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	<title>#EUA &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
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	<title>#EUA &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Biden pede libertação de jornalista acusado pela Rússia de espionagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 23:06:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu nesta sexta-feira (31) .... </p>
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<p>O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pediu nesta sexta-feira (31) a libertação do repórter do Wall Street Journal (WSJ), Evan Gershkovich, preso sob a acusação de Moscou de espionar segredos militares para Washington.</p>



<p>&#8220;Deixe-o ir&#8221;, disse Biden a repórteres ao deixar a Casa Branca para uma viagem ao Mississippi, estado devastado por uma tempestade. Questionado se iria expulsar diplomatas russos após a detenção de Gershkovich, o presidente disse que esse não era o seu plano por enquanto. O jornal pede uma &#8220;escalada diplomática e política&#8221;, com a expulsão do embaixador russo nos EUA, assim como de todos os jornalistas russos no país norte-americano.</p>



<p>Mais tarde, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia afirmou que dará acesso consular ao jornalista.<br>Serviço de segurança da Rússia, o FSB havia anunciado na quinta (30) a detenção de Gershkovich, um americano de origem russa de 31 anos. Ele foi preso em Iekaterinburgo, cidade na divisa entre as porções europeia e asiática do país. O órgão disse, sem fornecer provas, que ele estava &#8220;colhendo informações classificadas como segredo de Estado sobre uma fábrica militar&#8221;.</p>



<p>O WSJ negou as acusações e disse buscar a imediata libertação de seu &#8220;confiável e dedicado repórter&#8221;. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karine Jean-Pierre, chamou as acusações de espionagem de &#8220;ridículas&#8221; na quinta.</p>



<p>Uma corte moscovita determinou que ele fique preso pelo menos até o dia 29 de maio, quando haverá uma audiência sobre o caso. Seu advogado, Daniil Berman, disse não ter acesso ao tribunal -que alegou, por sua vez, já haver um representante da defesa indicado pelo Estado.</p>



<p>O secretário de Estado americano, Antony Blinken, criticou Moscou. &#8220;Nos mais duros termos possíveis, nós condenamos as contínuas tentativas do Kremlin de intimidar, reprimir e punir jornalistas e vozes da sociedade civil&#8221;, disse, complementando que está tentando resolver o caso.</p>



<p>Segundo a agência Reuters, o cientista político Iaroslav Chirchikov, de Iekaterinburgo, disse que foi entrevistado por Gerchkovitch há duas semanas acerca de atitudes locais ante o grupo mercenário Wagner, que luta pela Rússia na Ucrânia.</p>



<p>Pelo relato, ele iria visitar a cidade vizinha de Níjni-Tagil, onde há uma fábrica de tanques, mas para falar com moradores sobre o Wagner. &#8220;Ele não era um inimigo da Rússia&#8221;, afirmou.</p>



<p>Essa é a primeira detenção de um jornalista americano na Rússia desde 1986, e o mais grave caso do gênero desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, em fevereiro do ano passado. Desde então, há assédio a repórteres -que, em grande parte, deixaram o país e foram substituídos por profissionais russos, que já conviviam com uma crescente repressão interna à liberdade de imprensa.</p>



<p>Para o jornal, o momento da prisão parece calculado para &#8220;causar constrangimento aos EUA e intimidar a imprensa estrangeira que ainda trabalha na Rússia&#8221;. &#8220;O Kremlin tem intimidado o trabalho jornalístico na Rússia, então os correspondentes estrangeiros são as últimas fontes independentes de notícias&#8221;, afirma o jornal.</p>



<p>O governo de Vladimir Putin fez pouco do caso. &#8220;É um assunto do FSB&#8221;, disse o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, ressaltando que tudo indicava que o jornalista havia sido &#8220;pego em flagrante&#8221;. Já Maria Zakharova, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, afirmou que a apuração de Gerchkovitch &#8220;não era relacionada a jornalismo&#8221; e que é usual o emprego de disfarce de repórter para espionagem.</p>



<p>Para o Kremlin, o repórter preso se torna um ativo valioso para eventual libertação de russos detidos no exterior. Pouco antes da guerra, por exemplo, a jogadora de basquete americana Brittney Griner foi presa sob acusação de posse de drogas em um aeroporto moscovita. Ela só foi solta em dezembro, trocada pelo notório traficante de armas Viktor Bout, que cumpria 25 anos de cadeia nos EUA.</p>



<p><strong>(Folhapress /Foto: Pedro Ladeira &#8211; Folhapress)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/eua-alertam-para-risco-de-guerra-nuclear-com-china-e-russia/">EUA alertam para risco de guerra nuclear com China e Rússia</a><a href="javascript:void(0);"></a></p>
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		<title>EUA alertam para risco de guerra nuclear com China e Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 19:10:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[#china]]></category>
		<category><![CDATA[#EUA]]></category>
		<category><![CDATA[#guerra nuclear]]></category>
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		<category><![CDATA[#rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela primeira vez na história, os Estados Unidos enfrentam o risco .... </p>
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<p>Pela primeira vez na história, os Estados Unidos enfrentam o risco de uma guerra com duas potências nucleares ao mesmo tempo, a China e a Rússia. E lutar simultaneamente contra elas seria muito difícil, apesar das capacidade militares americanas.</p>



<p>A avaliação foi feita pelo chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, Mark Milley, o principal general do país. Ela é alarmista e alarmante em iguais medidas: o militar a fez para pedir a aprovação do maior orçamento de Defesa da história de seu país.</p>



<p>Milley e o secretário de Defesa, Lloyd Austin, foram ouvidos pelo Comitê dos Serviços Armados da Câmara dos Representantes acerca do pedido do governo Joe Biden por uma fatura de US$ 824 bilhões (R$ 4,3 trilhões hoje) para o ano fiscal de 2024 (1º de outubro a 30 de setembro do ano que vem).</p>



