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	<title>Tecnologia &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
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	<title>Tecnologia &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Tecnologia amplia acesso aos investimentos e mercado de capitais já movimenta R$ 8,7 trilhões no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:58:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado financeiro]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>A expansão das plataformas digitais, o uso de inteligência artificial e a automatização de serviços financeiros estão modificando a forma como brasileiros investem e empresas captam recursos. Segundo dados divulgados em agosto de 2026 pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a tecnologia tem contribuído para reduzir custos operacionais, ampliar o acesso aos investimentos e impulsionar o financiamento de empresas no país. O movimento acompanha o crescimento do mercado de capitais, que alcançou R$ 8,7 trilhões em recursos em 2025, equivalente a 68,5% do Produto Interno Bruto (PIB).</p>



<p>De acordo com a entidade, o estoque de títulos privados não bancários, incluindo debêntures, certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) e do agronegócio (CRAs), chegou a R$ 3,9 trilhões. Já o valor das ações emitidas por empresas atingiu R$ 4,8 trilhões. Os dois indicadores mais que dobraram em sete anos, demonstrando a expansão dos instrumentos utilizados para financiar atividades econômicas.</p>



<p>A digitalização também permitiu que investidores realizassem aplicações por meio de celulares e plataformas de corretoras, sem depender exclusivamente do atendimento presencial. Ferramentas de análise de dados e sistemas automatizados passaram a integrar processos de avaliação de riscos, acompanhamento de carteiras e execução de operações.</p>



<p>Para Zeca Doherty, diretor-executivo da Anbima, a incorporação dessas ferramentas exige atenção às regras de funcionamento do setor. “O futuro do mercado de capitais brasileiro será cada vez mais digital. Nosso papel é garantir que cada nova tecnologia seja acompanhada por padrões claros de governança e pela preparação dos profissionais e investidores que atuam nesse ecossistema”, afirmou o executivo em comunicado divulgado pela entidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Inteligência artificial e digitalização transformam o mercado financeiro</strong></h3>



<p>O avanço tecnológico também aparece nos meios de pagamento. Segundo o Banco Central (BC), o Pix registrou quase 80 bilhões de transações em 2025, movimentando mais de R$ 35 trilhões. Ao final daquele ano, 148 milhões de pessoas físicas e 12,8 milhões de empresas já haviam utilizado o sistema, indicando a dimensão da digitalização dos serviços financeiros brasileiros.</p>



<p>Outro instrumento dessa transformação é o Open Finance, que permite o compartilhamento de informações financeiras entre instituições, mediante autorização dos clientes. A integração pode facilitar a comparação de produtos, a oferta de crédito e o desenvolvimento de serviços adaptados ao perfil dos consumidores.</p>



<p>No mercado de capitais, a Anbima aponta que 33,6% dos recursos captados por empresas não financeiras já têm origem nesse segmento, participação próxima à do crédito bancário, de 33,3%. A indústria de fundos também concentra 57% dos títulos privados em circulação, com aproximadamente R$ 810 bilhões aplicados em ativos de crédito corporativo.</p>



<p>Apesar dos avanços, a incorporação de tecnologias envolve desafios relacionados à segurança cibernética, à proteção de dados e à supervisão das operações. Para a Anbima, a combinação entre inovação, educação financeira e governança será determinante para ampliar a participação dos investidores e sustentar o crescimento do setor.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/tecnologia-e-personalizacao-como-os-seguros-de-saude-estao-se-transformando/" data-type="post" data-id="47613">Tecnologia e Personalização: como os seguros de saúde estão se transformando</a></p>
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		<title>Apple lança iPhone 18, estreia no mercado de dobráveis e amplia aposta em IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2026 16:16:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por Redação&nbsp;</p>



<p>A Apple apresentou nesta quarta-feira (09), em Cupertino, na Califórnia, uma nova geração de produtos que amplia a aposta da companhia em aparelhos de maior valor, inteligência artificial e integração entre dispositivos. Entre os lançamentos estão o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max, o primeiro celular dobrável da marca, chamado iPhone Duo, além do Apple Watch Series 12 e dos AirPods 5. Os anúncios chegam em um momento de retração do mercado global de smartphones e de aumento dos custos de componentes.</p>



<p>No Brasil, o iPhone 18 Pro parte de R$ 11.999, enquanto o Pro Max começa em R$ 12.999. Dependendo da capacidade de armazenamento, os modelos chegam a R$ 20.999 e R$ 21.999, respectivamente. A pré-venda começa em 12 de setembro, e os aparelhos chegam ao mercado em 18 de setembro.</p>



<p>Os dois modelos receberam o chip A20 Pro, mudanças no sistema de resfriamento e uma câmera principal de 48 megapixels com abertura variável. A companhia também incorporou novos recursos de inteligência artificial, incluindo a Siri AI. No Pro Max, a Apple informa autonomia de até 43 horas de reprodução de vídeo.</p>



<p>A principal mudança na estratégia de smartphones, porém, está no iPhone Duo, primeiro dobrável da empresa. O aparelho abre na horizontal e alcança 7,6 polegadas. No Brasil, o preço começa em R$ 21.999 na versão de 256 GB e chega a R$ 30.999 no modelo de 2 TB. A pré-venda está prevista para 16 de outubro, com disponibilidade a partir do dia 23.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Mercado de smartphones</h4>



