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	<title>Dívida pública &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<title>Dívida pública &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Dívida pública pode alcançar até R$ 10,3 trilhões em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 20:12:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dívida pública]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil Depois de encerrar 2025 acima .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>Depois de encerrar 2025 <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-01/divida-publica-sobe-18-em-2025-e-supera-r-86-tri" target="_blank" rel="noreferrer noopener">acima de R$ 8,6 trilhões e em nível recorde</a>, a Dívida Pública Federal (DPF) deverá chegar ao fim deste ano entre R$ 9,3 trilhões e R$ 10,3 trilhões. Os números foram divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Tesouro Nacional, que apresentou o Plano Anual de Financiamento (PAF) da dívida pública para 2026.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1676329&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1676329&amp;o=node"></p>



<p>O plano apresenta metas para a dívida pública para este ano. Assim como no ano passado, o governo criou um espaço para diminuir a fatia de títulos prefixados (com taxas de juros fixas e definidas antecipadamente) e aumentar a participação dos papéis corrigidos pela taxa Selic (juros básicos da economia). Isso ajudaria a atrair os investidores aos títulos vinculados à Selic, que estão no maior nível em quase dois anos.</p>



<p>No ano passado, o PAF originalmente previa que a Dívida Pública Federal poderia encerrar 2025 entre R$ 8,1 trilhões e R$ 8,5 trilhões. Em setembro, o PAF foi revisado para que o indicador fechasse 2025 entre R$ 8,5 trilhões e R$ 8,8 trilhões.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Composição</h2>



<p>Segundo o documento, a DPF deverá encerrar 2026 com a seguinte composição:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Títulos vinculados à Selic: de 46% a 50%, atualmente está em 48,3%;</li>



<li>Títulos corrigidos pela inflação: de 23% a 27%, atualmente está em 25,9%;</li>



<li>Títulos prefixados: de 21% a 25%, atualmente está em 22%;</li>



<li>Títulos vinculados ao câmbio: de 3% a 7%, atualmente está em 3,8%.</li>
</ul>



<p>Os números não levam em conta as operações de compra e venda de dólares no mercado futuro pelo Banco Central, que interferem no resultado.</p>



<p>Os títulos corrigidos por taxas flutuantes aumentam o risco da dívida pública, porque a Selic pressiona mais o endividamento do governo quando os juros básicos da economia sobem. Quando o Banco Central reajusta os juros básicos, a parte da dívida interna corrigida pela Selic aumenta imediatamente.</p>



<p>Em tese, os papéis prefixados trazem mais previsibilidade. Isso porque os juros desses títulos são definidos no momento da emissão e não variam ao longo do tempo. Dessa forma, o Tesouro sabe exatamente quanto pagará de juros daqui a vários anos, quando os papéis vencerem, e os investidores tiverem de ser reembolsados. No entanto, os títulos prefixados têm taxas mais altas que a da Selic e aumentam o custo da dívida pública em momentos de instabilidade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Prazo</h2>



<p>O Plano Anual de Financiamento também abriu uma margem para aumentar o prazo da DPF. No fim de 2025, o prazo médio ficou em 4 anos. O PAF estipulou que ficará entre 3,8 e 4,2 anos no fim de dezembro. O Tesouro divulga as estimativas em anos, não em meses. Já a parcela da dívida que vence nos próximos 12 meses encerrará 2025 entre 18% e 22%. Atualmente, está em 17,5%.</p>



<p>Segundo o Tesouro, o governo tem dois mecanismos de segurança para garantir a capacidade de financiamento em caso de crise econômica que não permita ao Tesouro lançar títulos no mercado. Em primeiro lugar, o governo tem reservas internacionais suficientes para pagar os vencimentos da dívida pública externa em 2026, que totalizam R$ 33,3 bilhões. Além disso,&nbsp;tem um colchão de R$ 1,187 trilhão para cobrir 7,33 meses dos vencimentos da dívida pública interna.</p>



<p>Por meio da dívida pública, o Tesouro Nacional emite títulos e pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos. Em troca, o governo compromete-se a devolver os recursos com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic, a inflação, o câmbio ou ser prefixada, definida com antecedência.</p>



<p><strong>Foto: Marcello Casal/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM:&nbsp;<a href="https://diariodoacionista.com.br/copom-mantem-juros-basicos-da-economia-em-15-ao-ano/">Copom mantém juros básicos da economia em 15% ao ano</a></p>
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