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	<title>inflação &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
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	<title>inflação &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Focus: mercado eleva previsão da inflação para 5,01% em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:49:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedro Peduzzi &#8211; Agência Brasil A projeção do mercado financeiro para .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pedro Peduzzi &#8211; Agência Brasil</strong></p>



<p>A projeção do mercado financeiro para a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/inflacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inflação</a> oficial em 2026 subiu de 4,99% para 5,01%, segundo o <em>Boletim Focus</em> divulgado nesta segunda-feira (5) pelo <a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Banco Central</a>. Foi a terceira alta consecutiva da estimativa para o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ipca" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)</a>, considerado a inflação oficial do país.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704428&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704428&amp;o=node"></p>



<p>Para 2027, a expectativa para a inflação passou de 4,31% para 4,30%. Para 2028, a projeção foi mantida em 3,8%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB</h2>



<p>Em relação ao crescimento da economia, a estimativa para o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/pib" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Produto Interno Bruto (PIB)</a> caiu de 1,86% para 1,85% em 2026. Para 2027, a projeção recuou de 1,41% para 1,40%. Para 2028, a expectativa passou de 1,83% para 1,81%.</p>



<p>A projeção para a cotação do dólar no fim deste ano permaneceu em R$ 5,20. Para 2027, a expectativa foi mantida em R$ 5,28. Para 2028, continuou em R$ 5,30.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Selic</h2>



<p>A expectativa para a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/selic" target="_blank" rel="noreferrer noopener">taxa básica de juros (Selic) </a>foi mantida em 13,5% ao ano para o encerramento de 2026. Para 2027, os analistas mantiveram a previsão em 12% ao ano. Para 2028, a estimativa ficou estável, em 10,5% ao ano.</p>



<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. Quando o <a href="https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/copom" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Comitê de Política Monetária (Copom)</a> aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Com menor consumo e investimento, a tendência é reduzir as pressões sobre os preços.</p>



<p>Quando reduz a Selic, o Banco Central busca estimular a atividade econômica. Juros menores facilitam o crédito e incentivam a produção e o consumo, o que pode impulsionar a economia, mas também aumentar as pressões inflacionárias.</p>



<p>Desde janeiro de 2025, o país adota o sistema de meta contínua de inflação. A meta definida pelo <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/cmn" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conselho Monetário Nacional (CMN)</a> é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Dessa forma, a inflação é considerada dentro da faixa se permanecer entre 1,5% e 4,5%.</p>



<p>A projeção do mercado para 2026 continua acima do limite superior desse intervalo.</p>



<p><strong>Foto: José Cruz/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/estimativas-do-mercado-para-inflacao-e-pib-ficam-estaveis/" data-type="post" data-id="54830">Estimativas do mercado para inflação e PIB ficam estáveis</a></p>
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		<title>BC aponta desaceleração da inflação, mas mantém alerta sobre riscos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Aug 2026 13:43:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil A ata da reunião em que .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>A <a href="https://www.bcb.gov.br/publicacoes/atascopom" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ata da reunião</a> em que o<a href="https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/copom" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Comitê de Política Monetária (Copom)</a> reduziu a taxa básica de juros (Selic) para 14% ao ano mostra que a decisão foi tomada em um ambiente de desaceleração da inflação, mas ainda marcado por incertezas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699306&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699306&amp;o=node"></p>



<p>As&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/em-nova-reducao-copom-baixa-taxa-selic-para-14-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">expectativas inflacionárias</a>, segundo o documento divulgado pelo Banco Central nesta terça-feira (11), permanecem elevadas em um cenário de riscos.</p>



<p>O comitê avalia que a redução da taxa Selic é “compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta”.&nbsp;<br><br>Na avaliação, a instituição ressalta ainda que, além de contribuir para a estabilidade de preços, a decisão ajuda a atenuar oscilações da atividade econômica e favorece o pleno emprego.</p>