<p>A entrada da Apple nos dobráveis ocorre enquanto esse segmento ainda representa uma parcela reduzida das vendas mundiais. Segundo dados citados pela Reuters, a Samsung detém cerca de 40% do mercado global de aparelhos dobráveis, seguida pela Huawei, com aproximadamente 30%. A IDC estima que as remessas dessa categoria cresçam quase 30% em 2026, enquanto os smartphones convencionais devem registrar queda de cerca de 1,4%.</p>



<p>“O ingresso da Apple certamente aumentará a concorrência no segmento premium”, afirmou Tarun Pathak, diretor de pesquisa da Counterpoint Research, à Reuters. Segundo ele, os dobráveis ainda representam uma fatia pequena do mercado, o que abre espaço para expansão da categoria.</p>



<p>O cenário mais amplo ajuda a explicar a concentração dos lançamentos em produtos de maior valor. A IDC aponta que as vendas globais de smartphones caíram 7,4% no segundo trimestre de 2026, na comparação anual, para 276,3 milhões de unidades. A instituição relaciona parte da retração à alta dos custos de memória, que pressiona principalmente fabricantes com maior exposição aos aparelhos de entrada. “Os custos de memória subiram quase 300% em relação ao ano passado”, afirmou Nabila Popal, diretora sênior de pesquisa da IDC.</p>



<p>A Apple também atualizou outros produtos de seu ecossistema. O Apple Watch Series 12 chega ao Brasil a partir de R$ 5.499 e incorpora novos sensores e medições relacionadas à saúde. Já os AirPods 5 receberam uma nova arquitetura acústica, cancelamento ativo de ruído e integração com a Siri AI e recursos de tradução ao vivo.</p>



<p>Com os lançamentos, a companhia reforça sua presença no mercado premium ao mesmo tempo em que tenta ampliar as fontes de receita dentro de seu ecossistema, em um cenário de queda no volume global de smartphones e pressão sobre os custos de produção.</p>



<p><strong>Foto: Reprodução Apple </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/investimento-em-tecnologia-amplia-retorno-economico-e-ganha-espaco-na-estrategia-industrial/" data-type="post" data-id="56096">Investimento em tecnologia amplia retorno econômico e ganha espaço na estratégia industrial</a></p>



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		<title>Inteligência artificial pode adicionar quase R$ 1 trilhão à economia brasileira até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 14:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação A inteligência artificial (IA) pode acrescentar R$ 986,7 bilhões .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação</strong></p>



<p>A inteligência artificial (IA) pode acrescentar R$ 986,7 bilhões à economia brasileira entre 2027 e 2030, segundo estimativa do centro de pesquisa Reglab. O valor corresponde a cerca de 7,6% do Produto Interno Bruto (PIB) projetado para 2026 e considera os ganhos de produtividade que podem ser gerados pela adoção da tecnologia por empresas e trabalhadores. O levantamento considera 12 setores da economia e mostra que os efeitos da IA devem alcançar diferentes áreas da atividade produtiva.</p>



<p>De acordo com o estudo, 65% do impacto econômico estimado deve vir do aumento da eficiência do trabalho humano, enquanto os outros 35% estarão relacionados à produtividade do capital, como máquinas, equipamentos e processos. A indústria de transformação concentra o maior potencial de geração de valor, com R$ 264,2 bilhões estimados até 2030. Em seguida aparecem os serviços, com R$ 165,4 bilhões, e o comércio, com R$ 131,2 bilhões.</p>



<p>A inteligência artificial também pode alterar a forma como empresas organizam suas operações. Sistemas capazes de analisar grandes volumes de dados, produzir relatórios, identificar padrões e automatizar tarefas repetitivas já são utilizados em áreas como atendimento, finanças, logística, tecnologia e produção. A possibilidade de executar determinadas atividades em menos tempo pode elevar a produtividade e permitir que trabalhadores concentrem parte de sua jornada em funções que exigem análise e tomada de decisão.</p>



<p>O setor agropecuário também aparece entre os segmentos que podem registrar ganhos com a tecnologia. A estimativa do estudo é de um impacto de R$ 48,2 bilhões até 2030. O uso de dados para monitoramento de lavouras, previsão de condições climáticas, gestão de máquinas e identificação de problemas pode reduzir perdas e melhorar a utilização de recursos.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Inteligência artificial e produtividade entram no centro da economia brasileira</strong></h3>



<p>A relação entre IA e mercado de trabalho também está no centro das discussões sobre os efeitos econômicos da tecnologia. Um estudo do Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que cerca de 45% dos empregos no Brasil estão expostos à inteligência artificial. Desse total, aproximadamente 15% das ocupações podem ter ganhos de produtividade com a tecnologia, enquanto outros 30% podem ter parte das tarefas automatizadas.</p>



<p>O cenário coloca a qualificação profissional entre os fatores que podem determinar a dimensão dos ganhos econômicos. Em junho, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação lançou um programa de R$ 129 milhões para formar 5,8 mil profissionais em inteligência artificial até 2028. A iniciativa prevê a capacitação de desenvolvedores e usuários de ferramentas de IA.</p>