<p>Assim, alarmismo cai bem para sensibilizar os congressistas. Mas as declarações são alarmantes, ao mesmo tempo, porque há uma guerra em curso na Ucrânia patrocinada por Vladimir Putin, o maior aliado do chinês Xi Jinping, todos engalfinhados no âmbito na Guerra Fria 2.0.</p>



<p>&#8220;Tanto a China quanto a Rússia têm meios para ameaçar a segurança nacional dos EUA. Mas a história não é determinista, e a guerra com eles não é nem inevitável, nem iminente&#8221;, afirmou Milley, colocando os pés mais no chão.</p>



<p>Seja como for, em sua apresentação ele delineou todos os elementos de risco em curso. Disse, por exemplo, que Putin &#8220;continua a usar retórica e postura nucleares irresponsáveis&#8221; enquanto a Rússia fazia um dos maiores exercícios com mísseis intercontinentais da história recente, com 3.000 homens no centro do país.</p>



<p>Desde que a guerra começou, o presidente russo lembra de tempos em tempos que tem o que Milley descreveu como &#8220;o maior e mais moderno&#8221; arsenal atômico do mundo, equiparável ao americano: ambos os países detêm pouco mais de 90% das 13 mil ogivas espalhadas pelo mundo.</p>



<p>Dessas, por tratado agora suspenso pela Rússia, há cerca de 1.600 prontas para uso a qualquer momento por ambos os lados. A China vem em terceiro, segundo a Federação dos Cientistas Americanos com 410 estocadas, enquanto aliados ocidentais como França e Reino Unido têm, respectivamente, 290 e 225.</p>



<p>Milley falou sobre as crescentes capacidades chinesas. &#8220;A China tem milhares de mísseis de alcance local nos seus arsenais, que seriam de difícil contenção pelos EUA com seu inventário atual&#8221;, disse, defendendo investimento em armas hipersônicas e outras.</p>



<p>&#8220;O potencial para conflito armado está crescendo. A China permanece como nosso desafio de segurança geoestratégica de longo prazo número 1&#8221;, citando a expansão militar de Pequim no Indo-Pacífico e as medidas americanas contra isso, como patrulhas (pediu mais navios, claro) e o pacto militar Aukus, que fornecerá submarinos nucleares para a Austrália.</p>



<p>Milley lembrou também que a aliança selada antes da guerra em 2022, e reforçada com a visita de Xi Jinping a Putin na semana passada, pode ser reforçada se o Irã se tornar uma potência nuclear. O general disse que o regime dos aiatolás, alinhado tanto a Moscou quanto a Pequim, &#8220;pode produzir material físsil para uma bomba em duas semanas&#8221; e uma arma, em meses.</p>



<p>Falou também sobre a Coreia do Norte, citando a aceleração do programa de mísseis e armas nucleares da ditadura de Kim Jong-un, que na véspera havia apresentado o que seria uma nova ogiva atômica pequena o suficiente para equipar seus foguetes intercontinentais capazes de atingir os EUA.</p>



<p>&#8220;Não há nada mais caro do que lutar uma guerra. E preparar para a guerra é também muito caro, mas lutar uma é mais. Preparar para a guerra vai deter essa guerra&#8221;, disse, parafraseando o escritor romano Flávio Vegécio (&#8220;Se vis pacem, para bellum&#8221;, ou &#8220;se queres a paz, prepara-te para a guerra&#8221;).</p>



<p>Os EUA já são, de longe, os donos do maior gasto militar do mundo. Em 2022, segundo o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, empregaram US$ 767 bilhões (R$ 3,9 trilhões) em defesa, ante US$ 242 bilhões (R$ 1,2 trilhão) da segunda colocada, a China, e US$ 88 bilhões (R$ 450 bilhões) da terceira, a Rússia. O mundo gastou, ao todo, US$ 1,97 trilhão (R$ 10,1 trilhões) no setor.</p>



<p>Nenhum país projeta tanto poder: dos seus 1,36 milhão de militares, 250 mil estão postados no exterior. Sua frota de 11 porta-aviões com propulsão nuclear é única, levando poder de fogo a qualquer ponto do planeta, para não falar no arsenal atômico.</p>



<p>&#8220;A prontidão operacional hoje é maior agora do que foi em muitos anos. Atualmente, 60% de nossa força ativa está no mais alto estado de prontidão e pode ser colocada em combate em menos de 30 dias. Dez por cento da nossa força pode ser empregada em menos de 96 horas&#8221;, afirmou.</p>



<p><strong>(Igor Gielow &#8211; Folhapress /Foto: Pedro Ladeira &#8211; Folhapress)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/em-taiwan-governo-e-oposicao-viajam-atras-de-eua-e-china/">Em Taiwan, governo e oposição viajam atrás de EUA e China</a><a href="javascript:void(0);"></a></p>
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		<title>Fed aumenta taxa de juros dos EUA em 0,25 ponto percentual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2023 00:02:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#EUA]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA) aumentou os juros em 0,25 ponto percentual. A decisão, divulgada nesta quarta (22), colocou a taxa de referência do país na faixa de 4,75% a 5%.</p>



<p>A medida vem em meio a uma turbulência no setor bancário americano, que tiveram a falência do banco SVB e um plano de apoio ao First Republic, de US$ 30 bilhões (R$ 157,9 bilhões).</p>



<p>&#8220;O sistema bancário é seguro e resiliente. Os acontecimentos recentes provavelmente resultarão em condições de crédito amis apertadas para as famílias e negócios e terá peso na atividade econômica, emprego e inflação. A extensão desses efeitos é incerta&#8221;, disse o Fed, em comunicado.</p>



<p>O presidente do Fed, Jerome Powell, disse que a crise dos bancos fez a instituição considerar deixar a taxa de juros sem aumento nesta reunião, mas acabou decidindo por manter a série de altas, por avaliar que ainda não é possível precisar os efeitos da turbulência bancária na economia.</p>