<p>Apesar do corte dos juros, o comitê afirma que o cenário exige prudência.</p>



<p>A ata conclui que a política monetária vem contribuindo de forma importante para o processo de desinflação, mas destaca que a inflação continua pressionada pela demanda.&nbsp;</p>



<p>Por isso, o Banco Central entende que os juros ainda precisam permanecer em nível restritivo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Projeções</h2>



<p>No cenário de referência usado pelo Banco Central, a trajetória dos juros considera as projeções do Boletim Focus. Já a taxa de câmbio parte de R$ 5,10 por dólar e evolui de acordo com a paridade do poder de compra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inflação e política fiscal</h2>



<p>O documento registra que a inflação ao consumidor desacelerou nas leituras mais recentes, mas continua acima do limite superior da meta. </p>



<p>Já os preços ao produtor apresentaram recuo, influenciados principalmente pelo comportamento da indústria extrativa, responsável pela obtenção de recursos naturais, como minérios, petróleo, gás natural e carvão.</p>



<p>Os diretores alertam que o crescimento do crédito direcionado e as incertezas em relação à estabilização da dívida pública têm potencial para pressionar as taxas de juros da economia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cenário externo</h2>



<p>Com relação ao cenário internacional, a ata avalia que as incertezas permanecem elevadas. Entre os fatores de preocupação estão os desdobramentos dos conflitos no Oriente Médio e as dúvidas em relação à condução da política monetária em economias avançadas.</p>



<p>O comitê vê um ambiente marcado pela volatilidade nos preços de ativos financeiros e commodities, exigindo cautela por parte dos países emergentes.</p>



<p>O documento chama a atenção para as incertezas em torno da política econômica dos Estados Unidos, fator que, segundo a ata, continua contribuindo para o cenário internacional instável.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cenário interno</h2>



<p>O Copom observa sinais de moderação gradual da atividade econômica interna desde a última reunião. Segundo o comitê, a economia manteve trajetória de desaceleração.</p>



<p>Ainda que com perda de ritmo, o mercado de trabalho continua aquecido, e a taxa de desemprego permanece em níveis historicamente baixos, embora o crescimento da ocupação esteja desacelerando.</p>



<p>Os rendimentos médios dos trabalhadores perderam força, mas “ainda crescem em termos reais a uma taxa superior à da produtividade do trabalho”, avalia o Copom.</p>



<p><strong>Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/banco-central-autoriza-financeiras-a-emitir-lci/" data-type="post" data-id="47688">Banco Central autoriza financeiras a emitir LCI</a></p>
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		<title>Expectativa do mercado para inflação de 2026 cai para 5,02%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 13:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil Pela sexta semana consecutiva, .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pedro Peduzzi &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>Pela sexta semana consecutiva, o mercado financeiro revê para baixo as expectativas que tem para a inflação em 2026. De acordo com o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (10) pelo Banco Central (BC), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA, a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/pela-1a-vez-desde-marco-mercado-reduz-expectativa-para-selic-em-2026" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inflação oficial do país, deve fechar o ano em 5,02% no ano.</a><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1699206&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1699206&amp;o=node"></p>



<p>A projeção está abaixo dos 5,16% projetados há quatro semanas e dos 5,03% projetados pelo boletim na semana passada.</p>



<p>Foram também revisadas para baixo as expectativas para a economia, com uma previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) de 1,98%, após cinco semanas consecutivas com projeções estabilizadas em 1,99%.</p>



<p>Já as projeções para o câmbio estão estáveis em R$ 5,20 há 8 semanas, enquanto para a taxa básica de juros repetem as mesmas expectativas da semana passada – de que a Selic fechará 2026 em 13,75%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2027 e 2028</h2>



<p>Os quatro índices de expectativas do mercado financeiro para os anos 2027 e 2028 apresentaram todos estabilidade em relação à semana anterior. O único que registrou variação foi o relativo ao PIB de 2027, que passou dos 1,57% projetados há uma semana, para 1,52%.</p>



<p>Inflação, PIB e câmbio apresentaram, respectivamente, projeções de 4,22% (IPCA); R$ 5,28 (cotação do dólar); e 12% para o próximo ano.</p>