<p>A ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, afirmou que “não existe soberania tecnológica sem pessoas qualificadas” e defendeu a formação profissional como parte da estratégia brasileira para ampliar a capacidade de desenvolvimento e utilização da tecnologia.</p>



<p>O Banco Central também ampliou o uso de inteligência artificial em suas atividades. A instituição criou um Centro de Excelência de Ciência de Dados e Inteligência Artificial com o objetivo de ampliar a utilização dessas ferramentas em seus processos. Segundo Haroldo Cruz, chefe do Departamento de Tecnologia da Informação do BC, a iniciativa busca “melhorar a eficiência e a produtividade nos processos de negócio do BC por meio de ferramentas inovadoras”, com foco no uso seguro e governado da IA.</p>



<p>Para o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, o aumento da produtividade é um dos desafios da economia brasileira. A discussão sobre inteligência artificial, portanto, passa não apenas pela automação de tarefas, mas pela capacidade de incorporar tecnologia aos processos produtivos e transformar esse avanço em crescimento econômico.</p>



<p>A dimensão do impacto dependerá da velocidade de adoção pelas empresas, da infraestrutura disponível e da formação dos trabalhadores. Para o Brasil, a expansão da IA representa uma possibilidade de elevar a produtividade em diferentes setores, mas também exige políticas de qualificação e condições para que empresas de diferentes portes consigam incorporar a tecnologia às suas atividades.</p>



<p>Foto: Pexels</p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/cnc-endividamento-das-familias-sobe-para-82-mas-inadimplencia-cai/" data-type="post" data-id="58296">CNC: endividamento das famílias sobe para 82%, mas inadimplência cai</a></p>
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		<title>Recuperação do setor de tecnologia reforça confiança dos mercados e amplia perspectivas para a economia global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2026 15:49:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Redação A recuperação do setor de tecnologia voltou a influenciar .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong><em>Por Redação</em></strong></p>



<p>A recuperação do setor de tecnologia voltou a influenciar o desempenho dos mercados financeiros e reforçou as expectativas de crescimento da economia mundial. Após um período marcado por oscilações provocadas por incertezas geopolíticas, política monetária e realização de lucros, as empresas de tecnologia retomaram parte das perdas nas principais bolsas internacionais, refletindo uma melhora na percepção dos investidores sobre segmentos ligados à inteligência artificial, semicondutores, infraestrutura digital e serviços de software. O movimento ocorre em um momento em que organismos internacionais apontam a transformação digital como um dos principais motores da produtividade e da expansão econômica.</p>



<p>Nas últimas semanas, os mercados europeus registraram recuperação após sessões consecutivas de queda, impulsionados principalmente pelo avanço das ações de empresas de tecnologia. Embora a volatilidade permaneça presente, analistas observam que o setor voltou a concentrar o interesse dos investidores diante das perspectivas de crescimento dos investimentos em inteligência artificial e digitalização. O comportamento das bolsas mostra que, mesmo diante de fatores externos, o segmento tecnológico continua sendo um dos principais indicadores do apetite por risco no mercado financeiro.</p>



<p>A relevância desse movimento vai além do mercado acionário. Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) cresceu, em média, 7,6% entre os países-membros em 2023, desempenho cerca de três vezes superior ao crescimento da economia como um todo na última década. O levantamento destaca que a expansão da inteligência artificial, da computação em nuvem, das redes de alta velocidade e da digitalização de processos vem alterando a dinâmica da produção e aumentando o potencial de ganhos de produtividade em diversos segmentos econômicos.</p>



<p>Para o secretário-geral da OCDE, <strong>Mathias Cormann</strong>, o setor de tecnologia ocupa posição central na expansão econômica mundial. &#8220;O setor de Tecnologia da Informação e Comunicação é um motor essencial do crescimento global&#8221;, afirmou durante a divulgação do relatório <em>OECD Digital Economy Outlook 2024</em>. Segundo ele, o desafio das políticas públicas é garantir que os benefícios das novas tecnologias sejam disseminados entre empresas de diferentes portes e setores da economia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Transformação digital amplia impacto sobre produtividade</strong></h3>



<p>A recuperação das empresas de tecnologia também acompanha a aceleração dos investimentos em inteligência artificial. Dados da OCDE mostram que os aportes globais em IA generativa passaram de US$ 1,3 bilhão em 2022 para US$ 17,8 bilhões em 2023, refletindo o interesse crescente de empresas e investidores por soluções capazes de aumentar eficiência operacional, automatizar processos e apoiar decisões de negócios. Ao mesmo tempo, a entidade ressalta que a adoção da tecnologia ainda está concentrada no próprio setor de tecnologia, indicando espaço para expansão em áreas como indústria, saúde, comércio, logística e serviços financeiros.</p>



<p>Especialistas avaliam que esse processo tende a gerar impactos sobre emprego, qualificação profissional e produtividade. A OCDE destaca que a inteligência artificial pode acelerar o progresso científico, estimular inovação e elevar a competitividade das economias, desde que sua implementação seja acompanhada por políticas voltadas à capacitação da força de trabalho, segurança digital e governança tecnológica.</p>



