que] deve começar mais para o final do ano&#8221;, afirmou De Marchi.</p>



<p>Apesar da fuga de recursos, a valorização dos ativos contribuiu para que o patrimônio líquido da indústria de fundos tenha encerrado o mês de março no patamar de R$ 7,5 trilhões, um aumento de 4,2% na comparação com o mesmo período do ano anterior.</p>



<p>Em termos de rentabilidade, os destaques positivos ficaram por conta dos fundos de renda fixa que investem em títulos públicos de longo prazo, com retorno acumulado de 3,9% no primeiro trimestre. Na sequência vêm os fundos multimercado de investimento no exterior, com rentabilidade positiva de 3,3%.</p>



<p>Na ponta contrária, os piores retornos ficaram com as estratégias de investimentos em ações -os fundos small caps, que alocam os recursos em ações de menor capitalização, tiveram rentabilidade média negativa de 8%, enquanto a estratégia &#8220;ações livres&#8221;, em que os gestores têm liberdade de escolher os papéis que entendem com as melhores perspectivas, teve recuo médio de 5%.</p>



<p><strong>(Lucas Bombana &#8211; Folhapress /Foto: Pexels)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/petrobras-processos-desinvestimentos/">Petrobras vai revisar processos de desinvestimentos</a><a href="javascript:void(0);"></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/com-fuga-de-investidores-fundos-tem-resgates-de-r-82-bilhoes-no-1o-trimestre/">Com fuga de investidores, fundos têm resgates de R$ 82 bilhões no 1º trimestre</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/com-fuga-de-investidores-fundos-tem-resgates-de-r-82-bilhoes-no-1o-trimestre/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Assessor de investimento terá que informar valor de comissão e conflito de interesses</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/assessor-de-investimento-tera-que-informar-valor-de-comissao-e-conflito-de-interesses/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/assessor-de-investimento-tera-que-informar-valor-de-comissao-e-conflito-de-interesses/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 20:35:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=29453</guid>

					<description><![CDATA[<p>A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) divulgou, nesta terça-feira (14), novas .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/assessor-de-investimento-tera-que-informar-valor-de-comissao-e-conflito-de-interesses/">Assessor de investimento terá que informar valor de comissão e conflito de interesses</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) divulgou, nesta terça-feira (14), novas regras para a atividade de assessor de investimentos. Entre os destaques estão a possibilidade de atuação para mais de uma corretora e mais transparência sobre a remuneração desses profissionais.</p>



<p>Os assessores que atuam como pessoas físicas poderão ter contrato para vender produtos de mais de um banco ou corretora, sem regime de exclusividade.</p>



<p>Outro ponto importante diz respeito à remuneração dos assessores. Eles passam a ter a obrigação de detalhar a forma como são remunerados em cada produto e corretora, e apontar ao investidor possíveis conflitos de interesse.</p>



<p>Os assessores &#8220;devem manter tais informações disponíveis em seção ou página específica do site na internet, de modo que investidores possam acessá-las antes da concretização da decisão de investimento&#8221;, diz a CVM.</p>



<p>O presidente da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), Carlos André, afirma que as novas normas divulgadas pela CVM ficaram dentro do que era esperado pela entidade.</p>



<p>&#8220;Uma das preocupações era com as diferenças entre os níveis de informações de remuneração passadas aos investidores. E essa padronização pela CVM vai na direção de resolver esta questão&#8221;, afirma André.<br>Luciane Buss Effting, vice-presidente do Fórum de Distribuição da Anbima, destaca a regra que prevê a divulgação de um extrato trimestral de remuneração, que deverá conter os valores pagos aos assessores no período.</p>



<p>&#8220;Esta questão do conflito de interesses sempre foi tema de debates no mercado, e essas regras melhoram muito o nível de informação para o investidor&#8221;, afirma Effting.</p>



<p>&#8220;É necessário ter as ferramentas para identificar eventuais conflitos de interesses e os incentivos que possam estar presentes na distribuição de produtos financeiros&#8221;, diz Antonio Berwanger, Superintendente de Desenvolvimento de Mercado da CVM.</p>



<p>A autarquia determinou inclusive uma separação entre os tipos de informação divulgada sobre a remuneração.</p>



<p>Segundo a CVM, informações gerais de caráter descritivo e qualitativo devem ficar disponíveis em página na internet sujeita a amplo acesso. As informações que contenham valores ou percentuais podem ser prestadas apenas ao investidor.</p>



<p><strong>(Renato Carvalho &#8211; Folhapress /Foto: Pexels)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/investimentos-chineses-voltam-a-crescer-no-brasil-apos-pandemia/">Investimentos chineses voltam a crescer no Brasil após pandemia</a><a href="javascript:void(0);"></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/assessor-de-investimento-tera-que-informar-valor-de-comissao-e-conflito-de-interesses/">Assessor de investimento terá que informar valor de comissão e conflito de interesses</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/assessor-de-investimento-tera-que-informar-valor-de-comissao-e-conflito-de-interesses/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Energia e bancos são apostas para dividendos em 2023</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/energia-e-bancos-sao-apostas-para-dividendos-em-2023/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/energia-e-bancos-sao-apostas-para-dividendos-em-2023/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 18:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#bancos]]></category>
		<category><![CDATA[#dividendos]]></category>
		<category><![CDATA[#energia]]></category>
		<category><![CDATA[#investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=28793</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em um cenário esperado para 2023 de elevada incerteza econômica e .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/energia-e-bancos-sao-apostas-para-dividendos-em-2023/">Energia e bancos são apostas para dividendos em 2023</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em um cenário esperado para 2023 de elevada incerteza econômica e política, as empresas com uma forte geração de caixa, baixo endividamento e inseridas em setores com potencial para crescer a despeito do desempenho do PIB (Produto Interno Bruto) são apontadas por gestores de fundos entre as que devem entregar os melhores rendimentos por meio de dividendos aos investidores.</p>



