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	<title>#construção civil &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<title>#construção civil &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Índice Nacional de Custo da Construção Civil avança 0,32% em janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2023 17:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#construção civil]]></category>
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<p>O Índice Nacional de Custo da Construção Civil &#8211; Mercado (INCC-M) subiu 0,32% em janeiro. O percentual é um pouco acima do registrado no mês anterior, quando ficou em 0,27%. Nos 12 meses o indicador acumula elevação de 9,05%. Em janeiro de 2022, o índice registrou 0,64% no mês e acumulava alta de 13,70% em 12 meses. Os números foram divulgados hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre /FGV). O indicador é pesquisado entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1506234&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1506234&amp;o=node"></p>



<h2 class="wp-block-heading">Materiais, equipamentos e serviços</h2>



<p>A taxa de materiais, equipamentos e serviços passou de 0,38% em dezembro para queda de 0,12% no primeiro mês do ano. Nesse grupo depois da alta de 0,37% registrada em dezembro, a taxa correspondente a materiais e equipamentos recuou 0,26% em janeiro. “Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, cuja taxa passou de 0,62% para -0,55%”, informou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Serviços</h2>



<p>A variação relativa a serviços cresceu de 0,43% em dezembro para 0,53% em janeiro. Neste grupo, o destaque é a evolução do item taxas de serviços e licenciamentos, que passou de 0% para 2,40%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mão de obra</h2>



<p>Outro avanço ocorreu na taxa relativa ao índice da mão de obra. Após registrar 0,16% em dezembro, subiu 0,77% em janeiro.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Capitais</h2>



<p>Entre as capitais dos estados, duas registraram alta em suas taxas de variação: Salvador e Belo Horizonte. Em movimento contrário, houve recuo em Brasília, no Recife, Rio de Janeiro, em Porto Alegre e São Paulo.</p>



<p><strong>(Cristina Indio Do Brasil &#8211; Repórter da Agência Brasil /Foto: Reprodução &#8211; TV Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/indice-nacional-da-construcao-civil-fecha-2022-com-alta-de-109/">Índice Nacional da Construção Civil fecha 2022 com alta de 10,9%</a></p>
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		<title>Índice Nacional da Construção Civil fecha 2022 com alta de 10,9%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jan 2023 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#construção]]></category>
		<category><![CDATA[#construção civil]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) fechou 2022 com elevação de 10,9%. É&nbsp;a segunda maior taxa desde 2014. Em relação ao ano anterior, quando ficou em 18,65%, houve recuo de 7,75 pontos percentuais.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1503225&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1503225&amp;o=node"></p>



<p>Contribuiu para o resultado a taxa de dezembro, que apresentou variação de 0,08%, ficando 0,07 ponto percentual abaixo da de novembro. Naquele mês, a alta de 0,15% foi o menor índice de 2022 e manteve a tendência de desaceleração no ano. Os dados foram divulgados&nbsp;hoje&nbsp;(10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>O gerente do Sinapi, Augusto Oliveira, chamou a atenção para o fato de que mesmo com o resultado&nbsp;de dezembro&nbsp;sendo bem menor que a taxa dos meses anteriores, o acumulado em 2022 ficou abaixo apenas do que foi captado em 2021, com taxa de 18,65%, e pouco acima de 2020, com 10,16%. “Mesmo com quedas recorrentes desde julho, o acumulado no ano ainda tem influência das altas captadas no momento atípico de pandemia”, afirmou.</p>



<p>O custo nacional para o setor habitacional por metro quadrado, que é medido pelo Sinapi, subiu para R$ 1.679,25 em dezembro. Desse valor, R$ 1.001,20 correspondem aos materiais e R$ 678,05 à mão de obra. Em novembro, o custo ficou em R$ 1.677,96.</p>



