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	<title>Diário do Acionista</title>
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	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
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	<title>Diário do Acionista</title>
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		<title>Calor extremo ameaça produtividade, pressiona preços e pode gerar perdas de US$ 2,4 trilhões na economia global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 01:49:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação O avanço das temperaturas globais e a maior frequência .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>O avanço das temperaturas globais e a maior frequência de eventos climáticos extremos estão ampliando os riscos para a economia, com impactos sobre a produção agrícola, o mercado de trabalho, o consumo de energia e os preços dos alimentos. Em 2026, projeções da Organização Meteorológica Mundial (OMM) reforçaram o alerta de que o aquecimento do planeta pode ultrapassar temporariamente 1,5°C em relação ao período pré-industrial, intensificando os desafios econômicos para países como o Brasil.</p>



<p>Segundo relatório divulgado pela OMM em maio, existe uma probabilidade de 91% de que pelo menos um ano entre 2026 e 2030 registre temperatura média global superior a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. A organização também estima em 75% a possibilidade de a média dos cinco anos superar esse patamar. O limite estabelecido pelo Acordo de Paris, entretanto, considera o aquecimento sustentado por um período prolongado.</p>



<p>Os efeitos econômicos já aparecem em setores dependentes das condições climáticas. Na agricultura, temperaturas elevadas e alterações no regime de chuvas podem comprometer safras, reduzir a oferta de produtos e aumentar os custos de produção. No Brasil, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas cresceu 18,2% em 2025, após um ano marcado por condições climáticas desfavoráveis.</p>



<p>A instabilidade na produção agrícola também pode atingir o orçamento das famílias. A redução da oferta de alimentos tende a pressionar os preços, enquanto produtores enfrentam despesas adicionais com irrigação, armazenamento e recuperação de áreas afetadas por secas ou enchentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Calor extremo pode reduzir produtividade e elevar custos das empresas</h3>



<p>Os efeitos do aquecimento também alcançam o mercado de trabalho. Estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT), publicado em 2019, estima que o estresse térmico poderá provocar a perda de 2,2% das horas trabalhadas no mundo até 2030, equivalente a 80 milhões de empregos em tempo integral e a US$ 2,4 trilhões em perdas econômicas anuais.</p>



<p>A agricultura e a construção civil estão entre os setores mais expostos, especialmente pela presença de trabalhadores em ambientes externos. O calor excessivo pode exigir pausas, alterações de jornadas e investimentos em proteção, afetando os custos operacionais.</p>



<p>“O impacto do estresse térmico sobre a produtividade do trabalho é uma consequência grave das mudanças climáticas”, afirmou Catherine Saget, pesquisadora da OIT e uma das autoras do levantamento, em tradução de declaração divulgada pela organização.</p>



<p>Outro impacto envolve o setor energético. O aumento da utilização de aparelhos de refrigeração eleva a demanda por eletricidade, enquanto períodos de estiagem podem comprometer a geração hidrelétrica, ampliando a necessidade de outras fontes de energia.</p>



<p>Para a secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, as temperaturas elevadas em terra e nos oceanos contribuíram para intensificar fenômenos como ondas de calor, chuvas intensas e ciclones tropicais. Em janeiro de 2026, ela destacou a importância dos sistemas de alerta para reduzir os riscos associados a esses eventos.</p>



<p>Diante desse cenário, investimentos em infraestrutura, adaptação climática e prevenção de desastres passam a integrar o planejamento econômico de governos e empresas, com reflexos sobre a produção, o emprego e o custo de vida.</p>



<p><strong>Foto: Marcelo Camargo &#8211; Agência Brasil </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/unctad-economia-global-pode-desacelerar-para-23-em-2025-sob-pressao-de-tensoes-comerciais/" data-type="post" data-id="47124">Unctad: economia global pode desacelerar para 2,3% em 2025 sob pressão de tensões comerciais</a></p>
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		<title>FMI pede apoio a economias que enfrentam choques com guerra e riscos de &#8216;inteligência avançada&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 01:38:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[FMI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Isabella Pugliese Vellani &#8211; Estadão Conteúdo O Fundo Monetário Internacional .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Isabella Pugliese Vellani &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) informou que países-membros defenderam o aumento do apoio a economias que enfrentam dificuldades de financiamento de curto prazo, afetadas por impactos negativos de guerras e por preços elevados de energia, e alertaram que os riscos para a economia global seguem inclinados para baixo.</p>