<p>Em 2022, o ambiente local de pressão inflacionária, juros altos e eleições já contribuiu para que as empresas pagadoras de dividendos tenham apresentado um desempenho acima da média do mercado -enquanto o índice de dividendos da Bolsa, o Idiv, subiu 12,6%, o índice amplo Ibovespa avançou 4,7%.</p>



<p>Segundo Marcos Peixoto, gestor da XP Asset, essa é uma reação natural de se esperar por parte dos investidores. Ele explica que é comum que, em momentos de maior aversão ao risco e busca por proteção, as ações de dividendos despertem maior interesse, por se tratarem de empresas bem estabelecidas em seus respectivos nichos de atuação, com capacidade para atravessar melhor que os pares de mercado períodos de baixo crescimento econômico.</p>



<p>O gestor afirma que essa predileção pelos dividendos foi um movimento que se acentuou na esteira do processo de alta de juros pelos bancos centrais globais -com a migração de empresas de tecnologia com uma alta expectativa de crescimento no futuro, conhecidas como ações de crescimento no jargão de mercado, com o fluxo direcionado para empresas que já têm lucros elevados de setores tidos como mais tradicionais, conhecidas como valor.</p>



<p>Empresas do setor de energia elétrica, bancos e seguradoras e as exportadoras de commodities estão entre as que mais reúnem as características desejadas pelos investidores de dividendos, com operações robustas que se revertem em lucros trimestrais elevados recorrentes distribuídos aos acionistas.</p>



<p>Gestor de renda variável da Genial Investimentos, Roberto Lira afirma ter a expectativa de que o interesse por ações de dividendos siga em alta em 2023, frente ao cenário projetado à frente de desaceleração econômica e incertezas relacionadas ao início do novo governo no Brasil que podem retardar o processo de queda da taxa de juros.</p>



<p>&#8220;Por ser uma estratégia de caráter mais defensivo, os fundos de dividendos representam uma porta de entrada para quem quer entrar no mercado de renda variável&#8221;, afirma Lira.</p>



<p>Comumente presente nas carteiras de dividendos pelos contratos indexados à inflação e pela demanda inelástica, o setor elétrico, por meio de nomes como Engie, CPFL, Equatorial e Eletrobras, é apontado pelo gestor da Genial como uma das principais apostas que carrega no fundo Plural Dividendos FIA (Fundo de Investimento em Ações), que sobe 21,1% de janeiro a novembro.</p>



<p>A BB Seguridade, beneficiada pelos juros altos que rentabilizam as aplicações financeiras mantidas em caixa e pela provável queda da sinistralidade, e a distribuidora de combustíveis Vibra, impactada positivamente pela reabertura econômica, também são apontadas entre as ações no portfólio, assim como a produtora de papel e celulose Klabin e a B3, a Bolsa brasileira.</p>



<p>São negócios que, de modo geral, apresentam boas perspectivas de crescimento dos resultados nos próximos trimestres a despeito do incerto quadro econômico de forma mais ampla, afirma Lira.</p>



<p>&#8220;Consideramos muito importante que as empresas tenham sustentabilidade na estratégia de pagamento dos dividendos, não queremos negócios que distribuam um valor alto em um ano e no seguinte o reduzam drasticamente&#8221;, diz o gestor da Genial.</p>



<p>Lira conta que o resultado recente do fundo também teve contribuição importante dos papéis da Petrobras, que esteve entre as maiores distribuidoras de dividendos do mercado em escala global nos últimos meses.</p>



<p>Com a forte alta dos papéis no ano, e com a mudança de governo e as possíveis alterações no direcionamento estratégico da companhia, o gestor diz que preferiu tirar as ações da petroleira da carteira, ao menos até que seja possível ter uma visibilidade maior sobre os rumos do negócio.</p>



<p>&#8220;Não sabemos qual será a nova Petrobras&#8221;, afirma.</p>



<p>Peixoto, da XP Asset, diz que também surfou o momento bastante positivo para o recebimento de dividendos distribuídos pela estatal, mas que desinvestiu da empresa após o resultado das eleições, com a perspectiva de mudança nos rumos da companhia a partir de 2023.</p>



<p>&#8220;Um dos grandes chamarizes da Petrobras eram os dividendos, e isso está claro que vai acabar&#8221;, diz Peixoto.</p>



<p>Apesar da decisão em relação à petroleira, tanto o gestor do Plural como o da XP dizem que mantêm em carteira papéis do BB (Banco do Brasil), pela avaliação de que a instituição financeira, apesar do controle estatal, negocia a níveis considerados muito baratos para serem ignorados frente aos últimos resultados entregues.</p>



<p>Ainda no setor financeiro, Itaú e BB Seguridade estão entre as ações preferidas na carteira de dividendos da gestora da XP, com o impacto positivo dos juros altos para a rentabilidade das operações.</p>



