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	<title>economia &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
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	<title>economia &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Eventos corporativos em 2027 devem priorizar experiências personalizadas, tecnologia e retorno financeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2026 17:57:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tendências]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação O mercado de eventos corporativos deve passar por mudanças .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>O mercado de eventos corporativos deve passar por mudanças em 2027, impulsionado pela adoção de inteligência artificial, pela personalização das experiências e pela busca das empresas por resultados financeiros e comerciais. No Brasil, organizadores de congressos, convenções e encontros empresariais começam a incorporar essas estratégias ao planejamento, com o objetivo de fortalecer o relacionamento com clientes, ampliar oportunidades de negócios e otimizar investimentos em ações presenciais.</p>



<p>O movimento ocorre em meio ao crescimento do setor. Segundo o Barômetro Eventos B2B, elaborado pela União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) em parceria com a São Paulo Turismo (SPTuris), a capital paulista recebeu 1.511 eventos empresariais de grande porte em 2025, um aumento de 22% em relação ao ano anterior. Os encontros reuniram cerca de 8 milhões de participantes e movimentaram aproximadamente R$ 14 bilhões na cadeia de hospitalidade da cidade.</p>



<p>O avanço também aparece no mercado internacional. Dados da International Congress and Convention Association (ICCA), divulgados pelo Ministério do Turismo, mostram que o Brasil sediou 234 eventos internacionais em 2024, contra 156 em 2023. O resultado colocou o país na 15ª posição do ranking mundial, com o Rio de Janeiro liderando entre os destinos brasileiros, com 58 encontros.</p>



<p>Entre as tendências para 2027 está a substituição de ações padronizadas por experiências direcionadas ao perfil dos participantes. A proposta envolve desde a escolha dos espaços até a distribuição de presentes corporativos, que passam a integrar as estratégias de relacionamento das empresas, considerando a utilidade dos produtos, a identidade das marcas e as necessidades dos convidados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia e personalização devem orientar eventos corporativos em 2027</strong></h3>



<p>A inteligência artificial também deve ganhar espaço na organização dos encontros, com aplicações no gerenciamento de inscrições, na análise de dados, na logística e na comunicação com participantes. Segundo a Associação Latino-Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), a integração dessas ferramentas pode contribuir para reduzir custos operacionais e melhorar a avaliação dos resultados.</p>



<p>Para Joyce Macieri, presidente da ALAGEV, as mudanças também alteram a atuação dos profissionais responsáveis pelo planejamento empresarial. “O gestor passa a ocupar uma posição mais decisiva, apoiando decisões que envolvem tecnologia, riscos, sustentabilidade e experiência do viajante”, afirmou durante análise das tendências apresentadas na GBTA Convention 2026.</p>



<p>Outra mudança envolve a sustentabilidade, com atenção à origem dos materiais, ao desperdício, ao transporte e à utilização de fornecedores locais. A expectativa é que as empresas passem a considerar esses fatores na contratação de serviços e na definição dos investimentos destinados aos eventos.</p>



<p>A inclusão e o bem-estar também devem influenciar o setor. Durante a IMEX America 2026, realizada em outubro, em Las Vegas, a ALAGEV identificou o crescimento de iniciativas voltadas à acessibilidade, à neurodiversidade e à criação de ambientes que favoreçam a participação do público.</p>



<p>Para Luana Nogueira, diretora executiva da associação, “não basta reunir pessoas em um mesmo espaço”. Segundo ela, é necessário compreender como os participantes interagem com os conteúdos e as marcas para avaliar os resultados dos investimentos.</p>



<p>Com essas mudanças, a tendência é que o planejamento dos eventos corporativos em 2027 considere não apenas o número de participantes, mas também a geração de negócios, a continuidade dos relacionamentos comerciais e o retorno dos recursos aplicados pelas empresas.</p>



<p><strong>Foto: Pexels </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/investimento-em-tecnologia-amplia-retorno-economico-e-ganha-espaco-na-estrategia-industrial/" data-type="post" data-id="56096">Investimento em tecnologia amplia retorno econômico e ganha espaço na estratégia industrial</a></p>
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		<title>Ibovespa cai com aversão a risco global e cautela pré-segundo turno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 00:54:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ibovespa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Caroline Aragaki &#8211; Estadão Conteúdo As tensões no Oriente Médio .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Caroline Aragaki &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>As tensões no Oriente Médio suscitaram uma aversão ao risco global que contaminou o Ibovespa nesta quinta-feira (22). Na véspera, o índice já havia recuado por conta da disputa eleitoral mais acirrada, e o investidor seguiu evitando posições mais arriscadas a poucos dias do segundo turno. Depois do fechamento, destaque para pesquisa Datafolha e balanço do Bradesco.</p>



<p>Com o petróleo Brent a US$ 113 por barril, após alta de 4% no pregão, retoma-se a leitura de que os juros globais ficarão mais altos por mais tempo, prejudicando alocações para a renda variável. Em Nova York, os índices recuaram em bloco e o Nasdaq tombou 2,60% depois de o balanço da Meta reacender preocupações com gastos em Inteligência Artificial (IA).</p>