<p>O comunicado divulgado após a semana de reuniões em Bangkok, na Tailândia, ressalta que a economia mundial tem resistido melhor do que o esperado a uma sequência de choques, mas que a resiliência &#8220;não pode ser dada como certa&#8221;. O texto é assinado pelo presidente do Comitê Monetário e Financeiro Internacional (CMFI), Mohammed Al-Jadaan, ministro das Finanças da Arábia Saudita.</p>



<p>No texto, os membros do FMI destacaram que guerras e conflitos impõem elevado custo humanitário e econômico, com efeitos negativos relevantes que atingem de forma mais dura os mais pobres e vulneráveis. O documento também menciona que interrupções em cadeias de suprimento e tensões comerciais aumentam a incerteza e as pressões de preços, e afirma que avanços rápidos em tecnologias de &#8220;inteligência avançada&#8221; têm impulsionado investimento e comércio e podem elevar a produtividade, embora tragam riscos.</p>



<p>Entre as preocupações, o comunicado cita a possibilidade de agravamento de conflitos e tensões comerciais, com impacto sobre rotas críticas e pressão sobre commodities, inclusive produtos refinados de energia, além de piora na insegurança energética e alimentar.</p>



<p>O CMFI também apontou que a alta dos rendimentos de títulos soberanos em economias sistêmicas, somada a efeitos sobre as condições financeiras globais em um ambiente de alta dívida pública e necessidades de refinanciamento, pode ampliar vulnerabilidades macrofinanceiras, em meio a incertezas sobre os impactos econômicos e financeiros das tecnologias de inteligência avançada.</p>



<p>Os membros reafirmaram a prioridade de promover estabilidade macroeconômica e financeira com políticas consistentes e cooperação multilateral, defendendo a redução urgente de vulnerabilidades fiscais com consolidação ancorada em estruturas críveis de médio prazo, preservando os mais vulneráveis e investimentos prioritários. O texto reforça que bancos centrais seguem comprometidos com a estabilidade de preços e que a independência dessas instituições é essencial.</p>



<p>O próximo encontro do FMI será em abril de 2027, em Washington, D.C., capital dos Estados Unidos.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/fmi-ia-pode-impulsionar-crescimento-mas-aumentar-tensoes-economicas/" data-type="post" data-id="58746">FMI: IA pode impulsionar crescimento, mas aumentar tensões econômicas</a></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>TRE-RJ proclama Douglas Ruas eleito para o governo do Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 18 Oct 2026 01:14:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil O colegiado do Tribunal .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O colegiado do Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) homologou, por unanimidade, em sessão plenária nesta quinta-feira (15), o resultado da retotalização de votos para o cargo de governador nas Eleições de 2026.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705482&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705482&amp;o=node"></p>



<p>Com isso, o presidente da Corte Eleitoral fluminense, desembargador Claudio de Mello Tavares, proclamou Douglas Ruas (PL) eleito no primeiro turno, já que obteve mais da metade dos votos válidos.</p>



<p>“Os votos computados demonstram que a chapa integrada por Douglas Ruas dos Santos e Fernanda Anchieta Louback foi eleita para os cargos de governador e vice-governadora, com 50,88%, sendo desnecessária a realização do segundo turno, por terem obtido a maioria absoluta dos votos válidos”, afirmou o magistrado.</p>



<p>A <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-10/apos-retotalizacao-dos-votos-douglas-ruas-tem-5088-dos-votos-no-rj" target="_blank" rel="noopener">cerimônia de retotalização</a> aconteceu no último sábado (10), na sede do TRE-RJ, centro do Rio. O procedimento foi motivado por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que <a href="http://agenciabrasil.ebc.com.br/justica/noticia/2026-10/tse-anula-votos-de-garotinho-e-abre-caminho-para-ruas-vencer-governo-do-rio-no-1o-turno" target="_blank" rel="noopener">confirmou o indeferimento</a> do registro de candidatura de Anthony Garotinho (Republicanos) e considerou nulos os 274.411 votos do candidato, excluindo-os para fins de cálculo do percentual de votos válidos. </p>



<p>Com o procedimento, Douglas Ruas passou de 49,27% dos votos válidos para 50,88%; e Eduardo Paes passou de 42,76% para 44,16%. </p>



<p>De acordo com a Lei das Eleições, é considerado eleito no primeiro turno o candidato a presidente da República ou a governador que obtiver a maioria absoluta de votos, não computados os brancos e nulos.</p>