<p>Para 2028, as projeções do mercado financeiro se mantiveram em 3,80% para a inflação; 2% para o PIB; 5,30% para a cotação do dólar; e 10,50% para a taxa Selic.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Controle da inflação</h2>



<p>O BC utiliza a Selic, os juros básicos da economia, como um instrumento para reduzir o ritmo da atividade econômica e, com isso, tentar controlar a inflação.</p>



<p>Quando o juro sobe ou fica alto por muito tempo, o crédito encarece, ficando mais caro para quem compra no cartão, nas parcelas de produtos e no financiamento de imóveis, levando a uma perda de força no consumo.</p>



<p>Quando há redução, a expectativa é de estímulo para a economia e de um menor risco de descontrole nos preços.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reunião do Copom</h2>



<p>Na última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), encerrada no dia 5 de agosto, a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-08/em-nova-reducao-copom-baixa-taxa-selic-para-14-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">taxa Selic foi reduzida em 0,25 ponto percentual, passando de 14,25% para 14% ao ano.</a>&nbsp;Foi a quarta redução consecutiva dos juros básicos.</p>



<p>Segundo o Banco Central, o corte é compatível com a estratégia de convergência da inflação para a meta nos próximos períodos. O BC afirmou que a decisão busca, além da estabilidade de preços, suavizar as oscilações da atividade econômica e favorecer o emprego.</p>



<p>O Copom manteve a avaliação de que o cenário externo exige cautela, diante das incertezas relacionadas aos conflitos no Oriente Médio e à política monetária de economias avançadas.</p>



<p>No cenário doméstico, o comitê observou desaceleração gradual da atividade econômica, embora o mercado de trabalho continue aquecido.</p>



<p>O BC destacou que a inflação recente perdeu força, mas permanece acima do limite superior da meta, ainda que os núcleos de inflação tenham mostrado desaceleração.</p>



<p><strong>Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/industria-comercio-e-sindicatos-pedem-queda-mais-forte-da-selic/" data-type="post" data-id="55319">Indústria, comércio e sindicatos pedem queda mais forte da Selic</a></p>



<p></p>
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		<title>Prévia da inflação oficial fica em 0,06% em julho, diz IBGE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jul 2026 10:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil O Índice Nacional de .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, ficou em 0,06% em julho deste ano. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697817&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697817&amp;o=node"></p>



<p>A taxa ficou abaixo das observadas no mês anterior (0,41%) e em julho de 2025 (0,33%). O dado foi divulgado nesta terça-feira (28), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>Com o resultado, o IPCA-15 acumula taxas de inflação de 3,51% neste ano e de 4,52% em 12 meses.</p>



<p>O principal responsável pela inflação na prévia de julho deste ano foi o grupo de despesas habitação, que apresentou alta de 0,97% no período. A taxa foi puxada pelos aumentos de 3,03% na energia elétrica residencial e de 0,26% na tarifa de água e esgoto.</p>



<p><strong>Já o grupo de despesas alimentação apresentou uma deflação (queda de preços) de 0,66% e contribuiu para a queda do IPCA-15 de junho para julho deste ano.</strong></p>



<p>Comprar alimentos para preparar comida dentro de casa, a chamada alimentação no domicílio, ficou 1,14% mais barato, de acordo com a prévia de julho deste ano, devido às quedas de preços de produtos como tomate (-19,95%), a batata-inglesa (-10,03%) e o café moído (-3,13%).&nbsp; Por outro lado, comer fora de casa ficou 0,55% mais caro no período.</p>



<p>Entre os demais grupos de despesa analisados pelo IPCA-15, quatro tiveram inflação: artigos de residência (0,19%), transportes (0,11%), saúde e cuidados pessoais (0,28%) e despesas pessoais (0,08%). Três grupos tiveram deflação: vestuário (-0,33%), educação (-0,04%) e comunicação (-0,02%).</p>