<p>O Ibovespa fechou em queda de 1,15%, aos 204.120,12 pontos e com giro financeiro de R$ 25,8 bilhões. Com a baixa desta quinta, passa a ceder 0,64% na semana e reduz alta de outubro a 9,54%. Entre as blue chips, Bradesco PN (-2,08%) liderou a queda em bloco do setor financeiro, enquanto Vale (-3,97%) e Petrobras ON (-0,03%) não ajudaram o índice. Na esteira do ganho da commodity, Petrobras PN conseguiu subir 0,14%.</p>



<p>Para Josias Bento, especialista em investimentos e sócio da GT Capital, a combinação de tensão eleitoral e choque externo ajuda a explicar a piora do humor. &#8220;A bolsa cai hoje [quinta-feira] por diversos fatores. Temos uma tensão eleitoral pré-segundo turno com os candidatos muito próximos nas pesquisas e uma aversão ao risco vinda do mercado internacional, que contamina a Bolsa brasileira&#8221;, avalia.</p>



<p>Nesta quinta a pesquisa Indexa/Broadcast mostrou o senador Flávio Bolsonaro (PL) &#8211; visto pelo mercado financeiro como mais fiscalista &#8211; com 45,2% das intenções de voto, ante 44,1% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em simulação estimulada de segundo turno. Em relação à rodada anterior, Flávio oscilou 1,6 ponto porcentual para cima, enquanto Lula avançou 2 pontos porcentuais. Já a PoderData/Aya indicou o senador com 49% das intenções de voto totais, e Lula de 46% para 48%.</p>



<p>O estrategista-chefe da Krivo Capital, Marco Saravalle, considera que o movimento do dia teve mais relação com o contágio externo, pois as pesquisas eleitorais não trouxeram grande novidade. &#8220;Ninguém quer tomar decisão a dois dias úteis da eleição, com base no que tem sido visto nas pesquisas. O cenário externo acaba sendo decisivo para apontar a direção da Bolsa hoje&#8221;, menciona.</p>



<p>Operadores de renda variável têm indicado que o cenário-base para a eleição segue sendo a vitória do senador do PL. Contudo, dados da B3 compilados pela <em>Broadcast</em> (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) mostram que o mercado de opções passou a mostrar aumento expressivo de proteção desde o fim do primeiro turno, caso esse cenário não se concretize. A demanda por hedge via opções de venda (puts) subiu mais de 90% entre o fechamento de 5 de outubro (primeiro pregão após o primeiro turno) e 20 de outubro.</p>



<p>No noticiário corporativo, o mercado aguarda o balanço do Bradesco, que será divulgado após o fechamento. Conforme o <em>Prévias Broadcast</em>, o banco deve apresentar lucro de R$ 7 bilhões no terceiro trimestre, alta anual de 14%.</p>



<p><strong>Foto: Divulgação/B3</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/ibovespa-estabelece-recorde-intradia-mas-limita-alta-abaixo-dos-137-mil/" data-type="post" data-id="47706">Ibovespa estabelece recorde intradia, mas limita alta, abaixo dos 137 mil</a></p>



<p></p>
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		<title>Mercado eleva previsão da inflação para 5,22% em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 21:38:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado financeiro]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>A projeção do mercado financeiro para a inflação oficial em 2026 subiu de 5,01% para 5,22%, segundo o <em><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/boletim-focus-0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Boletim Focus</a></em> divulgado pelo <a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Banco Central</a>. Essa foi a quarta alta consecutiva da estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705182&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705182&amp;o=node"></p>



<p>Ao mesmo tempo, o mercado financeiro manteve a previsão de crescimento da economia em 1,85% e reduziu a expectativa para a<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/selic" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> taxa básica de juros (Selic)</a> ao fim do próximo ano, de 13,50% para 13,25% ao ano.</p>



<p>Para 2027, a projeção da inflação foi mantida em 4,30%. Em 2028, a estimativa recuou de 3,80% para 3,79%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB e Selic</h2>



<p>A previsão para o Produto Interno Bruto (PIB) permaneceu em 1,85% para 2026. Para 2027, a expectativa continuou em 1,40%. Em 2028, a estimativa passou de 1,81% para 1,83%.</p>



<p>Já a projeção para a Selic ao fim de 2026 caiu de 13,50% para 13,25% ao ano.&nbsp;<br>Atualmente, a taxa básica de juros encontra-se em 13,75%. Para 2027, a estimativa foi mantida em 12% ao ano. Em 2028, permaneceu em 10,5%.</p>



<p>O mercado também reduziu a estimativa para o dólar para o fim de 2026, de R$ 5,20 para R$ 5,15. Para 2027, recuou de R$ 5,28 para R$ 5,26. Em 2028, permaneceu em R$ 5,30.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Copom</h2>



<p>A divulgação ocorre no contexto em que o Banco Central tem apontado desaceleração gradual da atividade econômica e manutenção das pressões inflacionárias.</p>



<p>Na <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/ata-do-copom-atribui-corte-da-selic-desaceleracao-da-economia" target="_blank" rel="noreferrer noopener">última ata</a> do <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/copom" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Comitê de Política Monetária (Copom)</a>, publicada em 22 de setembro, o colegiado avaliou que os efeitos dos juros elevados sobre o crédito e a demanda vêm se acumulando gradualmente, mas ressaltou que as expectativas de inflação permanecem acima da meta.</p>



