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	<title>dólar &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
	<lastBuildDate>Tue, 06 Oct 2026 04:15:09 +0000</lastBuildDate>
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	<title>dólar &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<item>
		<title>Dólar cai a R$ 5, e bolsa sobe quase 8% após primeiro turno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 00:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* O mercado financeiro brasileiro .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*</strong></p>



<p>O mercado financeiro brasileiro reagiu com forte alta nesta segunda-feira (5) ao resultado do primeiro turno das eleições presidenciais. O dólar caiu para a casa dos R$ 5, enquanto o Ibovespa avançou quase 8% e ultrapassou pela primeira vez os 200 mil pontos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704471&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704471&amp;o=node"></p>



<p>No exterior, ativos brasileiros também registraram forte valorização, em meio à percepção de redução do prêmio de risco do país.</p>



<p><strong>Principais números</strong><br>•&nbsp; &nbsp; Dólar: R$ 5,0022 (-4,12%);<br>•&nbsp; &nbsp; Mínima do dólar: R$ 4,95, por volta das 10h30;<br>•&nbsp; &nbsp; Ibovespa: 207.190,44 pontos (+7,85%);<br>•&nbsp; &nbsp; Máxima do Ibovespa: 209.605,70 pontos;<br>•&nbsp; &nbsp; Mínima do Ibovespa: 192.137,63 pontos;<br>•&nbsp; &nbsp; Petróleo Brent: US$ 100,32 (-1,89%);<br>•&nbsp; &nbsp; Petróleo WTI: US$ 89,43 (-1,84%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dólar em queda</h2>



<p>O dólar à vista encerrou o pregão com baixa de 4,12%, cotado a R$ 5,0022 na venda. Foi a menor cotação de fechamento desde 21 de maio, quando a moeda havia terminado o dia em R$ 5,0004.</p>



<p>Na sexta-feira (2), o dólar havia subido quase 1% e fechado a R$ 5,2175, em meio à cautela dos investidores antes da divulgação do resultado eleitoral.</p>



<p>Com o desempenho desta segunda, a moeda norte-americana passou a acumular queda de 8,87% no ano.</p>



<p>A reação do câmbio ocorreu após o senador Flávio Bolsonaro (PL) terminar o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dois candidatos disputarão o segundo turno em 25 de outubro.</p>



<p>A leitura inicial dos investidores foi de redução do prêmio de risco dos ativos brasileiros, o que favoreceu o real e também pressionou para baixo as taxas futuras de juros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa bate recorde</h2>



<p>O Ibovespa disparou nesta segunda-feira e renovou máximas históricas. O principal índice da Bolsa brasileira fechou em 207.190,44 pontos, alta de 7,85%.</p>



<p>Durante a sessão, o indicador chegou a 209.605,70 pontos, maior nível intradiário já registrado, e teve mínima de 192.137,63 pontos.</p>



<p>O volume financeiro somava R$ 97,58 bilhões antes dos ajustes finais.</p>



<p>A alta ampliou o movimento observado na sexta-feira, quando o Ibovespa já havia avançado 2,63%, encerrando o pregão aos 192.137,63 pontos. Parte dos investidores havia antecipado, nos últimos dias, uma reação positiva ao resultado eleitoral.</p>



<p>No exterior, o principal fundo de ações brasileiras negociado em Nova York, o ETF EWZ, avançava 12,57% no fim da tarde, sinalizando forte demanda por ativos brasileiros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo recua</h2>



<p>Apesar da forte valorização dos ativos brasileiros, o petróleo fechou o dia em queda.</p>



<p>O barril do tipo Brent, referência internacional, para dezembro recuou 1,89%, a US$ 100,32.</p>



<p>Já o WTI, referência no mercado norte-americano, com contrato para novembro, caiu 1,84%, para US$ 89,43 por barril.</p>



<p>Nos mercados internacionais, as bolsas asiáticas começaram a semana em alta, influenciadas pela menor expectativa de novos aumentos de juros nos Estados Unidos.</p>



<p>Em Nova York, os índices operavam em baixa na pré-abertura, enquanto as principais bolsas europeias apresentavam comportamento misto.</p>



<p><strong><em>* com informações da Reuters</em></strong></p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/euro-cai-ao-mesmo-valor-do-dolar-pela-primeira-vez-desde-2002-entenda/" data-type="post" data-id="23621">Euro cai ao mesmo valor do dólar pela primeira vez desde 2002; entenda</a></p>
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		<item>
		<title>Com pessimismo externo, dólar sobe 0,47% e aproxima-se de R$ 5,20</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/com-pessimismo-externo-dolar-sobe-047-e-aproxima-se-de-r-520/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 01:59:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil* Em dia de nervosismo .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil*</strong></p>



<p>Em dia de nervosismo no mercado doméstico e externo, o dólar aproximou-se de R$ 5,20, e fechou no maior nível desde o fim de agosto. A bolsa caiu quase 1% e terminou o dia abaixo dos 184 mil pontos. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703285&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703285&amp;o=node"></p>



<p>O movimento ocorreu em um dia de maior aversão a risco nos mercados internacionais, com alta dos juros dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos e avanço do petróleo em meio às incertezas sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã. No Brasil, investidores também acompanharam as novas projeções econômicas do Banco Central e o cenário fiscal.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais números</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dólar à vista: R$ 5,1931 (+0,47%);</li>