<p>&#8220;No entanto, pensamos que [a crise bancária] é potencialmente muito real. E isso demanda ficar alerta conforme avançamos&#8221;, disse Powell, em entrevista coletiva, após o anúncio.</p>



<p>O dirigente do Fed disse considerar que &#8220;as economias de todos os correntistas estão seguras&#8221; e que as autoridades estão preparadas para usar todas as ferramentas para manter a segurança do sistema bancário.</p>



<p>Esta foi a nona alta consecutiva da taxa de juros americana. No comunicado sobre a decisão, o Fed sinalizou que pode encerrar o ciclo de alta em breve. O documento retirou o trecho que dizia que &#8220;aumentos contínuos&#8221; nos juros provavelmente serão apropriados. Esse posicionamento estava em todas as declarações de política monetária desde a decisão de 16 de março de 2022.</p>



<p>Dez dos 18 formuladores de política monetária do Fed ainda esperam que a taxa suba mais 0,25 ponto percentual até o final deste ano, o mesmo nível visto nas projeções de dezembro.</p>



<p>A taxa de referência do Fed deve terminar o próximo ano em 4,3%, com base na projeção mediana feita pelos formuladores. As opiniões variaram, com quatro autoridades esperando que os juros sejam de 5,1% ou mais e quatro esperando que a taxa básica termine o ano abaixo de 4%.</p>



<p>Em dezembro, os formuladores de política monetária do Fed projetaram que 2023 terminaria com a taxa de juros do banco central em 5,1%, antes de cair para 4,1% em 2024.</p>



<p>A política do Fed de alta dos juros tem como objetivo tentar conter a inflação nos Estados Unidos, que registrou forte alta depois da pandemia. A alta de preços nos EUA atingiu 4,7% em janeiro, no acumulado de 12 meses. Em setembro, o indicador estava em 5,2%.</p>



<p>Juros mais altos costumam esfriar a atividade econômica, especialmente por dificultar o acesso ao crédito. No entanto, a crise dos bancos pode ter o mesmo efeito, por colocar essas instituições financeiras sob maior escrutínio.</p>



<p>Neste cenário, os bancos podem se tornar mais cautelosas ao fornecer empréstimos, ou terem menos recursos para financiar projetos, caso tenham de seguir regras mais rígidas sobre quanto dinheiro manter em caixa, por exemplo.</p>



<p>No começo da noite desta quarta (22), o Copom (Comitê de Política Monetária) do Brasil anunciará como fica a taxa Selic, referência para os juros no país. A expectativa é a de que ela se mantenha inalterada -pela quinta vez consecutiva- no patamar de 13,75% ao ano.</p>



<p><strong>(Folhapress /Foto: <a href="https://www.pexels.com/pt-br/foto/anonimo-equilibrar-equilibrio-saldo-4386433/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pexels</a>)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/eua-estao-empenhados-em-arrecadar-recursos-vultosos-para-amazonia/">EUA estão empenhados em arrecadar recursos “vultosos” para Amazônia</a><a href="javascript:void(0);"></a></p>
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		<title>Saiba como a quebra de bancos norte-americanos pode afetar o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Mar 2023 23:02:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#bancos]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#EUA]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois do fechamento de três bancos dos Estados Unidos nos últimos dias, especialistas brasileiros avaliam de que forma isso pode acelerar ou impedir a queda de juros do Brasil.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1515969&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1515969&amp;o=node"></p>



<p>Mantida em 13,75% pelo Banco Central, a taxa básica de juros – Selic, vai ser debatida na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), na próxima semana.</p>



<p>O professor de Economia, André Roncaglia, explica que a quebra dos bancos norte-americanos Silicon Valley, Silvergate e Signature era previsível, justamente pela aceleração da taxa de juros norte-americana.</p>



<p>Agora, o Banco Central dos Estados Unidos é obrigado a repensar esse posicionamento, o que deve ocorrer também no Brasil.</p>



<p>&#8220;O banco central americano [FED] vai atuar fortemente na garantia dos depósitos dos clientes destes bancos e, com isso, deve rever o posicionamento sobre elevar a taxa de juros, conforme previsto já na última reunião. O banco central americano subindo menos a taxa de juros, ou desacelerando esse processo de normalização monetária da economia americana, implica, para o Brasil, um espaço maior para que o Banco Central brasileiro possa iniciar, ou antecipar, o processo de corte de juros e fazer isso até de uma maneira mais acelerada.&#8221;</p>



<p>Ainda de acordo com Roncaglia, o FED deve agir para conter os riscos financeiros, o que deve ocorrer com a decisão do Banco Central brasileiro. Na visão do especialista, se isso acontecer pode trazer efeitos que favoreçam o crescimento do Brasil.</p>



<p>&#8220;O efeito disso pode ser exatamente reativar os motores da economia de uma forma mais sustentada e isso pode ajudar o país a crescer mais nesse ano e vir a ampliar a empregabilidade de qualidade, melhorar os indicadores de atividade econômica que já vêm desacelerando. Todos esses efeitos são muito positivos.&#8221;</p>



<p>William Baghdassarian, também professor em Economia, enxerga de forma diferente. Para ele, acontecimentos do tipo colocam em questionamento a eficácia das políticas de proteção econômica pelas autoridades monetárias. Por isso, acredita que o Banco Central brasileiro tenha menos incentivo para reduzir a taxa de juros nacional, a depender de como a situação se desenrole.</p>



<p>&#8220;Se por acaso a gente descobrir que outros bancos também têm um problema de liquidez e que vão precisar da intervenção do governo americano ou de outros governos para solucionar a questão, aí sim isso pode fazer com que a incerteza se mantenha mais alta. Isso vai ter um efeito sobre a taxa de câmbio – sobre o dólar –, que vai ter um efeito sobre a inflação de custos, o que pode fazer com que o Banco Central tenha menos incentivos para buscar a redução das taxas de juros.&#8221;</p>