<p>Dois dias depois, com a publicação do Relatório de Política Monetária (RPM), o BC reduziu de 2% para 1,8% a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/bc-reduz-projecao-de-crescimento-da-economia-para-18" target="_blank" rel="noreferrer noopener">projeção de crescimento para a economia em 2026</a>, reiterando a avaliação de que a inflação deverá encerrar o próximo ano acima da meta, apesar da desaceleração observada nos índices de preços nos últimos meses.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Meta</h2>



<p>A meta contínua de inflação definida pelo Conselho Monetário Nacional é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Assim, o teto da meta corresponde a 4,5%. A projeção de 5,22% para o IPCA em 2026 permanece acima desse limite.</p>



<p>Foto:</p>



<p>LEIA TAMBÉM: </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alta da energia pressiona inflação, eleva custos de produção e ameaça crescimento da economia global </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 21:13:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[energia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação&#160; O aumento dos preços da energia tem ampliado os .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação&nbsp;</strong></p>



<p>O aumento dos preços da energia tem ampliado os custos de produção, pressionado a inflação e reduzido as perspectivas de crescimento da economia mundial em 2026. O cenário foi destacado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), durante as reuniões anuais da instituição, realizadas em outubro, em Bangkok, na Tailândia. Segundo o organismo, a combinação entre energia mais cara, endividamento público e juros elevados representa um desafio para governos, empresas e consumidores, especialmente nos países que dependem da importação de combustíveis.</p>



<p>De acordo com o relatório Perspectivas da Economia Mundial, divulgado pelo FMI em 13 de outubro, a economia global deve crescer 3,1% em 2026, antes de avançar 3,4% em 2027. A instituição também projeta inflação mundial de 4,7% neste ano, influenciada, entre outros fatores, pelo encarecimento da energia e dos alimentos.</p>



<p>O impacto da energia sobre a atividade econômica ocorre em diferentes etapas da cadeia produtiva. A elevação dos preços do petróleo e da eletricidade aumenta as despesas com transporte, produção industrial e distribuição de mercadorias. Parte desses custos pode ser repassada aos consumidores, afetando o poder de compra das famílias e a demanda por produtos e serviços.</p>



<p>Segundo Silvana Tenreyro, economista-chefe e diretora do Departamento de Pesquisa do FMI, o encarecimento da energia e de outras commodities, provocado pelos conflitos internacionais, funciona como um choque de oferta, elevando preços e prejudicando a atividade econômica.</p>



<p>&#8220;A economia global tem demonstrado resiliência, mas essa resiliência está sob pressão, com riscos inclinados para baixo&#8221;, afirmou a economista, em tradução de declaração feita durante apresentação do FMI.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Energia mais cara amplia pressão sobre dívidas públicas</h3>



<p>Além dos efeitos sobre empresas e consumidores, a alta da energia também compromete as contas públicas. Segundo o FMI, a dívida pública mundial poderá ultrapassar 100% do Produto Interno Bruto (PIB) global até 2030, enquanto o aumento dos juros reduz a capacidade dos governos de financiar investimentos e políticas sociais.</p>



<p>Entre fevereiro e setembro de 2026, o rendimento médio dos títulos públicos de dez anos dos países do G7 aumentou mais de um ponto percentual, atingindo o maior nível em quase duas décadas. O custo médio efetivo de financiamento dos governos deverá passar de 2,3%, em 2021, para 3,7%, em 2031.</p>



<p>O diretor do Departamento de Assuntos Fiscais do FMI, Rodrigo Valdés, alertou que medidas generalizadas para conter os preços dos combustíveis podem ampliar os gastos públicos. Segundo ele, o custo fiscal dessas intervenções equivale a aproximadamente 0,5% do PIB mundial.</p>



<p>&#8220;Proteger as pessoas não é o mesmo que proteger o preço dos combustíveis&#8221;, afirmou Valdés, ao defender políticas temporárias direcionadas às famílias mais vulneráveis.</p>



<p>Enquanto isso, a Agência Internacional de Energia (AIE) estima que a demanda mundial por eletricidade crescerá 3,6% em 2026 e 3,8% em 2027, impulsionada pela indústria, pelos veículos elétricos e pelos centros de dados. O avanço do consumo reforça a importância dos investimentos em geração e infraestrutura energética para sustentar a atividade econômica e reduzir a exposição às oscilações de preços.</p>



<p><strong>Foto: Marcello Casal &#8211; Agência Brasil </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/privatizada-em-2022-eletrobras-passa-a-se-chamar-axia-energia/" data-type="post" data-id="51579">Privatizada em 2022, Eletrobras passa a se chamar Axia Energia</a></p>
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		<item>
		<title>Ibovespa tem 2ª melhor marca após 1º turno com alívio externo e trade eleitoral</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/ibovespa-tem-2a-melhor-marca-apos-1o-turno-com-alivio-externo-e-trade-eleitoral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 21:04:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ibovespa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Caroline Aragaki &#8211; Estadão Conteúdo As pesquisas mostrando o senador .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Caroline Aragaki &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>As pesquisas mostrando o senador Flávio Bolsonaro ainda na liderança das intenções de voto à Presidência da República, junto da possibilidade de avanço por um acordo no Oriente Médio, abriram um apetite por risco firme nos ativos domésticos. O candidato do PL é visto pelo mercado financeiro como mais favorável ao ajuste fiscal. Tanto que o Ibovespa fechou no maior nível desde o dia 9 de outubro, quando bateu recorde histórico.</p>