<p>Peixoto diz ainda que a Eletrobras também é uma posição relevante na carteira do fundo de dividendos, posição que já vem desde antes do processo de privatização da elétrica.</p>



<p>Com a privatização, a empresa deve aumentar a competitividade frente aos concorrentes no mercado e gerar resultados crescentes, afirma o gestor do fundo XP Dividendos FIA, que acumula valorização de 17,6% de janeiro a novembro.</p>



<p>Diretor de investimentos da Trígono Capital, Werner Roger afirma que ações de menor capitalização (mid e small caps) de empresas de commodities e do setor industrial estão entre as principais posições do fundo de dividendos Delphos Income, que sobe 15,8% no ano até o final de novembro.</p>



<p>As metalúrgicas Tupy e Ferbasa, a fabricante de peças automotivas Mahle Metal Leve, a petroquímica Unipar e a empresa de armazenagem agrícola Kepler Weber estão entre as ações que, por terem uma liquidez menor em comparação às mais negociadas da Bolsa (blue chips), muitas vezes acabam ficando fora do radar da maior parte do mercado, mas que têm potencial para entregar dividendos atraentes na casa dos dois dígitos, defende o gestor da Trígono.</p>



<p>&#8220;Observamos o histórico de dividendos da empresa, mas o que mais nos interessa é sempre olhando para frente&#8221;, afirma Roger, que aponta o rearranjo em curso nas cadeias globais de suprimentos e a inflação persistentemente alta nos países desenvolvidos como fatores que devem sustentar os preços das commodities em patamares elevados em 2023.</p>



<p>Sobre as discussões que tratam de uma eventual tributação dos dividendos, hoje isentos para a pessoa física, o gestor da Genial afirma que, quando o assunto veio à tona nos governos anteriores, ele esteve acompanhado de uma contrapartida que era a redução nas alíquotas da tabela do IRPJ (Imposto de Renda da Pessoa Jurídica).</p>



<p>&#8220;Ainda não sabemos como vai voltar essa discussão agora no novo governo, se terá a queda do imposto às empresas&#8221;, afirma Lira.</p>



<p>Peixoto, da XP Asset, acrescenta que a tributação pode levar a mudanças nas estratégias de negócio das empresas para minimizar o impacto da medida, como por meio de um aumento na recompra de ações na Bolsa ou até via a antecipação do pagamento dos dividendos.</p>



<p>Segundo ele, já há empresas que avaliam a possibilidade de antecipar os pagamentos de dividendos aos acionistas em 2023, visto que a aprovação de uma medida do tipo em meados do ano tende a demorar alguns meses até entrar em vigor, possivelmente no início de 2024. &#8220;Têm muitas variáveis ainda em jogo.</p>



<p>A tributação dos dividendos deve vir dentro da discussão de um arcabouço tributário mais amplo.&#8221;</p>



<p>Lira acrescenta que é comum que os fundos dedicados à estratégia reinvistam os dividendos recebidos das empresas no próprio patrimônio, sendo que os fundos têm alíquota tributária de 15% sobre os ganhos auferidos. A medida, portanto, tende a trazer maior impacto para a pessoa física que compra diretamente as ações na Bolsa do que para os fundos, diz o gestor.</p>



<p><strong>(Lucas Bombana &#8211; Folhapress / Foto: Tânia Rego/Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/campos-neto-presidira-conselho-de-orgao-que-coordena-bancos-centrais/">Campos Neto presidirá conselho de órgão que coordena bancos centrais</a><a href="javascript:void(0);"></a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/energia-e-bancos-sao-apostas-para-dividendos-em-2023/">Energia e bancos são apostas para dividendos em 2023</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/energia-e-bancos-sao-apostas-para-dividendos-em-2023/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Investimento de pessoa física em renda variável cresce 35%</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/investimento-de-pessoa-fisica-em-renda-variavel-cresce-35/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/investimento-de-pessoa-fisica-em-renda-variavel-cresce-35/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 20:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[#pessoa física]]></category>
		<category><![CDATA[#Renda]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=27080</guid>

					<description><![CDATA[<p>Levantamento da B3, bolsa de valores de São Paulo, mostra que .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/investimento-de-pessoa-fisica-em-renda-variavel-cresce-35/">Investimento de pessoa física em renda variável cresce 35%</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>Levantamento da B3, bolsa de valores de São Paulo, mostra que o número de pessoas físicas que investem em renda variável cresceu 35% no terceiro trimestre de 2022 na comparação com igual período do ano passado, passando de 3,3 milhões em 2021 para 4,6 milhões neste ano. Na comparação com o segundo bimestre, houve um aumento de 200 mil investidores.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1494655&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1494655&amp;o=node"></p>



<p>Renda variável são ativos em que o retorno financeiro não pode ser dimensionado no momento da aplicação. Ela pode variar positivamente ou negativamente, conforme as expectativas do mercado.</p>



<p>O estudo mostra que houve aumento nas negociações e no valor de todas as modalidades de investimento na bolsa. O número de investidores em produtos de renda fixa passou de 9,6 milhões para 12,6 milhões, o que reflete a alta da taxa Selic. O Tesouro Direto, por sua vez, é opção de investimento para cerca de 2,1 milhões de pessoas físicas, com alta de 25% no terceiro trimestre em relação a igual período de 2021.</p>



