<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>economia &#8211; Diário do Acionista</title>
	<atom:link href="https://diariodoacionista.com.br/tag/economia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://diariodoacionista.com.br</link>
	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
	<lastBuildDate>Fri, 09 Oct 2026 13:51:34 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.10</generator>

<image>
	<url>https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2021/04/icone-diario-do-acionista-150x150.png</url>
	<title>economia &#8211; Diário do Acionista</title>
	<link>https://diariodoacionista.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Febraban: metade dos bancos prevê corte de 0,25 pp na Selic em novembro e 13,50% no fim do ano</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/febraban-metade-dos-bancos-preve-corte-de-025-pp-na-selic-em-novembro-e-1350-no-fim-do-ano/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/febraban-metade-dos-bancos-preve-corte-de-025-pp-na-selic-em-novembro-e-1350-no-fim-do-ano/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=59114</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Gabriela Jucá &#8211; Estadão Conteúdo Metade dos bancos brasileiros que .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/febraban-metade-dos-bancos-preve-corte-de-025-pp-na-selic-em-novembro-e-1350-no-fim-do-ano/">Febraban: metade dos bancos prevê corte de 0,25 pp na Selic em novembro e 13,50% no fim do ano</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Gabriela Jucá &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>Metade dos bancos brasileiros que responderam à Pesquisa de Economia Bancária e Expectativas, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), prevê que a taxa Selic atinja o nível de 13,50% ao final deste ano, com a retomada do ciclo de cortes em março de 2027. A mediana das projeções indica um novo corte de 0,25 ponto porcentual na taxa Selic na reunião de novembro.</p>



<p>O restante dos respondentes se divide em 30% que não enxerga mais cortes em 2026 e 20% que espera o juro básico em 13,25% ao fim do ano ou menos.</p>



<p>O levantamento da Febraban é realizado a cada 45 dias, após as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), e nesta edição ouviu 20 instituições entre os dias 22 e 28 de setembro.</p>



<p>Em relação à atividade econômica de 2026, 45% dos participantes avaliam que o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer abaixo do consenso &#8211; de alta de 1,85%, conforme a última pesquisa Focus -, diante da desaceleração dos setores mais cíclicos. Já 40% dos respondentes ainda projetam expansão em linha com a estimativa de 1,85%, com estímulos fiscais e creditícios que tendem a compensar parcialmente os vetores de baixa.</p>



<p>A pesquisa também destacou a visão dos bancos sobre a inflação. Na comparação com pesquisa realizada em agosto, houve uma piora na percepção dos participantes quanto à dinâmica inflacionária: 50% avaliam que o IPCA deve ficar acima do consenso de 4,9% neste ano, em meio aos choques de oferta simultâneos. Outros 40% estimam IPCA em torno de 4,9% em 2026.</p>



<p>No cenário internacional, com a persistência da inflação acima da meta e a resiliência da atividade nos Estados Unidos, a maioria dos participantes (75%) espera uma nova elevação de 0,25 ponto porcentual dos juros pelo Federal Reserve até o fim do ano</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Crédito</strong></h3>



<p>A Febraban ainda apontou que a expectativa de crescimento para a carteira de crédito total neste ano é de 8,9%. Segundo o levantamento, o resultado reflete a alta projetada no avanço da carteira direcionada. Já para 2027, a expectativa de crescimento da carteira total é de 7,4%, também impulsionada pela alta da carteira direcionada.</p>



<p>O levantamento destaca que a expectativa para a inadimplência da carteira livre (PF+PJ) é de 6,1% em 2026 e 5,9% em 2027, sinalizando continuidade das pressões sobre o indicador, diante do elevado nível de endividamento das empresas e famílias.</p>



<p>Com relação à inadimplência das famílias, a percepção predominante (65%) é de que o indicador deve seguir em alta até o fim do ano. Por outro lado, 30% acreditam na estabilidade do indicador no nível atual.</p>



<p><strong>Foto: Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/procon-e-febraban-orientam-consumidores-sobre-gastos-no-fim-de-ano/" data-type="post" data-id="44292">Procon e Febraban orientam consumidores sobre gastos no fim de ano</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/febraban-metade-dos-bancos-preve-corte-de-025-pp-na-selic-em-novembro-e-1350-no-fim-do-ano/">Febraban: metade dos bancos prevê corte de 0,25 pp na Selic em novembro e 13,50% no fim do ano</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/febraban-metade-dos-bancos-preve-corte-de-025-pp-na-selic-em-novembro-e-1350-no-fim-do-ano/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>OMC eleva previsão de crescimento do comércio de bens em 2026 a 3,9%, mas reduz serviços</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/omc-eleva-previsao-de-crescimento-do-comercio-de-bens-em-2026-a-39-mas-reduz-servicos/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/omc-eleva-previsao-de-crescimento-do-comercio-de-bens-em-2026-a-39-mas-reduz-servicos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:43:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[OMC]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=59110</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Isabella Pugliese Vellani &#8211; Estadão Conteúdo A Organização Mundial do .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/omc-eleva-previsao-de-crescimento-do-comercio-de-bens-em-2026-a-39-mas-reduz-servicos/">OMC eleva previsão de crescimento do comércio de bens em 2026 a 3,9%, mas reduz serviços</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Isabella Pugliese Vellani &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>A Organização Mundial do Comércio (OMC) revisou para cima a projeção de crescimento do volume do comércio de mercadorias em 2026, de 1,9% (no cenário-base de março) para 3,9%, impulsionada por investimentos em inteligência artificial (IA) acima do esperado.</p>