<p>Como destaque, a queda do petróleo levou ao entendimento de inflação menor e deu espaço para que as ações mais sensíveis a juros liderem os ganhos, com Magazine Luiza (14,79%) e Vamos (8,32%). Entre as blue chips, bancos subiram entre BB ON (1,04%) e Unit do BTG Pactual (4,36%), também pela tese de que o afrouxamento monetário futuro deve ajudar a diminuir a inadimplência e, com isso, favorecer os balanços do setor.</p>



<p>Entre os levantamentos divulgados nesta terça-feira, 20, Real Time Big Data mostra o senador Flávio Bolsonaro (PL) com 52% das intenções de voto contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), considerando os votos válidos. Já Alfa Inteligência aponta Flávio com 48,8% das intenções de votos totais, na comparação com 45,9% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o que configura empate técnico. Em votos válidos, Flávio registrou 51,5% dos votos, contra 48,5% do petista.</p>



<p>&#8220;Acredito que o mercado ganhou confiança com as pesquisas de hoje [terça-feira], cravando que o Flávio está na frente de maneira sólida. Isso despertou o apetite dos investidores para tomar risco, tanto que o Ibovespa subiu forte e o dólar caiu bem&#8221;, afirma o analista de investimentos Gabriel Mollo, da Daycoval Corretora, apontando também o fechamento da curva de juros doméstica.</p>



<p>Após máxima aos 208.941,57 pontos (+1,88%) à tarde, o Ibovespa moderou os ganhos e fechou com alta de 1,57%, aos 208.295,98 pontos, e giro financeiro de R$ 29,1 bilhões.</p>



<p>Para o analista Pedro Galdi, da AGF, a perda de fôlego ocorre apenas devido à &#8220;volatilidade por conta do trade eleitoral&#8221;. Ainda assim, ele nota que, após algumas quedas, o mercado hoje beneficiou as ações cíclicas, por conta da queda dos juros e do dólar. &#8220;Recentes pesquisas eleitorais apontam empate técnico, mas com ligeira vantagem do candidato Flávio. Este é o vetor&#8221;, comenta.</p>



<p>O pano de fundo externo também propiciou o apetite por risco. O Brent para dezembro fechou em baixa de 0,69%, a US$ 108,79 por barril, com relatos de avanço em um acordo entre Estados Unidos e Irã para encerrar a guerra no Oriente Médio. &#8220;Se houver acordo, o petróleo cede e traz menos inflação para o mundo. Consequentemente, tem adiamento da alta de juros pelo Fed e os investidores, principalmente os estrangeiros, vão querer tomar risco. Boa parte pode vir para o Brasil&#8221;, complementa Mollo, da Daycoval.</p>



<p>Apesar da commodity, Petrobras conseguiu retomar fôlego no fim da sessão e subiu 0,48% (ON) e 0,36% (PN), enquanto Vale recuou 1,39% por conta do minério de ferro no vermelho.</p>



<p><strong>Foto: Paulo Pinto/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-reduz-projecao-da-selic-para-1350/" data-type="post" data-id="58857">Mercado reduz projeção da Selic para 13,50%</a></p>
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		<title>Governo prevê crédito a empresas afetadas por fim da 6&#215;1, diz Durigan; Saiba quando começa a valer a nova escala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Oct 2026 18:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#empresa]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Agência Brasil A equipe econômica estuda oferecer linhas de crédito .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Agência Brasil</strong></p>



<p>A equipe econômica estuda oferecer linhas de crédito e programas de capacitação para empresas que enfrentarem dificuldades com o fim da escala de trabalho 6&#215;1, disse o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Segundo ele, o impacto da emenda constitucional sobre os empregadores ainda será avaliado, mas o governo prevê financiamento específico para a transição.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705629&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705629&amp;o=node"></p>



<p>“É possível que a gente faça, por exemplo, uma espécie de linha de crédito ou de capacitação para a inovação”, afirmou Durigan em entrevista à TV Band na última sexta-feira (16). A Emenda Constitucional nº 141 de 2026, que põe fim à escala de seis dias de trabalho e apenas um de descanso (6&#215;1) e prevê a escala 5&#215;2, com duas folgas por semana, começa a valer a partir de 15 de dezembro de 2026. A nova jornada entra em vigor em todo país, considerando o período de transição de 60 dias estabelecido na lei. </p>



<p>A medida, ressaltou o ministro, busca ajudar os negócios a se adaptarem à nova jornada, com investimentos em inovação e produtividade. Durigan também mencionou que o governo pretende apoiar empresas afetadas pela reforma tributária.</p>



<p>Sobre a emenda que trata do fim da escala, a mudança também incluiu uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses. Após 60 dias, a redução já deverá ser de duas horas semanais. Confira os prazos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias); </li>



<li>redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias);</li>



<li>jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5&#215;2 (em 14 meses).  </li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading">Inovação e capacitação</h4>



<p>Durigan afirmou que a equipe econômica ainda está analisando quais empresas e setores terão maior impacto com a mudança. A intenção é destinar o apoio aos negócios que precisarem de mais recursos para reorganizar as atividades.</p>



<p>Segundo o ministro, a adaptação pode envolver modernização de processos, treinamento de funcionários e adoção de novas tecnologias para manter a produção mesmo com menos dias de trabalho.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Os empresários têm que ter apoio do governo para participar desse novo tempo, que é uma mudança civilizacional”, declarou.</p>
</blockquote>