<p>A cerimônia de diplomação dos eleitos será no dia 18 de dezembro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.</p>



<p><strong>Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/economia-azul-rj-buscara-startups-para-enfrentar-desafios-ambientais/" data-type="post" data-id="31127">Economia azul: RJ buscará startups para enfrentar desafios ambientais</a></p>
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		<title>Dólar sobe 1,15% e fecha a R$ 5,09 em dia de cautela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Oct 2026 01:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil* O dólar subiu cerca .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil*</strong></p>



<p>O dólar subiu cerca de 1% e fechou próximo de R$ 5,09 nesta quinta-feira (15), enquanto a Bolsa brasileira recuou também em torno de 1%, aos 204 mil pontos. O mercado teve um dia de cautela, com investidores atentos ao cenário eleitoral e a possíveis medidas econômicas do governo, como a proposta de emenda à Constituição da tarifa zero aos fins de semana.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1705520&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1705520&amp;o=node"></p>



<p>No exterior, o dólar perdeu força diante de outras moedas. O petróleo teve resultados distintos: o Brent caiu e o WTI avançou.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais números</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dólar à vista: R$ 5,087 (+1,15%)</li>



<li>Máxima do dólar: R$ 5,098</li>



<li>Dólar no mês: queda acumulada de 1,70%</li>



<li>Dólar no ano: queda acumulada de 7,33%</li>



<li>Ibovespa: 204.324,26 pontos (-1,06%)</li>



<li>Ibovespa na semana: queda de 2,27%</li>



<li>Ibovespa no mês: alta de 9,65%</li>



<li>Petróleo tipo Brent: US$ 105,92 por barril (-0,13%);</li>



<li>Petróleo tipo WTI: US$ 97,97 por barril (+3,03%).</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Dólar perto de R$ 5,10</h2>



<p>A moeda estadunidense ganhou força ao longo do pregão e renovou máximas na reta final, chegando a R$ 5,098. Nos minutos finais de negociação, o dólar comercial ficou em R$ 5,087, com valorização de 1,15%. Foi o maior valor de encerramento desde 2 de outubro, quando a cotação havia terminado em R$ 5,216.</p>



<p>O movimento ocorreu em sentido contrário ao do dólar no exterior. Por volta das 17h, o índice DXY, que mede a moeda americana ante uma cesta de seis divisas fortes, recuava 0,53%, aos 102,015 pontos.</p>



<p>No mercado brasileiro, a atenção estava voltada à divulgação de uma nova pesquisa eleitoral e ao noticiário sobre possíveis medidas do governo. A notícia de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva poderia anunciar tarifa zero no transporte público aos fins de semana e feriados também esteve no radar dos investidores.</p>



<p>Apesar das três altas consecutivas, o dólar ainda acumulava queda de 1,70% em outubro e de 7,33% no ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa perde força</h2>



<p>O Ibovespa passou boa parte da tarde na faixa dos 205 mil pontos, mas intensificou as perdas na última hora de negociação. O índice chegou a se aproximar da mínima do dia, de 203.110,43 pontos, e encerrou em queda de 1,06%, aos 204.324,26 pontos.</p>



<p>O desempenho foi marcado pela cautela dos investidores diante do cenário eleitoral e de notícias sobre medidas econômicas com impacto fiscal nos próximos anos.</p>



<p>O giro financeiro da sessão foi de R$ 27 bilhões. Mesmo com a queda do dia, o Ibovespa ainda acumulava alta de 9,65% em outubro e de 26,81% em 2026. Na semana, porém, o índice recuava 2,27%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo tem resultados mistos</h2>



<p>Os preços do petróleo fecharam sem direção única nesta quinta-feira, em meio a ajustes de posições após a alta da sessão anterior. O mercado acompanhou as tensões no Oriente Médio e entre Rússia e Ucrânia, além de sinais de aumento da oferta global.</p>



<p>Referência para as negociações internacionais, o petróleo tipo Brent, caiu 0,13% e terminou a sessão a US$ 105,92 por barril. O WTI para novembro, dos Estados Unidos, subiu 3,03%, para US$ 97,97 por barril.</p>



<p>A oferta também esteve no foco. Os estoques semanais de petróleo dos Estados Unidos caíram 8,557 milhões de barris, acima das previsões. Nesta quinta, a Agência Internacional de Energia concordou em acelerar a liberação de cerca de 100 milhões de barris de reservas estratégicas anunciada pelo G7 no início de outubro.</p>