<p>O fortalecimento do setor também influencia outros segmentos da economia. Empresas de infraestrutura, energia, telecomunicações e serviços financeiros ampliam investimentos para atender à crescente demanda por processamento de dados, armazenamento em nuvem e conectividade. Esse movimento cria um efeito multiplicador sobre cadeias produtivas e estimula novos projetos de investimento privado.</p>



<p>Apesar das perspectivas positivas, analistas lembram que o setor continuará sujeito às oscilações provocadas por juros elevados, tensões geopolíticas e mudanças no ambiente regulatório. Ainda assim, os indicadores mostram que a tecnologia permanece como um dos principais vetores de crescimento econômico, inovação e atração de investimentos, consolidando sua posição como um dos segmentos mais relevantes para a atividade econômica global nos próximos anos.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/turismo-em-2026-viajante-prioriza-proposito-tecnologia-e-experiencias-mais-longas/" data-type="post" data-id="55620">Turismo em 2026: viajante prioriza propósito, tecnologia e experiências mais longas</a></p>
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		<item>
		<title>Inteligência artificial cria novas funções e amplia demanda por supervisão humana no ambiente corporativo</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/inteligencia-artificial-cria-novas-funcoes-e-amplia-demanda-por-supervisao-humana-no-ambiente-corporativo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Jun 2026 13:05:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Redação</em></p>



<p>A expansão da inteligência artificial nos ambientes de trabalho está transformando a forma como empresas organizam processos, contratam profissionais e definem competências. Impulsionada pelo avanço dos chamados agentes autônomos — sistemas capazes de executar tarefas com pouca intervenção humana —, a mudança vem criando novas funções ligadas à supervisão, validação e monitoramento das atividades realizadas por máquinas. O movimento ocorre em diferentes setores da economia e ganha relevância à medida que organizações buscam aumentar produtividade sem abrir mão da segurança e da confiabilidade das operações.</p>



<p>Os efeitos dessa transformação já aparecem nas projeções sobre o futuro do emprego. Segundo o relatório <em>Future of Jobs 2025</em>, do World Economic Forum, cerca de 22% das ocupações atuais passarão por algum tipo de transformação até 2030. O estudo estima a criação de aproximadamente 170 milhões de novos postos de trabalho e a eliminação de 92 milhões de funções, resultando em um saldo positivo de 78 milhões de vagas no período. A pesquisa ouviu mais de mil empregadores globais, que representam mais de 14 milhões de trabalhadores em 55 economias.</p>



<p>Nesse cenário, uma das funções que começam a ganhar espaço é a de profissional responsável por validar resultados produzidos por sistemas de inteligência artificial. A atividade envolve verificar a precisão das respostas, identificar possíveis falhas e garantir que as decisões automatizadas estejam alinhadas às políticas e aos objetivos das empresas.</p>



<p>Para Till Leopold, responsável pela área de Trabalho, Salários e Geração de Empregos do Fórum Econômico Mundial, a transformação tecnológica não se resume à substituição de funções, mas à reconfiguração das atividades desempenhadas pelos trabalhadores. Em análise publicada pela entidade, ele destaca que a evolução tecnológica está entre os principais fatores que remodelam o mercado global de trabalho e elevam a demanda por novas competências ligadas à tecnologia e à adaptação profissional.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Novas competências ganham valor na economia digital</h3>



<p>O avanço da inteligência artificial também altera o perfil das habilidades procuradas pelas empresas. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, o pensamento analítico permanece como a competência mais valorizada pelos empregadores. Ao mesmo tempo, cresce a procura por conhecimentos em inteligência artificial, análise de dados, redes digitais e cibersegurança. Paralelamente, habilidades humanas, como criatividade, capacidade de aprendizado contínuo, liderança e influência social, seguem entre as mais demandadas.</p>



<p>A combinação entre conhecimento técnico e capacidade de julgamento humano aparece como uma das tendências mais relevantes para os próximos anos. Em vez de eliminar completamente a participação das pessoas, a inteligência artificial vem sendo utilizada como ferramenta de apoio à tomada de decisão, exigindo profissionais capazes de interpretar resultados, avaliar riscos e realizar intervenções quando necessário.</p>



<p>Estudos recentes sobre a evolução das exigências profissionais apontam na mesma direção. Pesquisas acadêmicas publicadas em 2026 indicam crescimento da demanda por competências relacionadas à validação de modelos de IA, supervisão de sistemas automatizados e integração entre habilidades técnicas e comportamentais. Os levantamentos mostram que a adoção dessas tecnologias tende a ampliar a necessidade de trabalhadores capazes de atuar em conjunto com ferramentas inteligentes, e não apenas substituí-las.</p>