<p>Em nota, Felipe Paiva, diretor de Relacionamento com Clientes e Pessoa Física da B3, disse que os números mostram que o brasileiro tem buscado diversificação de investimentos para além da poupança. Segundo ele, isso demonstra o potencial desse segmento e explica “o saldo positivo e crescimento recorrente do número de pessoas físicas nos últimos anos”.</p>



<p>A <a href="https://www.b3.com.br/pt_br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">B3 </a>fez um estudo complementar para avaliar o comportamento de investidores pessoa física em outubro, mês das eleições. O levantamento mostrou que houve crescimento no número de pessoas físicas, inclusive com aumento no volume negociado e na participação em custódia dos ativos. “O volume médio negociado por dia no mercado à vista de renda variável aumentou 18%, passando de R$ 7,8 bilhões para R$ 9,2 bilhões”, aponta o estudo.</p>



<p>Os dados mostram ainda que, entre as 106 mil pessoas que começaram a investir em renda variável no mês de setembro, 31% fizeram a primeira operação com valor de até R$ 40. Outros 29% fizeram investimentos com valores entre R$ 40 e R$ 200. “Isso reforça que mais brasileiros têm descoberto que é possível começar a investir em renda variável com tíquetes de entrada menores e têm buscado experimentar novas opções”, disse a B3.</p>



<p>As pessoas físicas representam 16% de todo o volume negociado no mercado à vista na bolsa de valores de São Paulo.</p>



<p><strong>(Camila Maciel &#8211; Repórter da Agência Brasil /Foto: Diego Padgurschi/Folhapress)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/investimentos-chineses-voltam-a-crescer-no-brasil-apos-pandemia/">Investimentos chineses voltam a crescer no Brasil após pandemia</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/investimento-de-pessoa-fisica-em-renda-variavel-cresce-35/">Investimento de pessoa física em renda variável cresce 35%</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/investimento-de-pessoa-fisica-em-renda-variavel-cresce-35/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Negros são minoria ao investir em produtos financeiros</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/negros-sao-minoria-ao-investir-em-produtos-financeiros/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/negros-sao-minoria-ao-investir-em-produtos-financeiros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 15:02:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#Bia Santos]]></category>
		<category><![CDATA[#investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[#mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[#produtos]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=26683</guid>

					<description><![CDATA[<p>Bia Santos, CEO da Barkus. De acordo com a Associação Brasileira .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/negros-sao-minoria-ao-investir-em-produtos-financeiros/">Negros são minoria ao investir em produtos financeiros</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Bia Santos, CEO da Barkus.</strong></p>



<p>De acordo com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), apenas 29% dos brasileiros pretos e pardos investem seu dinheiro em produtos financeiros. A informação faz parte de um estudo divulgado pela Anbima este ano, o Raio X do Investidor Brasileiro 2022, no qual são apresentados os perfis e – escancarados &#8211; os reflexos da desigualdade racial no mundo das finanças no país.</p>



<p>Segundo a pesquisa, que está na sua 5ª edição, a maioria dos entrevistados (61%) das classes A/B/C não possui dinheiro aplicado. Mas além do recorte social, este é um dos primeiros estudos em que se compara dados entre brancos e negros no Brasil, mostrando que apenas 29% dos entrevistados autodeclarados pretos e pardos disseram fazer algum tipo de investimento no mercado financeiro, enquanto pessoas brancas representam 37% dos investidores. O relatório também mostra que homens (34%) investem mais do que as mulheres (27%) brasileiras. Além disso, o relatório mostra ainda que 63% das pessoas pretas e pardas que responderam a pesquisa não guardam dinheiro de forma alguma: a grande maioria das pessoas negras não reservam valor algum para investir. E as razões podem ir além da falta de dinheiro.</p>



<p>Para mudar esta realidade, o trabalho que é preciso fazer – seja nas esferas governamentais ou nas privadas – é de análise e proposição. Como conselheira da cidade do Rio de Janeiro na área de Equidade e Inclusão e fundadora de uma startup de inclusão e educação financeira, posso afirmar que entendo que esta desigualdade tem origens históricas e sociais que vão muito além de mera barreira econômica. O paciente zero desta doença remonta ao tempo da escravidão no Brasil. Como se sabe, nessa época, a população negra era mantida à margem do sistema financeiro, pois não tinha acesso ao conhecimento e, claro, viviam entre uma série de empecilhos que não permitiam que ganhassem seu próprio sustento.</p>



<p>Isso porque diversas políticas e práticas de mercado racistas foram implementadas ao longo da história e acabaram influenciando na forma como negros e pobres lidam com suas próprias finanças, inclusive nos dias de hoje, mesmo após uma série de avanços – alguns reais, alguns ‘para inglês ver’.</p>



<p>A publicação da Lei 2.040/1871, por exemplo, autorizava a Caixa Econômica a recolher os depósitos dos escravos em forma de pecúlio, ou seja, uma poupança para compra da própria liberdade e de outros cativos, criada por meio de doações, heranças ou renda proveniente do trabalho. O problema é que havia enorme resistência por parte de senhores de escravos, que impediam seus escravizados de abrir uma conta poupança e ainda cobravam preços altíssimos para a alforria. Em consequência, os escravizados eram obrigados a recorrer a empréstimos com terceiros, prática que deixou a população negra ainda mais endividada e longe de alcançar a própria liberdade.</p>



