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	<title>energia nuclear &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
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	<title>energia nuclear &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Crise entre comercializadoras de energia amplia rombo bilionário e acende alerta sobre o mercado livre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 01:55:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[energia nuclear]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação&#160; O avanço da crise financeira entre comercializadoras de energia .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação&nbsp;</strong></p>



<p>O avanço da crise financeira entre comercializadoras de energia passou a preocupar agentes do setor elétrico e órgãos responsáveis pela operação do mercado brasileiro. Em meio ao crescimento do mercado livre de energia, uma sequência de recuperações judiciais, inadimplências e interrupções de contratos elevou o rombo acumulado para mais de R$ 6 bilhões, segundo estimativas divulgadas por agentes do setor. O cenário abriu discussões sobre a necessidade de aperfeiçoar mecanismos de garantias financeiras, reduzir riscos sistêmicos e preservar a confiança de consumidores e investidores.&nbsp;</p>



<p>As comercializadoras atuam como intermediárias na compra e venda de energia entre geradores e consumidores livres. Nos últimos anos, esse segmento ganhou espaço com a ampliação da abertura do mercado, permitindo que empresas de diferentes portes negociassem diretamente o fornecimento de eletricidade. Entretanto, o crescimento acelerado também elevou a exposição a oscilações de preços, à necessidade de aportes financeiros e ao risco de descumprimento de contratos.</p>



<p>Dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) mostram que o número de agentes participantes do mercado livre segue em expansão, impulsionado pela migração de consumidores para esse ambiente de contratação. Ao mesmo tempo, o aumento da quantidade de operações ampliou a necessidade de mecanismos capazes de garantir a liquidação financeira das negociações e reduzir efeitos em cadeia provocados pela quebra de participantes.&nbsp;</p>



<p>A sucessão de insolvências levou empresas a interromper contratos e deixou fornecedores, clientes e credores expostos a perdas financeiras. Em alguns casos, compradores precisaram buscar novos contratos em condições diferentes das originalmente negociadas, enquanto geradores enfrentaram atrasos ou ausência de pagamentos. O efeito também alcançou instituições financeiras e empresas que utilizam derivativos para proteção contra variações de preços da energia.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mercado livre de energia</strong></h2>



<p>O debate ganhou força porque o mercado livre representa uma parcela crescente do consumo nacional de eletricidade. Nesse ambiente, consumidores podem negociar preços, prazos e condições diretamente com comercializadoras, diferentemente do mercado regulado, no qual a energia é adquirida das distribuidoras locais. O modelo tem atraído empresas interessadas em reduzir custos e ampliar previsibilidade, mas exige gestão de riscos e garantias financeiras compatíveis com o volume das operações.&nbsp;</p>



<p>Para o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), Sandoval Feitosa, o fortalecimento dos instrumentos de garantias e da governança do mercado é parte do processo de amadurecimento do setor elétrico brasileiro. Em diferentes manifestações públicas sobre a evolução do mercado livre, o dirigente tem defendido regras capazes de assegurar maior segurança para consumidores e agentes econômicos, reduzindo impactos decorrentes de eventuais inadimplências.&nbsp;</p>



<p>O presidente do Conselho de Administração da CCEE e superintendente da instituição, Alexandre Ramos, também tem afirmado que a modernização dos mecanismos de garantias financeiras e de monitoramento dos participantes é fundamental para preservar a credibilidade das negociações e acompanhar a expansão do mercado livre de energia. Segundo ele, a evolução regulatória precisa acompanhar o crescimento do número de consumidores e do volume financeiro movimentado nas operações.&nbsp;</p>



<p>Especialistas avaliam que a crise não compromete o funcionamento do sistema elétrico nacional, mas evidencia fragilidades na estrutura de comercialização. A expectativa é de que a ANEEL, a CCEE e o Ministério de Minas e Energia avancem em medidas voltadas ao fortalecimento das garantias exigidas dos agentes e ao aperfeiçoamento dos mecanismos de supervisão. Para o setor, a adoção dessas medidas será determinante para manter o ritmo de expansão do mercado livre e reduzir a possibilidade de novos episódios de inadimplência com efeitos sobre toda a cadeia elétrica.&nbsp;</p>