<p>Em relatório de perspectivas publicado nesta quinta-feira (08), a OMC afirmou que, apesar do conflito no Oriente Médio, a economia global tem se mantido resiliente.</p>



<p>Segundo a entidade, isso reflete um &#8220;forte e inesperado salto nos investimentos de capital ligados à IA&#8221;, além do aumento da oferta de combustíveis e fertilizantes por países fora do Oriente Médio.</p>



<p>Por outro lado, a OMC revisou para baixo a projeção de crescimento do volume do comércio de serviços em 2026, de 4,8% para 3,3%, citando os prejuízos do conflito no Oriente Médio para viagens e turismo na região e a alta dos custos de combustíveis em todo o mundo.</p>



<p>Para 2027, a OMC projeta que as taxas de crescimento em volume do comércio de mercadorias e de serviços comerciais avancem para 4,1% e 6,4%, respectivamente, mas ressalva que o cenário depende de uma solução rápida para o conflito no Oriente Médio. Com base nessas projeções, a organização estima que o volume do comércio mundial de bens e serviços cresça cerca de 3,7% em 2026 e 4,7% em 2027.</p>



<p>&#8220;As projeções para o comércio continuam sujeitas a vários riscos significativos&#8221;, afirmou a OMC. &#8220;Uma desaceleração ou reversão nos aportes em IA poderia ter um impacto relevante no comércio, dada a elevada dependência de importações&#8221;, acrescentou.</p>



<p><strong>Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/saiba-mais-sobre-acordo-para-facilitar-comercio-eletronico-no-mercosul/" data-type="post" data-id="58488">Saiba mais sobre acordo para facilitar comércio eletrônico no Mercosul</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/omc-eleva-previsao-de-crescimento-do-comercio-de-bens-em-2026-a-39-mas-reduz-servicos/">OMC eleva previsão de crescimento do comércio de bens em 2026 a 3,9%, mas reduz serviços</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/omc-eleva-previsao-de-crescimento-do-comercio-de-bens-em-2026-a-39-mas-reduz-servicos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Indústria aponta juros altos como principal barreira ao crédito</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/industria-aponta-juros-altos-como-principal-barreira-ao-credito/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/industria-aponta-juros-altos-como-principal-barreira-ao-credito/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:36:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=59120</guid>

					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil Os juros altos são .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/industria-aponta-juros-altos-como-principal-barreira-ao-credito/">Indústria aponta juros altos como principal barreira ao crédito</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>Os juros altos são o principal obstáculo para a indústria brasileira acessar crédito, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (9) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704817&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704817&amp;o=node"></p>



<p>Entre as empresas que tiveram dificuldades para obter financiamento de curto ou médio prazo, 76% apontaram as taxas elevadas como uma das principais barreiras. Nas operações de longo prazo, com vencimento superior a cinco anos, os juros foram citados por 69% dos empresários.</p>



<p>A Sondagem Especial 107 – Condições de Acesso ao Crédito em 2026 ouviu 1.701 empresas industriais, de 3 a 12 de agosto,&nbsp;sobre as condições enfrentadas entre fevereiro e&nbsp;julho.&nbsp;O universo da pesquisa inclui&nbsp;692 pequenas, 612 médias e 397 grandes empresas industriais em todo o país.</p>



<p>Apesar de ainda liderarem o ranking de obstáculos, as taxas perderam peso em relação à pesquisa anterior. Em 2025, eram apontadas por 80% das empresas nas operações de curto e médio prazo e por 71% nas de longo prazo.</p>



<p>“A queda dos juros leva um tempo para se refletir no custo do crédito, que ainda chega bastante elevado para as empresas”, afirma em nota Maria Virgínia Colusso, analista de Políticas e Indústria da CNI.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outras barreiras</h2>



<p>Depois dos juros, as exigências de garantias reais aparecem como o principal entrave nas operações de curto e médio prazo. O problema foi citado por 33,4% das empresas. No crédito de longo prazo, o percentual ficou em 31,5%.</p>



<p>A burocracia foi mencionada por 13,6% dos empresários nas operações de curto e médio prazo. Já no longo prazo, a segunda dificuldade foi o prazo de carência considerado insuficiente, citado por 18,9%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais obstáculos</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Juros elevados: 76% no curto/médio prazo e 69% no longo prazo;</li>



<li>Garantias reais: 33,4% e 31,5%, respectivamente;</li>



<li>Burocracia: 13,6% no curto/médio prazo;</li>



<li>Carência insuficiente: 18,9% no longo prazo.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Busca por crédito</h2>



<p>Quase metade das empresas industriais, 49,9%, não tentou contratar ou renovar crédito de curto ou médio prazo no período analisado. Apenas 22,9% conseguiram contratar ou renovar financiamento, e 7,5% tentaram, mas não obtiveram os recursos.</p>