<p>Outra questão importante é a inclusão de pessoas negras no mercado de trabalho, uma dificuldade que acontece desde a época da escravidão e perdura nos dias atuais, gerando impactos que passam de geração em geração e fazem com que nossa população sofra ainda mais os efeitos da pobreza, que teve o quadro agravado pela pandemia de COVID 19.</p>



<p>Segundo dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) de 2021, cerca de 8,8 milhões de pessoas perderam seus empregos nos primeiros seis meses de 2020 no Brasil. Dessas, mais de 70% eram negras. As mulheres negras são as mais afetadas, enfrentando inúmeras dificuldades para entrar – ou retornar ao mercado de trabalho e driblando obstáculos como administrar um salário mais baixo que as mulheres brancas.</p>



<p>Em conclusão, é urgente a criação de políticas públicas de reparação histórica, que coloquem a população negra no centro da discussão. Somente com a inclusão do olhar segmentado, trazendo luz à questões como enfoque racial, é que será possível pensar ações focadas na população negra, que promovam sua valorização e inclusão, sobretudo com educação financeira, disponibilidade de informação para a compra de ativos financeiros, oferta de serviços personalizados, dentre outras tantas possibilidades que existem e podem ser aplicadas. É preciso olhar para trás e entender esse emaranhado para soltarmos os nós. Um a um. Quando o problema é complexo, a solução não pode&nbsp;ser&nbsp;simples.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/negros-sao-minoria-ao-investir-em-produtos-financeiros/">Negros são minoria ao investir em produtos financeiros</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/negros-sao-minoria-ao-investir-em-produtos-financeiros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Por que a queda da inflação nos EUA pode aliviar os juros no Brasil</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/por-que-a-queda-da-inflacao-nos-eua-pode-aliviar-os-juros-no-brasil/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/por-que-a-queda-da-inflacao-nos-eua-pode-aliviar-os-juros-no-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2022 17:52:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#EUA]]></category>
		<category><![CDATA[#investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=25310</guid>

					<description><![CDATA[<p>Investidores em todo o mundo querem ouvir na manhã desta terça-feira .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/por-que-a-queda-da-inflacao-nos-eua-pode-aliviar-os-juros-no-brasil/">Por que a queda da inflação nos EUA pode aliviar os juros no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Investidores em todo o mundo querem ouvir na manhã desta terça-feira (12) a notícia de que o pior da tempestade no mercado financeiro já passou. Quem vai confirmar ou não é o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos, que divulgará às 9h30 (horário de Brasília) dados sobre a inflação do país em agosto.</p>



<p>Espera-se amplamente que o CPI, sigla em inglês para índice de preços ao consumidor, mostre uma ligeira deflação. A agência Bloomberg projeta taxa negativa de 0,1% em agosto na comparação com julho. No acumulado em 12 meses, especialistas consultados apontaram que o índice cairá de 8,5% para 8,1%.</p>



<p>A confirmação dessa expectativa significará que a principal economia do planeta está se afastado do pico inflacionário de 9,1% atingido em junho, o maior em mais de quatro décadas.</p>



<p>Por que isso importa para o Brasil? Quem acompanha o mercado financeiro de perto aponta a queda da inflação americana neste momento como fundamental para que os preços e os juros também possam cair por aqui.</p>



<p>O custo do crédito no Brasil depende da taxa nos Estados Unidos, explica Ricardo Hammoud, professor de macroeconomia no Ibmec-SP. Para atrair e manter investimentos por aqui, o país precisa que seus títulos soberanos ofereçam juros suficientemente altos para compensar instabilidades políticas e econômicas.</p>



<p>Os juros americanos estão atualmente na casa dos 2,5%. No Brasil, a taxa básica Selic está em 13,75% ao ano. &#8220;A diferença [entre as taxas] é o risco brasileiro&#8221;, diz.</p>



<p>&#8220;Uma redução adicional do CPI nos EUA gera a perspectiva de que, se esse ritmo for mantido, o Fed [Federal Reserve, o banco central americano] não precisará continuar aumentando com rapidez os juros&#8221;, diz o economista Roberto Macedo, diretor acadêmico da Faculdade do Comércio de SP.</p>



<p>Aumentar juros é uma medida adotada por bancos centrais para segurar a inflação. O crédito mais caro reduz a circulação de dinheiro, e os preços tendem a cair. Um efeito colateral é o aumento do desemprego. Nos Estados Unidos, porém, há quase duas vagas abertas para cada pessoa à procura de trabalho.</p>



<p>Na próxima quarta-feira (21), o Fed deverá divulgar um novo aumento da sua taxa de juros. O mercado espera uma elevação entre 0,50 e 0,75 ponto percentual. O dado desta terça sobre o CPI não irá necessariamente mudar o que acontecerá na semana que vem.</p>



<p>Para Macedo, o que importa para o Brasil neste momento é que investidores permaneçam com a expectativa de que os juros brasileiros continuarão dando um retorno muito superior aos dos EUA, sobretudo quando comparada a relação entre as taxas de crédito e de inflação dos dois países.</p>



<p>Este também é um momento em que investidores tendem a exigir um prêmio de risco maior do Brasil, uma vez que os principais candidatos à Presidência não demonstram planos concretos para controlar os gastos públicos.</p>



<p>Controlar despesas é a ajuda que o governo poderia dar para segurar a inflação e tornar o país mais atraente para investidores estrangeiros. &#8220;O problema é que nossos políticos estão deixando todo o trabalho para o Banco Central&#8221;, afirma Macedo.</p>