<p><strong>Foto: Agência Brasil </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/energia-mais-cara-pressiona-inflacao-e-amplia-impacto-sobre-empresas-e-consumidores/" data-type="post" data-id="57234">Energia mais cara pressiona inflação e amplia impacto sobre empresas e consumidores</a></p>
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		<title>Energia nuclear é estratégica para soberania, defende indústria</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/energia-nuclear-e-estrategica-para-soberania-defende-industria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 10:01:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
		<category><![CDATA[energia nuclear]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil O desenvolvimento .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O desenvolvimento da energia nuclear é estratégico para o Brasil alcançar autonomia energética e soberania nacional, em um momento&nbsp;em que&nbsp;as economias globais precisam de fontes&nbsp;estáveis de energia&nbsp;e o cenário geopolítico causa turbulência nas&nbsp;cadeias&nbsp;de petróleo e gás natural.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1683208&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1683208&amp;o=node"></p>



<p>A opinião é defendida por especialistas que participaram, nesta segunda-feira (23),&nbsp;do&nbsp;<em>Nuclear Summit</em>, encontro sobre o desenvolvimento da energia nuclear, na Casa Firjan,&nbsp;centro de inovação e tendências da Federação das Indústrias do Estado do&nbsp;Rio de Janeiro.&nbsp;O encontro foi realizado pela Associação Brasileira para Desenvolvimento de Atividades Nucleares (Abdan).&nbsp;</p>



<p>O&nbsp;professor de relações internacionais Júlio César Rodriguez, da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM),&nbsp;considera que o Brasil deve&nbsp;investir na energia nuclear pelo caráter escalável dessa fonte energética, ou seja, capacidade de aumento da produção.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“A energia nuclear é uma fonte de energia chave para o Brasil dominar, ter autonomia energética e, mais do que isso, ser autônomo tecnologicamente”, completa o professor da universidade gaúcha em entrevista&nbsp;à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>



<p>“Dominando o&nbsp;processo&nbsp;todo, a extração dos minérios, o enriquecimento, o desenvolvimento de reatores, estamos jogando em nível de desenvolvimento industrial, tecnológico e científico mais alto, dos atores mais importantes do mundo”,&nbsp;sustenta.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Momento certo&nbsp;</h2>



<p>O presidente da&nbsp;Abdan, Celso Cunha,&nbsp;elenca que a energia nuclear tem “atributos importantes”.&nbsp;“É&nbsp;limpa, gera&nbsp;energia&nbsp;em&nbsp;um espaço muito pequeno, é altamente eficiente e tecnológica”, descreve.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para Cunha, a conjuntura ambiental e geopolítica,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-03/ira-diz-ao-mundo-para-se-preparar-para-petroleo-us-200-o-barril" target="_blank" rel="noreferrer noopener">com conflitos internacionais</a>, reafirma as vantagens da energia nuclear.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“É extremamente importante um país ser independente energeticamente. Um país dependente energeticamente não consegue crescer”, diz ele à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>



<p>O presidente da&nbsp;Abdan&nbsp;reconhece que o Brasil tem muitas fontes renováveis, como eólica, solar e&nbsp;hidrelétrica, mas ressalta a vantagem de&nbsp;a&nbsp;<strong>energia nuclear ter fornecimento constante, que não depende de fatores climáticos, como ventos, sol e regime de chuvas</strong>.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“É a grande solução”, defende&nbsp;ele, incluindo como vantagem para o país a capacidade de exportar combustível.&nbsp;&#8220;Podemos ganhar muito dinheiro vendendo combustível. Nada de vender minério in&nbsp;natura, isso não traz valor agregado. Estamos no momento certo,&nbsp;chegou a hora do nuclear”, finaliza.&nbsp;</p>



<p>Apesar de ser considerada pela indústria como energia limpa, a fonte nuclear atrai preocupação de ambientalistas a respeito dos resíduos gerados no processo, que precisam ser armazenados de forma segura. </p>



<p>No Brasil, a Comissão Nacional de Energia Nuclear, um órgão estatal, trabalha na&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-07/brasil-deve-ter-repositorio-definitivo-para-rejeito-nuclear-ate-2029" target="_blank" rel="noreferrer noopener">definição de um reservatório definitivo para pastilhas utilizadas de urânio</a>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ciclo de urânio&nbsp;</h2>