<li>Ibovespa: 183.965,91 pontos (-0,99%);</li>



<li>Dólar no mês: alta de 0,26%;</li>



<li>Dólar no ano: queda de 5,39%;</li>



<li>Petróleo tipo Brent: US$ 106,60 (+3,41%);</li>



<li>Petróleo tipo WTI: US$ 94,61 (+2,65%).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Dólar avança</h2>



<p>O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (24) vendido a R$ 5,193, com alta de 0,47%. A cotação iniciou o dia em R$ 5,16 e chegou a R$ 5,202 na máxima do dia, por volta das 15h.</p>



<p>Com o resultado, o dólar passou a acumular alta de 0,26% em setembro, embora ainda registre queda de 5,39% no ano.</p>



<p>A valorização ocorreu em linha com o comportamento da moeda norte-americana no exterior. O índice DXY, que mede o dólar em relação a uma cesta de seis moedas, subia 0,14%, aos 101,270 pontos, por volta das 17h.</p>



<p>A alta ganhou força ao longo da manhã, acompanhando a elevação dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos. O movimento veio em meio às preocupações com a inflação americana e à perspectiva de manutenção de juros elevados pelo Federal Reserve.</p>



<p>O Treasury (título público estadunidense) de dez anos chegou a 5,2209% no fim da tarde, contra 5,114% na sessão anterior. O papel está com rendimento acima de 5% ao ano pela primeira vez desde 2007.</p>



<p>Taxas mais altas para títulos públicos dos Estados Unidos, considerados os investimentos mais seguros do mundo, estimulam a fuga de capital de países emergentes, como o Brasil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atuação do BC</h2>



<p>O Banco Central também atuou no mercado de câmbio nesta quinta-feira. A autoridade monetária vendeu US$ 1 bilhão em dois leilões de linha simultâneos.</p>



<p>Nesse tipo de operação, o BC vende dólares com compromisso de recomprar o dinheiro em uns meses. O mecanismo aumenta a oferta de moeda estrangeira e a liquidez do mercado.</p>



<p>Na véspera, o BC havia informado que o fluxo cambial brasileiro estava negativo em US$ 7,078 bilhões em setembro até o dia 18.</p>



<p>Mais cedo, o Banco Central também divulgou novas projeções econômicas. A estimativa de crescimento do PIB em 2026&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/bc-reduz-projecao-de-crescimento-da-economia-para-18" target="_blank" rel="noreferrer noopener">foi reduzida de 2% para 1,8%</a>. Para 2027, a previsão é de crescimento de 1,4%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa recua</h2>



<p>O Ibovespa encerrou o dia em 183.965,91 pontos, queda de 0,99%. O índice chegou à máxima de 186.211,43 pontos e atingiu a mínima de 183.834,97 pontos.</p>



<p>O movimento acompanhou a piora do ambiente internacional para ativos considerados mais arriscados, especialmente nos mercados emergentes.</p>



<p>A alta dos rendimentos dos títulos americanos reduziu a demanda por ativos de risco ao longo do pregão. Ao mesmo tempo, o avanço do petróleo aumentou as preocupações relacionadas à inflação.</p>



<p>O cenário doméstico também entrou no radar dos investidores após o governo divulgar novas projeções para as contas públicas. Os Ministérios da Fazenda e do Planejamento reduziram de R$ 17,9 bilhões para R$ 16,1 bilhões a necessidade de contenção de despesas, mas elevou a previsão de déficit efetivo para 2026 para&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/contencao-no-orcamento-e-reduzida-de-r-179-bi-para-r-161-bi" target="_blank" rel="noreferrer noopener">R$ 80,9 bilhões</a>.</p>



<p>O resultado também ocorreu enquanto o mercado acompanhava a divulgação de novas pesquisas eleitorais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo acelera</h2>



<p>O petróleo terminou o dia em forte alta, em meio às incertezas sobre as negociações entre Estados Unidos e Irã e sobre a possibilidade de reabertura do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas mundiais para o transporte de petróleo.</p>



<p>Referência para as negociações internacionais, o barril do tipo Brent subiu 3,41%, a US$ 106,60 por barril. O produto acumula alta próxima de 4% na semana e superior a 18% no mês.</p>



<p>O barril do tipo WTI, do Texas, referência nos Estados Unidos, avançou 2,65%, a US$ 94,61 por barril.</p>



<p>As cotações afastaram-se das máximas durante a tarde após informações sobre possíveis negociações entre Estados Unidos e Irã para estabelecer um acordo que permita a reabertura do Estreito de Ormuz.</p>



<p>Apesar disso, a falta de definição sobre as negociações manteve a pressão sobre os preços da&nbsp;<em>commodity</em>&nbsp;(bem primário com cotação internacional). A evolução do petróleo permanece relevante para os mercados porque combustíveis mais caros podem aumentar as pressões inflacionárias e afetar as expectativas para as taxas de juros em diferentes economias.</p>



<p><em>* com informações da Reuters</em></p>



<p><strong>Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/industria-brasileira-repudia-taxacao-dos-estados-unidos-sobre-o-brasil/" data-type="post" data-id="57807">Indústria brasileira repudia taxação dos Estados Unidos sobre o Brasil</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dólar aproxima-se de R$ 5,17, com notícias do exterior e eleições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 02:36:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*</strong></p>



<p>O dólar fechou em forte alta nesta quarta-feira (23), pressionado pela valorização da moeda estadunidense no exterior, pelo cenário eleitoral no Brasil e pela alta do petróleo. A divisa subiu mais de 1%, aproximando-se de R$ 5,17. A bolsa recuou quase 1%, voltando a ficar abaixo dos 186 mil pontos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703196&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703196&amp;o=node"></p>