<p>Mercados de ações e de câmbio refletem desde a semana passada a expectativa de investidores sobre uma possível queda da inflação nos Estados Unidos. Na prática, no Brasil e no mundo, o dólar cai e os índices das Bolsas de Valores sobem.</p>



<p>Daniel Miraglia, economista-chefe do Integral Group, olha esse movimento com cautela. Ele lembra que os mercados globais passaram por um período de forte baixa, e movimentos como os dos últimos dias são normais. &#8220;O mercado tem no CPI um pretexto para uma recuperação de preços de ativos que já estavam muito desvalorizados&#8221;, comentou.</p>



<p>Diversas declarações recentes de membros do Fed apontam para um entusiasmo exagerado do mercado quanto à desaceleração da inflação e sobre a expectativa de desaperto dos juros nos EUA.</p>



<p>Na semana passada, Jerome Powell, presidente do Fed, disse que os Estados Unidos devem continuar a agir energicamente para reduzir a demanda e conter a pressão sobre os preços para evitar um pico de inflação como o observado nas décadas de 1970 e 1980.</p>



<p>A situação mencionada por Powell teve, há cerca de quatro décadas, graves efeitos globais. Na América do Sul, provocou uma crise da dívida pública.</p>



<p>Na época, a dívida do Brasil e de seus vizinhos era majoritariamente atrelada à moeda americana, cuja cotação internacional disparou.</p>



<p><strong>(Clayton Castelani &#8211; Folhapress / Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)</strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/por-que-a-queda-da-inflacao-nos-eua-pode-aliviar-os-juros-no-brasil/">Por que a queda da inflação nos EUA pode aliviar os juros no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/por-que-a-queda-da-inflacao-nos-eua-pode-aliviar-os-juros-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O que a BlackRock, com R$ 10 trilhões, avalia no Brasil</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/o-que-a-blackrock-com-r-10-trilhoes-avalia-no-brasil/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/o-que-a-blackrock-com-r-10-trilhoes-avalia-no-brasil/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2022 20:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=25277</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para uma das maiores gestoras de recursos do mundo, embora as .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/o-que-a-blackrock-com-r-10-trilhoes-avalia-no-brasil/">O que a BlackRock, com R$ 10 trilhões, avalia no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para uma das maiores gestoras de recursos do mundo, embora as eleições no Brasil sejam um evento importante, especialmente para os investidores brasileiros, elas são apenas mais um fator de risco a ser considerado dentro de um panorama global muito mais amplo.</p>



<p>Axel Christensen, estrategista-chefe de investimentos para América Latina da BlackRock, diz que as disputas políticas locais são acompanhadas com atenção e levadas em conta para decidir investimentos, mas têm um peso diferente para uma gestora com atuação global em comparação com as domiciliadas no país.</p>



<p>&#8220;Temos uma perspectiva diferente ao olhar o Brasil dentro de um portfólio global e diversificado&#8221;, afirmou Christensen, durante encontro com jornalistas nesta segunda-feira (12).</p>



<p>O estrategista da BlackRock, que somava cerca de US$ 10 trilhões em ativos sob gestão em dezembro de 2021, afirmou ainda que o maior risco que enxerga no mercado brasileiro neste momento não é eleição, desequilíbrio nas contas públicas ou inflação, mas a capacidade de a região apresentar um crescimento econômico consistente e sustentável em um horizonte de longo prazo.</p>



<p>&#8220;Nossa maior preocupação, e isso não apenas em relação ao Brasil, mas com toda a região da América Latina, é em relação ao crescimento de longo prazo&#8221;, disse o especialista. &#8220;O maior desafio dos países da região é buscar formas de aumentar as taxas de crescimento.&#8221;</p>



<p>Segundo ele, naturalmente será preciso ajustar as decisões de investimento de acordo com o resultado eleitoral, mas &#8220;mudanças políticas fazem parte do ambiente com o qual é preciso lidar&#8221;.</p>



<p>Ele acrescentou que, além da eleição para presidente, o Brasil também irá escolher um novo Congresso, e será preciso estudar a configuração política em Brasília a partir do próximo ano para entender com maior clareza qual será a condução econômica do país.</p>



<p>Christensen afirmou ainda que não espera por uma recuperação dos mercados de ações e renda fixa em escala global no curto prazo, à medida que o cenário de inflação em níveis elevados e alta dos juros nas economias desenvolvidas nos Estados Unidos e na Europa deve permanecer presente ainda por mais algum tempo.</p>



<p>&#8220;No curto prazo, estamos mais cautelosos com os mercados desenvolvidos, porque avaliamos que os investidores ainda não embutiram em suas projeções o efeito de uma inflação mais persistente e a reação nas taxas de juros&#8221;, afirmou o estrategista da BlackRock.</p>