<p>Para Baghdassarian, a quebra dos bancos pode provocar também impacto na inflação e na taxa de câmbio, que podem ser pouco convidativas para países emergentes como o Brasil.</p>



<p>&#8220;Toda vez que a gente tem um aumento da incerteza internacional, os mercados emergentes acabam sofrendo, porque os investidores externos puxam recursos desses mercados para cobrir as perdas nos mercados principais, o que faz com que haja uma pressão na taxa de câmbio e, com isso, você acaba tendo também o efeito de inflação sobre as economias.&#8221;</p>



<p>Após o fechamento dos bancos citados, o ministro da Fazenda brasileiro, Fernando Haddad, considerou grave a situação, mas vê condições para viabilizar a redução na taxa de juros do Brasil.</p>



<p><strong>(Sayonara Moreno – Repórter da Radio Nacional /Foto: <a href="https://www.pexels.com/pt-br/foto/homem-de-blazer-cinza-segurando-jeans-azul-5999933/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pexels</a>)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/em-janeiro-juros-medios-cobrados-pelos-bancos-chegam-a-435-ao-ano/">Em janeiro, juros médios cobrados pelos bancos chegam a 43,5% ao ano</a></p>
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		<title>China faz duro ataque aos EUA e defende aliança com a Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Mar 2023 00:44:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[#china]]></category>
		<category><![CDATA[#EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[#rússia]]></category>
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<p>Em um raro e duro discurso no qual citou nominalmente os Estados Unidos como adversário existencial, o líder chinês Xi Jinping acusou Washington de liderar o Ocidente em uma campanha de &#8220;contenção e supressão&#8221; de seu país.</p>



<p>A fala, durante as chamadas Duas Sessões que reúnem o Legislativo da China, foi seguida por uma retórica ainda mais inflamada do chanceler Qin Gang, segundo o qual a aliança com a Rússia de Vladimir Putin precisa ser ainda mais reforçada para enfrentar os EUA.</p>



<p>&#8220;Países ocidentais, liderados pelos EUA, implementaram contenção e supressão completas da China, o que trouxe desafios severos sem precedentes ao desenvolvimento do país&#8221;, afirmou Xi em um painel na segunda (6), segundo a agência Xinhua.</p>



<p>No futuro, disse o líder, &#8220;os riscos e desafios que nós enfrentamos apenas irão aumentar e se tornar mais severos&#8221;. Foi um passo além da usual crítica ao unilateralismo americano e a defesa da multipolaridade dos discursos do líder.</p>



<p>Já Qin, falando nesta terça (7), afirmou em entrevista coletiva que a aliança entre Xi e Putin, sacramentada em Pequim 20 dias antes do início da Guerra da Ucrânia, em fevereiro do ano passado, &#8220;deu um exemplo global de relações exteriores&#8221;.</p>



<p>Foi sua primeira aparição como chanceler nas Duas Sessões, tendo substituído a Wang Yi, que virou o mais importante diplomata do país, chefiando o poderoso Escritório da Comissão de Negócios Estrangeiros do Politburo, o coração político da ditadura chinesa.</p>



<p>&#8220;Na realidade, a dita competição do lado dos EUA é uma contenção e supressão completa, um jogo de soma zero no qual você vive e morre&#8221;, afirmou, repetindo os termos do chefe e remetendo ao conceito da Teoria dos Jogos no qual a vitória de um adversário implica a derrota do outro.</p>



<p>Ele defendeu a relação com o Kremlin, que aumentou inclusive no flanco militar. &#8220;Com a China e Rússia trabalhando juntas, o mundo terá uma força motriz. O quão mais instável fica o mundo, mais imperativo é para a China e a Rússia avançarem suas relações de forma constante&#8221;, disse. &#8220;A parceria estratégica certamente vai crescer de força em força.&#8221;</p>



<p>A elevação do tom reflete o estágio atual do conflito geopolítico central do século 21, a Guerra Fria 2.0 iniciada pelos EUA em 2017 para tentar conter a assertividade chinesa sob Xi, que assumiu seu primeiro mandato em 2012 e agora ruma para um inédito terceiro termo na liderança.</p>



<p>Apesar de Xi ter iniciado uma certa abertura com o presidente americano, Joe Biden, durante encontro de ambos no fim do ano passado, uma série de fatores levou o relacionamento quase à estaca zero.</p>



<p>O principal foi o recrudescimento da guerra dos chips, com os EUA impondo restrições comerciais que dificultam o fornecimento de semicondutores avançados, que podem ter uso militar ou em aplicações como a inteligência artificial, a Pequim.</p>



<p>Mais que isso, Washington selou acordo para que atores importantes desse mercado vital, Japão e Holanda, a seguirem seu caminho, deixando também de fornecer insumos tecnológicos para a fabricação dos chips na China. &#8220;Ante uma feroz competição internacional, nós temos de abrir novos caminhos de desenvolvimento, novas capacidades. Tudo isso depende de tecnologia, fundamentalmente&#8221;, afirmou Xi.</p>



<p>Além disso, há a perene questão da decisão chinesa de absorver Taiwan, ilha protegida por Washington, e houve a chamada crise dos óvnis, quando os EUA usaram seu mais avançado caça para abater um balão chinês que acusou ser espião sobre seu território. Ato contínuo, cancelaram a ida do secretário de Estado Antony Blinken a Pequim, que qualificou o artefato como meteorológico.</p>



<p>Ao mesmo tempo, autoridades americanas passaram a alertar Xi a não fornecer armamentos para a Rússia, no mesmo estilo que o Ocidente faz com Kiev na guerra. Até aqui, nem a Ucrânia acredita que haja esse tipo de fornecimento ou intenção. A China novamente negou e apresentou uma proposta mais genérica de solução para a guerra, que foi rejeitada pelo Ocidente.</p>