<p>Em Nova York, os principais índices também terminaram o dia em baixa, diante da alta dos juros dos Treasuries (títulos públicos estadunidenses) e das tensões no Oriente Médio. O petróleo subiu quase 3%, voltando a encostar nos US$ 100.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais números</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dólar comercial: R$ 5,169 (+1,27%);</li>



<li>Ibovespa: 185.814 pontos (-0,86%);</li>



<li>Petróleo tipo Brent: US$ 98,12 (+2,84%);</li>



<li>Petróleo tipo WTI: US$ 92,16 (+1,81%).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Dólar em alta</h2>



<p>O dólar comercial à vista ganhou força ao longo da sessão e chegou a R$ 5,177 na máxima do dia, por volta das 14h40. A moeda começou os negócios em alta, acompanhando a valorização do dólar no exterior. Nas horas finais de negociação desacelerou, até fechar a R$ 5,169, com ganho de 1,27%.</p>



<p>No mercado internacional, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana ante uma cesta de seis divisas, subiu cerca de 0,54%, para 101,090 pontos, próximo dos maiores níveis desde julho.</p>



<p>Dados de atividade dos Estados Unidos contribuíram para o movimento. O índice de gerentes de compras (PMI) avançou para 58,4 em setembro, ante 56 em agosto. Leituras acima de 50 indicam expansão da atividade.</p>



<p>Os dados reforçaram as expectativas de juros elevados nos Estados Unidos por mais tempo. Com isso, os rendimentos dos títulos do Tesouro americano subiram, aumentando a atratividade dos ativos denominados em dólar. No Brasil, o mercado também reagiu a novas pesquisas eleitorais.</p>



<p>No ano, o dólar ainda acumula queda de 5,83% em relação ao real.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa brasileira</h2>



<p>Após duas sessões de alta, o Ibovespa fechou em queda de 0,86%, aos 185.814 pontos. O índice oscilou entre a máxima de 188.772 pontos e a mínima de 185.676 pontos. O volume financeiro somou R$ 29,68 bilhões.</p>



<p>O ambiente externo foi o principal fator de pressão sobre os ativos de risco, com a alta dos Treasuries, os dados econômicos fortes dos Estados Unidos e o avanço do petróleo. A pesquisa eleitoral também permaneceu no radar dos investidores.</p>



<p>Apesar da queda no dia, o Ibovespa acumula alta de 4,73% em setembro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nova York</h2>



<p>Em Wall Street, o movimento também foi negativo. O Dow Jones (índice das empresas industriais) caiu 0,68%, aos 51.512,42 pontos. O S&amp;P 500 (das 500 maiores empresas) recuou 0,75%, aos 7.706,39 pontos. O Nasdaq (das empresas de tecnologia) teve baixa de 1,13%, aos 26.936,04 pontos.</p>



<p>A alta dos rendimentos dos títulos estadunidenses pesou principalmente sobre ações de tecnologia, que são mais sensíveis às expectativas de juros. O rendimento dos papéis de dez anos ultrapassou 5% ao ano pela primeira vez desde julho de 2007. Taxas mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil.</p>



<p>O cenário também foi influenciado pelas tensões entre Estados Unidos e Irã e pela alta do petróleo, fatores que aumentam as preocupações com a inflação global.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo avança</h2>



<p>O petróleo voltou a subir após cinco sessões consecutivas de queda, em meio à falta de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã.</p>



<p>O barril do tipo Brent, referência internacional, avançou 2,84%, para US$ 98,12 por barril. O WTI, do Texas, subiu 1,81%, para US$ 92,16.</p>



<p>A ausência de progresso nas negociações reduziu as expectativas de uma solução de curto prazo para o conflito no Oriente Médio. Notícias sobre uma possível restrição às exportações de diesel dos Estados Unidos também contribuíram para a alta, embora a Casa Branca tenha negado a existência de um plano nesse sentido.</p>



<p>O Departamento de Energia dos EUA informou ainda que os estoques de petróleo do país aumentaram 2,969 milhões de barris na semana, contrariando a expectativa de queda de 500 mil barris.</p>



<p>* com informações da Reuters</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-mantem-estaveis-projecoes-para-inflacao-juros-pib-e-dolar/" data-type="post" data-id="58385">Mercado mantém estáveis projeções para inflação, juros, PIB e dólar</a></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dólar cai ao menor valor desde junho com alta do petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 00:51:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*</strong></p>



<p>O dólar encerrou a quarta-feira (22) no menor nível de fechamento desde 2 de junho. A valorização do petróleo, o fluxo de capital estrangeiro e o apetite de investidores pelos juros altos no Brasil empurraram para baixo a cotação.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697269&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697269&amp;o=node"></p>



<p>O movimento favoreceu também a Bolsa brasileira, que avançou mais de 2% e voltou a superar os 177 mil pontos, num dia em que o petróleo subiu mais de 3%, sustentado pelas tensões geopolíticas no Oriente Médio.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais números</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dólar à vista: R$ 5,053 (-0,42%)</li>



<li>Ibovespa: 177.547,57 pontos (+2,44%)</li>



<li>Petróleo Brent (setembro): US$ 94,07 (+3,36%)</li>



<li>Petróleo WTI (setembro): US$ 86,83 (+2,95%)</li>



<li>Dólar no ano: queda de 7,95%</li>



<li>Ibovespa em 2026: alta de 10,19%</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Dólar</h2>