<p><strong>(Lucas Bombana &#8211; Folhapress /Foto⁚ Diego Padgurschi /Folhapress)</strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/o-que-a-blackrock-com-r-10-trilhoes-avalia-no-brasil/">O que a BlackRock, com R$ 10 trilhões, avalia no Brasil</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/o-que-a-blackrock-com-r-10-trilhoes-avalia-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Investimentos chineses voltam a crescer no Brasil após pandemia</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/investimentos-chineses-voltam-a-crescer-no-brasil-apos-pandemia/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/investimentos-chineses-voltam-a-crescer-no-brasil-apos-pandemia/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Aug 2022 17:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#china]]></category>
		<category><![CDATA[#investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=25033</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em 2021, as empresas chinesas investiram US$ 5,9 bilhões no Brasil. .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/investimentos-chineses-voltam-a-crescer-no-brasil-apos-pandemia/">Investimentos chineses voltam a crescer no Brasil após pandemia</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em 2021, as empresas chinesas investiram US$ 5,9 bilhões no Brasil. Segundo o Conselho Empresarial Brasil-China, a cifra é a maior registrada desde 2017 e 208% superior à registrada em 2020, quando os negócios globais e as aplicações chinesas em particular foram afetadas pelas consequências da pandemia da covid-19.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1480040&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1480040&amp;o=node"></p>



<p>Os dados constam de estudo que o conselho divulgou&nbsp;hoje&nbsp;(31). O documento indica que, mesmo em um contexto de instabilidade global, as companhias chinesas implementaram 28 grandes projetos empresariais em território brasileiro, retomando o ritmo de crescimento iniciado em 2016 e interrompido em 2019.</p>



<p>De acordo com o coordenador do estudo, o diretor de Conteúdo e Pesquisa do conselho, Tulio Carrielo, com a retomada do interesse dos empreendedores chineses, empresas que já atuavam no Brasil expandiram sua presença e novos atores aportaram no país. Exemplo deste segundo caso é a fabricante de veículos Great Wall, que comprou a fábrica da Mercedez-Benz em Iracemápolis no início do segundo semestre de 2021 e oficializou sua apresentação em janeiro deste ano.</p>



<p>“A estratégia de internacionalização da empresa, inclusive para a América do Norte, passa pelo Brasil, primeiro país&nbsp;a produzir [os veículos da Great Wall]&nbsp;nas Américas.&nbsp;Somos a porta de entrada&nbsp;para todo o continente, já que a empresa pretende aprender aqui a como fazer negócios com os demais países continentais”, afirmou o diretor de relações governamentais da empresa,&nbsp;Pedro Betancourt,&nbsp;assegurando que o plano de negócios da companhia prevê uma relação de longo prazo.</p>



<p>Segundo Tulio Carrielo, mesmo que positivos quando analisados em perspectiva, os investimentos chineses, em 2021, voltaram aos patamares registrados no período imediatamente anterior à pandemia. Em 2018, por exemplo, houve 31 grandes projetos chineses efetivados no país. Em 2017, 28.&nbsp;Além disso, com a gradual retomada da atividade econômica após parte dos países vacinarem parte significativa de suas populações, não só os investimentos chineses, mas os aportes externos em geral aumentaram no Brasil.</p>



<p>O estudo&nbsp;indica que o incremento das aplicações chinesas no Brasil foi “superior” à expansão dos investimentos chineses em outros países.</p>



<p>“A tendência é que não haja novos grandes picos de investimentos futuros, que haja uma estabilidade por ao menos algum tempo, pois me parece que [os investidores chineses] agora estão priorizando a qualidade dos projetos, em detrimento da quantidade”, afirmou Carrielo,ao citar o Brasil como “centro de gravidade” dos investimentos chineses na América do Sul.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Setores</h2>



<p>Ainda segundo o estudo do Conselho Empresarial Brasil-China, o setor de eletricidade atraiu 13 dos 28 projetos instalados no país ao longo de 2021, ou seja, 46% do total. Outro destaque foi o setor de tecnologia da Informação, com 10 projetos – quase o mesmo número (12) de empreendimentos setoriais implementados entre 2007 e 2020.</p>



<p>Em termos de valor, a área de petróleo absorveu 85% dos US$ 5,9 bilhões que as companhias chinesas alocaram no Brasil em 2021, superando o anterior&nbsp;domínio do setor elétrico.</p>



<p>“Estamos colhendo os frutos de uma relação de muitos anos”, disse a economista Tatiana Rosito, que é membro do conselho. Para a economista, apesar das incertezas e instabilidades, as empresas chinesas estão fazendo apostas de longo prazo no Brasil. A opinião é confirmada por&nbsp;José Renato Domingues,&nbsp;vice-presidente corporativo da energética CTG Brasil, no país desde 2013.</p>



<p>“Nestes nove anos, fazemos aquisições de ativos e de empresas para operar usinas e parques eólicos. Os principais atrativos que a empresa vê é a oportunidade de crescimento. E um dos aspectos que observamos é o respeito aos contratos e à propriedade intelectual”, comentou Domingues. Segundo, desde o início, quando assumiu o desafio de construir e operar&nbsp;em seu país de origem, a maior usina hidrelétrica do mundo, das Três Gargantas, a CTG tem olhado para o Brasil.</p>



<p>“Até hoje, sempre que recebemos nossos colegas chineses, os levamos a visitar a Usina Hidrelétrica de Itaipu, que inspirou o projeto das Três Gargantas e segue inspirando os chineses.”</p>