<p>Segundo o IBGE, a parcela dos materiais que apresentou estabilidade em novembro (0,01%) e outubro (0,04%)&nbsp;teve alta de 0,07% em dezembro. Se&nbsp;considerado o índice&nbsp;de dezembro&nbsp;de 2021, houve queda de 0,69 ponto percentual. Com apenas um reajuste anotado, a parcela de mão de obra&nbsp;avançou 0,08%, ainda assim&nbsp;a menor do ano, sendo também um recuo de 0,27 ponto percentual em relação a novembro, quando ficou em 0,35%.</p>



<p>No acumulado do ano, os materiais atingiram 10,02%. A&nbsp;parcela do custo com mão de obra foi mais elevada e alcançou 12,18%. Em 2021, a parcela dos materiais fechou em 28,12% e a mão de obra&nbsp;em 6,78%.</p>



<p>O gerente do Sinapi destacou que nos últimos meses de 2022, as variações na parcela dos materiais foram com taxas mais próximas às captadas em anos anteriores à pandemia, enquanto 2020, 2021 e os primeiros meses de 2022 sofreram mais fortemente o impacto da situação. No caso da mão de obra, os acordos coletivos influenciaram os resultados. “Em 2022, acordos coletivos passaram a repor os salários das categorias profissionais do segmento da construção civil, que tiveram poucos ganhos nos anos da pandemia. Além disso, o aumento da inflação, base para a reposição dos salários nos dissídios, acabou influenciando os valores acordados”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Regiões</h2>



<p>A maior variação regional em dezembro foi no Norte (0,67%), que registrou avanço em seis&nbsp;dos sete&nbsp;estados. Nas demais regiões, houve quedas de 0,04% na Nordeste e de 0,09% na Sudeste, enquanto tiveram altas o&nbsp;Sul (0,32%) e o&nbsp;Centro-Oeste (0,21%).</p>



<p>Os custos regionais, por metro quadrado, ficaram em R$ 1.697,69 no Norte; R$ 1.560,52 no&nbsp;Nordeste; R$ 1.735,03 no&nbsp;Sudeste; R$ 1.761,89 no&nbsp;Sul e R$ 1.722,72 no&nbsp;Centro-Oeste. A maior taxa para o último mês do ano foi no Piauí que apresentou 2,64%. No acumulado do ano, a taxa alta foi em&nbsp;Mato Grosso (20,52%), que também ficou com a maior taxa no acumulado da parcela dos materiais (22,39%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sinapi</h2>



<p>O Índice Nacional da Construção Civil é uma produção conjunta do IBGE e da Caixa Econômica Federal. De acordo com o IBGE, as estatísticas do Sinap são fundamentais na programação de investimentos, sobretudo para o setor público. “Os preços e custos auxiliam na elaboração, análise e avaliação de orçamentos, enquanto os índices possibilitam a atualização dos valores das despesas nos contratos e orçamentos”.</p>



<p><strong>(Cristina Índio do Brasil &#8211; Repórter da Agência Brasil /Foto: Fernando Frazão &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/inflacao-da-construcao-sobe-027-em-dezembro-e-940-no-ano/">Inflação da construção sobe 0,27% em dezembro e 9,40% no ano</a></p>
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		<title>Inflação da construção sobe 0,27% em dezembro e 9,40% no ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2022 17:41:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) subiu 0,27% em dezembro, acumulando alta de 9,40% de janeiro a dezembro de 2022. Em dezembro de 2021, o índice subiu 0,30%, com alta de 14,03%, em 12 meses. Os dados foram divulgados&nbsp;hoje&nbsp;(27) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1500025&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1500025&amp;o=node"></p>



<p>A taxa relativa a materiais, equipamentos e serviços passou de -0,23% em novembro para 0,38% em dezembro, com a taxa correspondente a materiais e equipamentos registrando alta de 0,37% no mês, após cair 0,35% no mês anterior. Entre os quatro subgrupos desse componente, dois subiram: materiais para estrutura passou de -0,98% para 0,62% e equipamentos para transporte de pessoas foi de 0,04% para 0,64%.</p>