<p>O ministro citou o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e outros sistemas de capacitação como parceiros em iniciativas de treinamento, especialmente para pequenos negócios.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Apoio às pequenas empresas</h4>



<p>Durigan afirmou que o governo já ampliou o limite de crédito para pequenas empresas, de R$ 250 mil para R$ 500 mil, inclusive para operações destinadas ao capital de giro, recursos usados para manter as despesas e o funcionamento cotidiano dos negócios.</p>



<p>O ministro não anunciou uma desoneração da folha de pagamento ou outra compensação direta aos empregadores. Em vez disso, destacou a possibilidade de financiamento direcionado e capacitação para empresas que precisarem se adaptar.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Já temos uma previsão de ter linhas de crédito específicas para essa transição, tanto da reforma tributária quanto do fim da jornada 6&#215;1”, disse.</p>
</blockquote>



<h4 class="wp-block-heading">Impacto ainda será avaliado</h4>



<p>A mudança na jornada foi aprovada pelo Congresso e <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2026-10/congresso-promulga-emenda-do-fim-da-6x1-escala-5x2-comeca-em-60-dias" target="_blank" rel="noreferrer noopener">promulgada nesta sexta-feira</a>. A nova regra prevê dois dias de descanso remunerado por semana e redução gradual da jornada máxima de 44 para 40 horas, sem corte salarial.</p>



<p>Durigan afirmou que o governo ainda vai medir os efeitos da mudança sobre os diferentes setores e portes de empresas. Segundo dados citados pelo ministro, de 68% a 70% dos empregos no país estão fora da escala 6&#215;1.</p>



<p>Ele também defendeu que a adaptação pode trazer ganhos de produtividade, com processos mais eficientes e menor rotatividade de trabalhadores.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="613" src="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/02_carteira_de_trabalho-1024x613.webp" alt="" class="wp-image-59193" style="aspect-ratio:1.6704990367286061;width:678px;height:auto" srcset="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/02_carteira_de_trabalho-1024x613.webp 1024w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/02_carteira_de_trabalho-300x179.webp 300w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/02_carteira_de_trabalho-768x459.webp 768w, https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2026/10/02_carteira_de_trabalho.webp 1170w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil</figcaption></figure>
</div>


<h4 class="wp-block-heading">Juros e ajuste fiscal</h4>



<p>Na entrevista, Durigan também afirmou que a taxa de juros segue como um desafio para a economia brasileira. O ministro defendeu a continuidade do ajuste das contas públicas e a busca por superávits primários maiores nos próximos anos, mas sem mudanças abruptas na política econômica.</p>



<p>“Vamos continuar melhorando as contas públicas, gerando superávit, mas de maneira gradual, sem dar cavalo de pau na tua vida, sem gerar incerteza e imprevisibilidade”, afirmou.</p>



<p>Durigan disse que a estratégia deve preservar políticas públicas e evitar impactos negativos sobre a atividade econômica. Afirmou que a proposta de ajuste fiscal de 1,5% do Produto Interno Bruto (PIB) em prazo curto, debatida durante as eleições exigiria cortes em programas sociais e outras políticas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda o fim da Escala 6&#215;1</h2>



<h4 class="wp-block-heading">Horas trabalhadas</h4>



<p>No intervalo entre o segundo&nbsp;e o 14º mês após a promulgação, o empregador deverá distribuir, ao longo da semana, as duas horas acima das oito normais de serviço. Se repartidas igualmente, o empregado terá que trabalhar 8 horas e 24 minutos nos cinco dias na semana.&nbsp;</p>



<p>Finalizada a fase de transição, todos os empregados devem trabalhar, no máximo, oito horas diárias e 40 horas semanais em cinco dias na semana. Para trabalhar mais horas, apenas mediante pagamento de hora-extra.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Compensação&nbsp;</h4>



<p>O texto da nova lei permite, excepcionalmente, e mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, que seja estabelecido regime compensatório que permita escala diferente da 5&#215;2.&nbsp;</p>



<p>Nesses casos, os trabalhadores precisam ser compensados no mesmo “mês-calendário”, garantindo “o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”.&nbsp;</p>



<p>Ou seja, um trabalhador pode fazer ainda a escala 6&#215;1, desde que prevista em acordo coletivo. Nesse caso, o dia trabalhado a mais terá que ser compensado com uma folga dentro do mesmo mês.</p>



<p>Ao final desse mês, ele terá que ter gozado, na média, o equivalente a duas folgas remuneradas por semana.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Terceirizados da administração pública</h4>



<p>A regra de transição para os trabalhadores terceirizados do poder público é diferente, sob o argumento de “evitar riscos de descontinuidade na prestação de serviços públicos essenciais executados mediante terceirização”.&nbsp;</p>



<p>As empresas que prestam serviços para o&nbsp;Estado terão&nbsp;prazo de 12 meses após a promulgação da emenda, e não 60 dias como as demais, para acabar com a escala 6&#215;1 dos empregados.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Salários acima de 21 mil&nbsp;</h4>



<p>A legislação ainda que a redução da jornada diária não se aplicará aos empregados com diploma de nível superior com remuneração mensal igual ou superior a 2,5 vezes o limite máximo dos benefícios do INSS. Atualmente, essa conta dá R$ 21.188,87.&nbsp;</p>