<p>O objetivo central americano, o de marcar Pequim como aliada de Putin após um ano de ambiguidade retórica, contudo parece ter sido alcançado, a julgar a temperatura dos discursos chineses. Qin exemplificou isso ao defender a diplomacia &#8220;lobo guerreiro&#8221;, apelido dado a embaixadores mais agressivos a partir do título de um filme popular na China.</p>



<p>&#8220;Quando chacais e lobos estão bloqueando o caminho, e lobos famintos estão nos atacando, diplomatas chineses precisam então dançar com os lobos e proteger e defender nosso lar e país&#8221;, afirmou. Xi deverá visitar Moscou ainda neste semestre, e recebeu na semana passada o aliado russo Aleksandr Lukachenko, ditador de Belarus.</p>



<p>É um ponto de atrito sensível entre três potências nucleares. A China tem o terceiro maior arsenal do mundo, atrás da dupla protagonista da Guerra Fria do século 20, encerrada com a derrota da antecessora legal da Rússia, a União Soviética, em 1991.</p>



<p><strong>(Igor Gielow &#8211; Folhapress /Foto: Pedro Ladeira/Folhapress)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/ocidente-pressiona-china-a-nao-cruzar-linha-vermelha-ao-enviar-armas-a-russia/">Ocidente pressiona China a não cruzar linha vermelha ao enviar armas à Rússia</a><a href="javascript:void(0);"></a></p>
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		<title>No Senado, Kerry discute pauta ambiental e parcerias com o Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 22:57:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#EUA]]></category>
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<p>O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), recebeu nesta terça-feira (28) o enviado especial dos Estados Unidos para o clima John Kerry e a embaixadora norte-americana no Brasil, Elizabeth Balgkey. Entre os temas discutidos no encontro Pacheco destacou mudanças climáticas e transição energética.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1513277&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1513277&amp;o=node"></p>



<p>Segundo o senador, Kerry ouviu que existe hoje no país uma consciência efetiva da sociedade e das instituições de que o combate ao desmatamento ilegal das florestas brasileiras deve ser uma prioridade e que Brasil precisa que focar na transição energética pra valorizar combustíveis e a energia renovável.</p>



<p>“Foi um encontro muito positivo de alinhamento de estabelecimento, de parcerias e coloquei o Senado Federal e o Congresso Nacional à disposição dessa colaboração com o Executivo do Brasil e dos Estados Unidos nesse propósito de alinharmos as ações efetivas. Então existe uma consciência do que precisa ser feito agora e contamos com a colaboração de diversos países da comunidade internacional e a manifestação de apoio dos Estados Unidos ao Brasil nesse sentido, inclusive com a alocação de recursos do Fundo Amazônia, obviamente que tudo isso é muito bem-vindo”</p>



<p>Na prática, por parte do Executivo, Pacheco acrescentou que é preciso haver foco contra o desmatamento ilegal da Amazônia e de florestas, além da efetividade nas ações de polícia, de fiscalização e controle. Outro ponto defendido pelo presidente do Senado foi o envolvimento da sociedade, com o pagamento de serviços ambientais para estimular as comunidades a preservarem o meio ambiente.</p>



<p>Sobre a parte que cabe ao Legislativo, Pacheco citou o aprimoramento das leis. Segundo ele, o Brasil tem leis boas em matéria ambiental, mas que “infelizmente” são descumpridas, como a lei dos crimes ambientais.</p>



<p>O presidente do Senado defendeu ainda que a Comissão de Assuntos Econômicos se aprofunde no tema do mercado de crédito de carbono e que a Casa aprecie um projeto de licenciamento ambiental que defina qual o modelo de regularização fundiária será adotado no país.</p>



<p>&#8220;São marcos legislativos importantes que nós vamos discutir, mas sempre com esse viés de que o envolvimento econômico precisa necessariamente se submeter a uma realidade de preservação ambiental. Então é esse trabalho nós vamos fazer com bastante prioridade no Senado”, adiantou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outras reuniões</h2>



<p>No início da manhã, o enviado especial norte-americano também se reuniu com os senadores Nelsinho Trad (PSD-MS), Tereza Cristina (PP-MS), Espiridião Amin (PP-SC), Izalci Lucas (PSDB-DF) e Mecias de Jesus (Republicanos-RR) para discutir medidas de combate ao desmatamento no Brasil.</p>



<p>Trad é o atual presidente do Parlamento Amazônico que foi estabelecido pela Declaração da Amazônia, de 1989. O objetivo do Parlamaz, como é conhecido, é assegurar a ação conjunta e concertada para a preservação dos direitos da Amazônia e para a promoção do desenvolvimento na região.</p>



<p><strong>(Karine Melo – Repórter da Agência Brasil /Foto: Geraldo Magela)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: </p>
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		<title>EUA estão empenhados em arrecadar recursos &#8220;vultosos&#8221; para Amazônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 23:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#EUA]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
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<p>O vice-presidente Geraldo Alckmin disse, nesta segunda-feira (27), que os Estados Unidos estão empenhados na arrecadação de recursos vultosos para o Fundo Amazônia, embora os norte-americanos ainda não tenham definido um valor a ser doado.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1513001&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1513001&amp;o=node"></p>



<p>As declarações foram dadas após reunião de Alckmin com o enviado especial dos EUA para o clima, John Kerry, no Palácio Itamaraty, da qual participou também a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, a de outros representantes do governo brasileiro e dos Estados Unidos.</p>



<p>&#8220;O enviado John Kerry não definiu valor, mas colocou que vai se empenhar junto ao governo, junto ao Congresso norte-americano e junto à iniciativa privada para termos recursos vultosos, não só no Fundo Amazônia como também em outras cooperações&#8221;, disse Alckmin após a reunião.</p>