<p><em>* com informações da Reuters</em></p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-5-este-ano/" data-type="post" data-id="58781">Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5% este ano</a></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>CUT comemora fim da escala 6&#215;1, enquanto CNI pede revisão da medida aprovada pelo Senado</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/cut-comemora-fim-da-escala-6x1-enquanto-cni-pede-revisao-da-medida-aprovada-pelo-senado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 20:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[#brasil]]></category>
		<category><![CDATA[#politica]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação a partir da Agência Brasil A aprovação do fim .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação a partir da Agência Brasil </strong></p>



<p>A aprovação do fim da escala de trabalho 6&#215;1 pelo Senado Federal, na quarta-feira (14), provocou reações diferentes entre representantes dos trabalhadores e do setor empresarial. Enquanto centrais sindicais comemoraram a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, entidades patronais manifestaram preocupação com os efeitos da mudança sobre os custos de produção, a inflação e a competitividade da economia brasileira.</p>



<p>A Central Única dos Trabalhadores (CUT) classificou a aprovação como uma conquista da mobilização dos trabalhadores. Em manifestação divulgada nesta quinta-feira (15), a entidade destacou que o fim da escala de seis dias de trabalho para um de descanso representa uma mudança nas relações trabalhistas do país.</p>



<p>Em sentido contrário, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) defendeu que o Congresso Nacional reavalie a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 221/2019. Segundo a entidade, a redução da jornada poderá comprometer a produtividade das empresas e elevar os custos operacionais.</p>



<p>O presidente da CNI, Ricardo Alban, argumentou que os efeitos econômicos da medida precisam ser considerados pelos parlamentares, especialmente diante das dificuldades enfrentadas pela indústria brasileira em relação à competitividade.</p>



<p>A Força Sindical também se manifestou favoravelmente à aprovação. Para o presidente da entidade, Miguel Torres, a mudança permitirá que milhões de trabalhadores tenham mais tempo para atividades familiares, cuidados com a saúde, educação e lazer.</p>



<p>A central sindical também sustenta que experiências internacionais indicam a possibilidade de ganhos de produtividade associados à redução do tempo de trabalho, além de impactos sobre a geração de empregos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Fim da escala 6&#215;1: impactos econômicos dividem entidades</h3>



<p>A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) também demonstrou preocupação com a aprovação da proposta. A entidade considera necessário aprofundar as discussões sobre os efeitos da redução da jornada, principalmente nos segmentos de comércio, serviços e turismo.</p>



<p>De acordo com estimativas apresentadas pela CNI, a mudança poderá elevar os custos de produção em até R$ 267 bilhões, provocar uma retração de 0,7% no Produto Interno Bruto (PIB) e contribuir para uma inflação média de 6,2%, conforme o cenário analisado pela confederação.</p>



<p>Outros levantamentos apresentam resultados diferentes. Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que a redução da jornada poderá representar um aumento de aproximadamente 1% no custo total das empresas em setores como comércio e indústria. Em atividades de vigilância e segurança, o impacto poderá chegar a 6,6%.</p>



<p>As diferenças entre as projeções refletem os métodos utilizados nas pesquisas e as características dos setores econômicos avaliados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Senado aprova redução da jornada para 40 horas semanais</h3>



<p>A proposta que estabelece o fim da escala 6&#215;1 foi aprovada pelo plenário do Senado na quarta-feira (14), com 75 votos favoráveis e apenas um contrário.</p>



<p>O texto prevê a adoção de uma jornada máxima de cinco dias de trabalho por semana, com dois dias de descanso remunerado, sem redução dos salários.</p>



<p>A implementação ocorrerá de maneira gradual, ao longo de 14 meses. Nos primeiros 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, as empresas deverão adotar a escala 5&#215;2 e limitar a jornada a 42 horas semanais.</p>



<p>Após mais 12 meses, o limite será reduzido para 40 horas semanais.</p>



<p>A mudança altera a organização do trabalho no país e deverá exigir adaptações das empresas, especialmente das atividades que funcionam durante todos os dias da semana.</p>



<p><strong>Foto: Marcelo Camargo &#8211; Agência Brasil</strong> </p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/e-autonomo-mei-ou-cnpj-veja-como-declarar-o-imposto-de-renda/" data-type="post" data-id="56567">É autônomo, MEI ou CNPJ? Veja como declarar o Imposto de Renda</a></p>
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		<title>Câmara aprova aumento no limite de receita bruta do MEI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 00:08:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[MEI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Luciano Nascimento – Agência Brasil A Câmara dos Deputados aprovou .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Luciano Nascimento – Agência Brasil</strong></p>