<p>No crédito de longo prazo, 54% não buscaram financiamento. Outros 15,5% conseguiram contratar ou renovar operações, e 9,2% tentaram, sem sucesso.</p>



<p>Considerando apenas as empresas que efetivamente buscaram crédito, a taxa de frustração aumentou em relação a 2025:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Curto/médio prazo: 24,7%, contra 20% em 2025;</li>



<li>Longo prazo: 37,2%, contra 33% no ano anterior.</li>
</ul>



<p>As pequenas empresas tiveram os maiores índices de insucesso. No longo prazo, por exemplo, 48,2% das pequenas e 48,1% das médias não conseguiram obter o crédito procurado, ante 29,9% das grandes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crédito para despesas</h2>



<p>A pesquisa também identificou que empresas industriais continuam recorrendo a linhas de longo prazo para financiar despesas do dia a dia. Entre as que buscaram, contrataram ou renovaram esse tipo de crédito, 28,7% indicaram o capital de giro como principal finalidade.</p>



<p>O percentual ficou acima do registrado para investimentos em máquinas e equipamentos (23,6%) e construção ou instalações (11,6%).</p>



<p>Segundo a CNI, o movimento chama atenção porque linhas de longo prazo normalmente são destinadas a investimentos, enquanto despesas como folha de pagamento, materiais e insumos costumam ser financiadas por operações de menor duração.</p>



<p>No curto e médio prazo, quase 60% das empresas apontaram o capital de giro como principal finalidade do crédito.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Menos custos</h2>



<p>Para as empresas, a redução dos custos tributários e administrativos seria a principal medida para facilitar o acesso ao crédito. A alternativa foi escolhida por 38,4% dos entrevistados para operações de curto e médio prazo e por 31,2% para as de longo prazo.</p>



<p>Também aparecem entre as principais sugestões:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ampliação das linhas públicas: 22,8% no curto/médio prazo e 26,3% no longo;</li>



<li>Simplificação das exigências bancárias: 21,1% e 22,1%, respectivamente.</li>
</ul>



<p><strong>Foto: FÁBRICA WEG EM ITAJAÍ/DIVULGAÇÃO</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/governo-corta-taxa-de-importacao-para-produtos-usados-na-fabricacao-do-plastico/" data-type="post" data-id="24324">Governo corta taxa de importação para produtos usados na fabricação do plástico</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/industria-aponta-juros-altos-como-principal-barreira-ao-credito/">Indústria aponta juros altos como principal barreira ao crédito</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/industria-aponta-juros-altos-como-principal-barreira-ao-credito/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Produção de veículos tem melhor setembro desde 2014, diz Anfavea</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/producao-de-veiculos-tem-melhor-setembro-desde-2014-diz-anfavea/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/producao-de-veiculos-tem-melhor-setembro-desde-2014-diz-anfavea/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:29:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#empresa]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=59116</guid>

					<description><![CDATA[<p>Elaine Patricia Cruz &#8211; Repórter da Agência Brasil Apesar de apresentar .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/producao-de-veiculos-tem-melhor-setembro-desde-2014-diz-anfavea/">Produção de veículos tem melhor setembro desde 2014, diz Anfavea</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Elaine Patricia Cruz &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>Apesar de apresentar queda de 1,1% em relação a agosto, a produção de veículos no Brasil – que engloba automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões – teve um bom desempenho em setembro, com crescimento de 10,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Segundo balanço divulgado na tarde desta quarta-feira (7) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), este foi o melhor mês de setembro desde 2014, com uma produção de 268,3 mil veículos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704713&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704713&amp;o=node"></p>



<p>No acumulado do ano, entre janeiro e setembro, a alta é de 8,7% em relação ao mesmo período do ano passado, com quase 2,2 milhões de unidades produzidas. No entanto, alerta a associação, das 173 mil unidades produzidas a mais na comparação com o ano passado, apenas 50 mil foram fabricadas totalmente no país. O restante ocorreu nos regimes CKD (Completely Knocked Down) e SKD (Semi Knocked Down), que permitem a montagem final dos automóveis no Brasil.</p>



<p>Além do crescimento na produção, em setembro, o setor também apresentou o maior volume de emplacamentos para o mês desde 2014, com 281,4 mil unidades comercializadas. Isso foi impulsionado principalmente pelas vendas de automóveis, que avançaram 22,5% no ano.</p>



<p>“Esse mês de setembro foi o maior volume desde 2014. Há muito tempo a gente não tinha um mês de setembro tão bom”, disse o&nbsp;presidente da Anfavea, Igor Calvet,&nbsp;em entrevista coletiva concedida hoje.</p>



<p>Enquanto houve aumento na produção e nos emplacamentos, as exportações continuaram em queda, sem apresentar sinal de recuperação. Há seis meses, segundo a Anfavea, as exportações estão estagnadas em um patamar mensal abaixo de 40 mil unidades, principalmente por causa da situação da Argentina e da perda de participação dos veículos brasileiros para os modelos chineses e mexicanos.</p>



<p>Em setembro, foram exportadas 39,8 mil unidades, alta de 0,1% sobre agosto e queda de 24,2% sobre setembro do ano passado.</p>



<p>“A gente depende muito da Argentina e 96% dessa queda pode ser explicada pela queda [das exportações] para a Argentina”, disse Calvet.</p>