<p>O dólar comercial caiu 0,42%, para R$ 5,053, registrando o menor fechamento desde 2 de junho e acumulando a terceira sessão consecutiva de baixa. O movimento ocorreu em meio à entrada de recursos estrangeiros no mercado brasileiro, favorecida pela diferença dos juros brasileiros em relação aos dos Estados Unidos e pela valorização do petróleo.</p>



<p>A moeda chegou a operar em alta no início das negociações, mas passou a recuar após a abertura do mercado de ações, acompanhando a forte valorização da bolsa e o desempenho positivo de outras moedas de países emergentes.</p>



<p>A alta do petróleo, cujo barril voltou a aproximar-se dos US$ 95, melhora as perspectivas para a balança comercial brasileira. Isso porque o país é exportador líquido do produto.</p>



<p>Mesmo com a entrada em vigor da tarifa de 25% dos Estados Unidos sobre parte dos produtos brasileiros e o anúncio de novas medidas de apoio do governo às empresas afetadas, o impacto sobre o câmbio foi limitado, já que o mercado considerava esses fatores amplamente precificados.</p>



<p>Dados do Banco Central também contribuíram para o cenário positivo. O fluxo cambial total acumulado em 2026 até julho ficou positivo em US$ 17,946 bilhões, refletindo principalmente a melhora do fluxo financeiro em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa</h2>



<p>O Ibovespa subiu 2,44%, encerrando o pregão aos 177.547,57 pontos, maior nível desde o último dia 10. O indicador interrompeu uma sequência de cinco sessões de queda.</p>



<p>O desempenho foi impulsionado principalmente pelas ações de mineradoras, petroleiras e bancos. As ações da Petrobras, as mais negociadas, acompanharam a forte valorização do petróleo no mercado internacional, reforçando o desempenho do índice.</p>



<p>Os papéis ordinários (com voto em assembleia de acionistas) da estatal subiram 2,39%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) avançaram 2,21%.</p>



<p>Segundo analistas, o mercado brasileiro também foi beneficiado pelo retorno do fluxo estrangeiro, diante da busca por ativos baratos em comparação às bolsas estadunidense. O movimento ocorreu mesmo com os principais índices de Nova York encerrando o dia em queda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo</h2>



<p>Os contratos futuros do petróleo fecharam em alta pela quarta sessão consecutiva, sustentados pela escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã e pelas preocupações com possíveis interrupções no transporte marítimo de petróleo no Oriente Médio.</p>



<p>Referência nas negociações internacionais, o barril do tipo Brent para setembro avançou 3,36%, para US$ 94,07 o barril. O barril WTI, do Texas, subiu 2,95%, encerrando a US$ 86,83.</p>



<p>O mercado segue atento aos riscos de bloqueios nos estreitos de Ormuz e de Bab-el-Mandeb, rotas estratégicas para o comércio global de petróleo. As ameaças do grupo Houthi, no Iêmen, e novas declarações de autoridades iranianas ampliaram os temores sobre a oferta da commodity, mesmo após os Estados Unidos divulgarem aumento nos estoques de petróleo acima do esperado na última semana.</p>



<p><em>* com informações da Reuters</em></p>



<p><strong>Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/banco-central-so-intervira-no-dolar-em-caso-de-mau-funcionamento-dos-mercados/" data-type="post" data-id="37805">Banco Central só intervirá no dólar em caso de mau funcionamento dos mercados</a></p>
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		<title>Dólar cai para R$ 5,07, menor nível em um mês; bolsa fica estável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 00:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo* &#8211; Repórter da Agência Brasil O dólar voltou a .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo* &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O dólar voltou a cair nesta terça-feira (21) e fechou no menor nível desde 15 de junho, com influência dos juros altos no Brasil e da alta internacional do petróleo. A bolsa de valores encerrou praticamente estável, mas acumulou a quinta queda seguida.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1697192&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1697192&amp;o=node"></p>



<p>Impulsionado pelas&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/escalada-da-guerra-expoe-fracasso-do-acordo-entre-ira-e-eua" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tensões no Oriente Médio</a>, o petróleo avançou pela terceira sessão consecutiva. O avanço da commodity favoreceu moedas de países exportadores do produto, como o Brasil, mantendo o real em destaque&nbsp;entre os emergentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais números</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dólar à vista: -0,31%, a R$ 5,073 (menor fechamento desde 15 de junho);</li>



<li>Acumulado do dólar: -0,73% na semana, -1,73% no mês e -7,57% no ano;</li>



<li>Ibovespa: -0,03%, aos 173.325,65 pontos;</li>



<li>Petróleo Brent (setembro): +2%, a US$ 91,01 o barril;</li>



<li>Petróleo WTI (setembro): +2,25%, a US$ 84,34 o barril.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Dólar</h2>



<p>O dólar comercial recuou 0,31%, para R$ 5,073, renovando o menor nível de fechamento em pouco mais de um mês, mesmo com a valorização da moeda americana diante das principais divisas globais.</p>



<p><strong>O movimento foi sustentado principalmente pela alta do petróleo, que melhora os termos de troca para o Brasil, exportador líquido da commodity</strong>.</p>