<p>A taxa dos serviços passou de 0,35% para 0,43% em dezembro, com destaque para o avanço de 0,35% para 1,35% na taxa da refeição pronta no local de trabalho.</p>



<p>O índice referente à mão de obra passou de 0,53% em novembro para 0,16% em dezembro, com alta acumulada de 11,76% em 12 meses.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Confiança da Construção</h2>



<p>O FGV Ibre também divulgou&nbsp;hoje&nbsp;o Índice de Confiança da Construção (ICST), que se manteve relativamente estável, com variação de -0,3 ponto em dezembro, para 95,3 pontos. Este é o menor nível desde março de 2022 (92,9 pontos). Em médias móveis trimestrais, houve queda de 2,1 pontos.</p>



<p>Para a coordenadora de Projetos da Construção do instituto, Ana Maria Castelo, a confiança do empresário ao longo do ano acompanhou a retomada do setor, que teve um “crescimento expressivo” em números de PIB e geração de empregos em 2022.</p>



<p>“A desaceleração do ritmo de alta dos custos representou um alívio – nos quesitos de limitação à melhoria dos negócios, o custo da matéria-prima perdeu o protagonismo até para as assinalações de Nenhuma Dificuldade.&#8221;</p>



<p>No entanto, ela ressalta que em novembro e dezembro o cenário passou a refletir pessimismo quanto à evolução da demanda.</p>



<p>“O Indicador de Expectativas alcançou dezembro abaixo de 100, o que representa um pessimismo maior do que há um ano. Ou seja, os empresários já antecipam um arrefecimento da retomada. Vale notar que a atividade ainda deverá refletir esse ciclo recente por algum tempo, mas deve perder força com a queda na demanda”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Componentes</h2>



<p>Segundo o FGV Ibre, a leve queda no indicador reflete a piora na percepção dos empresários sobre o momento atual. O Índice de Situação Atual (ISA-CST) recuou 0,4 ponto, para 96,6 pontos, com influência do volume de carteira de contratos, que caiu 0,7 ponto, para 98,1 pontos, e da situação atual dos negócios, que teve queda de 0,2 ponto, para 95 pontos.</p>



<p>O Índice de Expectativas (IE-CST) ficou estável, com queda de 0,1 ponto, para 94,3 pontos. O indicador de tendência dos negócios nos próximos seis meses caiu 1,1 ponto, para 92,3 pontos, e o indicador de demanda prevista nos próximos três meses subiu 0,9 ponto, para 96,3 pontos.</p>



<p>O nível de utilização da capacidade (Nuci) da construção registrou queda de 0,9 ponto percentual em dezembro, para 78,3%, com -0,8 ponto percentual em mão de obra (79,6%) e -2 pontos percentuais em máquinas e equipamentos (71,9%).</p>



<p>O Indicador de Demanda Prevista (DP) subiu 0,9 ponto em dezembro e não compensou a forte queda de 7,4 pontos do mês anterior. As edificações residenciais, setor de destaque na retomada recente da construção, a DP subiu 4,5 pontos, depois da queda de 10,9 pontos em novembro.</p>



<p><strong>(Akemi Nitahara – Repórter da Agência Brasil /Foto: Fernanda Frazão &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-eleva-projecao-de-inflacao-para-2023/">Mercado financeiro eleva projeção de inflação para 2023</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/inflacao-da-construcao-sobe-027-em-dezembro-e-940-no-ano/">Inflação da construção sobe 0,27% em dezembro e 9,40% no ano</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
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		<title>Índice Nacional da Construção Civil desacelera para 0,38% em outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 16:51:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#construção]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Índice Nacional da Construção Civil subiu 0,38% em outubro, o que representa um pequeno recuo de 0,06 ponto percentual (pp), se comparado com setembro, quando cresceu 0,44%. Foi o segundo mês consecutivo em que o resultado é o menor desde julho de 2020. No acumulado nos últimos 12 meses, a taxa atingiu 12,41%, também um pouco abaixo dos 13,11% verificados nos 12 meses imediatamente anteriores. O acumulado no ano fechou em 10,64%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1493159&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1493159&amp;o=node"></p>