<p>A intenção dos EUA de contribuir com o Fundo Amazônia,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-02/fundo-amazonia-tem-r-33-bilhoes-em-doacoes-informa-mercadante" target="_blank" rel="noreferrer noopener">recentemente reativado pelo governo brasileiro</a>, foi anunciada durante&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2023-02/lula-diz-que-eua-podem-contribuir-para-fundo-amazonia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a Washington, no início do mês</a>.</p>



<p>A embaixadora dos EUA no Brasil, Elizabeth Bagley, disse neste mês que o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-02/aporte-dos-eua-ao-fundo-amazonia-sera-definido-em-semanas" target="_blank" rel="noreferrer noopener">valor a ser doado para o Fundo Amazônia ainda está sendo definido</a>&nbsp;pelo governo e o Congresso norte-americanos.</p>



<p>O motivo oficial para a vinda de John Kerry ao Brasil é dar andamento ao Grupo de Trabalho de Mudanças Climáticas Brasil-EUA, relançado oficialmente por Lula e Biden em 10 de fevereiro, e fazer avançar a cooperação entre os dois países na reversão do desmatamento da Amazônia. Entre outros temas, estão também o impulso às energias limpas e alternativas de renda para a população da região amazônica.</p>



<p>John Kerry fica no país até esta terça-feira (28), quando segue para o Panamá. A embaixada dos EUA e o governo brasileiro não confirmaram um possível encontro entre ele o presidente Lula. Ainda hoje o enviado especial dos EUA para o clima deve visitar o Congresso Nacional.</p>



<p><strong>&gt;&gt;Read it in English:&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/en/politica/noticia/2023-02/us-committed-raising-substantial-funds-amazon" target="_blank" rel="noreferrer noopener">US is committed to raising massive funds for the Amazon</a></strong></p>



<p><strong>&gt;&gt;Lea en español:&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/es/politica/noticia/2023-02/estados-unidos-se-compromete-recaudar-fondos-sustanciales-para-la-amazonia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">EE.UU. se compromete a recaudar fondos sustanciales para la Amazonía</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Fundo Amazônia</h2>



<p>O Fundo Amazônia tem objetivo de financiar projetos de redução do desmatamento e fiscalização do bioma. O mecanismo de financiamento havia sido desativado no governo passado e foi <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2022-11/supremo-determina-reativacao-do-fundo-amazonia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">reativado agora após determinação do Supremo Tribunal Federal (STF)</a>. O fundo conta atualmente com R$ 5,4 bilhões, sendo que R$ 1,8 bilhão já foram contratados e há 14 projetos do edital de 2018 qualificados para serem aprovados.</p>



<p>Criado em 2008, o fundo recebe doações de instituições e governos internacionais para financiar ações de prevenção e combate ao desmatamento na Amazônia Legal. Em 2019, a Alemanha e a Noruega suspenderam os repasses para novos projetos após o governo brasileiro, na gestão de Jair Bolsonaro, apresentar sugestões de mudança na aplicação dos recursos e extinguir colegiados de gestão do dinheiro.</p>



<p><strong>(Felipe Pontes &#8211; Repórter da Agência Brasil /Foto: Mario Oliveira &#8211; MTUR)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/dolar-encosta-em-r-520-com-inflacao-nos-eua/">Dólar encosta em R$ 5,20 com inflação nos EUA</a></p>
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		<title>Em meio a balões e óvnis, China e EUA veem aumento de casos de espionagem</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/em-meio-a-baloes-e-ovnis-china-e-eua-veem-aumento-de-casos-de-espionagem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Feb 2023 20:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[#china]]></category>
		<category><![CDATA[#EUA]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Depois que os Estados Unidos ajustaram seus radares para identificar objetos menores após abaterem um balão chinês que afirmam ser parte de um programa de espionagem, ao menos três óvnis foram descobertos e derrubados nos últimos dias.</p>



<p>Diferente do que ocorreu com o balão, Pequim desta vez não assumiu a responsabilidade, e não se sabe se os equipamentos são chineses.</p>



<p>Mas, na manhã desta segunda-feira (13), o Ministério das Relações Exteriores chinês afirmou que, desde o início de 2022, ao menos 10 balões americanos entraram no espaço aéreo do país.</p>



<p>Mais uma vez as duas nações disputam a narrativa oficial sobre o episódio, mas fato é que a espionagem faz parte da história das relações entre EUA e China -que ganhou mais corpo desde que Pequim entrou na disputa de maior potência do mundo.</p>



<p>Levantamento do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês), baseado em Washington, identificou 160 episódios de conhecimento público de espionagem pelos chineses de 2000 a 2021. A pesquisa mostra um aumento recente: apenas um quarto desses episódios ocorreu na primeira década dos anos 2000, enquanto 76% deles foram identificados de 2010 a 2021.</p>



<p>A lista deixa de fora 1.200 episódios de roubo de propriedade intelectual, 50 casos de tentativa de contrabando de tecnologia controlada e munição dos EUA para a China e ações contra cidadãos e empresas americanas baseadas na China.</p>



<p>Dentre os casos identificados, 42% dos autores foram militares ou autoridades do governo chinês e 26% pessoas de outras nacionalidades -a maioria cidadãos americanos recrutados por Pequim.</p>



<p>A maior parte dos episódios mirava tecnologias comerciais, mas também houve episódios de espionagem para obter informações de agências e políticos americanos (16%) e tecnologia militar (34%).</p>



<p>Para os EUA, &#8220;a maior ameaça de longo prazo às informações e propriedade intelectual e à vitalidade econômica é aquela de contra-espionagem e espionagem econômica da China&#8221;, disse em 2020 o diretor do FBI, Christopher Wray.</p>