<p>Nesses casos, a redução da jornada só ocorrerá por liberalidade do empregador (quando é concedido sem obrigação legal) ou se estiver prevista em acordo ou convenção coletiva de trabalho. O texto, contudo, determina a realização da escala 5&#215;2 nestes casos. &nbsp;</p>



<p><strong>Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/fim-da-escala-6x1-tera-impacto-positivo-avalia-ministro-wellington-dias/" data-type="post" data-id="56847">Fim da escala 6×1 terá impacto positivo, avalia ministro Wellington Dias</a></p>
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		<title>FMI pede apoio a economias que enfrentam choques com guerra e riscos de &#8216;inteligência avançada&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 01:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Isabella Pugliese Vellani &#8211; Estadão Conteúdo O Fundo Monetário Internacional .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Isabella Pugliese Vellani &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) informou que países-membros defenderam o aumento do apoio a economias que enfrentam dificuldades de financiamento de curto prazo, afetadas por impactos negativos de guerras e por preços elevados de energia, e alertaram que os riscos para a economia global seguem inclinados para baixo.</p>



<p>O comunicado divulgado após a semana de reuniões em Bangkok, na Tailândia, ressalta que a economia mundial tem resistido melhor do que o esperado a uma sequência de choques, mas que a resiliência &#8220;não pode ser dada como certa&#8221;. O texto é assinado pelo presidente do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (CMFI), Mohammed Al-Jadaan, ministro das Finanças da Arábia Saudita.</p>



<p>No texto, os membros do FMI destacaram que guerras e conflitos impõem elevado custo humanitário e econômico, com efeitos negativos relevantes que atingem de forma mais dura os mais pobres e vulneráveis. O documento também menciona que interrupções em cadeias de suprimento e tensões comerciais aumentam a incerteza e as pressões de preços, e afirma que avanços rápidos em tecnologias de &#8220;inteligência avançada&#8221; têm impulsionado investimento e comércio e podem elevar a produtividade, embora tragam riscos.</p>



<p>Entre as preocupações, o comunicado cita a possibilidade de agravamento de conflitos e tensões comerciais, com impacto sobre rotas críticas e pressão sobre commodities, inclusive produtos refinados de energia, além de piora na insegurança energética e alimentar.</p>



<p>O CMFI também apontou que a alta dos rendimentos de títulos soberanos em economias sistêmicas, somada a efeitos sobre as condições financeiras globais em um ambiente de alta dívida pública e necessidades de refinanciamento, pode ampliar vulnerabilidades macrofinanceiras, em meio a incertezas sobre os impactos econômicos e financeiros das tecnologias de inteligência avançada.</p>



<p>Os membros reafirmaram a prioridade de promover estabilidade macroeconômica e financeira com políticas consistentes e cooperação multilateral, defendendo a redução urgente de vulnerabilidades fiscais com consolidação ancorada em estruturas críveis de médio prazo, preservando os mais vulneráveis e investimentos prioritários. O texto reforça que bancos centrais seguem comprometidos com a estabilidade de preços e que a independência dessas instituições é essencial.</p>



<p>O próximo encontro do FMI será em abril de 2027, em Washington, D.C., capital dos Estados Unidos.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/fmi-ia-pode-impulsionar-crescimento-mas-aumentar-tensoes-economicas/" data-type="post" data-id="58746">FMI: IA pode impulsionar crescimento, mas aumentar tensões econômicas</a></p>



<p></p>
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		<title>Dólar sobe 1,15% e fecha a R$ 5,09 em dia de cautela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 01:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil* O dólar subiu cerca .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil*</strong></p>



<p>O dólar subiu cerca de 1% e fechou próximo de R$ 5,09 nesta quinta-feira (15), enquanto a Bolsa brasileira recuou também em torno de 1%, aos 204 mil pontos. O mercado teve um dia de cautela, com investidores atentos ao cenário eleitoral e a possíveis medidas econômicas do governo, como a proposta de emenda à Constituição da tarifa zero aos fins de semana.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705520&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705520&amp;o=node"></p>



<p>No exterior, o dólar perdeu força diante de outras moedas. O petróleo teve resultados distintos: o Brent caiu e o WTI avançou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais números</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dólar à vista: R$ 5,087 (+1,15%)</li>



<li>Máxima do dólar: R$ 5,098</li>



<li>Dólar no mês: queda acumulada de 1,70%</li>



<li>Dólar no ano: queda acumulada de 7,33%</li>



<li>Ibovespa: 204.324,26 pontos (-1,06%)</li>



<li>Ibovespa na semana: queda de 2,27%</li>



<li>Ibovespa no mês: alta de 9,65%</li>



<li>Petróleo tipo Brent: US$ 105,92 por barril (-0,13%);</li>



<li>Petróleo tipo WTI: US$ 97,97 por barril (+3,03%).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Dólar perto de R$ 5,10</h2>



<p>A moeda estadunidense ganhou força ao longo do pregão e renovou máximas na reta final, chegando a R$ 5,098. Nos minutos finais de negociação, o dólar comercial ficou em R$ 5,087, com valorização de 1,15%. Foi o maior valor de encerramento desde 2 de outubro, quando a cotação havia terminado em R$ 5,216.</p>