<p>Além disso, destacou ele, as importações de veículos vêm apresentando alta, com crescimento de 34,9% sobre setembro do ano passado. “As importações cresceram 30% no acumulado [do ano] e a nossa exportação tem crescido 20%. Então, a gente não só está aumentando o que compramos do exterior, como também diminuindo a nossa venda para o exterior”, ressaltou o presidente da entidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Revisão</h2>



<p>Com o bom desempenho observado ao longo deste ano tanto de vendas quanto de produção, a Anfavea decidiu revisar as projeções de fechamento do setor para o final de 2026.</p>



<p>A expectativa da associação é que o Brasil feche o ano com 3,1 milhões de autoveículos emplacados, um patamar que não é alcançado desde 2014. Se isso se confirmar, a Anfavea estima que o crescimento será de 15,2% em relação a 2025, acima dos 2,7% que haviam sido previstos no início deste ano. Este avanço, diz a associação, deve ser impulsionado pelos segmentos de automóveis e comerciais leves, cuja expectativa de crescimento passou para 16,4%.</p>



<p>A produção, por sua vez, também deve registrar um desempenho positivo, mas ainda distante do potencial da demanda interna. A projeção de crescimento passou de 3,7% para 6,7%, com um volume superior a 2,8 milhões de unidades, o que seria o melhor resultado desde 2019.</p>



<p>Por outro lado, o segmento de veículos pesados, composto por caminhões e ônibus, ainda deverá encerrar o ano com uma retração de 6,5% nos emplacamentos. Segundo as projeções, as exportações também devem ter desempenho negativo, com queda de 17,7%.</p>



<p><strong>Foto: Divulgação</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/producao-de-veiculos-sobe-88-no-primeiro-semestre-diz-anfavea/" data-type="post" data-id="57742">Produção de veículos sobe 8,8% no primeiro semestre, diz Anfavea</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/producao-de-veiculos-tem-melhor-setembro-desde-2014-diz-anfavea/">Produção de veículos tem melhor setembro desde 2014, diz Anfavea</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/producao-de-veiculos-tem-melhor-setembro-desde-2014-diz-anfavea/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Leilão da ANP arrecada R$ 3 bilhões com a venda de 49 blocos</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/leilao-da-anp-arrecada-r-3-bilhoes-com-a-venda-de-49-blocos/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/leilao-da-anp-arrecada-r-3-bilhoes-com-a-venda-de-49-blocos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 02:56:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=59095</guid>

					<description><![CDATA[<p>Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil O 6º ciclo da .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/leilao-da-anp-arrecada-r-3-bilhoes-com-a-venda-de-49-blocos/">Leilão da ANP arrecada R$ 3 bilhões com a venda de 49 blocos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O 6º ciclo da Oferta Permanente de Concessão, realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta quarta-feira (7), arrecadou R$ 3 bilhões, em bônus de assinatura pela venda de 49 blocos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704755&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704755&amp;o=node"></p>



<p>Estão previstos investimentos de R$ 4,5 bilhões somente na primeira fase dos contratos, a fase de exploração.</p>



<p>Os 49 blocos arrematados estão localizados nas bacias: Potiguar, Tacutu, Recôncavo, Parnaíba, Tucano Sul, Campos e Ceará.</p>



<p>Já as três áreas com acumulações marginais arrematadas estão nas bacias Potiguar e Tucano Sul. O bônus de R$ 1.5 bilhão para essas áreas representou um ágio médio de 442%.</p>



<p>A assinatura dos contratos de concessão está prevista para ocorrer até 26 de fevereiro de 2027.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Oferta de Partilha</h2>



<p>Nesta quarta-feira pela manhã, a ANP realizou o 4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha de Produção (OPP), <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/maior-leilao-do-pre-sal-termina-com-sete-dos-13-blocos-arrematados" target="_blank" rel="noopener">maior leilão de blocos de exploração e produção de petróleo e gás</a> do chamado Polígono do Pré-Sal terminou com sete dos 13 blocos ofertados sendo arrematados.</p>



<p>Esse foi o leilão do pré-sal com mais blocos arrematados. O anterior (3º Ciclo, em 2025), teve cinco áreas licitadas. Com o resultado, a área exploratória sob regime de partilha aumenta 58%, alcançando 39,2 mil km², o equivalente a cerca de 90% do território do estado do Rio de Janeiro (43,8 mil km²).</p>



<p><strong>Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/anp-vai-notificar-petrobras-para-que-oferte-diesel-e-gasolina/" data-type="post" data-id="55367">ANP vai notificar Petrobras para que oferte diesel e gasolina</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/leilao-da-anp-arrecada-r-3-bilhoes-com-a-venda-de-49-blocos/">Leilão da ANP arrecada R$ 3 bilhões com a venda de 49 blocos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/leilao-da-anp-arrecada-r-3-bilhoes-com-a-venda-de-49-blocos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dólar volta a R$ 5 com ambiente externo e ajuste pós-eleitoral</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/dolar-volta-a-r-5-com-ambiente-externo-e-ajuste-pos-eleitoral/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/dolar-volta-a-r-5-com-ambiente-externo-e-ajuste-pos-eleitoral/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 02:59:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=59080</guid>