<p>Para a China, o perigo não é menor, e a espionagem americana &#8220;ameaça seriamente a segurança nacional da China&#8221;, disse uma porta-voz da chancelaria no ano passado ao acusar a NSA (Agência de Segurança Nacional dos EUA) de promover &#8220;dezenas de milhares&#8221; de ciberataques e roubar dados sensíveis.</p>



<p>Não é só de drones altamente tecnológicos ou balões de vigilância que a espionagem é feita. No fim de janeiro, a Justiça condenou a oito anos de prisão um cidadão chinês que atuava, segundo a sentença, como aliciador de engenheiros e cientistas americanos em um programa para obter tecnologia aeroespacial e de satélites desenvolvida nos EUA.</p>



<p>Ji Chaoqun, 31, mudou-se para os EUA em 2013 com um visto de estudante e se alistou no Exército em 2016, até ser preso dois anos depois. Segundo a investigação, ele atuava sob supervisão de outro agente de inteligência, Xu Yanjun, condenado a 20 anos de prisão.</p>



<p>O uso de agentes secretos remonta à Guerra Fria, e o caso mais emblemático é o de Larry Wu-tai Chin, nascido na China e naturalizado americano, que trabalhou por mais de três décadas para o governo dos EUA. Contratado tradutor no consulado americano em Xangai em 1945, ele foi para a CIA nos anos 1950, até se aposentar em 1981.</p>



<p>Foi só em 1985 que se descobriu que Chin era um espião a serviço do Partido Comunista Chinês, quando um oficial de inteligência de Pequim desertou para o lado americano e entregou o tradutor.</p>



<p>Com acesso a relatórios de inteligência ultrassecretos, ele compartilhava informações com o regime chinês sobre agentes secretos americanos, que eram presos e executados.</p>



<p>Chin também adiantou em 1970 ao regime de Mao Tsé-Tung que o então presidente Richard Nixon planejava retomar relações com os chineses, em um movimento para enfraquecer a União Soviética -Nixon só foi à China em 1972. Preso e condenado, Chin suicidou-se na prisão em 1986.</p>



<p>Do lado americano, o uso de espiões na China também é constante. Em 2019, Sun Bo, executivo do conglomerado da indústria naval China Shipbuilding Industry Corporation, foi condenado a 12 anos de prisão acusado de fornecer à CIA informações confidenciais sobre o desenvolvimento de um porta-aviões.</p>



<p>Reportagem de 2021 do jornal The New York Times mostrou que oficiais de inteligência do governo americano dispararam um telegrama à CIA alertando sobre o alto número de espiões e informantes presos e mortos em uma série de países nos últimos anos, entre eles a China.</p>



<p>O avanço da tecnologia chinesa trouxe a espionagem para dentro de lares americanos, acusa Washington. Wray, diretor do FBI, já afirmou que Pequim pode usar dados de usuários coletados pelo TikTok, aplicativo mais baixado no mundo em 2022 -em dezembro, a administração de Joe Biden baniu o TikTok de aparelhos do governo alegando problemas de segurança nacional.</p>



<p>Os EUA também avançam sobre a chinesa Huawei, alegando que as tecnologias da companhia facilitam a espionagem. A empresa nega.</p>



<p>Não fica de fora, também, certo pânico moral. O governo Donald Trump lançou em 2018 um programa conhecido como &#8220;iniciativa China&#8221;, que avançava contra o que via como espionagem chinesa em universidades. Após uma série de casos em que pesquisadores foram processados e até demitidos para depois serem inocentados, o programa foi descontinuado em meio a acusações de racismo.</p>



<p>(<strong>Thiago Amâncio &#8211; Folhapress /Foto: Montagem com imagem feitas por Pedro Ladeira &#8211; Folhapress)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/brasil-cede-aos-eua-e-inclui-linguagem-mais-dura-a-russia-em-comunicado-de-lula-e-biden/">Brasil cede aos EUA e inclui linguagem mais dura à Rússia em comunicado de Lula e Biden</a><a href="javascript:void(0);"></a></p>
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		<title>Brasil cede aos EUA e inclui linguagem mais dura à Rússia em comunicado de Lula e Biden</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 23:02:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#EUA]]></category>
		<category><![CDATA[#Joe Biden]]></category>
		<category><![CDATA[#lula]]></category>
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<p> O Brasil fez uma concessão ao governo americano e fará uma condenação mais dura à Rússia no comunicado conjunto dos presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Joe Biden.</p>



<p>Inicialmente, o texto não condenava diretamente a Rússia pela Guerra da Ucrânia, após objeção dos negociadores brasileiros a uma linguagem mais específica sobre a agressão de Moscou. A declaração falava apenas sobre a cooperação entre Brasil e EUA para discutir questões regionais e globais, inclusive o conflito no Leste Europeu.</p>



<p>Mas o <a href="https://www.gov.br/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">governo brasileiro </a>cedeu à pressão dos EUA e aceitou ter uma declaração que condena nominalmente a Rússia pela violação territorial na Ucrânia, pelo desrespeito ao direito internacional e perdas de vidas e de infraestrutura essencial, além de falar sobre os efeitos do conflito sobre a economia mundial e a fome.</p>



<p>A linguagem é semelhante à adotada no comunicado conjunto de Lula com o premiê alemão Olaf Scholz, divulgado em 30 de janeiro. O texto também falava textualmente em violação da integridade territorial da Ucrânia pela Rússia. Mas os negociadores brasileiros não queriam adotar essa linguagem tão específica para o comunicado com os americanos, porque uma declaração conjunta com os EUA nesse teor tem mais visibilidade.</p>



<p>O temor é que assumir um lado de forma muito clara pudesse prejudicar a habilidade do Brasil de agir como um &#8220;facilitador da paz&#8221;, na visão do governo brasileiro. Uma declaração de Lula com Biden nomeando os russos poderia gerar desconforto com o regime de Vladimir Putin, ainda que o Brasil já tenha condenado publicamente a agressão russa.</p>