<p>O movimento ocorreu em sentido contrário ao do dólar no exterior. Por volta das 17h, o índice DXY, que mede a moeda americana ante uma cesta de seis divisas fortes, recuava 0,53%, aos 102,015 pontos.</p>



<p>No mercado brasileiro, a atenção estava voltada à divulgação de uma nova pesquisa eleitoral e ao noticiário sobre possíveis medidas do governo. A notícia de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderia anunciar tarifa zero no transporte público aos fins de semana e feriados também esteve no radar dos investidores.</p>



<p>Apesar das três altas consecutivas, o dólar ainda acumulava queda de 1,70% em outubro e de 7,33% no ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa perde força</h2>



<p>O Ibovespa passou boa parte da tarde na faixa dos 205 mil pontos, mas intensificou as perdas na última hora de negociação. O índice chegou a se aproximar da mínima do dia, de 203.110,43 pontos, e encerrou em queda de 1,06%, aos 204.324,26 pontos.</p>



<p>O desempenho foi marcado pela cautela dos investidores diante do cenário eleitoral e de notícias sobre medidas econômicas com impacto fiscal nos próximos anos.</p>



<p>O giro financeiro da sessão foi de R$ 27 bilhões. Mesmo com a queda do dia, o Ibovespa ainda acumulava alta de 9,65% em outubro e de 26,81% em 2026. Na semana, porém, o índice recuava 2,27%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo tem resultados mistos</h2>



<p>Os preços do petróleo fecharam sem direção única nesta quinta-feira, em meio a ajustes de posições após a alta da sessão anterior. O mercado acompanhou as tensões no Oriente Médio e entre Rússia e Ucrânia, além de sinais de aumento da oferta global.</p>



<p>Referência para as negociações internacionais, o petróleo tipo Brent, caiu 0,13% e terminou a sessão a US$ 105,92 por barril. O WTI para novembro, dos Estados Unidos, subiu 3,03%, para US$ 97,97 por barril.</p>



<p>A oferta também esteve no foco. Os estoques semanais de petróleo dos Estados Unidos caíram 8,557 milhões de barris, acima das previsões. Nesta quinta, a Agência Internacional de Energia concordou em acelerar a liberação de cerca de 100 milhões de barris de reservas estratégicas anunciada pelo G7 no início de outubro.</p>



<p><em>* com informações da Reuters</em></p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-5-este-ano/" data-type="post" data-id="58781">Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5% este ano</a></p>



<p></p>
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		<title>CUT comemora fim da escala 6&#215;1, enquanto CNI pede revisão da medida aprovada pelo Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 20:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação a partir da Agência Brasil A aprovação do fim .... </p>
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<p><strong>Por Redação a partir da Agência Brasil </strong></p>



<p>A aprovação do fim da escala de trabalho 6&#215;1 pelo Senado Federal, na quarta-feira (14), provocou reações diferentes entre representantes dos trabalhadores e do setor empresarial. Enquanto centrais sindicais comemoraram a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, entidades patronais manifestaram preocupação com os efeitos da mudança sobre os custos de produção, a inflação e a competitividade da economia brasileira.</p>



<p>A Central Única dos Trabalhadores (CUT) classificou a aprovação como uma conquista da mobilização dos trabalhadores. Em manifestação divulgada nesta quinta-feira (15), a entidade destacou que o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso representa uma mudança nas relações trabalhistas do país.</p>



<p>Em sentido contrário, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) defendeu que o Congresso Nacional reavalie a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019. Segundo a entidade, a redução da jornada poderá comprometer a produtividade das empresas e elevar os custos operacionais.</p>



<p>O presidente da CNI, Ricardo Alban, argumentou que os efeitos econômicos da medida precisam ser considerados pelos parlamentares, especialmente diante das dificuldades enfrentadas pela indústria brasileira em relação à competitividade.</p>



<p>A Força Sindical também se manifestou favoravelmente à aprovação. Para o presidente da entidade, Miguel Torres, a mudança permitirá que milhões de trabalhadores tenham mais tempo para atividades familiares, cuidados com a saúde, educação e lazer.</p>



<p>A central sindical também sustenta que experiências internacionais indicam a possibilidade de ganhos de produtividade associados à redução do tempo de trabalho, além de impactos sobre a geração de empregos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fim da escala 6&#215;1: impactos econômicos dividem entidades</h3>



<p>A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) também demonstrou preocupação com a aprovação da proposta. A entidade considera necessário aprofundar as discussões sobre os efeitos da redução da jornada, principalmente nos segmentos de comércio, serviços e turismo.</p>



<p>De acordo com estimativas apresentadas pela CNI, a mudança poderá elevar os custos de produção em até R$ 267 bilhões, provocar uma retração de 0,7% no Produto Interno Bruto (PIB) e contribuir para uma inflação média de 6,2%, conforme o cenário analisado pela confederação.</p>



<p>Outros levantamentos apresentam resultados diferentes. Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que a redução da jornada poderá representar um aumento de aproximadamente 1% no custo total das empresas em setores como comércio e indústria. Em atividades de vigilância e segurança, o impacto poderá chegar a 6,6%.</p>



<p>As diferenças entre as projeções refletem os métodos utilizados nas pesquisas e as características dos setores econômicos avaliados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Senado aprova redução da jornada para 40 horas semanais</h3>