<p>Já em outubro de 2021, o indicador teve alta de 1,01%. Os números do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) foram divulgados, hoje (10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>“Estamos captando um ritmo de desaceleração em relação ao período da pandemia de covid-19, o que vem trazendo o índice para patamares mais próximos da série histórica pré-pandemia”, justificou o gerente do Sinapi, Augusto Oliveira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Valores</h2>



<p>O custo nacional da construção, por metro quadrado, chegou a R$ 1.675,46 em outubro. Desse valor, R$ 1.000,36 correspondem aos materiais e R$ 675,10 são de mão de obra. Em setembro, o custo tinha ficado em R$ 1.669,19.</p>



<p>Segundo o gerente, os materiais, que tinham influenciado as altas na época da pandemia, agora têm sido o balizador da desaceleração em 2022. Pela pesquisa, a parcela dos materiais subiu 0,04%. O percentual é 0,49 pp inferior a setembro, mês que registrou 0,53%. É ainda 1,23 pp menor que na comparação com outubro de 2021. Naquele momento, a variação ficou em 1,27%.</p>



<p>O avanço de 0,88% na parcela da mão de obra em outubro significou elevação de 0,57 pp em comparação ao mês anterior, quando subiu 0,31%, influenciada por quatro acordos coletivos de trabalho no período. Em relação a outubro do ano anterior, mês que anotou alta de 0,64%, houve aumento de 0,24 ponto percentual.</p>



<p>Segundo a pesquisa, no ano os materiais acumularam 9,93% e a mão de obra, 11,70%. Nos 12 meses os acumulados dos materiais somaram 12,60% e 12,07% na mão de obra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Regiões</h2>



<p>Mesmo com o índice negativo registrado em Mato Grosso do Sul (-0,02), a Região Centro-Oeste teve a maior variação regional em outubro (1,59%). O resultado foi influenciado, principalmente, pelo acordo coletivo de trabalho firmado em Mato Grosso. Na Região Norte, o indicador subiu 1,46%, 0,25% no Nordeste e 0,27% no Sul. Já no Sudeste houve queda de 0,03%.</p>



<p>Os custos regionais, por metro quadrado, ficaram em R$ 1.678,09 no Norte, R$ 1.560,37 no Nordeste, R$ 1.736,74 no Sudeste, R$ 1.750,43 no Sul e R$ 1.709,83 no Centro-Oeste.</p>



<p>“Com alta na parcela de materiais e reajuste observado nas categorias profissionais, Mato Grosso foi o estado com a maior variação mensal: 4,89%. Roraima (3,64%), Pará (2,55%) e Alagoas (2,64%) também apresentaram índices altos, influenciados por reajuste na parcela da mão de obra”, informou o IBGE.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é o Sinapi</h2>



<p>Criado em 1969, o objetivo do Sinapi &#8211; preparado pelo IBGE em conjunto com a Caixa Econômica Federal &#8211; é a produção de informações de custos e índices de forma sistematizada e com abrangência nacional, permitindo a elaboração, a avaliação de orçamentos e o acompanhamento de custos.</p>



<p>“As estatísticas do Sinapi são fundamentais na programação de investimentos, sobretudo, para o setor público. Os preços e custos auxiliam na elaboração, análise e avaliação de orçamentos, enquanto os índices possibilitam a atualização dos valores das despesas nos contratos e orçamentos”, analisou o IBGE.</p>



<p><strong>(Cristina Índio do Brasil &#8211; Repórter da Agência Brasil /Foto: Tânia Rêgo &#8211; Agência Brasil)</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/inflacao-da-construcao-fica-em-004-em-outubro/">Inflação da construção fica em 0,04% em outubro</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/indice-nacional-da-construcao-civil-desacelera-para-038-em-outubro/">Índice Nacional da Construção Civil desacelera para 0,38% em outubro</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
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		<title>Inflação da construção fica em 0,04% em outubro</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Oct 2022 18:59:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160;Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), medido pela .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp;Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação&nbsp;de 0,04% em outubro deste ano. A taxa é inferior ao 0,10% de setembro.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1490198&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1490198&amp;o=node"></p>