					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* O mercado financeiro brasileiro .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/dolar-volta-a-r-5-com-ambiente-externo-e-ajuste-pos-eleitoral/">Dólar volta a R$ 5 com ambiente externo e ajuste pós-eleitoral</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*</strong></p>



<p>O mercado financeiro brasileiro teve uma sessão de ajuste nesta quarta-feira (7), após o rali (forte queda do dólar e alta da bolsa) registrado depois do primeiro turno das eleições. O dólar voltou a superar R$ 5, e o Ibovespa recuou 0,74% e encerrou aos 204 mil pontos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704738&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704738&amp;o=node"></p>



<p>No exterior, bolsas caíram, os juros dos Treasuries permaneceram elevados e o petróleo seguiu acima de US$ 100 por barril.</p>



<p>Principais números</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dólar à vista: R$ 5,016 (-0,83%);</li>



<li>Dólar no ano: queda de 8,62%</li>



<li>Ibovespa: 204.302,33 pontos (-0,74%);</li>



<li>Ibovespa no mês: alta de 9,64%;</li>



<li>Ibovespa no ano: alta de 26,8%.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Dólar acima de R$ 5</h2>



<p>O dólar à vista fechou em alta de 0,83%, a R$ 5,016, depois de atingir a máxima de R$ 5,017 na reta final dos negócios. Na sessão anterior, a moeda havia registrado a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/dolar-fecha-abaixo-de-r-5-pela-primeira-vez-desde-maio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">menor cotação </a>em quase cinco meses.</p>



<p>O movimento interrompeu dois pregões consecutivos de queda, período em que o dólar acumulou baixa de 4,65%. Na semana, a moeda ainda registra queda de 3,94%.</p>



<p>No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana contra uma cesta de seis divisas, subiu 0,36%, a 102,280, após atingir máxima de 102,499.</p>



<p>Os mercados também acompanharam a trajetória dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos. A taxa dos papéis de dez anos chegou a 5,36%, maior nível em 24 anos, antes de recuar para a região de 5,28%.</p>



<p>Juros altos em economias avançadas estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil, pressionando o dólar e a bolsa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa recua</h2>



<p>O Ibovespa fechou em queda de 0,74%, aos 204.302,33 pontos, após oscilar entre a mínima de 204.176,12 pontos e a máxima de 206.877,47 pontos.</p>



<p>O volume financeiro movimentado no pregão somou R$ 57,2 bilhões, antes dos ajustes finais.</p>



<p>Com a queda desta quarta-feira, o índice interrompeu mais uma sessão de alta após o movimento de forte valorização registrado depois do primeiro turno. Mesmo assim, acumula alta de 9,64% no mês e de 26,8% em 2026.</p>



<p>As bolsas estadunidenses também terminaram o dia no campo negativo. O S&amp;P 500, índice das 500 maiores empresas dos Estados Unidos, caiu 0,22%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo e Fed</h2>



<p>Os preços do petróleo perderam força ao longo da tarde,<strong> mas o barril do tipo Brent para dezembro permaneceu acima de US$ 100.</strong> A alta do produto também esteve no radar dos investidores diante das novas tensões no Oriente Médio.</p>



<p>No mercado de juros estadunidense, os investidores avaliaram a ata da reunião de setembro do Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos), quando a taxa básica do país foi elevada para a faixa de 3,75% a 4%.</p>



<p>O documento mostrou divergências entre os dirigentes sobre os fundamentos para a elevação dos juros e manteve a inflação entre os principais focos de atenção do banco central estadunidense.</p>



<p><em>*Com informações da Reuters</em></p>



<p><strong>Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/economia-brasileira-cresceu-025-em-maio/" data-type="post" data-id="40166">Economia brasileira cresceu 0,25% em maio</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/dolar-volta-a-r-5-com-ambiente-externo-e-ajuste-pos-eleitoral/">Dólar volta a R$ 5 com ambiente externo e ajuste pós-eleitoral</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/dolar-volta-a-r-5-com-ambiente-externo-e-ajuste-pos-eleitoral/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Pesquisa revela diferenças entre homens e mulheres na busca por seguro; 83% usam carro para trabalhar </title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/pesquisa-revela-diferencas-entre-homens-e-mulheres-na-busca-por-seguro-83-usam-carro-para-trabalhar/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/pesquisa-revela-diferencas-entre-homens-e-mulheres-na-busca-por-seguro-83-usam-carro-para-trabalhar/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 01:57:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Seguros]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[seguro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=59077</guid>

					<description><![CDATA[<p>Por Redação Homens e mulheres apresentam diferenças nos fatores que pesam .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/pesquisa-revela-diferencas-entre-homens-e-mulheres-na-busca-por-seguro-83-usam-carro-para-trabalhar/">Pesquisa revela diferenças entre homens e mulheres na busca por seguro; 83% usam carro para trabalhar </a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>Homens e mulheres apresentam diferenças nos fatores que pesam na contratação de um seguro para o carro, segundo levantamento realizado pela insurtech Loovi com sua base de clientes entre janeiro e junho de 2026. Enquanto entre os homens a procura aparece mais relacionada à proteção do patrimônio e aos prejuízos financeiros provocados por acidentes, roubos ou danos a terceiros, entre as mulheres ganham peso a segurança, a assistência em situações de emergência e a necessidade de manter os deslocamentos da rotina.</p>