<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (14), por 461 votos favoráveis e quatro contrários, o aumento do teto da receita bruta anual para enquadramento como microempreendedor individual (MEI) e o perdão de dívidas inscritas na dívida ativa da União até 13 de outubro de 2026.</p>



<p>Com a aprovação, o limite vai subir progressivamente dos atuais R$ 81 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. Esta é a primeira vez desde 2018 que o teto é reajustado. A matéria passará por análise do Senado.</p>



<p>O Projeto de Lei Complementar (PLP) 186/26, de autoria do Poder Executivo, estabelece ainda que um MEI contrate até dois empregados que recebam exclusivamente um salário mínimo ou o piso salarial da categoria profissional. A legislação atualmente permite a contratação de apenas um empregado.</p>



<p>O governo disse que a mudança atende a uma demanda recorrente dos microempreendedores, impulsionada pelas discussões sobre a redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6&#215;1, que está sob análise do Senado.</p>



<p>Ainda de acordo com o governo, a atualização dos limites de receita bruta permitirá que negócios em processo de crescimento permaneçam enquadrados em regime simplificado por período mais adequado ao estágio de desenvolvimento.</p>



<p>“A ampliação não representa expansão real do regime, mas recomposição monetária do mesmo patamar fixado em 2018”, disse o governo, que estimou que o impacto orçamentário será de R$ 1,57 bilhão em 2027, R$ 3,15 bilhões em 2028 e R$ 3,38 bilhões em 2029.</p>



<p>O relator da matéria, deputado Rubens Pereira Júnior (PT-MA), disse que o aumento do limite vai prevenir que o MEI tenha que dispensar um contrato para não extrapolar os limites atualmente impostos.</p>



<p>“Queremos aliviar o microempreendedor para que possa retomar suas atividades amplamente no mercado. Aquecer a economia, gerar emprego, beneficiar todos”, disse. “Se um MEI contrata hoje uma mulher e ela engravida, durante a licença não poderia contratar outro funcionário”, acrescentou o relator.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Perdão de dívidas</h3>



<p>O projeto concede ainda a anistia integral de dívidas de MEIs inscritos na Dívida Ativa da União até 13 de outubro de 2026.</p>



<p>Para ter direito ao benefício, o MEI deverá ficar adimplente no recolhimento dos tributos nos seis meses subsequentes à data de entrada em vigor da lei complementar, sob pena de cancelamento da remissão.</p>



<p>Além disso, o MEI terá que desistir de ações judiciais em curso na data de entrada em vigor da lei complementar. Não haverá pagamento de honorários advocatícios por causa da extinção do processo judicial.</p>



<p>Rubens Pereira Júnior disse que a medida deve beneficiar mais de três milhões de MEIs com débitos inscritos na União. O deputado disse ainda que parcela expressiva dessas dívidas apresenta baixa perspectiva de recuperação.</p>



<p>“A remissão proposta estabelece solução excepcional para esse passivo, permitindo a regularização de empreendedores que enfrentam dificuldades para quitar obrigações pretéritas. Ao mesmo tempo, a exigência de adimplência das contribuições com vencimento nos seis meses subsequentes à entrada em vigor da lei complementar procura associar a concessão do benefício à retomada do cumprimento regular das obrigações tributárias”, defendeu.</p>



<p>Também aumenta para R$ 100 mil o limite do valor para realização de licitações destinadas exclusivamente à participação de microempresas e empresas de pequeno porte, atualmente fixado em R$ 80 mil.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Simples Nacional</h3>



<p>Durante a sessão, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que a Casa deve analisar até o fim do ano o reajuste para o Simples Nacional.</p>



<p>&#8220;Assumo o compromisso com todos os partidos desta Casa de que me dedicarei pessoalmente para que, até o final do ano, possamos tratar do reajuste das empresas no regime do Simples Nacional. Não haverá prejuízo algum&#8221;, afirmou.</p>