<p>Com o resultado, o INCC-M acumula taxas de inflação de 8,96% no ano e de 10,06% em 12 meses.</p>



<p>A inflação de 0,04% de outubro foi puxada pela mão de obra, cujo custo subiu 0,31% no mês, acima do 0,26% de setembro.</p>



<p>Os materiais, equipamentos e serviços, por outro lado, registraram deflação (queda de preços) de 0,32% em outubro, uma redução de custo mais acentuada que a observada no mês anterior, que havia sido de 0,14%.</p>



<p><strong>(Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil /Foto: Marcello Casal Jr &#8211; Agência Brasil)</strong></p>
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		<title>Construção civil tem inflação de 0,44% em setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 16:42:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[#inflação]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou inflação de 0,44% em setembro. A taxa foi inferior à observada em agosto, de 0,58%, e é a menor desde julho de 2020, segundo dados divulgados hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1487469&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1487469&amp;o=node"></p>



<p>No ano, o Sinapi tem inflação acumulada de 10,22%. Em 12 meses, o indicador acumula alta de preços de 13,11%, abaixo dos 13,61% acumulados até agosto. O custo nacional da construção, por metro quadrado, passou a ser de R$ 1.669,19 em setembro.</p>



<p>A parcela dos materiais subiu 0,53% e passou a custar R$ 999,96 por metro quadrado. Já a mão de obra subiu 0,31% e passou a ter um custo por metro quadrado de R$ 669,23.</p>



<p><strong>(Vitor Abdala &#8211; Repórter da Agência Brasil /Foto: Marcello Casal Jr &#8211; Agência Brasil)</strong></p>
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		<title>Índice Nacional da Construção Civil recua em agosto e atinge 0,58%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2022 17:25:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) atingiu 0,58% em agosto, um recuo de 0,9 ponto percentual na comparação com o mês anterior, quando ficou em 1,48%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1481557&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1481557&amp;o=node"></p>



<p>De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), este foi o segundo menor índice do ano, acima apenas do&nbsp;de fevereiro. Com o resultado&nbsp;de agosto, o acumulado nos últimos doze meses chegou a 13,61%, um pouco abaixo dos 14,07% registrados nos doze meses imediatamente anteriores.</p>



<p>Ainda conforme o IBGE, entre janeiro e agosto, o indicador acumulou 9,74%. Em agosto do ano passado, o Sinapi ficou em 0,99%.</p>



<p>Segundo o gerente do Sinapi, Augusto Oliveira, as desacelerações são notadas nos últimos meses. “Temos observado, nos últimos três meses, desaceleração nas duas parcelas do índice: tanto no lado dos materiais quanto na mão de obra”, disse, acrescentando que esse movimento também foi registrado no índice apresentado&nbsp;hoje.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Custo</h2>



<p>O custo nacional da construção, por metro quadrado, subiu em relação a julho. Em agosto atingiu R$ 1.661,85. Desse valor, R$ 994,67 são relativos aos materiais e R$ 667,18 à mão de obra. Em julho, o custo nacional ficou em R$ 1.652,27. A parcela dos materiais registrou taxa de 0,69%, o que significa queda tanto na comparação com julho (1,38%) quanto com agosto do ano passado (1,62%).&nbsp;</p>



<p>“A taxa&nbsp;de agosto&nbsp;representa o terceiro menor índice de 2022”, completou o gerente.</p>



<p>A mão de obra caiu 1,2 ponto percentual na comparação com julho (1,62%) e chegou a 0,42%.</p>



<p>“Comparando com agosto do ano anterior (0,08%), houve alta de 0,34 ponto percentual. De janeiro a agosto de 2022, os acumulados fecharam em 9,31% (materiais) e 10,38% (mão de obra). Os acumulados em doze meses ficaram em 14,76% (materiais) e 11,90% (mão de obra)”, apontou o indicador.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Regiões</h2>