<p>Para calcular o IPCA-15 de julho deste ano, foram coletados preços no período de 17 de junho e 15 de julho.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-489-este-ano/" data-type="post" data-id="56422">Mercado eleva previsão da inflação para 4,89% este ano</a></p>
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		<title>Mediana de IPCA 2026 passa de 5,33% para 5,30%, aponta Focus, acima do teto da meta de inflação</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/mediana-de-ipca-2026-passa-de-533-para-530-aponta-focus-acima-do-teto-da-meta-de-inflacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2026 12:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Marianna Gualter &#8211; Estadão Conteúdo A mediana do relatório Focus .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Marianna Gualter &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>A mediana do relatório Focus para o IPCA de 2026 diminuiu de 5,33% para 5,30%. A estimativa está 0,83 ponto porcentual acima do teto da meta perseguida pelo Banco Central, de 4,50%. Considerando apenas as 45 estimativas atualizadas nos últimos cinco dias úteis, mais sensíveis a novidades, a mediana diminuiu de 5,36% para 5,23%.</p>



<p>A estimativa intermediária do mercado para o IPCA de 2027 oscilou de 4,17% para 4,18%. Um mês antes, era de 4,03%. Considerando apenas as 44 projeções atualizadas nos últimos cinco dias úteis, seguiu em 4,20%.</p>



<p>A mediana do Focus para a inflação de 2028 permaneceu em 3,70%. Um mês antes, era de 3,65%. Para 2029, seguiu em 3,50%, pela 44ª semana consecutiva.</p>



<p>A trajetória prevista pelo mercado segue acima da esperada pelo Banco Central. Conforme o Relatório de Política Monetária (RPM) do segundo trimestre, publicado no último dia 25, a autoridade monetária prevê alta de 5,2% do IPCA em 2026, 3,7% em 2027 e 3,1% em 2028 &#8211; última estimativa disponível.</p>



<p>A partir de 2025, a meta de inflação passou a ser contínua, com base no IPCA acumulado em 12 meses. O centro é de 3%, com tolerância de 1,5 ponto porcentual para mais ou para menos. Se a inflação ficar fora desse intervalo por seis meses consecutivos, considera-se que o BC perdeu o alvo.</p>



<p><em>*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.</em></p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/rio-voltara-a-ter-bolsa-de-valores-depois-de-20-anos/" data-type="post" data-id="39900">Rio voltará a ter Bolsa de Valores depois de 20 anos</a></p>



<p></p>
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		<title>Prévia da inflação perde força pelo 2º mês e fecha junho em 0,41%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 12:23:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil A prévia .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>A prévia da inflação oficial de junho ficou em 0,41%. Esse resultado representa que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) perdeu força pelo segundo mês seguido. Em abril, o IPCA-15 tinha marcado 0,89% e, em maio, 0,62%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694680&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694680&amp;o=node"></p>



<p>No acumulado de 12 meses, o índice soma 4,8%. Em maio, essa alta acumulada era de 4,64%. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (25) pelo <a href="https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/2376/ipca_15_2026_jun.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística</a> (IBGE). </p>



<p>O IPCA-15 é considerado uma prévia da inflação oficial, medida pelo IPCA.</p>



<p>De acordo com o <a href="https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260619.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Boletim Focus</a> da última segunda-feira (22), sondagem feita pelo Banco Central (BC) com instituições financeiras, a mediana da expectativa para a inflação oficial de junho é de 0,32%. </p>



<p>Para chegar à prévia da inflação, os pesquisadores coletam preços de nove grupos de produtos e serviços. Em junho, a alta média dos alimentos e bebidas&nbsp;e da habitação responderam por dois terços do IPCA-15.</p>



<p><strong>Veja o comportamento dos grupos e os impactos em ponto percentual (p.p.):</strong></p>