<p>A assessora de integridade e gestão de risco da Empresa de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBpar), Mayara Mota, explicou que a empresa, ligada ao Ministério de Minas e Energia (MME), busca caminhos para que o Brasil domine o ciclo completo do urânio, mineral matéria-prima da energia nuclear.  </p>



<p>“Hoje em dia, a conversão é feita fora do Brasil. Então, a ideia da usina de conversão é que a gente possa trazer a infraestrutura. A técnica para fazer isso a gente tem, falta a estrutura”, detalhou.&nbsp;</p>



<p>A conversão é a transformação do&nbsp;<em>yellowcake</em>&nbsp;(concentrado de urânio) em hexafluoreto de urânio, etapa fundamental no ciclo do combustível nuclear, que transforma um pó sólido em um composto que facilita o enriquecimento e o transporte.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O ciclo do urânio é de monopólio do Estado e só realizado para fins pacíficos. A estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB) opera a única mina do mineral no país, em Caetité, no sudoeste da Bahia, e o enriquecimento é feito na fábrica de Resende, no sul do estado do Rio de Janeiro.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Usinas em Angra&nbsp;</h2>



<p>Atualmente, o Brasil tem duas usinas nucleares em operação, Angra 1 e Angra 2, na cidade de Angra dos Reis, litoral sul do Rio de Janeiro. As duas, juntas, têm capacidade de geração de 2 gigawatts (GW), potência capaz de abastecer uma cidade como Belo Horizonte, com 2,3 milhões de habitantes. </p>



<p>A usina Angra 3 está com a construção interrompida, e o governo discute se investirá na conclusão do projeto, que poderia&nbsp;adicionar&nbsp;1,4 GW ao sistema elétrico brasileiro.&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-10/angra-3-obra-parada-gera-custo-anual-de-quase-r-1-bilhao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A obra parada custa cerca de R$ 1 bilhão por ano ao país</a>.&nbsp;</p>



<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-06/com-construcao-parada-angra-3-investe-em-conservacao-de-equipamentos" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&gt;&gt; Leia mais: Com construção parada, Angra 3 investe em conservação de equipamentos</a>&nbsp;</p>



<p>Um levantamento do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aponta que&nbsp;<a href="https://www.eletronuclear.gov.br/Imprensa-e-Midias/Paginas/estudo-do-BNDES-aumenta-expectativa-sobre-decisao-favoravel-a-Angra-3.aspx?utm_source" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o custo do abandono definitivo das obras de Angra 3 pode variar entre R$ 22 bilhões e R$&nbsp;26 bilhões</a>.&nbsp;Esse&nbsp;valor pode ultrapassar o necessário para a conclusão do empreendimento, estimado em R$ 24 bilhões.</p>



<p>A decisão de seguir ou não com Angra 3 cabe ao Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), órgão que reúne diversos ministérios.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Transição energética&nbsp;</h2>



<p>A consultora técnica Regina Fernandes, da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), destacou que a energia nuclear ganha protagonismo no compromisso do país com a transição energética, diminuindo a dependência do país de&nbsp;combustíveis mais&nbsp;poluidores, como o petróleo.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“Essas fontes firmes e limpas têm&nbsp;espaço no cenário de longo prazo para ocupar lugar na matriz energética. São&nbsp;fontes que&nbsp;vão&nbsp;receber mais incentivos por conta de&nbsp;urgência&nbsp;climática”, afirmou a técnica da empresa vinculada ao MME.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>No último dia 10, o governo brasileiro anunciou a adesão à Declaração para Triplicar a Energia Nuclear, iniciativa que busca mobilizar governos, indústrias e instituições financeiras para ampliar, até 2050, a capacidade instalada dessa fonte energética no mundo. </p>



<p>A&nbsp;iniciativa&nbsp;foi assinada durante a II Cúpula sobre Energia Nuclear, em Paris.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/conta-de-energia-nao-tera-cobranca-extra-em-dezembro/" data-type="post" data-id="43832">Conta de energia não terá cobrança extra em dezembro</a></p>
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