<p>A Região Norte foi a que registrou a maior variação regional (1,43%) em agosto. O IBGE informou que o movimento foi em consequência dos acordos coletivos firmados em Rondônia e no Amazonas.</p>



<p>A Região Nordeste registrou 0,22%, Sudeste 0,49%, Sul 0,72%, e Centro-Oeste 1,08%.</p>



<p>Já os custos regionais, por metro quadrado, ficaram em R$ 1.645,35 na Região Norte; R$ 1.549,97 na Nordeste; R$ 1.732,44 na Sudeste; R$ 1.729,30 na Sul e R$ 1.676,13 na Centro-Oeste.</p>



<p>Com a alta na parcela de materiais e com o reajuste das categorias profissionais, Rondônia foi o estado com a maior variação mensal (5,67%). Na sequência ficou o Amazonas (3,19%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa</h2>



<p>O Sinapi é uma produção conjunta do IBGE e da Caixa, com o objetivo de produzir séries mensais de custos e índices para o setor habitacional, e, ainda, séries mensais de salários medianos de mão de obra e preços medianos de materiais, máquinas e equipamentos e serviços da construção para os setores de saneamento básico, infraestrutura e habitação.</p>



<p>Segundo o IBGE, as estatísticas do Sinapi são fundamentais na programação de investimentos, sobretudo para o setor público. &#8220;Os preços e custos auxiliam na elaboração, análise e avaliação de orçamentos, enquanto os índices possibilitam a atualização dos valores das despesas nos contratos e orçamentos”.</p>



<p><strong>(Cristina Indio do Brasil &#8211; Repórter da Agência Brasil /Foto⁚ Reprodução &#8211; TV Brasil)</strong></p>
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		<title>Construção revisa previsões após PIB e projeta crescimento de até 5% em 2022</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Sep 2022 20:22:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[#PIB]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O SindusCon-SP (Sindicato da Construção) decidiu revisar suas projeções para o PIB do setor neste ano, após a divulgação dos dados do segundo trimestre pelo IBGE nesta quinta (1º).</p>



<p>Com o resultado, a projeção da entidade para o PIB da construção em 2022 passa de um crescimento de 3,5% para algo em torno de 4,5% a 5%.</p>



<p>Os números apontam aceleração com alta de 2,7% no PIB do setor em relação ao primeiro trimestre, no oitavo trimestre de avanço consecutivo.</p>



<p>Eduardo Zaidan, vice-presidente de economia do SindusCon-SP, afirma que a construção também contribuiu para a elevação da Formação Bruta de Capital Fixo, e a taxa de investimento foi de 18,7% do PIB nos primeiros dois trimestres de 2022.</p>



<p><strong>(Joana Cunha &#8211; Folhapress / Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil)</strong></p>
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		<item>
		<title>Índice Nacional da Construção Civil sobe 1,48% em julho</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/indice-nacional-da-construcao-civil-sobe-148-em-julho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 16:47:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) avançou 1,48% em julho, .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) avançou 1,48% em julho, o que significa um recuo de 0,17 ponto percentual em relação ao apurado em junho: 1,65%. O acumulado de janeiro a julho é de 9,11%, mas, nos últimos 12 meses, atingiu 14,07%. Esse percentual é um pouco abaixo dos 14,53% registrados nos doze meses imediatamente anteriores.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1475327&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1475327&amp;o=node"></p>



<p>Os dados fazem parte do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) de julho, divulgado hoje (9), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>



<p>O gerente do Sinapi, Augusto Oliveira, explicou que o segundo semestre começa com o terceiro maior índice do ano. A influência, mais uma vez, é da alta nas duas parcelas que o compõem: material e mão de obra.</p>



<p>O custo nacional da construção, por metro quadrado, chegou a R$ 1.652,27 em julho. Desse valor, R$ 987,88 correspondem a materiais e R$ 664,39 à mão de obra. No mês anterior, o custo nacional tinha fechado em R$ 1628,25.</p>