<p>Alimentação e bebidas: 0,74% (0,16 p.p.)</p>



<p>Habitação: 0,72% (0,11 p.p.)</p>



<p>Artigos de residência: 0,36% (0,01 p.p.)</p>



<p>Vestuário: 0,45% (0,02 p.p.)</p>



<p>Transportes: -0,03% (-0,01 p.p.)</p>



<p>Saúde e cuidados pessoais: 0,47% (0,06 p.p.)</p>



<p>Despesas pessoais: 0,34% (0,04 p.p.)</p>



<p>Educação: -0,02% (0,00 p.p.)</p>



<p>Comunicação: 0,34% (0,02 p.p.)</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alimentação em casa sobe menos</h2>



<p>Dentro do grupo alimentação e bebida, a alimentação no domicílio variou 0,87%. Em maio, tinha subido 1,73%.</p>



<p>Os preços que mais subiram no grupo foram o da batata-inglesa (29,42%), do tomate (17,27%), do feijão-carioca (14,29%) e da cebola (9,54%).</p>



<p>O IBGE destacou que, no semestre, tomate (103,84%), cenoura (103,10%) e batata-inglesa (100,20%) mais que dobraram de preço. Alimentos são produtos que têm os custos muito relacionados a condições climáticas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bandeira amarela pesa</h2>



<p>No grupo habitação, o custo que mais cresceu foi o da energia elétrica residencial (2,04%). De todos os 377 produtos e serviços pesquisados, a conta de luz teve o maior impacto de alta (0,08 p.p.).</p>



<p>A explicação, segundo o IBGE, está na <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-06/julho-tera-bandeira-amarela-na-conta-de-luz-define-aneel" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bandeira tarifária amarela</a>, com a cobrança adicional de R$ 1,885 para cada 100 quilowatt-hora (Kwh) consumidos. </p>



<p>As bandeiras tarifárias são determinadas mês a mês pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Segundo a agência, a previsão de chuva abaixo de média e a expectativa de aumento do consumo de energia justificam a tarifa extra.</p>



<p>A previsão de escassez de chuvas e as temperaturas mais altas no país aumentam os custos de operação do sistema de geração de energia das hidrelétricas. Dessa forma, é necessário acionar as usinas termelétricas, que têm&nbsp;custo maior.</p>



<p>Contribuíram também para a alta da conta de luz os reajustes tarifários em Belo Horizonte, no Recife, em Fortaleza e Salvador. Mesmo esses sendo impactos regionais, o IPCA, por ser uma média nacional, reflete os aumentos.</p>



<p>No grupo transportes, as passagens aéreas ficaram 7,24% mais caras (impacto de 0,05 p.p.).&nbsp; No sentido inverso, os combustíveis recuaram 1,22% (impacto de -0,08 p.p.).</p>



<p>De todo o IPCA-15, o etanol (-5,30%) e a gasolina (-0,73%) foram os preços com o maior impacto negativo (-0,04 p.p. cada). O óleo diesel recuou 1,47% em junho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">IPCA-15</h2>



<p>O IPCA-15 tem basicamente a mesma metodologia do IPCA, a chamada inflação oficial, que serve de base para a política de meta de inflação do governo: 3% no acumulado em 12 meses, com margem de tolerância de 1,5 p.p. para mais ou para menos.</p>



<p>A diferença entre os índices está no período de coleta de preços e na abrangência geográfica. Na prévia, a pesquisa é&nbsp;feita e divulgada antes mesmo de acabar o mês de referência. Em relação à divulgação atual, o período de coleta foi de 16 de maio a 16 de junho.</p>



<p>Ambos os índices levam em consideração uma cesta de produtos e serviços para famílias com rendimentos entre um e 40&nbsp;salários mínimos. Atualmente o valor do mínimo é R$ 1.621.</p>



<p>O IPCA-15 coleta preços em 11 localidades do país (as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de Porto Alegre, Belo Horizonte, do Recife, de São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.); e o IPCA, 16 localidades (inclui Vitória, Campo Grande, Rio Branco, São Luís e Aracaju). O IPCA cheio de junho será divulgado em 10 de julho.</p>