<p><strong>Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/marinho-pede-solucao-do-supremo-contra-uso-irregular-do-mei/" data-type="post" data-id="57368">Marinho pede solução do Supremo contra uso irregular do MEI</a></p>
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		<title>Tecnologia amplia acesso aos investimentos e mercado de capitais já movimenta R$ 8,7 trilhões no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:58:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação A expansão das plataformas digitais, o uso de inteligência .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>A expansão das plataformas digitais, o uso de inteligência artificial e a automatização de serviços financeiros estão modificando a forma como brasileiros investem e empresas captam recursos. Segundo dados divulgados em agosto de 2026 pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a tecnologia tem contribuído para reduzir custos operacionais, ampliar o acesso aos investimentos e impulsionar o financiamento de empresas no país. O movimento acompanha o crescimento do mercado de capitais, que alcançou R$ 8,7 trilhões em recursos em 2025, equivalente a 68,5% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>



<p>De acordo com a entidade, o estoque de títulos privados não bancários, incluindo debêntures, certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) e do agronegócio (CRAs), chegou a R$ 3,9 trilhões. Já o valor das ações emitidas por empresas atingiu R$ 4,8 trilhões. Os dois indicadores mais que dobraram em sete anos, demonstrando a expansão dos instrumentos utilizados para financiar atividades econômicas.</p>



<p>A digitalização também permitiu que investidores realizassem aplicações por meio de celulares e plataformas de corretoras, sem depender exclusivamente do atendimento presencial. Ferramentas de análise de dados e sistemas automatizados passaram a integrar processos de avaliação de riscos, acompanhamento de carteiras e execução de operações.</p>



<p>Para Zeca Doherty, diretor-executivo da Anbima, a incorporação dessas ferramentas exige atenção às regras de funcionamento do setor. “O futuro do mercado de capitais brasileiro será cada vez mais digital. Nosso papel é garantir que cada nova tecnologia seja acompanhada por padrões claros de governança e pela preparação dos profissionais e investidores que atuam nesse ecossistema”, afirmou o executivo em comunicado divulgado pela entidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Inteligência artificial e digitalização transformam o mercado financeiro</strong></h3>



<p>O avanço tecnológico também aparece nos meios de pagamento. Segundo o Banco Central (BC), o Pix registrou quase 80 bilhões de transações em 2025, movimentando mais de R$ 35 trilhões. Ao final daquele ano, 148 milhões de pessoas físicas e 12,8 milhões de empresas já haviam utilizado o sistema, indicando a dimensão da digitalização dos serviços financeiros brasileiros.</p>



<p>Outro instrumento dessa transformação é o Open Finance, que permite o compartilhamento de informações financeiras entre instituições, mediante autorização dos clientes. A integração pode facilitar a comparação de produtos, a oferta de crédito e o desenvolvimento de serviços adaptados ao perfil dos consumidores.</p>



<p>No mercado de capitais, a Anbima aponta que 33,6% dos recursos captados por empresas não financeiras já têm origem nesse segmento, participação próxima à do crédito bancário, de 33,3%. A indústria de fundos também concentra 57% dos títulos privados em circulação, com aproximadamente R$ 810 bilhões aplicados em ativos de crédito corporativo.</p>



<p>Apesar dos avanços, a incorporação de tecnologias envolve desafios relacionados à segurança cibernética, à proteção de dados e à supervisão das operações. Para a Anbima, a combinação entre inovação, educação financeira e governança será determinante para ampliar a participação dos investidores e sustentar o crescimento do setor.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/tecnologia-e-personalizacao-como-os-seguros-de-saude-estao-se-transformando/" data-type="post" data-id="47613">Tecnologia e Personalização: como os seguros de saúde estão se transformando</a></p>
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		<title>Febraban: metade dos bancos prevê corte de 0,25 pp na Selic em novembro e 13,50% no fim do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriela Jucá &#8211; Estadão Conteúdo Metade dos bancos brasileiros que .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Gabriela Jucá &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>Metade dos bancos brasileiros que responderam à Pesquisa de Economia Bancária e Expectativas, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), prevê que a taxa Selic atinja o nível de 13,50% ao final deste ano, com a retomada do ciclo de cortes em março de 2027. A mediana das projeções indica um novo corte de 0,25 ponto porcentual na taxa Selic na reunião de novembro.</p>



<p>O restante dos respondentes se divide em 30% que não enxerga mais cortes em 2026 e 20% que espera o juro básico em 13,25% ao fim do ano ou menos.</p>



<p>O levantamento da Febraban é realizado a cada 45 dias, após as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), e nesta edição ouviu 20 instituições entre os dias 22 e 28 de setembro.</p>



<p>Em relação à atividade econômica de 2026, 45% dos participantes avaliam que o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer abaixo do consenso &#8211; de alta de 1,85%, conforme a última pesquisa Focus -, diante da desaceleração dos setores mais cíclicos. Já 40% dos respondentes ainda projetam expansão em linha com a estimativa de 1,85%, com estímulos fiscais e creditícios que tendem a compensar parcialmente os vetores de baixa.</p>