<p>Para especialistas e organismos internacionais, o principal desafio não será apenas a criação de novas ocupações, mas a velocidade com que trabalhadores e empresas conseguirão se adaptar às mudanças. Nesse contexto, a qualificação contínua e a atualização profissional aparecem como fatores centrais para garantir empregabilidade em um mercado cada vez mais influenciado pela inteligência artificial. A expectativa é que, nos próximos anos, o trabalho humano se concentre menos na execução de tarefas repetitivas e mais na supervisão, na análise crítica e na tomada de decisões, áreas em que a capacidade de interpretação e o julgamento continuam sendo atributos essencialmente humanos.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/nunes-marques-diz-conter-a-mentira-tecnicamente-otimizada-com-ia-sera-desafio-para-o-tse/" data-type="post" data-id="56717">Nunes Marques diz conter a ‘mentira tecnicamente otimizada’ com IA será desafio para o TSE</a></p>
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		<title>Tecnologia muda relações de trabalho e pressiona debate sobre produtividade e proteção social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 11:44:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Redação</em></p>



<p>O avanço da inteligência artificial e da automação tem alterado a dinâmica do mercado de trabalho e ampliado o debate sobre produtividade, qualificação profissional e proteção social no Brasil e no exterior. Um estudo lançado pela Câmara dos Deputados aponta que os efeitos da tecnologia sobre a economia ainda são incertos e dependem da capacidade de governos e empresas em criar políticas de adaptação para trabalhadores e setores produtivos.</p>



<p>A publicação “Inteligência Artificial, Automação do Trabalho, Empregabilidade e Previdência Social”, elaborada pelo Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Câmara, reúne análises de consultores legislativos e especialistas convidados sobre os impactos da IA nas relações de trabalho, na Previdência e no crescimento econômico. Segundo o relatório, as projeções variam de forma significativa: alguns estudos internacionais apontam possibilidade de crescimento de até 300% do Produto Interno Bruto global ao longo da próxima década impulsionado pela IA, enquanto outras estimativas indicam ganhos inferiores a 2% no mesmo período.</p>



<p>Durante o lançamento do estudo, o deputado Helio Lopes, relator da publicação, afirmou que o país precisa aproveitar as oportunidades abertas pela transformação tecnológica. Segundo ele, “haverá ganhos e perdas” e o desafio será reduzir os impactos negativos sobre o emprego e a renda.</p>



<p>O levantamento também destaca que os efeitos da automação não devem ocorrer de forma uniforme entre os setores da economia. Áreas ligadas à análise de dados, tecnologia da informação, finanças e atendimento digital já registram mudanças nos processos de trabalho, enquanto funções repetitivas tendem a sofrer maior pressão de substituição tecnológica. Em paralelo, especialistas avaliam que novas ocupações ligadas à supervisão de sistemas de IA, segurança digital e análise estratégica devem ganhar espaço.</p>



<p>Para o presidente do Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Câmara, o deputado Márcio Jerry, o avanço tecnológico amplia a produtividade, mas exige respostas institucionais para evitar aumento da desigualdade. Segundo ele, o debate não deve ser tratado como uma disputa “a favor ou contra” a inteligência artificial, mas como uma discussão sobre a forma como a tecnologia será aplicada na sociedade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Requalificação profissional entra no centro do debate econômico</strong></h3>



<p>A necessidade de qualificação aparece como um dos principais pontos de atenção do estudo. O documento aponta que políticas públicas de educação tecnológica e capacitação profissional serão determinantes para reduzir impactos sobre trabalhadores afetados pela automação.</p>



<p>O tema também vem sendo discutido em audiências técnicas promovidas pela Câmara dos Deputados com representantes da academia, da indústria e de organismos internacionais. Em uma dessas reuniões, realizada em 2025, o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria, Rafael Lucchesi Ramacciotti, afirmou que a transformação digital exige atualização constante da força de trabalho e maior integração entre educação e indústria.</p>



<p>Dados recentes de estudos privados indicam que empresas têm acelerado investimentos em inteligência artificial e digitalização. Relatório da Deloitte aponta que organizações passaram da fase de testes para a implementação de soluções tecnológicas com foco em impacto operacional e aumento de produtividade. Já levantamento da KPMG mostra avanço da adoção de IA em setores industriais e de energia, especialmente em projetos ligados à automação e análise de dados.</p>



<p>No meio acadêmico, pesquisadores têm comparado o impacto da inteligência artificial ao efeito provocado pela eletrificação no século passado. Um estudo publicado na plataforma arXiv define a IA como uma tecnologia de propósito geral, capaz de alterar cadeias produtivas, modelos de negócio e relações sociais de forma ampla.</p>



<p>Especialistas avaliam que os próximos anos devem consolidar uma disputa entre aumento de produtividade e necessidade de proteção ao trabalhador. O resultado dessa transição, segundo o estudo da Câmara, dependerá da velocidade de adaptação das empresas, da formação profissional e da criação de mecanismos capazes de acompanhar as mudanças no mercado de trabalho.</p>



<p><strong>Foto: Pexels  </strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/ia-reforca-demanda-por-tecnologia-que-diferencia-humano-de-robo/" data-type="post" data-id="45564">IA reforça demanda por tecnologia que diferencia humano de robô</a></p>
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		<title>Investimento em tecnologia amplia retorno econômico e ganha espaço na estratégia industrial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Apr 2026 16:35:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Redação</em></p>



<p>O investimento em tecnologia tem gerado retorno direto para a economia brasileira ao ampliar o valor agregado da produção, elevar a produtividade e impulsionar cadeias industriais, segundo estudos recentes e análises de especialistas. Dados divulgados em março de 2026 pela associação P&amp;D Brasil mostram que a aplicação de tecnologia nacional pode gerar até 85% de retorno econômico, ao considerar desde a engenharia até as margens finais dos produtos.</p>