<p>Também foi influenciado pelos altos juros domésticos, que continuam atraindo operações de&nbsp;<em>carry trade</em>, transferência de capitais financeiros de economias avançadas para o Brasil, para aproveitar a diferença de taxas.</p>



<p>O real teve o segundo melhor desempenho entre moedas emergentes no dia, atrás apenas do peso colombiano. No acumulado do ano, a moeda americana registra queda de 7,57% em relação ao real.</p>



<p>Apesar de novas incertezas envolvendo a guerra entre Estados Unidos e Irã e do anúncio de novas tarifas americanas sobre produtos canadenses, o mercado de câmbio mostrou volatilidade limitada ao longo da sessão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa</h2>



<p>O Ibovespa encerrou praticamente estável, com leve queda de 0,03%, aos 173.325,65 pontos, após oscilar entre perdas e ganhos durante todo o pregão.</p>



<p>A liquidez permaneceu reduzida, com giro financeiro de R$ 17,9 bilhões, bem abaixo da média diária registrada neste ano.</p>



<p>As ações da Petrobras, as mais negociadas, acompanharam a valorização do petróleo e ajudaram a limitar as perdas do índice. Os papéis ordinários (com direito a voto em assembleia de acionistas) subiram 1,43%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) valorizaram-se 1,24%.</p>



<p>O desempenho da Bolsa brasileira voltou a destoar do exterior. Em Nova York, os principais índices acionários encerraram o dia em alta, impulsionados principalmente pelo setor de tecnologia, enquanto o mercado doméstico permaneceu pressionado pelas incertezas geopolíticas e pelo baixo volume de negócios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo</h2>



<p>Os contratos internacionais do petróleo fecharam em forte alta diante da persistência dos riscos à oferta global provocados pelo conflito no Oriente Médio.</p>



<p>O Brent, referência para a Petrobras, avançou 2%, para US$ 91,01 o barril. O barril WTI, do Texas, subiu 2,25%, encerrando a US$ 84,34.</p>



<p>Os preços continuaram pressionados pelas ameaças do grupo rebelde Houthi à navegação no Estreito de Bab-el-Mandeb, na saída do Mar Vermelho. <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2026-07/houthis-fecham-estreito-de-bab-el-mandeb-em-bloqueio-arabia-saudita" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A rota é estratégica para o transporte mundial de petróleo</a>.</p>



<p>Com o Estreito de Ormuz, na saída do Golfo Pérsico, bloqueado, o mercado também acompanhou novas ofensivas militares entre Estados Unidos e Irã e a possibilidade de interrupções no fluxo global de petróleo, mantendo elevado o prêmio de risco do produto.</p>



<p><em>*com informações da Reuters.</em></p>



<p><strong>Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-estima-reducao-da-selic-em-025-ponto-esta-semana/" data-type="post" data-id="55236">Mercado estima redução da Selic em 0,25 ponto esta semana</a></p>
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		<title>Dólar supera R$ 5,20, e bolsa cai com expectativa por juros nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 23:31:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo* &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O dólar voltou a fechar acima de R$ 5,20, e a bolsa de valores de São Paulo encerrou o primeiro pregão de julho em queda.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1695624&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1695624&amp;o=node"></p>



<p>Os mercados brasileiros foram pressionados principalmente pela expectativa de manutenção dos juros elevados nos Estados Unidos, fator que fortaleceu a moeda norte-americana e reduziu o apetite por ativos de risco.</p>



<p>No cenário doméstico, investidores também acompanharam indicadores econômicos e notícias sobre o cenário eleitoral em 2026.</p>



<p>O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (1º) com alta de 0,92%, cotado a R$ 5,209. Durante o dia, a moeda chegou à máxima de R$ 5,219, depois de abrir próxima da estabilidade.</p>



<p><strong>A moeda estadunidense está no maior nível desde 30 de março, quando fechou vendida a R$ 5,24</strong>. No acumulado do ano, porém, acumula queda de 5,08%.</p>



<p>O principal fator para a valorização da moeda foi o cenário externo. Investidores seguem ajustando posições diante da possibilidade de o&nbsp;<em>Federal Reserve</em>&nbsp;(Fed), Banco Central dos Estados Unidos, manter uma postura cautelosa antes de iniciar um ciclo de redução dos juros.</p>



<p>Taxas elevadas tornam os títulos do Tesouro norte-americano mais atrativos, aumentando a demanda pelo dólar e reduzindo o fluxo de recursos para mercados emergentes, como o Brasil.</p>



<p>Dados divulgados nesta quarta mostraram que o setor privado dos Estados Unidos criou 98 mil empregos em junho. O mercado agora aguarda o relatório oficial de emprego, o&nbsp;<em>payroll</em>, que será divulgado na quinta-feira (2) e pode influenciar os próximos passos da política monetária americana.</p>



<p>No mercado doméstico, operadores também acompanharam a divulgação de pesquisas eleitorais e a notícia de que Michelle Bolsonaro deixou a presidência do PL Mulher, fatos que adicionaram cautela aos negócios.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa recua</h2>



<p>O Ibovespa, principal índice da B3, fechou em queda de 0,20%, aos 171.688 pontos, após oscilar entre perdas superiores a 1% e uma breve alta durante a tarde. Foi o primeiro pregão do segundo semestre, período em que investidores costumam promover ajustes em suas carteiras, aumentando a volatilidade.</p>



<p>O índice também refletiu a expectativa em torno da política monetária dos Estados Unidos, que reduz o interesse de investidores estrangeiros por ativos de risco. Em junho, o saldo líquido dos investimentos externos na B3 ficou negativo em R$ 8,7 bilhões, mantendo a tendência observada desde abril.</p>