<p>A proposta que estabelece o fim da escala 6&#215;1 foi aprovada pelo plenário do Senado na quarta-feira (14), com 75 votos favoráveis e apenas um contrário.</p>



<p>O texto prevê a adoção de uma jornada máxima de cinco dias de trabalho por semana, com dois dias de descanso remunerado, sem redução dos salários.</p>



<p>A implementação ocorrerá de maneira gradual, ao longo de 14 meses. Nos primeiros 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, as empresas deverão adotar a escala 5&#215;2 e limitar a jornada a 42 horas semanais.</p>



<p>Após mais 12 meses, o limite será reduzido para 40 horas semanais.</p>



<p>A mudança altera a organização do trabalho no país e deverá exigir adaptações das empresas, especialmente das atividades que funcionam durante todos os dias da semana.</p>



<p><strong>Foto: Marcelo Camargo &#8211; Agência Brasil</strong> </p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/e-autonomo-mei-ou-cnpj-veja-como-declarar-o-imposto-de-renda/" data-type="post" data-id="56567">É autônomo, MEI ou CNPJ? Veja como declarar o Imposto de Renda</a></p>
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		<title>Câmara aprova aumento no limite de receita bruta do MEI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 00:08:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[MEI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luciano Nascimento – Agência Brasil A Câmara dos Deputados aprovou .... </p>
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<p><strong>Por Luciano Nascimento – Agência Brasil</strong></p>



<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (14), por 461 votos favoráveis e quatro contrários, o aumento do teto da receita bruta anual para enquadramento como microempreendedor individual (MEI) e o perdão de dívidas inscritas na dívida ativa da União até 13 de outubro de 2026.</p>



<p>Com a aprovação, o limite vai subir progressivamente dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. Esta é a primeira vez desde 2018 que o teto é reajustado. A matéria passará por análise do Senado.</p>



<p>O Projeto de Lei Complementar (PLP) 186/26, de autoria do Poder Executivo, estabelece ainda que um MEI contrate até dois empregados que recebam exclusivamente um salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional. A legislação atualmente permite a contratação de apenas um empregado.</p>



<p>O governo disse que a mudança atende a uma demanda recorrente dos microempreendedores, impulsionada pelas discussões sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6&#215;1, que está sob análise do Senado.</p>



<p>Ainda de acordo com o governo, a atualização dos limites de receita bruta permitirá que negócios em processo de crescimento permaneçam enquadrados em regime simplificado por período mais adequado ao estágio de desenvolvimento.</p>



<p>“A ampliação não representa expansão real do regime, mas recomposição monetária do mesmo patamar fixado em 2018”, disse o governo, que estimou que o impacto orçamentário será de R$ 1,57 bilhão em 2027, R$ 3,15 bilhões em 2028 e R$ 3,38 bilhões em 2029.</p>



<p>O relator da matéria, deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), disse que o aumento do limite vai prevenir que o MEI tenha que dispensar um contrato para não extrapolar os limites atualmente impostos.</p>



<p>“Queremos aliviar o microempreendedor para que possa retomar suas atividades amplamente no mercado. Aquecer a economia, gerar emprego, beneficiar todos”, disse. “Se um MEI contrata hoje uma mulher e ela engravida, durante a licença não poderia contratar outro funcionário”, acrescentou o relator.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Perdão de dívidas</h3>



<p>O projeto concede ainda a anistia integral de dívidas de MEIs inscritos na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026.</p>



<p>Para ter direito ao benefício, o MEI deverá ficar adimplente no recolhimento dos tributos nos seis meses subsequentes à data de entrada em vigor da lei complementar, sob pena de cancelamento da remissão.</p>



<p>Além disso, o MEI terá que desistir de ações judiciais em curso na data de entrada em vigor da lei complementar. Não haverá pagamento de honorários advocatícios por causa da extinção do processo judicial.</p>



<p>Rubens Pereira Júnior disse que a medida deve beneficiar mais de três milhões de MEIs com débitos inscritos na União. O deputado disse ainda que parcela expressiva dessas dívidas apresenta baixa perspectiva de recuperação.</p>



<p>“A remissão proposta estabelece solução excepcional para esse passivo, permitindo a regularização de empreendedores que enfrentam dificuldades para quitar obrigações pretéritas. Ao mesmo tempo, a exigência de adimplência das contribuições com vencimento nos seis meses subsequentes à entrada em vigor da lei complementar procura associar a concessão do benefício à retomada do cumprimento regular das obrigações tributárias”, defendeu.</p>



<p>Também aumenta para R$ 100 mil o limite do valor para realização de licitações destinadas exclusivamente à participação de microempresas e empresas de pequeno porte, atualmente fixado em R$ 80 mil.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Simples Nacional</h3>



<p>Durante a sessão, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a Casa deve analisar até o fim do ano o reajuste para o Simples Nacional.</p>



<p>&#8220;Assumo o compromisso com todos os partidos desta Casa de que me dedicarei pessoalmente para que, até o final do ano, possamos tratar do reajuste das empresas no regime do Simples Nacional. Não haverá prejuízo algum&#8221;, afirmou.</p>



<p><strong>Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/marinho-pede-solucao-do-supremo-contra-uso-irregular-do-mei/" data-type="post" data-id="57368">Marinho pede solução do Supremo contra uso irregular do MEI</a></p>
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