<p>Em relação a junho, a taxa da parcela de materiais alcançou 1,38%, o que significa alta de 0,19 ponto percentual. Naquele mês tinha ficado em 1,19%. Na comparação com o índice de julho de 2021, que era de 2,88%, houve queda de 1,50 ponto percentual.</p>



<p>“A parcela dos materiais apresentou alta em relação ao mês anterior. Quando comparado ao índice de julho de 2021, temos uma queda significativa”, disse o gerente.</p>



<p>Acrescentou que, apesar dos acordos coletivos de trabalho firmados no período, a parcela da mão de obra registrou, em julho, variação de 1,62%, caindo 0,73 ponto percentual em relação a junho.</p>



<p>Os materiais acumularam variação de 8,56% de janeiro a julho de 2022 e 9,92% para mão de obra. Em 12 meses ficaram em 15,82% e 11,52%, respectivamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estados</h2>



<p>A maior taxa entre os estados foi anotada no Paraná. Lá, houve avanço na parcela de materiais e reajuste para as categorias profissionais, o que contribuiu para a variação mensal de 5,18%.</p>



<p>A região Sul, onde também houve acordos de categorias profissionais no Rio Grande do Sul, foi a que teve a maior variação regional em julho: 3,33%. Na região Norte, 0,85%, no Nordeste, 1,50%, no Sudeste, 1,05% e no Centro-Oeste, 1,24%.</p>



<p>Já os custos regionais, por metro quadrado, atingiram R$ 1.622,08 no Norte; R$ 1.546,52 no Nordeste; R$ 1.723,94 no Sudeste; R$ 1.717,01 no Sul e R$ 1.658,26 no Centro-Oeste.</p>



<p>“Neste mês, o Paraná destacou-se com a maior taxa entre os estados. Com o Rio Grande do Sul apresentando a terceira maior taxa do mês, a região sul registrou a maior variação em julho”, observou Oliveira.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Finalidade do Sinapi</h2>



<p>O objetivo da pesquisa, uma produção conjunta do IBGE e da Caixa, é produzir séries mensais de custos e índices para o setor habitacional, e, ainda, séries mensais de salários medianos de mão de obra e preços medianos de materiais, máquinas e equipamentos e serviços da construção para os setores de saneamento básico, infraestrutura e habitação.</p>



<p>Segundo o IBGE, as estatísticas do Sinapi “são fundamentais na programação de investimentos, sobretudo para o setor público. Os preços e custos auxiliam na elaboração, análise e avaliação de orçamentos, enquanto os índices possibilitam a atualização dos valores das despesas nos contratos e orçamentos”.</p>



<p><strong>(Cristina Índio do Brasil &#8211; Agência Brasil /Foto: Marcello Casal Jr &#8211; Agência Brasil)</strong></p>
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		<title>Estimativa do PIB da construção civil cresce pela segunda vez este ano</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/estimativa-do-pib-da-construcao-civil-cresce-pela-segunda-vez-este-ano/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 17:09:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#construção civil]]></category>
		<category><![CDATA[#PIB]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela segunda vez consecutiva este ano, a Câmara Brasileira da Indústria .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pela segunda vez consecutiva este ano, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) aumentou a projeção do crescimento do Produto Interno Bruto da Construção Civil. As informações estão no estudo&nbsp;<em>Desempenho Econômico da Indústria da Construção – Segundo Trimestre de 2022</em>, divulgado hoje (25).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1472432&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1472432&amp;o=node"></p>



<p>“Pelo segundo ano consecutivo a construção crescerá acima da economia nacional. Entretanto, mesmo considerando a alta de 3,5% do PIB em 2022, o setor ainda registra queda em seu PIB de 23,44% no período 2014 a 2022”, disse a economista da entidade Ieda Vasconcelos.</p>