<p>A relação com o trabalho é um dos pontos que ajudam a dimensionar a importância do veículo para os consumidores pesquisados. De acordo com o levantamento, 83% dos clientes utilizam o carro para ir e voltar do trabalho. Outros 18% afirmam que o automóvel é utilizado como fonte de renda, situação que inclui motoristas que dependem diretamente do veículo para exercer atividades profissionais.</p>



<p>O uso do automóvel também ultrapassa as necessidades individuais. A pesquisa mostra que 68% dos entrevistados compartilham o carro com familiares. Nesse cenário, problemas como roubo, furto, colisão ou necessidade de reparo podem afetar não apenas o proprietário, mas também os deslocamentos de outras pessoas da família.</p>



<p>Os números devem ser interpretados dentro do universo pesquisado, já que o levantamento considera a base de clientes da empresa e não representa necessariamente o comportamento de todos os motoristas brasileiros. Ainda assim, os resultados apontam como trabalho, renda, patrimônio e organização familiar podem interferir na decisão de contratar uma apólice e na escolha das coberturas consideradas mais importantes.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Seguro auto acompanha diferentes formas de uso do veículo</strong></h3>



<p>A dependência do automóvel para atividades profissionais também encontra paralelo no avanço do trabalho mediado por plataformas digitais. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 1,7 milhão de pessoas trabalhavam por meio de plataformas digitais de serviços no país no terceiro trimestre de 2024. O contingente correspondia a 1,9% da população ocupada no setor privado considerada pelo levantamento.</p>



<p>No caso das mulheres, a importância atribuída à manutenção da rotina pode ser analisada também a partir da distribuição das responsabilidades domésticas e de cuidado. Dados do IBGE mostram que, em 2022, as mulheres dedicavam, em média, 21,3 horas semanais aos afazeres domésticos e aos cuidados de pessoas, enquanto os homens destinavam 11,7 horas às mesmas atividades.</p>



<p>Ao analisar essa diferença, a analista do IBGE Alessandra Brito explicou que a participação feminina no mercado de trabalho reduz o tempo disponível, mas não elimina as demais responsabilidades. “Quando no mercado de trabalho, ela fica com menos horas disponíveis para fazer tripla jornada: cuidados, afazeres e trabalhar fora”, afirmou a especialista em análise divulgada pelo instituto.</p>



<p>A procura por proteção para veículos ocorre em meio ao crescimento das receitas do segmento. Dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostram que o seguro automóvel movimentou R$ 30,73 bilhões em prêmios no primeiro semestre de 2026. O resultado representa crescimento nominal de 6,29% e avanço real de 1,86% em relação ao mesmo período de 2025.</p>



<p>Segundo a Susep, o seguro automóvel pode oferecer proteção contra prejuízos relacionados a colisões, incêndio, roubo e furto, além de coberturas de responsabilidade civil por danos provocados a terceiros, conforme as condições previstas na apólice. O limite de indenização e os riscos cobertos variam de acordo com o contrato firmado entre segurado e seguradora.</p>



<p>Para o superintendente da Susep, Alessandro Octaviani, existe espaço para ampliar a presença dos seguros entre os brasileiros. “O Brasil tem um enorme mercado potencial de seguro”, afirmou ao tratar da expansão do acesso aos produtos do setor. Os dados da pesquisa indicam que essa decisão também passa pela maneira como o consumidor utiliza o automóvel: seja como patrimônio, instrumento de trabalho ou meio de transporte necessário para organizar a rotina familiar.</p>



<p><strong>Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/seguro-de-vida-cresce-em-2026-e-amplia-impacto-sobre-a-economia-e-o-mercado-segurador/" data-type="post" data-id="58484">Seguro de vida cresce em 2026 e amplia impacto sobre a economia e o mercado segurador</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/pesquisa-revela-diferencas-entre-homens-e-mulheres-na-busca-por-seguro-83-usam-carro-para-trabalhar/">Pesquisa revela diferenças entre homens e mulheres na busca por seguro; 83% usam carro para trabalhar </a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/pesquisa-revela-diferencas-entre-homens-e-mulheres-na-busca-por-seguro-83-usam-carro-para-trabalhar/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Dólar cai a R$ 5, e bolsa sobe quase 8% após primeiro turno</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/dolar-cai-a-r-5-e-bolsa-sobe-quase-8-apos-primeiro-turno/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/dolar-cai-a-r-5-e-bolsa-sobe-quase-8-apos-primeiro-turno/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 00:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=59056</guid>

					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* O mercado financeiro brasileiro .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/dolar-cai-a-r-5-e-bolsa-sobe-quase-8-apos-primeiro-turno/">Dólar cai a R$ 5, e bolsa sobe quase 8% após primeiro turno</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*</strong></p>



<p>O mercado financeiro brasileiro reagiu com forte alta nesta segunda-feira (5) ao resultado do primeiro turno das eleições presidenciais. O dólar caiu para a casa dos R$ 5, enquanto o Ibovespa avançou quase 8% e ultrapassou pela primeira vez os 200 mil pontos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704471&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704471&amp;o=node"></p>