<p>O levantamento indica que bens produzidos com tecnologia desenvolvida no país retêm parcela maior de riqueza na economia quando comparados a itens importados ou fabricados com base em tecnologia estrangeira. Enquanto produtos com Processo Produtivo Básico concentram cerca de 52% do valor, os importados ficam em torno de 30%, o que reforça o impacto da inovação local na geração de renda e atividade econômica.</p>



<p>Esse movimento ocorre em um contexto em que o Brasil ainda investe menos em pesquisa, desenvolvimento e inovação do que outras economias. Segundo dados citados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, o país aplica cerca de 1,2% do Produto Interno Bruto no setor, abaixo de países como Estados Unidos e China.</p>



<p>Para especialistas, o retorno econômico está ligado à capacidade de internalizar conhecimento e gerar cadeias produtivas mais completas. Durante evento promovido pelo setor, o secretário de Desenvolvimento Industrial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Uallace Moreira, afirmou que há um ambiente estruturado para inovação no país. “Existe um ecossistema setorial de inovação que permite implementar políticas públicas”, disse.</p>



<p>No setor produtivo, a incorporação de tecnologia também tem reflexos diretos na eficiência. Estudos indicam que a adoção de soluções da chamada indústria 4.0 pode elevar a produtividade em até 58% em determinados segmentos, ampliando a competitividade e o potencial de crescimento econômico.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Tecnologia e produtividade industrial</strong></h4>



<p>A relação entre tecnologia e desempenho econômico também aparece em levantamentos sobre transformação digital. Empresas que adotam ferramentas tecnológicas conseguem reduzir custos operacionais, otimizar processos e ampliar a capacidade de produção. Esse avanço tem impacto direto no nível de atividade, com reflexos no emprego e na arrecadação.</p>



<p>No plano público, o investimento em ciência e tecnologia tem sido apontado como eixo de desenvolvimento. O governo federal registrou, entre 2023 e 2025, uma média anual de cerca de R$ 10 bilhões em recursos voltados ao setor, com foco na integração entre pesquisa, indústria e mercado.</p>



<p>Além disso, tendências globais reforçam o papel da tecnologia como vetor econômico. Relatórios internacionais indicam que áreas como inteligência artificial, biotecnologia e infraestrutura digital devem concentrar volumes crescentes de investimento nos próximos anos, com potencial de alterar padrões de produção e consumo.</p>



<p>Para analistas, o desafio brasileiro está em ampliar o volume de investimento e garantir continuidade nas políticas públicas. A expansão da capacidade tecnológica é vista como um fator determinante para elevar o valor agregado das exportações e reduzir a dependência de insumos externos.</p>



<p>Nesse cenário, o investimento em tecnologia se consolida como instrumento de política econômica e estratégia empresarial, ao combinar ganhos de produtividade com geração de valor dentro do país.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/empresas-deep-techs-reunem-especialistas-e-alta-tecnologia/" data-type="post" data-id="43945">Empresas deep techs reúnem especialistas e alta tecnologia</a></p>
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		<title>Google amplia iniciativas para impulsionar inteligência artificial no Brasil e apoiar startups e setor público</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 11:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[google]]></category>
		<category><![CDATA[inteligência artificial]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Redação do Diário do Acionista</strong></p>



<p>O Google anunciou uma série de iniciativas voltadas à expansão do uso e do desenvolvimento de inteligência artificial (IA) no Brasil, com foco em startups, capacitação profissional e aplicações no setor público. As medidas fazem parte da estratégia da empresa para fortalecer o ecossistema tecnológico no país e ampliar a adoção de ferramentas baseadas em IA em diferentes setores da economia.&nbsp;</p>



<p>Entre as ações apresentadas está a reformulação do Google Campus, espaço dedicado ao apoio a empreendedores e startups. A nova fase do projeto terá prioridade para empresas chamadas “AI-first”, ou seja, aquelas que utilizam inteligência artificial como elemento central de seus produtos e serviços. O campus será integrado ao futuro Centro de Engenharia da companhia em São Paulo, criando um polo que reúne pesquisa aplicada, engenharia e desenvolvimento de negócios.&nbsp;</p>



<p>Segundo o presidente do Google no Brasil, Fábio Coelho, o objetivo é ampliar o papel do país no desenvolvimento tecnológico. “Queremos impulsionar a próxima geração de empreendedores que vão transformar diversos setores por meio da inteligência artificial”, afirmou.&nbsp;</p>



<p>O programa também prevê frentes voltadas a tecnologias avançadas, conhecidas no setor como deep tech, que envolvem aplicações de ciência e engenharia para resolver desafios em áreas como energia, agricultura, educação e saúde. A expectativa da empresa é que o ambiente facilite a conexão entre startups e grandes empresas, ampliando oportunidades de investimento e de adoção de novas soluções tecnológicas.&nbsp;</p>