<p>A pesquisa também destacou a visão dos bancos sobre a inflação. Na comparação com pesquisa realizada em agosto, houve uma piora na percepção dos participantes quanto à dinâmica inflacionária: 50% avaliam que o IPCA deve ficar acima do consenso de 4,9% neste ano, em meio aos choques de oferta simultâneos. Outros 40% estimam IPCA em torno de 4,9% em 2026.</p>



<p>No cenário internacional, com a persistência da inflação acima da meta e a resiliência da atividade nos Estados Unidos, a maioria dos participantes (75%) espera uma nova elevação de 0,25 ponto porcentual dos juros pelo Federal Reserve até o fim do ano</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Crédito</strong></h3>



<p>A Febraban ainda apontou que a expectativa de crescimento para a carteira de crédito total neste ano é de 8,9%. Segundo o levantamento, o resultado reflete a alta projetada no avanço da carteira direcionada. Já para 2027, a expectativa de crescimento da carteira total é de 7,4%, também impulsionada pela alta da carteira direcionada.</p>



<p>O levantamento destaca que a expectativa para a inadimplência da carteira livre (PF+PJ) é de 6,1% em 2026 e 5,9% em 2027, sinalizando continuidade das pressões sobre o indicador, diante do elevado nível de endividamento das empresas e famílias.</p>



<p>Com relação à inadimplência das famílias, a percepção predominante (65%) é de que o indicador deve seguir em alta até o fim do ano. Por outro lado, 30% acreditam na estabilidade do indicador no nível atual.</p>



<p><strong>Foto: Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/procon-e-febraban-orientam-consumidores-sobre-gastos-no-fim-de-ano/" data-type="post" data-id="44292">Procon e Febraban orientam consumidores sobre gastos no fim de ano</a></p>
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		<title>OMC eleva previsão de crescimento do comércio de bens em 2026 a 3,9%, mas reduz serviços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:43:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[OMC]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Isabella Pugliese Vellani &#8211; Estadão Conteúdo A Organização Mundial do .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Isabella Pugliese Vellani &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>A Organização Mundial do Comércio (OMC) revisou para cima a projeção de crescimento do volume do comércio de mercadorias em 2026, de 1,9% (no cenário-base de março) para 3,9%, impulsionada por investimentos em inteligência artificial (IA) acima do esperado.</p>



<p>Em relatório de perspectivas publicado nesta quinta-feira (08), a OMC afirmou que, apesar do conflito no Oriente Médio, a economia global tem se mantido resiliente.</p>



<p>Segundo a entidade, isso reflete um &#8220;forte e inesperado salto nos investimentos de capital ligados à IA&#8221;, além do aumento da oferta de combustíveis e fertilizantes por países fora do Oriente Médio.</p>



<p>Por outro lado, a OMC revisou para baixo a projeção de crescimento do volume do comércio de serviços em 2026, de 4,8% para 3,3%, citando os prejuízos do conflito no Oriente Médio para viagens e turismo na região e a alta dos custos de combustíveis em todo o mundo.</p>



<p>Para 2027, a OMC projeta que as taxas de crescimento em volume do comércio de mercadorias e de serviços comerciais avancem para 4,1% e 6,4%, respectivamente, mas ressalva que o cenário depende de uma solução rápida para o conflito no Oriente Médio. Com base nessas projeções, a organização estima que o volume do comércio mundial de bens e serviços cresça cerca de 3,7% em 2026 e 4,7% em 2027.</p>



<p>&#8220;As projeções para o comércio continuam sujeitas a vários riscos significativos&#8221;, afirmou a OMC. &#8220;Uma desaceleração ou reversão nos aportes em IA poderia ter um impacto relevante no comércio, dada a elevada dependência de importações&#8221;, acrescentou.</p>



<p><strong>Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/saiba-mais-sobre-acordo-para-facilitar-comercio-eletronico-no-mercosul/" data-type="post" data-id="58488">Saiba mais sobre acordo para facilitar comércio eletrônico no Mercosul</a></p>
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		<item>
		<title>Indústria aponta juros altos como principal barreira ao crédito</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/industria-aponta-juros-altos-como-principal-barreira-ao-credito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:36:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil Os juros altos são .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>Os juros altos são o principal obstáculo para a indústria brasileira acessar crédito, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (9) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704817&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704817&amp;o=node"></p>