<p>Entre os destaques do dia, ações de bancos encerraram sem direção única, enquanto os papéis de petroleiras oscilaram em meio à queda do petróleo no mercado internacional. As ações de mineradoras terminaram próximas da estabilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mercado atento</h2>



<p>Além do mercado de trabalho estadunidense, investidores acompanharam declarações de dirigentes do Fed e do Banco Central Europeu (BCE), que evitaram sinalizar quando poderá ocorrer uma redução dos juros.</p>



<p>No Brasil, o Banco Central informou que o fluxo cambial do país ficou positivo em US$ 7,168 bilhões até 26 de junho, dado que teve impacto limitado sobre os mercados.</p>



<p>A expectativa é que os próximos indicadores da economia norte-americana definam o comportamento dos juros nos Estados Unidos, fator considerado a principal baliza para o câmbio, a bolsa e o fluxo de investimentos para mercados emergentes nas próximas semanas.</p>



<p><em>*com informações da Reuters</em></p>



<p><strong>Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-eleva-projecao-de-inflacao-e-ve-selic-em-14-ao-ano-em-2026/" data-type="post" data-id="57333">Mercado eleva projeção de inflação e vê Selic em 14% ao ano em 2026</a></p>
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		<title>Dólar sobe para R$ 5,18 e atinge maior valor desde fim de março</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil*</strong></p>



<p>O dólar avançou nesta terça-feira (23) diante da maior aversão ao risco global e fechou no nível mais elevado em quase três meses. A bolsa de valores subiu pouco mais de 0,5%, refletindo, em parte, o alívio após a divulgação da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-06/bc-melhores-praticas-recomendam-nao-reagir-choques-de-oferta" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom)</a>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1694509&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1694509&amp;o=node"></p>



<p>No exterior, investidores acompanharam a queda das ações de tecnologia nos Estados Unidos, sinais sobre a política monetária do Federal Reserve (Fed, Banco Central estadunidense) e as negociações envolvendo o petróleo, que fechou em baixa com foco no cenário geopolítico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Câmbio pressionado</h2>



<p>O dólar à vista encerrou o dia com valorização de 0,89%, cotado a R$ 5,187, maior nível de fechamento desde 30 de março. A moeda chegou a tocar R$ 5,19 durante a sessão.</p>



<p>O movimento refletiu a busca por segurança diante da expectativa por novos dados de inflação nos Estados Unidos, que podem influenciar as decisões do Fed sobre juros. Indicadores recentes de atividade econômica americana acima do esperado aumentaram as apostas de manutenção de uma política monetária mais restritiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa vira o sinal</h2>



<p>O Ibovespa encerrou o pregão aos 171.258 pontos, com alta de 0,52%, após registrar queda durante a manhã acompanhando o movimento negativo dos mercados internacionais.</p>



<p>A recuperação veio com o avanço de ações da Petrobras, grandes bancos e empresas ligadas ao ciclo econômico. O recuo das taxas de juros futuros após a divulgação da ata da última reunião do Copom também contribuiu para melhorar o desempenho da renda variável.</p>



<p>No documento, o BC indicou a possibilidade de pausar o corte de juros, dependendo do cenário internacional. A divulgação da ata reduziu parte do desconforto gerado pelo comunicado emitido após a reunião da semana passada, no qual o Copom não tinha mencionado os próximos passos para a Selic.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cenário externo</h2>



<p>Nos Estados Unidos, o índice Nasdaq caiu cerca de 2%, afetado por uma realização de lucros em empresas de tecnologia e inteligência artificial. Ao mesmo tempo, o mercado acompanhou sinais de força da economia americana antes da divulgação do índice de preços de gastos com consumo (PCE), principal indicador de inflação monitorado pelo Fed.</p>



<p>Na Europa, dados mais fracos de atividade econômica também contribuíram para ampliar a cautela dos investidores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo recua</h2>



<p>O petróleo terminou o dia em queda, com o mercado monitorando as negociações entre Estados Unidos e Irã e possíveis mudanças no fluxo da&nbsp;<em>commodity</em>&nbsp;pelo Estreito de Ormuz.</p>



<p>O contrato do Brent para setembro, referência para a Petrobras, caiu 0,93%, a US$ 76,80 por barril. O WTI, barril do Texas, para agosto recuou 0,88%, encerrando a US$ 73,21 por barril.</p>



<p>A possibilidade de aumento da oferta com flexibilização de restrições ao petróleo iraniano pressionou os preços, enquanto investidores aguardam novos sinais sobre o equilíbrio do mercado global.</p>



<p><em>*Com informações da Reuters</em></p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/dolar-sobe-quase-1-e-vai-a-r-514-com-politica-fiscal-e-recessao-no-radar-do-mercado/" data-type="post" data-id="24623">Dólar sobe quase 1% e vai a R$ 5,14, com política fiscal e recessão no radar do mercado</a></p>
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		<title>Dólar cai para R$ 5 e bolsa sobe com alívio no Oriente Médio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 22:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*</strong></p>



<p>O dólar caiu, e a bolsa brasileira voltou a subir em meio à melhora do humor global diante de sinais de avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã. A moeda norte-americana fechou próxima de R$ 5, enquanto o Ibovespa avançou cerca de 1,8%, recuperando parte das perdas acumuladas nos últimos pregões.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1690129&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1690129&amp;o=node"></p>