<p>Outra iniciativa envolve investimentos em capacitação e desenvolvimento de habilidades em IA. Por meio do braço filantrópico Google.org, a empresa anunciou financiamento de US$ 1 milhão para o Instituto Motriz, com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre inteligência artificial no setor público brasileiro. O programa pretende capacitar cerca de 5 mil servidores em fundamentos da tecnologia, além de oferecer mentoria para aproximadamente 400 gestores públicos e criar 200 bolsas de trainee voltadas ao tema.&nbsp;</p>



<p>Além disso, o Google lançou um desafio internacional de inovação governamental com recursos de US$ 30 milhões, voltado a organizações e empresas que desenvolvem soluções baseadas em inteligência artificial para melhorar serviços públicos. A iniciativa busca estimular projetos que utilizem IA generativa para aprimorar políticas públicas e a prestação de serviços à população.&nbsp;</p>



<p>Para especialistas, o investimento em formação e empreendedorismo é um dos fatores centrais para consolidar o uso da tecnologia no país. O professor de ciência da computação da Universidade de São Paulo (USP), Fabio Kon, afirma que “a formação de profissionais qualificados é um dos principais desafios para a expansão da inteligência artificial no Brasil”. Segundo ele, programas de capacitação e parcerias com empresas podem acelerar a adoção da tecnologia em diferentes áreas da economia.</p>



<p>O movimento ocorre em um momento de crescimento do debate sobre inteligência artificial no país. Estudos sobre o ecossistema de inovação indicam que o Brasil possui uma comunidade ativa de startups e desenvolvedores, mas ainda enfrenta desafios como escassez de mão de obra especializada e concentração de empresas de tecnologia em poucas regiões.&nbsp;</p>



<p>Para o Google, o conjunto de iniciativas busca criar condições para que o país amplie sua participação no desenvolvimento e na aplicação de tecnologias baseadas em dados. Ao combinar apoio a startups, capacitação profissional e projetos voltados ao setor público, a empresa tenta consolidar o Brasil como um dos polos de inovação em inteligência artificial na América Latina.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/agu-pede-informacoes-a-bc-sobre-cotacao-do-dolar-no-google/" data-type="post" data-id="44426">AGU pede informações a BC sobre cotação do dólar no Google</a></p>
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		<title>Investimentos em tecnologia no exterior ganham terreno entre brasileiros em meio à busca por retorno e diversificação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 15:29:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Bárbara Souza</strong></p>



<p>Um movimento cada vez mais comum entre os investidores brasileiros é a alocação expressiva em ações de empresas de tecnologia listadas nos Estados Unidos, combinada com uma crescente procura por fundos que replicam o desempenho de metais preciosos. Essa tendência reflete não apenas a busca por retornos superiores aos oferecidos pelos mercados domésticos, mas também um esforço de diversificação frente às incertezas macroeconômicas e à volatilidade que tem marcado os ativos tradicionais.</p>



<p>Nos últimos trimestres, plataformas de investimento que facilitam o acesso ao mercado americano têm registrado recordes de negociação de papéis de “tech” por brasileiros. Gigantes como <a href="https://www.apple.com/br/" target="_blank" rel="noopener">Apple</a>, Microsoft, Amazon e Nvidia figuram entre os ativos mais procurados, impulsionadas pela forte adoção de inteligência artificial, computação em nuvem e digitalização de serviços. Esses nomes costumam compor os principais índices da bolsa norte-americana, como o Nasdaq 100 e o S&amp;P 500, e frequentemente são negociados também via ETFs que replicam esses benchmarks. Observar essa preferência tem sido comum entre relatórios de corretoras focadas em clientes que investem no exterior.</p>



<p>A tecnologia, historicamente um dos setores mais dinâmicos do mercado acionário global, tem atraído capital não apenas pelo potencial de crescimento dos lucros, mas também pela sua resiliência relative em ciclos econômicos distintos. Em 2026, as ações de tecnologia têm desempenhado papel central na recuperação dos principais índices de Wall Street, mesmo sob pressões macroeconômicas. Estudos recentes mostram que empresas do setor programaram bilhões em gastos com inteligência artificial e infraestrutura digital, reforçando a narrativa de longo prazo que muitos investidores brasileiros procuram capturar.</p>



<p>Por outro lado, a mesma fase de mercado que impulsiona a tecnologia também estimula a procura por ativos alternativos, como ETFs de metais preciosos, fundos que permitem comprar cotações vinculadas a ouro, prata e outros recursos. Esses fundos são uma forma prática de se expor a commodities sem adquirir o metal fisicamente, combinando características de diversificação com proteção em períodos de instabilidade. A própria estrutura dos ETFs, um tipo de fundo de índice negociado em bolsa, possibilita que investidores negociem esses ativos com custos relativamente baixos e com liquidez semelhante à de ações tradicionais.</p>



<p>O interesse por metais preciosos, em especial ouro e prata, costuma aumentar justamente em momentos em que as perspectivas econômicas são incertas ou o dólar oscila. No início de 2026, por exemplo, o ouro atingiu níveis históricos próximos de US$ 4.800 por onça-troy, impulsionado por tensões geopolíticas e fluxos de capital em busca de segurança. Esse ambiente levou muitos investidores a reforçar suas posições em fundos de metais, como estratégia de hedge contra volatilidade de mercado.</p>