<p>Ieda acrescentou que o ciclo de negócios em andamento, iniciado nos últimos dois anos, tem garantido o ritmo de atividade do setor. Para o segundo semestre é aguardado, também, um maior impacto do ritmo de atividades originário das famílias, com pequenas obras e reformas.</p>



<p>Outro ponto destacado pela economista são as novas medidas para o Programa Casa Verde e Amarela, que devem gerar um efeito positivo na atividade do setor. A expectativa é de que eles poderão começar a ser sentidos nos últimos meses do ano.</p>



<p>Outro dado divulgado pela CBIC é que nos últimos resultados do PIB, divulgados pelo IBGE, indicam que a construção civil, na série trimestre contra trimestre imediatamente anterior, com ajuste sazonal, cresce há 7 trimestres consecutivos. “Essa sequência de números positivos ainda não tinha sido observada na série histórica do indicador, iniciada em 1996. Esses resultados fazem parte do ciclo positivo de negócios em andamento, que foi iniciado no terceiro trimestre de 2020” e mostram a importância do setor para o país”, disse Ieda Vasconcelos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Problemas</h2>



<p>O levantamento também mostra que pelo oitavo trimestre consecutivo o principal problema da construção civil continua sendo a falta ou o alto custo dos insumos. A taxa de juros elevada e a falta ou o alto custo do trabalhador qualificado também são destaques.</p>



<p>Segundo a pesquisa, da qual participaram mais de 400 empresas, a falta ou o alto custo de matéria-prima foi o principal problema citado por 47,7% dos empresários. A taxa de juros elevada foi destacada por 29,8% dos entrevistados. Já a falta ou alto custo do trabalhador qualificado foi relatada por 20,3%.</p>



<p>“De acordo com Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), os três insumos que mais sofreram aumentos nos custos entre julho de 2020 a junho de 2022 foram vergalhões e arames de aço ao carbono (99,60%); tubos e conexões de ferro e aço (89,43%) e tubos e conexões de PVC (80,62%)”, detalhou a CBIC.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Empregos</h2>



<p>O mercado de trabalho no setor continua gerando resultados positivos e em patamares mais elevados do que os observados no período pré-pandemia. Os resultados dos primeiros semestres de 2021 e 2022 são os melhores para o período desde 2012, quando se analisa a série do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e do novo Caged.</p>



<p>“Em maio deste ano, o número de trabalhadores com carteira assinada alcançou o maior patamar desde novembro de 2015. Além disso, o mercado de trabalho formal alcançou resultados positivos em quase todos os estados, sendo São Paulo, Salvador e Rio de Janeiro, os destaques na geração de novas vagas na construção”, detalhou a CBIC.</p>



<p>O setor já gerou mais de 430 mil novas vagas com carteira assinada no período pós-pandemia (entre março de 2020 a maio de 2022). A construção de edifícios representou mais 175.640 novas vagas. Obras de infraestrutura, 93.961 e serviços especializados para a construção 166.368.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Atividade</h2>



<p>Conforme a Sondagem da Indústria da Construção, realizada pela CNI, com o apoio da CBIC, o setor, com a contribuição de todos os seus segmentos (construção de edifícios, serviços especializados para construção e obras de infraestrutura) encerrou o primeiro semestre de 2022 com o maior patamar de atividades desde outubro de 2021. A economista da CBIC ressalta que, em junho, o patamar alcançado é o maior para o período desde 2011 e supera, inclusive, o bom desempenho de 2021.</p>



<p>“O bom desempenho da construção exerce efeito positivo em toda a economia nacional, em função da sua extensa cadeia produtiva. Isso significa que mais atividade na construção, é mais renda, mais emprego e mais geração de tributos em toda a economia nacional. E isso merece ser destacado. Num momento em que o país busca consolidar o seu processo de crescimento, a construção civil segue se destacando e contribuindo de forma estratégica”, ressaltou Ieda Vasconcelos.</p>



<p><strong>(Karine Melo – Agência Brasil /Foto: Fernando Frazão &#8211; Agência Brasil)</strong></p>
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