<p>Lula pretende lançar um clube da paz, formado por países como Brasil, China e Índia, para negociar o fim do conflito na Ucrânia. Apesar de condenar a invasão feita pela Rússia, o presidente se opõe ao envio de armas e munições aos ucranianos e adoção de sanções contra os russos. Já os EUA vêm destinando bilhões em ajuda à Ucrânia e impondo sanções ao regime de Vladimir Putin.</p>



<p>Os negociadores brasileiros não queriam comprometer a capacidade do Brasil de levar a Rússia à mesa de negociações. Mas os negociadores consideraram que a linguagem apenas consolidava uma posição brasileira, e não deve gerar incômodo.</p>



<p><strong>(Patrícia Campos Mello e Thiago Amâncio &#8211; Folhapress /Foto:Brazil Photo Press/Folhapress)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/nos-eua-lula-diz-que-nao-pedira-a-extradicao-de-bolsonaro/">Nos EUA, Lula diz que não pedirá a extradição de Bolsonaro</a><a href="javascript:void(0);"></a></p>
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		<title>Nos EUA, Lula diz que não pedirá a extradição de Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 22:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[#EUA]]></category>
		<category><![CDATA[#lula]]></category>
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<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que não irá falar com o homólogo americano, Joe Biden, sobre a extradição de Jair Bolsonaro (PL), que está nos Estado Unidos, e que essa decisão depende da Justiça brasileira. A afirmação foi feita em entrevista à CNN Internacional em Washington, nesta sexta (10), onde Lula se encontra com Biden.</p>



<p>&#8220;Um dia ele vai ter que voltar ao Brasil e enfrentar os processos que ele responde. Eu não vou falar com Biden sobre a extradição do Bolsonaro, isso vai depender dos tribunais, e eu quero que ele seja considerado inocente até que seja provado o contrário, o que não aconteceu comigo&#8221;, afirmou Lula. &#8220;Só falo com Biden sobre o assunto se ele falar disso.&#8221;</p>



<p>O ex-presidente está no estado da Flórida, para onde foi antes da cerimônia de posse de Lula. No último dia 30, Bolsonaro pediu visto de turista para permanecer mais tempo nos Estados Unidos, já que seu visto diplomático iria expirar.</p>



<p>Em Washington, Lula deve apresentar a Biden a ideia do &#8220;clube da paz&#8221;, grupo de países que, na visão do Planalto, não estão envolvidos diretamente no conflito e, portanto, poderiam negociar a paz entre Rússia e Ucrânia. Ele voltou a defender o plano durante a entrevista, quando perguntado se estava comprometido com a democracia fora do país como se diz com relação ao sistema democrático brasileiro.</p>



<p>&#8220;Estou comprometido com a democracia. No caso da Ucrânia e da Rússia, é preciso que alguém esteja falando sobre paz. Precisamos falar com o presidente Putin sobre o erro que foi a invasão [do território ucraniano], e devemos falar para a Ucrânia conversar mais. O que quero dizer a Biden é que é necessário um grupo de países pela paz&#8221;, afirmou.</p>



<p>Um alto funcionário do governo americano indicou, no entanto, que os Estados Unidos têm muitas ressalvas à ideia. Segundo ele, os esforços pela paz devem reconhecer que há violação da integridade territorial e da soberania ucranianas pela Rússia, seguindo os critérios da Carta da ONU.</p>



<p>Lula defende que um dos países que poderia participar dos diálogos pelo fim do conflito é a China, aliada do presidente russo Vladimir Putin, com quem disse ter &#8220;amizade sem limites&#8221; poucas semanas antes do início da guerra. Pequim, no entanto, evita participar diretamente da disputa.</p>



<p>Como adiantou a Folha de S.Paulo no último dia 27, o presidente Lula negou o pedido da Alemanha e vetou o envio de munições de tanques Leopard-1, operados pelo Brasil, à Ucrânia, sob o argumento de que, se as enviasse, estaria se envolvendo diretamente com o conflito.</p>



<p>&#8220;Eu não quis mandar [munição], porque se eu mandar, eu entrei na guerra. E eu não quero entrar na guerra, eu quero acabar com a guerra&#8221;, disse Lula, repetindo a segunda frase em seguida. &#8220;Esse é meu dilema e o meu compromisso.&#8221;</p>



<p>O movimento vem na contramão da intensificação do envio de armas à Ucrânia que tem sido feita pelos aliados ocidentais de Kiev. Recentemente, americanos e europeus enviaram tanques Leopard-2 e Leopard-1, no caso dos alemães, e M1 Abrams, no caso de Washington.</p>



<p>Lula tem viagem confirmada para a China em março, onde deve se encontrar o líder chinês Xi Jinping, em meio a tensões entre Washington e Pequim relativas ao conflito europeu, aos incidentes dos balões chineses considerados espiões pelos americanos e à expansão da presença militar dos Estados Unidos no Indo-Pacífico.</p>



<p>Durante a entrevista, o presidente brasileiro também falou sobre os compromissos do Brasil com a redução do desmatamento e dos planos de integrar as ações relativas ao clima e ao meio ambiente do governo federal com estados e municípios.</p>



<p>Após o encontro na Casa Branca, os Estados Unidos devem anunciar a intenção de injetar recursos no Fundo Amazônia, principal iniciativa de arrecadação de verba para conservação da floresta e combate ao desmatamento. Atualmente, é gerido pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento) e bancado pela Noruega e pela Alemanha, além de, em menor parte, pela Petrobras.</p>



<p><strong>(Folhapress /Foto: Marlene Bergamo &#8211; Folhapress)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/lula-embarca-para-estados-unidos-nesta-quinta-feira/">Lula embarca para Estados Unidos nesta quinta-feira </a><a href="javascript:void(0);"></a></p>
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