<p><strong>(Alex Rodrigues &#8211; Repórter da Agência Brasil / Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)</strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/investimentos-chineses-voltam-a-crescer-no-brasil-apos-pandemia/">Investimentos chineses voltam a crescer no Brasil após pandemia</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/investimentos-chineses-voltam-a-crescer-no-brasil-apos-pandemia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Investimento em empresas fora da Bolsa resiste a maré baixa</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/investimento-em-empresas-fora-da-bolsa-resiste-a-mare-baixa/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/investimento-em-empresas-fora-da-bolsa-resiste-a-mare-baixa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 18:34:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#Bolsa de Valores]]></category>
		<category><![CDATA[#empresas]]></category>
		<category><![CDATA[#investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=23584</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sem ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês) em 2022, .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/investimento-em-empresas-fora-da-bolsa-resiste-a-mare-baixa/">Investimento em empresas fora da Bolsa resiste a maré baixa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sem ofertas públicas iniciais (IPOs, na sigla em inglês) em 2022, a Bolsa de Valores brasileira é um dos termômetros da dificuldade que empresas locais enfrentam para ganhar valor de mercado neste ano em que a inflação mundial catapultou taxas de juros e, consequentemente, criou uma ameaça ao crescimento da economia global.</p>



<p>Mas apesar do apagão nas aberturas de capital no Brasil, o segmento de investimento em cotas de companhias negociadas fora da Bolsa mostra resistência.</p>



<p>É o mercado de participação no capital privado, também conhecido como private equity e venture capital, sendo o primeiro focado em empresas amadurecidas e o segundo voltado às de maior potencial de crescimento.</p>



<p>Nos primeiros cinco meses deste ano, o patrimônio líquido da indústria de FIPs (Fundos de Investimentos em Participações) soma quase R$ 581 bilhões, valor 16% superior aos R$ 502 bilhões acumulados até o final do ano passado e dez vezes maior do que os cerca de R$ 55 bilhões anotados em 2011, segundo levantamento da Quantum Finance.</p>



<p>Nesse intervalo de pouco mais de uma década, o número de FIPs passou de 139 para 1.220. A quantidade de cotistas avançou de 468 para 35.152.</p>



<p>Embora não seja possível apontar a quantidade de novas empresas que buscaram capitalização nesse segmento, nem afirmar que companhias trocaram a Bolsa pelo capital privado, os dados da evolução dos fundos privados mostram uma constância que se contrapõe à abrupta interrupção da onda de IPOs.</p>



<p>Antes de cessarem em 2022, as ofertas iniciais na Bolsa tinham atingido o recorde de 46 em 2021.</p>



<p>É a alta dos juros a responsável pelo sumiço de novas empresas na Bolsa. Taxas elevadas aumentam o retorno da renda fixa, opção com maior liquidez e risco inferior ao investimento em renda variável, principalmente no caso de companhias novatas no mercado.</p>



<p>Em outras palavras, se os juros sobem, investidores ficam indispostos a pagar valores mais altos por ações.</p>



<p>&#8220;O aumento das taxas de juros espreme o valor de mercado das empresas, que não conseguem impor o preço que elas gostariam às suas ações e o negócio não acontece&#8221;, explica João Daronco, analista da Suno Research.</p>



<p>A renda fixa aquecida, entretanto, também reduz o apetite de investidores domésticos para o mercado de capital privado, ressalta Carlos Miranda, presidente da X8 Investimentos.</p>



<p>Mas a desvalorização do real frente ao dólar cria, segundo ele, oportunidades favoráveis nesse segmento para estrangeiros.</p>



<p>A vantagem da taxa de câmbio também vale para o investimento do exterior na Bolsa brasileira. Mas no caso do private equity , o investidor fica menos exposto às oscilações do mercado de ações, sobretudo em períodos de instabilidade, como um ano de eleições presidenciais.</p>



<p>&#8220;O investimento direto está menos suscetível à volatilidade do mercado, muitas vezes provocada por uma percepção de risco que nem sempre existe&#8221;, diz.</p>



<p>Miranda e Daronco consideram, porém, que a crescimento do mercado de capital privado não tem relação direta com a queda dos IPOs, mas sim com vislumbres de oportunidade por parte de investidores.</p>



<p>Para o analista da Suno, o crescimento seria fruto da popularização dessa modalidade. A criação de fundos acessíveis a pessoas físicas pelas corretoras explicaria o fenômeno.</p>



<p>Danielle Lopes, sócia e analista de ações da Nord Research, concorda que a ainda incipiente democratização do ramo é um trunfo para a expansão, apesar da crise.</p>



<p>Ela não descarta, porém, a relação com a queda dos IPOs e a possibilidade de que empresas também estejam buscando capitalização no mercado privado enquanto aguardam o momento mais favorável para ingressarem no mercado de ações.</p>



<p>&#8220;A empresa acaba se obrigando a ser mais profissional para prestar contas a acionistas e passa a entender o nível de governança que ela precisar atingir&#8221;, comenta.</p>



<p>Do ponto de vista do investidor, Lopes aponta fundos de private equity e venture capital como opções para a diversificação de carteiras com foco no longo prazo (mais de cinco ou dez anos).</p>



<p>&#8220;Quem investe nesse tipo de negócio deve desenvolver uma mentalidade de longo prazo&#8221;, diz. &#8220;Você investe em dez ou quinze empresas e só uma delas tem mais chance de vingar e pagar o investimento nas demais.&#8221;</p>



<p><strong>(Clayton Castelani &#8211; Folhapress / Foto: Folhapress)</strong></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/investimento-em-empresas-fora-da-bolsa-resiste-a-mare-baixa/">Investimento em empresas fora da Bolsa resiste a maré baixa</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/investimento-em-empresas-fora-da-bolsa-resiste-a-mare-baixa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