<p>No entanto, a alocação em tecnologia e metais não é isenta de risco. A preferência por ações de “tech” pode expor o investidor a flutuações intensas de preço, como já observado em períodos de correção no setor, e a forte correlação com indicadores econômicos globais. Já os ETFs de metais, apesar de servirem como porto seguro em momentos de crise, podem sofrer retrações quando a aversão ao risco diminui ou quando a liquidez global se ajusta. Portanto, especialistas aconselham equilíbrio e análise cuidadosa do perfil de risco antes de construir uma carteira com forte exposição a esses ativos.</p>



<p>A tendência de diversificação internacional, especialmente nos Estados Unidos, também reflete uma mudança comportamental entre investidores brasileiros, que buscam alternativas além dos mercados domésticos para aumentar o potencial de retorno e mitigar riscos específicos à economia brasileira. Em um cenário de juros mais baixos no Brasil e volatilidade cambial, alocar parte da carteira em títulos e ações no exterior, incluindo tecnologia e ETFs, é visto por muitos como componente estratégico de longo prazo.</p>



<p>Assim, enquanto as techs continuam a atrair capital pelo seu papel catalisador na economia digital, os fundos ligados a metais preciosos oferecem um contrapeso que pode proteger os portfólios em fases de maior incerteza global, consolidando um panorama de investimentos mais amplo e sofisticado para os brasileiros que miram oportunidades além das fronteiras.</p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM:&nbsp;<a href="https://diariodoacionista.com.br/wp-content/uploads/2022/07/21132729-high-scaled.jpeg">Painel eletrônico na Bolsa de Valores de SP</a></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>“Arquitetos da IA” são anunciados como Personalidades do Ano pela Revista Time</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2025 00:32:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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<p><em>Por Bárbara Souza</em></p>



<p>Nesta quinta-feira (11), a revista <em>Time</em> anunciou a nomeação dos chamados “arquitetos da inteligência artificial” como <strong>Personalidade do Ano de 2025</strong>. Em vez de destacar um indivíduo apenas, a publicação optou por reconhecer coletivamente os líderes que imaginaram, projetaram e implementaram as tecnologias de IA que hoje atravessam fronteiras e impactam profundamente a vida humana.&nbsp;</p>



<p>A decisão da Time marca um ponto de inflexão, segundo especialistas. Em 2025, a inteligência artificial deixou de ser apenas uma promessa futura e se tornou uma força irreversível na sociedade. “Os Arquitetos da IA são as Personalidades do Ano de 2025”, escreveu a revista, “por trazerem a era das máquinas pensantes, por impressionar e preocupar a humanidade e por transformar o presente enquanto transcendem o possível”.</p>



<p>Além disso, a escolha destaca a tecnologia — ou melhor, seus criadores — como protagonistas de debates que vão muito além dos laboratórios e dos mercados financeiros.</p>



<p>Entre os destaques da edição estão Mark Zuckerberg, da Meta; Elon Musk, da xAI; Jensen Huang, da Nvidia; Sam Altman, da OpenAI; Lisa Su, da AMD; Demis Hassabis, do Google DeepMind; Dario Amodei, da Anthropic; e Fei-Fei Li, pesquisadora e professora ligada a projetos centrais de IA.</p>



<p>Além disso, uma das capas reproduz de forma moderna a icônica fotografia de 1932 <em>Lunch atop a Skyscraper</em>, em que trabalhadores almoçam sobre uma viga suspensa. A imagem sugere que esses líderes tecnológicos hoje estão literalmente “nas alturas”, moldando o futuro.</p>



<p>A narrativa editorial vai além de elogios. A Time destaca que a ascensão da IA reorientou políticas públicas, influenciou rivalidades geopolíticas e levou robôs aos lares de milhões de pessoas. Segundo a revista, esses efeitos são comparáveis à importância estratégica das armas nucleares na história moderna.</p>



<p>Além disso, a análise não ignora os lados sombrios da revolução tecnológica. A adoção rápida da IA levanta questões de segurança, ética, desigualdade e impactos laborais, alimentando debates intensos em vários países.</p>



<p>A escolha editorial acontece em um contexto em que ferramentas como modelos de linguagem e assistentes inteligentes já se integraram a setores como medicina, educação e economia. Em alguns casos, essas tecnologias alcançam bilhões de pessoas.</p>



<p>Por outro lado, críticos alertam para riscos de desinformação, concentração de poder e desafios sociais emergentes. Dessa forma, o futuro impulsionado pela IA oferece tanto oportunidades transformadoras quanto riscos consideráveis.</p>



<p>Historicamente, a Time sempre destaca quem mais influenciou os rumos do ano, “para o bem ou para o mal”. Nesta edição, a revista escolheu um grupo em vez de uma única pessoa, reconhecendo um fenômeno coletivo que molda decisões econômicas, políticas e culturais. Além disso, a cobertura se transforma em um marco simbólico da era da inteligência artificial, evidenciando como a tecnologia redefine hábitos, negócios e relações sociais. As escolhas da Time refletem não apenas as promessas da IA, mas também os desafios de um mundo em rápida transformação, marcado por oportunidades e riscos em múltiplas dimensões da sociedade.</p>



<p><strong>Foto:&nbsp;Divulgação B3</strong></p>



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