<p><strong>Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/boletim-focus-mercado-preve-inflacao-de-486-em-2026/" data-type="post" data-id="56324">Boletim Focus: mercado prevê inflação de 4,86% em 2026</a></p>
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		<title>Mercado eleva projeção de inflação e vê Selic em 14% ao ano em 2026</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/mercado-eleva-projecao-de-inflacao-e-ve-selic-em-14-ao-ano-em-2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:49:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil A previsão do mercado .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 5,3% para 5,33% este ano. A estimativa está no <a href="https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260619.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Boletim Focus</a> desta segunda-feira (22), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694186&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694186&amp;o=node"></p>



<p>Mesmo após o anúncio de&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ira-0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acordo</a>&nbsp;para o fim da guerra no Oriente Médio, que vem pressionando o preço dos combustíveis e de alimentos, a previsão para o IPCA até o fim deste ano foi elevada pela décima quinta semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.</p>



<p>Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>



<p>Em maio, o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/inflacao-de-maio-fica-em-058-influenciada-por-preco-dos-alimentos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">preço dos alimentos pressionou a inflação oficial</a>, que fechou em 0,58%. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,72%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), já fora do teto da meta de inflação.</p>



<p>Para 2027, a projeção da inflação subiu de 4,1% para 4,15%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,7% e 3,5%, respectivamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa Selic</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, semana passada, por unanimidade, o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/copom-reduz-taxa-selic-para-1425-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual</a>, pela terceira vez seguida, apesar das tensões em torno do fim da guerra no Oriente Médio.</p>



<p><strong>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos.&nbsp;</strong>O Copom iniciou o corte dos juros em março, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificultou a queda da taxa em ritmo mais elevado.</p>



<p>Nessa reunião, o Copom apontou a permanência de incertezas sobre os termos do acordo para cessar os conflitos armados e as consequências dos efeitos já materializados como determinantes para a decisão de reduzir a Selic. O comitê informou ainda que o tamanho total do ajuste dos juros dependerá dos próximos dados econômicos, com o objetivo de garantir que a inflação volte à meta.</p>



<p>Nesta edição do Focus, os analistas de mercado elevaram a estimativa para a taxa básica até o fim de 2026, de 13,75% ao ano para 14% ao ano. <strong>O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 4 e 5 de agosto, quando, para o mercado, deverá ocorrer a última redução do juro no ano.</strong></p>



<p>Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 12% ao ano e 10,25% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve ficar em 10% ao ano.</p>



<p>Quando o juro sobe ou fica alto por muito tempo, o crédito encarece, ficando mais caro para quem compra no cartão, nas parcelas de produtos e no financiamento de imóveis, levando a uma perda de força no consumo. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p>Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano saiu de 1,96% para 1,98%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) permanece em 1,7%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.</p>



<p>No primeiro trimestre de 2026, a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/economia-brasileira-cresce-11-no-1o-trimestre" target="_blank" rel="noreferrer noopener">economia do país cresceu ​1,1%</a>&nbsp;na comparação com o último trimestre de 2025. No acumulado de 12 meses, houve expansão de 2%, de acordo com o IBGE.</p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-ibge" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%</a>, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.</p>



<p>No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,20 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,27.</p>



<p><strong>Foto: Marcello Casal Jr &#8211; Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-reduz-para-402-projecao-de-inflacao-para-2026/" data-type="post" data-id="54011">Mercado financeiro reduz para 4,02% projeção de inflação para 2026</a></p>
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		<item>
		<title>Mercado financeiro eleva previsão da inflação para 5,11% este ano</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-para-511-este-ano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:36:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil A previsão do mercado .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-eleva-previsao-da-inflacao-para-511-este-ano/">Mercado financeiro eleva previsão da inflação para 5,11% este ano</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 5,09% para 5,11% este ano. A estimativa está no<em> <a href="https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260605.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Boletim Focus</a></em> desta segunda-feira (8), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1692555&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1692555&amp;o=node"></p>



<p>Com a guerra no<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ira-0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;Oriente Médio</a>&nbsp;pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela décima terceira semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.</p>