<p>No exterior, ativos brasileiros também registraram forte valorização, em meio à percepção de redução do prêmio de risco do país.</p>



<p><strong>Principais números</strong><br>•&nbsp; &nbsp; Dólar: R$ 5,0022 (-4,12%);<br>•&nbsp; &nbsp; Mínima do dólar: R$ 4,95, por volta das 10h30;<br>•&nbsp; &nbsp; Ibovespa: 207.190,44 pontos (+7,85%);<br>•&nbsp; &nbsp; Máxima do Ibovespa: 209.605,70 pontos;<br>•&nbsp; &nbsp; Mínima do Ibovespa: 192.137,63 pontos;<br>•&nbsp; &nbsp; Petróleo Brent: US$ 100,32 (-1,89%);<br>•&nbsp; &nbsp; Petróleo WTI: US$ 89,43 (-1,84%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dólar em queda</h2>



<p>O dólar à vista encerrou o pregão com baixa de 4,12%, cotado a R$ 5,0022 na venda. Foi a menor cotação de fechamento desde 21 de maio, quando a moeda havia terminado o dia em R$ 5,0004.</p>



<p>Na sexta-feira (2), o dólar havia subido quase 1% e fechado a R$ 5,2175, em meio à cautela dos investidores antes da divulgação do resultado eleitoral.</p>



<p>Com o desempenho desta segunda, a moeda norte-americana passou a acumular queda de 8,87% no ano.</p>



<p>A reação do câmbio ocorreu após o senador Flávio Bolsonaro (PL) terminar o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dois candidatos disputarão o segundo turno em 25 de outubro.</p>



<p>A leitura inicial dos investidores foi de redução do prêmio de risco dos ativos brasileiros, o que favoreceu o real e também pressionou para baixo as taxas futuras de juros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa bate recorde</h2>



<p>O Ibovespa disparou nesta segunda-feira e renovou máximas históricas. O principal índice da Bolsa brasileira fechou em 207.190,44 pontos, alta de 7,85%.</p>



<p>Durante a sessão, o indicador chegou a 209.605,70 pontos, maior nível intradiário já registrado, e teve mínima de 192.137,63 pontos.</p>



<p>O volume financeiro somava R$ 97,58 bilhões antes dos ajustes finais.</p>



<p>A alta ampliou o movimento observado na sexta-feira, quando o Ibovespa já havia avançado 2,63%, encerrando o pregão aos 192.137,63 pontos. Parte dos investidores havia antecipado, nos últimos dias, uma reação positiva ao resultado eleitoral.</p>



<p>No exterior, o principal fundo de ações brasileiras negociado em Nova York, o ETF EWZ, avançava 12,57% no fim da tarde, sinalizando forte demanda por ativos brasileiros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo recua</h2>



<p>Apesar da forte valorização dos ativos brasileiros, o petróleo fechou o dia em queda.</p>



<p>O barril do tipo Brent, referência internacional, para dezembro recuou 1,89%, a US$ 100,32.</p>



<p>Já o WTI, referência no mercado norte-americano, com contrato para novembro, caiu 1,84%, para US$ 89,43 por barril.</p>



<p>Nos mercados internacionais, as bolsas asiáticas começaram a semana em alta, influenciadas pela menor expectativa de novos aumentos de juros nos Estados Unidos.</p>



<p>Em Nova York, os índices operavam em baixa na pré-abertura, enquanto as principais bolsas europeias apresentavam comportamento misto.</p>



<p><strong><em>* com informações da Reuters</em></strong></p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/euro-cai-ao-mesmo-valor-do-dolar-pela-primeira-vez-desde-2002-entenda/" data-type="post" data-id="23621">Euro cai ao mesmo valor do dólar pela primeira vez desde 2002; entenda</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/dolar-cai-a-r-5-e-bolsa-sobe-quase-8-apos-primeiro-turno/">Dólar cai a R$ 5, e bolsa sobe quase 8% após primeiro turno</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/dolar-cai-a-r-5-e-bolsa-sobe-quase-8-apos-primeiro-turno/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Focus: mercado eleva previsão da inflação para 5,01% em 2026</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/focus-mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-501-em-2026/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/focus-mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-501-em-2026/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:49:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=59046</guid>

					<description><![CDATA[<p>Pedro Peduzzi &#8211; Agência Brasil A projeção do mercado financeiro para .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/focus-mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-501-em-2026/">Focus: mercado eleva previsão da inflação para 5,01% em 2026</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pedro Peduzzi &#8211; Agência Brasil</strong></p>



<p>A projeção do mercado financeiro para a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/inflacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inflação</a> oficial em 2026 subiu de 4,99% para 5,01%, segundo o <em>Boletim Focus</em> divulgado nesta segunda-feira (5) pelo <a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Banco Central</a>. Foi a terceira alta consecutiva da estimativa para o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ipca" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)</a>, considerado a inflação oficial do país.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704428&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704428&amp;o=node"></p>



<p>Para 2027, a expectativa para a inflação passou de 4,31% para 4,30%. Para 2028, a projeção foi mantida em 3,8%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB</h2>