<p>O movimento foi impulsionado pelo recuo do petróleo e pela redução das tensões em torno do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte mundial de petróleo.</p>



<p>O dólar comercial encerrou esta quarta-feira (20) vendido a R$ 5,003, com recuo de R$ 0,037 (-0,74%). A cotação chegou a R$ 5,05 por volta das 10h, mas caiu ao longo do dia com o alívio no Oriente Médio.</p>



<p>Na semana, a moeda acumula&nbsp;queda de 1,27%. Apesar do recuo desta quarta-feira, o dólar ainda sobe pouco mais de 1% em maio. No ano, a queda em relação ao real chega a 8,85%.</p>



<p>O mercado reagiu positivamente a informações de que navios voltaram a atravessar o Estreito de Ormuz e a declarações do presidente dos EUA, Donald Trump, indicando que um acordo com o Irã estaria em fase final de negociação. Com isso, diminuíram os temores de interrupção no fornecimento global de petróleo e de uma nova pressão inflacionária sobre a economia americana.</p>



<p>Dados do Banco Central mostraram ainda entrada líquida de US$ 3,027 bilhões no fluxo cambial da semana passada, puxada pelo canal financeiro. Em maio, até o dia 15, o saldo está positivo em US$ 1,588 bilhão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa recupera perdas</h2>



<p>Após três sessões seguidas de queda, o Ibovespa fechou em alta de 1,77%, aos 177.355,73 pontos, no maior avanço diário desde 8 de abril. O índice chegou a superar os 178 mil pontos na máxima do dia, sustentado pela melhora do apetite global por risco e pela recuperação das bolsas em Nova York.</p>



<p>Ações de mineradoras e de empresas ligadas ao consumo e a bancos puxaram a alta. O desempenho positivo ocorreu mesmo com a forte queda das ações da Petrobras, com maior peso no Ibovespa.</p>



<p>Pressionados pelo recuo do petróleo, os papéis ordinários (com voto em assembleia de acionista) da Petrobras caíram 3,85%. As ações preferenciais (com preferência na distribuição de dividendos) recuaram 3,23%.</p>



<p>Entre os destaques de alta ficaram CSN Mineração (+10,29%), Cury (+8,53%) e Lojas Renner (+7,77%). Vale ON avançou 1,21%, e os grandes bancos também subiram.</p>



<p>Em Wall Street, os principais índices fecharam em alta, impulsionados pela expectativa em torno do balanço da Nvidia, maior fabricante de chips do mundo, e pelo alívio nos juros dos títulos do Tesouro estadunidense. O Nasdaq (índice das empresas de tecnologia) subiu 1,54%, enquanto o S&amp;P 500 (índice das 500 maiores empresas) avançou 1,08%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo despenca</h2>



<p>O petróleo registrou forte queda, refletindo a retomada parcial do fluxo marítimo em Ormuz e as expectativas de um acordo diplomático entre EUA e Irã. O Brent, referência nas negociações internacionais, fechou em baixa de 5,62%, a US$ 105,02 o barril. O WTI, barril do Texas, referência nos Estados Unidos, caiu 5,7%, a US$ 98,26.</p>



<p>A queda nas cotações do petróleo intensificou-se após relatos de que superpetroleiros voltaram a cruzar o estreito, responsável por cerca de um quinto do comércio mundial de petróleo. Apesar da queda expressiva, os preços seguem em patamar elevado, e o mercado continua atento ao risco de novas tensões no Oriente Médio.</p>



<p><em>* com informações da Reuters</em></p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/dolar-segue-mercado-internacional-e-sobe-para-r-543/" data-type="post" data-id="49764">Dólar segue mercado internacional e sobe para R$ 5,43</a></p>
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		<title>Dólar sobe a R$ 5 e bolsa cai 2% em dia de tensão global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 00:28:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*</strong></p>



<p>O dólar fechou acima de R$ 5&nbsp;e a bolsa brasileira caiu mais de 2% nesta quarta-feira (29), em um dia marcado por cautela nos mercados globais. As negociações foram influenciadas pelas tensões no Oriente Médio, pela reunião do Banco Central estadunidense e pela expectativa pela definição de juros no Brasil.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687748&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687748&amp;o=node"></p>



<p><strong>O dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,001, com alta de R$ 0,019 (+0,4%).&nbsp;</strong>A cotação começou o dia estável, em torno de R$ 4,98, mas subiu após a abertura dos mercados nos Estados Unidos. Na máxima do dia, por volta das 16h, chegou a R$ 5,01.</p>



<p>A moeda estadunidense subiu perante as principais moedas do planeta. O movimento refletiu um cenário externo mais incerto, com impacto das tensões geopolíticas e da decisão do Federal Reserve (Fed), que manteve os juros nos Estados Unidos na faixa entre 3,50% e 3,75% ao ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ibovespa</h2>



<p>A Bolsa brasileira teve forte queda e atingiu o menor nível desde 30 de março, ampliando a sequência negativa recente. O Ibovespa encerrou o dia aos 184.750 pontos, com recuo de 2,05%. Durante a sessão, o índice oscilou entre a mínima de 184.504 pontos e a máxima de 188.709 pontos, em um intervalo superior a 4 mil pontos.</p>



<p>O índice acumula queda de 3,14% na semana e de 1,45% no mês, mas sobe 14,66% no ano. Desde a máxima histórica registrada em abril, o Ibovespa já recuou cerca de 14 mil pontos, sendo que a perda desta sessão foi a mais intensa desde 20 de março.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo</h2>