<p>Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>



<p>Em abril, o preço dos alimentos pressionou a<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/%20inflacao-desacelera-e-fecha-abril-em-0%2C67%25-pressionada-por-alimentos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;inflação oficial, que fechou em 0,67%</a>. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,39%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda dentro do teto da meta de inflação.</p>



<p>A inflação de maio será divulgada na próxima sexta-feira (12) pelo IBGE.</p>



<p>Para 2027, a projeção da inflação variou de 4,02% para 4,03%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,65% e 3,5%, respectivamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa Selic</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, em abril, por unanimidade, o colegiado reduziu a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/banco-central-reduz-juros-basicos-para-145-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Selic em 0,25 ponto percentual</a>, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.</p>



<p>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.</p>



<p>Em ata, o colegiado&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/copom-adota-cautela-por-tensoes-globais-e-expectativa-da-inflacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">não deu pistas sobre a evolução dos juros</a>. No documento, o BC informou que está monitorando o conflito e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.</p>



<p>O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 16 e 17 de junho.</p>



<p>Nesta edição do <em>Focus</em>, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 subiu de 13,25% ao ano para 13,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 11,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve ficar em 10% ao ano.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano saiu de 1,9% para 1,91%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) permanece em 1,7%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.</p>



<p>No primeiro trimestre de 2026, a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/economia-brasileira-cresce-11-no-1o-trimestre" target="_blank" rel="noreferrer noopener">economia do país cresceu ​1,1%</a>&nbsp;na comparação com o último trimestre de 2025. No acumulado de 12 meses, houve expansão de 2%, de acordo com o IBGE.</p>



<p>Em 2025, a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-ibge" target="_blank" rel="noreferrer noopener">economia brasileira cresceu 2,3%</a>, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.</p>



<p>No <em>Focus</em> desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,15 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,20.</p>



<p><strong>Foto: Joédson Alves/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-491-este-ano/" data-type="post" data-id="56553">Mercado eleva previsão da inflação para 4,91% este ano</a></p>
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		<title>Mercado financeiro eleva previsão da inflação para 5,09% este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 13:04:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil A previsão do mercado .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 5,04% para 5,09% este ano. A estimativa está no <a href="https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260529.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Boletim Focus</a> desta segunda-feira (1º), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1691925&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1691925&amp;o=node"></p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ira-0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Com a guerra no Oriente Médio</a> pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela décima segunda semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.</p>



<p>Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>



<p>Em abril, o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/%20inflacao-desacelera-e-fecha-abril-em-0%2C67%25-pressionada-por-alimentos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">preço dos alimentos pressionou a inflação oficial, que fechou em 0,67%</a>. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,39%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ainda dentro do teto da meta de inflação.</p>



<p>Para 2027, a projeção da inflação variou de 4,01% para 4,02%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,66% e 3,5%, respectivamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa Selic</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, em abril, por unanimidade, o colegiado reduziu a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/banco-central-reduz-juros-basicos-para-145-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Selic em 0,25 ponto percentual</a>, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.</p>



<p>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.</p>



<p>Em ata, o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/copom-adota-cautela-por-tensoes-globais-e-expectativa-da-inflacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">colegiado não deu pistas sobre a evolução dos juros</a>. No documento, o BC informou que está monitorando o conflito e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.</p>



<p>O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 16 e 17 de junho.</p>



<p>Nesta edição do Focus, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 13,25% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 11,25% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve ficar em 10% ao ano.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano saiu de 1,89% para 1,9%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) permanece em 1,7%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.</p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/economia-brasileira-cresce-11-no-1o-trimestre" target="_blank" rel="noreferrer noopener">No primeiro trimestre de 2026, a economia do país cresceu ​1,1%</a>&nbsp;na comparação com o último trimestre de 2025. No acumulado de 12 meses, houve expansão de 2%, de acordo com o IBGE.</p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-ibge" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Em 2025, a economia brasileira cresceu 2,3%</a>, com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária. O resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.</p>



<p>No Focus desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,16 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,25.</p>