<p>Em relação ao crescimento da economia, a estimativa para o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/pib" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Produto Interno Bruto (PIB)</a> caiu de 1,86% para 1,85% em 2026. Para 2027, a projeção recuou de 1,41% para 1,40%. Para 2028, a expectativa passou de 1,83% para 1,81%.</p>



<p>A projeção para a cotação do dólar no fim deste ano permaneceu em R$ 5,20. Para 2027, a expectativa foi mantida em R$ 5,28. Para 2028, continuou em R$ 5,30.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Selic</h2>



<p>A expectativa para a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/selic" target="_blank" rel="noreferrer noopener">taxa básica de juros (Selic) </a>foi mantida em 13,5% ao ano para o encerramento de 2026. Para 2027, os analistas mantiveram a previsão em 12% ao ano. Para 2028, a estimativa ficou estável, em 10,5% ao ano.</p>



<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. Quando o <a href="https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/copom" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Comitê de Política Monetária (Copom)</a> aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Com menor consumo e investimento, a tendência é reduzir as pressões sobre os preços.</p>



<p>Quando reduz a Selic, o Banco Central busca estimular a atividade econômica. Juros menores facilitam o crédito e incentivam a produção e o consumo, o que pode impulsionar a economia, mas também aumentar as pressões inflacionárias.</p>



<p>Desde janeiro de 2025, o país adota o sistema de meta contínua de inflação. A meta definida pelo <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/cmn" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conselho Monetário Nacional (CMN)</a> é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Dessa forma, a inflação é considerada dentro da faixa se permanecer entre 1,5% e 4,5%.</p>



<p>A projeção do mercado para 2026 continua acima do limite superior desse intervalo.</p>



<p><strong>Foto: José Cruz/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/estimativas-do-mercado-para-inflacao-e-pib-ficam-estaveis/" data-type="post" data-id="54830">Estimativas do mercado para inflação e PIB ficam estáveis</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/focus-mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-501-em-2026/">Focus: mercado eleva previsão da inflação para 5,01% em 2026</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/focus-mercado-eleva-previsao-da-inflacao-para-501-em-2026/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Petrobras fecha acordo para comprar gás dos EUA por mais de 20 anos</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/petrobras-fecha-acordo-para-comprar-gas-dos-eua-por-mais-de-20-anos/</link>
					<comments>https://diariodoacionista.com.br/petrobras-fecha-acordo-para-comprar-gas-dos-eua-por-mais-de-20-anos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 13:57:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[petrobras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=58967</guid>

					<description><![CDATA[<p>Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil A Petrobras .... </p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/petrobras-fecha-acordo-para-comprar-gas-dos-eua-por-mais-de-20-anos/">Petrobras fecha acordo para comprar gás dos EUA por mais de 20 anos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>A Petrobras fechou um contrato de longo prazo para comprar Gás Natural Liquefeito (GNL) dos Estados Unidos por um período de 22 anos. O anúncio foi feito pela petroleira brasileira nesta terça-feira (29) e é o segundo em um período de cerca de um mês.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703631&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703631&amp;o=node"></p>



<p>O GNL é o gás que passa pelo processo de resfriamento a ponto de se tornar líquido e ocupar volume 600 vezes menor (1/600), de forma que possa ser transportado por navios. Com isso, não precisa de gasoduto interligando comprador e vendedor.</p>



<p>A vendedora para a Petrobras é a Cheniere Marketing, subsidiária da Cheniere Energy, principal produtora e exportadora de GNL dos Estados Unidos. O contrato prevê a compra de 800 mil toneladas de GNL por ano.</p>



<p>De acordo com a estatal brasileira, a contratação de volumes de longo prazo reflete a estratégia de reduzir a exposição à volatilidade do mercado spot de GNL. O mercado spot é a compra e venda para entrega de curto prazo, mais suscetível a mudanças de preço por diversas conjunturas.</p>



<p>A Petrobras afirma ainda que a contratação “fortalece a gestão de riscos do portfólio de gás natural e amplia a flexibilidade e segurança para atender aos contratos”.</p>



<p>No Brasil, o gás natural tem entre as finalidades servir de combustível para termelétricas, residências e indústrias, que também podem utilizar com matéria-prima.</p>



<p>A Cheniere Energy detém um dos maiores portfólios de liquefação do mundo, composto pelos terminais de Sabine Pass e Corpus Christi, nos estados americanos de Luisiana e do Texas.</p>



<p>No fim de agosto, a Petrobras tinha assinado outro contrato de compra de longo prazo de GNL. Dessa vez, com a Sempra Infrastructure, referente a 800 mil toneladas anuais, durante 20 anos, a partir do Terminal de Liquefação de GNL de Port Arthur, no Texas.</p>



<p><strong>Foto: Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/petrobras-negocia-exploracao-em-gana-para-ampliar-presenca-na-africa/" data-type="post" data-id="58456">Petrobras negocia exploração em Gana para ampliar presença na África</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/petrobras-fecha-acordo-para-comprar-gas-dos-eua-por-mais-de-20-anos/">Petrobras fecha acordo para comprar gás dos EUA por mais de 20 anos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://diariodoacionista.com.br/petrobras-fecha-acordo-para-comprar-gas-dos-eua-por-mais-de-20-anos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