<p>Os preços do petróleo dispararam no mercado internacional, impulsionados pela escalada das <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/conflito-no-oriente-medio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">tensões entre Estados Unidos e Irã</a>. O barril do tipo WTI, referência nos Estados Unidos, fechou cotado a US$ 106,88, com alta de 6,95%. Já o Brent, usado nas negociações da Petrobras, encerrou a US$ 110,44, avançando 5,78%.</p>



<p>A valorização ocorre em meio a incertezas sobre o fornecimento global da&nbsp;<em>commodity</em>, especialmente diante do risco de interrupções no fluxo pelo Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte de petróleo no mundo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Contexto global</h2>



<p>O cenário externo concentrou a atenção dos investidores ao longo do dia. O Federal Reserve manteve a taxa de juros e sinalizou preocupação com a inflação e com o aumento das incertezas globais. Ao mesmo tempo, a intensificação do conflito no Oriente Médio elevou a volatilidade nos mercados internacionais. A alta do petróleo, acima de US$ 100 por barril, também reforçou as pressões inflacionárias.</p>



<p>No Brasil, o mercado acompanhava ainda a expectativa pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom). O corte de 0,25 ponto percentual nos juros básicos,&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-04/banco-central-reduz-juros-basicos-para-145-ao-ano" target="_blank" rel="noreferrer noopener">para 14,5% ao ano</a>, só foi divulgado após o fechamento das negociações.</p>



<p>*com informações da Reuters</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/estimativas-do-mercado-para-inflacao-e-pib-ficam-estaveis-2/" data-type="post" data-id="55006">Estimativas do mercado para inflação e PIB ficam estáveis</a></p>
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		<title>Dólar fecha abaixo de R$ 5, e bolsa cai com cautela global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 00:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>Em um dia de menor aversão ao risco no exterior, o dólar encerrou o pregão abaixo de R$ 5, enquanto a bolsa de valores caiu pela terceira vez seguida e acumulou perdas na semana.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1687205&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1687205&amp;o=node"></p>



<p>Apesar da extensão do cessar-fogo no Irã, as negociações continuam marcadas por cautela dos investidores.</p>



<p>O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (24) vendido a R$ 4,998, com leve queda de 0,1%. O movimento foi influenciado principalmente pela melhora no ambiente internacional, diante da expectativa de retomada de negociações entre Estados Unidos e Irã.</p>



<p>Esse cenário reduziu a busca global por ativos considerados mais seguros, como o dólar, favorecendo moedas de países emergentes, como o real.</p>



<p>Apesar da queda no dia, a divisa acumulou leve alta na semana, de 0,32%. No entanto, o dólar cai 8,92% este ano, refletindo a valorização recente do real, que chegou a levar a moeda ao menor valor em mais de dois anos.</p>



<p>Nos últimos dias, o câmbio passou por ajustes técnicos, com investidores realizando lucros após a queda acentuada da moeda.</p>



<p>O Banco Central (BC) chegou a anunciar uma intervenção no mercado de câmbio, com oferta simultânea de dólares à vista e contratos futuros, operação conhecida como casadão. A instituição, no entanto, não aceitou as propostas, indicando que não viu necessidade de atuar naquele momento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa</h2>



<p>No mercado de ações, o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou em queda de 0,33%, aos 190.745 pontos. O indicador está no menor nível desde 14 de abril.</p>



<p>O índice chegou a cair abaixo dos 190 mil pontos durante o pregão, refletindo um movimento de realização de lucros (venda de ações para embolsar ganhos) após recordes recentes. Essa foi a terceira queda consecutiva do Ibovespa, que subiu apenas um dia nas últimas sete sessões.</p>



<p>No acumulado da semana, a Bolsa recuou 2,55%. Ainda assim, mantém alta de 1,75% no mês e avanço expressivo de 18,38% no ano.</p>



<p>Entre os fatores que pressionaram o índice estão o desempenho de ações ligadas ao petróleo e o ambiente externo misto, com as bolsas dos Estados Unidos em direções diferentes. No mercado estadunidense, os índices de tecnologia subiram, e os índices dos setores mais tradicionais recuaram nesta sexta.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo dispara</h2>



<p>Os preços do petróleo tiveram forte volatilidade nesta sexta-feira, refletindo tanto tensões geopolíticas quanto sinais de possível distensão no conflito entre Estados Unidos e Irã.</p>



<p>O contrato do barril do tipo Brent para junho, referência internacional e usado como parâmetro pela Petrobras, fechou em queda de 0,22%, cotado a US$ 99,13. O petróleo WTI, do Texas (referência dos Estados Unidos), terminou cotado a US$ 94,40 por barril, com queda de 1,5% no dia.</p>



<p>Apesar das oscilações na sessão, o Brent acumulou alta de 16% na semana, enquanto o WTI avançou quase 13%.</p>



<p>O movimento expressivo reflete preocupações com a oferta global de petróleo, especialmente por causa do conflito no Oriente Médio. A situação no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de transporte do produto, segue crítica, com tráfego reduzido e episódios de apreensão de navios.</p>



<p><em>* Com informações da Reuters</em></p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/estimativas-do-mercado-para-inflacao-e-pib-ficam-estaveis-2/" data-type="post" data-id="55006">Estimativas do mercado para inflação e PIB ficam estáveis</a></p>
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