<p><strong>Foto: Marcello Casal Jr &#8211; Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-projeta-pib-de-216-em-2025/" data-type="post" data-id="50226">Mercado financeiro projeta PIB de 2,16% em 2025</a></p>
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		<title>Mercado eleva previsão da inflação para 4,91% este ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:50:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil A previsão do mercado .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-491-este-ano/">Mercado eleva previsão da inflação para 4,91% este ano</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), referência oficial da inflação no país, passou de 4,89% para 4,91% este ano. A estimativa está no <a href="https://www.bcb.gov.br/content/focus/focus/R20260508.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Boletim Focus</em></a> desta segunda-feira (11), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1688962&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1688962&amp;o=node"></p>



<p>Com a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ira-0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">guerra no Oriente Médio&nbsp;</a>pressionando o preço dos combustíveis e a inflação, a previsão para o IPCA deste ano foi elevada pela nona semana seguida, estourando o intervalo da meta que deve ser perseguida pelo BC.</p>



<p>Estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>



<p>Em março, a alta dos preços em transportes e alimentação fez a&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/inflacao-oficial-chega-088-em-marco-diz-ibge" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inflação oficial do mês</a>&nbsp;fechar em 0,88% – ante 0,7% em fevereiro. O IPCA acumulado em 12 meses ficou em 4,14%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>Para 2027, a projeção da inflação permaneceu em 4%. Para 2028 e 2029, as estimativas são de 3,64% e 3,5%, respectivamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Taxa Selic</h2>



<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 14,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Na última reunião, na semana passada, por unanimidade, o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/banco-central-reduz-juros-basicos-para-145-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">colegiado reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual</a>, pela segunda vez seguida, apesar das tensões em torno da guerra no Oriente Médio.</p>



<p>De junho de 2025 a março deste ano, a Selic ficou em 15% ao ano, o maior nível em quase 20 anos. O Copom voltou a cortar os juros na reunião passada, num cenário de queda da inflação. No entanto, a guerra no Oriente Médio, que se refletiu no aumento dos preços de combustíveis e de alimentos, dificulta o trabalho do Copom.</p>



<p>Em ata, o colegiado não deu pistas sobre a evolução dos juros. No documento o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-05/copom-adota-cautela-por-tensoes-globais-e-expectativa-da-inflacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BC informou que está monitorando o conflito</a>&nbsp;e os efeitos de um possível prolongamento sobre a inflação.</p>



<p>O próximo encontro do Copom para definir a Selic será nos dias 16 e 17 de junho.</p>



<p>Nesta edição do&nbsp;<em>Focus</em>, a estimativa dos analistas de mercado para a taxa básica até o fim de 2026 permaneceu em 13% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que a Selic seja reduzida para 11,25% ao ano e 10% ao ano, respectivamente. Em 2029, a taxa deve chegar a 10% ao ano.</p>



<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, o que causa reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>



<p>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.</p>



<p>Quando a Taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, diminuindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e câmbio</h2>



<p>Nesta edição do boletim do Banco Central, a estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 1,85%. Para 2027, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB, a soma dos bens e serviços produzidos no país) variou de 1,75% para 1,76%. Para 2028 e 2029, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2% para os dois anos.</p>



<p>Em 2025, a<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-03/economia-brasileira-cresce-23-em-2025-revela-ibge" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;economia brasileira cresceu 2,3%, de acordo com o IBGE</a>. Com expansão em todos os setores e destaque para a agropecuária, o resultado representa o quinto ano seguido de crescimento.</p>



<p>No&nbsp;<em>Focus</em>&nbsp;desta semana, a previsão da cotação do dólar está em R$ 5,20 para o final deste ano. No fim de 2027, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,30.</p>



<p><strong>Foto: Joédson Alves/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/estudo-aponta-buscas-online-como-termometro-do-mercado-automotivo/" data-type="post" data-id="56025">Estudo aponta buscas online como termômetro do mercado automotivo</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-491-este-ano/">Mercado eleva previsão da inflação para 4,91% este ano</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
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