<p>Entre as empresas que tiveram dificuldades para obter financiamento de curto ou médio prazo, 76% apontaram as taxas elevadas como uma das principais barreiras. Nas operações de longo prazo, com vencimento superior a cinco anos, os juros foram citados por 69% dos empresários.</p>



<p>A Sondagem Especial 107 – Condições de Acesso ao Crédito em 2026 ouviu 1.701 empresas industriais, de 3 a 12 de agosto,&nbsp;sobre as condições enfrentadas entre fevereiro e&nbsp;julho.&nbsp;O universo da pesquisa inclui&nbsp;692 pequenas, 612 médias e 397 grandes empresas industriais em todo o país.</p>



<p>Apesar de ainda liderarem o ranking de obstáculos, as taxas perderam peso em relação à pesquisa anterior. Em 2025, eram apontadas por 80% das empresas nas operações de curto e médio prazo e por 71% nas de longo prazo.</p>



<p>“A queda dos juros leva um tempo para se refletir no custo do crédito, que ainda chega bastante elevado para as empresas”, afirma em nota Maria Virgínia Colusso, analista de Políticas e Indústria da CNI.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outras barreiras</h2>



<p>Depois dos juros, as exigências de garantias reais aparecem como o principal entrave nas operações de curto e médio prazo. O problema foi citado por 33,4% das empresas. No crédito de longo prazo, o percentual ficou em 31,5%.</p>



<p>A burocracia foi mencionada por 13,6% dos empresários nas operações de curto e médio prazo. Já no longo prazo, a segunda dificuldade foi o prazo de carência considerado insuficiente, citado por 18,9%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais obstáculos</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Juros elevados: 76% no curto/médio prazo e 69% no longo prazo;</li>



<li>Garantias reais: 33,4% e 31,5%, respectivamente;</li>



<li>Burocracia: 13,6% no curto/médio prazo;</li>



<li>Carência insuficiente: 18,9% no longo prazo.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Busca por crédito</h2>



<p>Quase metade das empresas industriais, 49,9%, não tentou contratar ou renovar crédito de curto ou médio prazo no período analisado. Apenas 22,9% conseguiram contratar ou renovar financiamento, e 7,5% tentaram, mas não obtiveram os recursos.</p>



<p>No crédito de longo prazo, 54% não buscaram financiamento. Outros 15,5% conseguiram contratar ou renovar operações, e 9,2% tentaram, sem sucesso.</p>



<p>Considerando apenas as empresas que efetivamente buscaram crédito, a taxa de frustração aumentou em relação a 2025:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Curto/médio prazo: 24,7%, contra 20% em 2025;</li>



<li>Longo prazo: 37,2%, contra 33% no ano anterior.</li>
</ul>



<p>As pequenas empresas tiveram os maiores índices de insucesso. No longo prazo, por exemplo, 48,2% das pequenas e 48,1% das médias não conseguiram obter o crédito procurado, ante 29,9% das grandes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crédito para despesas</h2>



<p>A pesquisa também identificou que empresas industriais continuam recorrendo a linhas de longo prazo para financiar despesas do dia a dia. Entre as que buscaram, contrataram ou renovaram esse tipo de crédito, 28,7% indicaram o capital de giro como principal finalidade.</p>



<p>O percentual ficou acima do registrado para investimentos em máquinas e equipamentos (23,6%) e construção ou instalações (11,6%).</p>



<p>Segundo a CNI, o movimento chama atenção porque linhas de longo prazo normalmente são destinadas a investimentos, enquanto despesas como folha de pagamento, materiais e insumos costumam ser financiadas por operações de menor duração.</p>



<p>No curto e médio prazo, quase 60% das empresas apontaram o capital de giro como principal finalidade do crédito.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Menos custos</h2>



<p>Para as empresas, a redução dos custos tributários e administrativos seria a principal medida para facilitar o acesso ao crédito. A alternativa foi escolhida por 38,4% dos entrevistados para operações de curto e médio prazo e por 31,2% para as de longo prazo.</p>



<p>Também aparecem entre as principais sugestões:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ampliação das linhas públicas: 22,8% no curto/médio prazo e 26,3% no longo;</li>



<li>Simplificação das exigências bancárias: 21,1% e 22,1%, respectivamente.</li>
</ul>



<p><strong>Foto: FÁBRICA WEG EM ITAJAÍ/DIVULGAÇÃO</strong></p>



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