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	<title>Economia &#8211; Diário do Acionista</title>
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	<description>O Portal online do acionista brasileiro</description>
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	<title>Economia &#8211; Diário do Acionista</title>
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		<title>Febraban: metade dos bancos prevê corte de 0,25 pp na Selic em novembro e 13,50% no fim do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Gabriela Jucá &#8211; Estadão Conteúdo Metade dos bancos brasileiros que .... </p>
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<p><strong>Por Gabriela Jucá &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>Metade dos bancos brasileiros que responderam à Pesquisa de Economia Bancária e Expectativas, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), prevê que a taxa Selic atinja o nível de 13,50% ao final deste ano, com a retomada do ciclo de cortes em março de 2027. A mediana das projeções indica um novo corte de 0,25 ponto porcentual na taxa Selic na reunião de novembro.</p>



<p>O restante dos respondentes se divide em 30% que não enxerga mais cortes em 2026 e 20% que espera o juro básico em 13,25% ao fim do ano ou menos.</p>



<p>O levantamento da Febraban é realizado a cada 45 dias, após as reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom), e nesta edição ouviu 20 instituições entre os dias 22 e 28 de setembro.</p>



<p>Em relação à atividade econômica de 2026, 45% dos participantes avaliam que o Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer abaixo do consenso &#8211; de alta de 1,85%, conforme a última pesquisa Focus -, diante da desaceleração dos setores mais cíclicos. Já 40% dos respondentes ainda projetam expansão em linha com a estimativa de 1,85%, com estímulos fiscais e creditícios que tendem a compensar parcialmente os vetores de baixa.</p>



<p>A pesquisa também destacou a visão dos bancos sobre a inflação. Na comparação com pesquisa realizada em agosto, houve uma piora na percepção dos participantes quanto à dinâmica inflacionária: 50% avaliam que o IPCA deve ficar acima do consenso de 4,9% neste ano, em meio aos choques de oferta simultâneos. Outros 40% estimam IPCA em torno de 4,9% em 2026.</p>



<p>No cenário internacional, com a persistência da inflação acima da meta e a resiliência da atividade nos Estados Unidos, a maioria dos participantes (75%) espera uma nova elevação de 0,25 ponto porcentual dos juros pelo Federal Reserve até o fim do ano</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Crédito</strong></h3>



<p>A Febraban ainda apontou que a expectativa de crescimento para a carteira de crédito total neste ano é de 8,9%. Segundo o levantamento, o resultado reflete a alta projetada no avanço da carteira direcionada. Já para 2027, a expectativa de crescimento da carteira total é de 7,4%, também impulsionada pela alta da carteira direcionada.</p>



<p>O levantamento destaca que a expectativa para a inadimplência da carteira livre (PF+PJ) é de 6,1% em 2026 e 5,9% em 2027, sinalizando continuidade das pressões sobre o indicador, diante do elevado nível de endividamento das empresas e famílias.</p>



<p>Com relação à inadimplência das famílias, a percepção predominante (65%) é de que o indicador deve seguir em alta até o fim do ano. Por outro lado, 30% acreditam na estabilidade do indicador no nível atual.</p>



<p><strong>Foto: Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/procon-e-febraban-orientam-consumidores-sobre-gastos-no-fim-de-ano/" data-type="post" data-id="44292">Procon e Febraban orientam consumidores sobre gastos no fim de ano</a></p>
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		<title>OMC eleva previsão de crescimento do comércio de bens em 2026 a 3,9%, mas reduz serviços</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:43:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[OMC]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Por Isabella Pugliese Vellani &#8211; Estadão Conteúdo</strong></p>



<p>A Organização Mundial do Comércio (OMC) revisou para cima a projeção de crescimento do volume do comércio de mercadorias em 2026, de 1,9% (no cenário-base de março) para 3,9%, impulsionada por investimentos em inteligência artificial (IA) acima do esperado.</p>



<p>Em relatório de perspectivas publicado nesta quinta-feira (08), a OMC afirmou que, apesar do conflito no Oriente Médio, a economia global tem se mantido resiliente.</p>



<p>Segundo a entidade, isso reflete um &#8220;forte e inesperado salto nos investimentos de capital ligados à IA&#8221;, além do aumento da oferta de combustíveis e fertilizantes por países fora do Oriente Médio.</p>



<p>Por outro lado, a OMC revisou para baixo a projeção de crescimento do volume do comércio de serviços em 2026, de 4,8% para 3,3%, citando os prejuízos do conflito no Oriente Médio para viagens e turismo na região e a alta dos custos de combustíveis em todo o mundo.</p>



<p>Para 2027, a OMC projeta que as taxas de crescimento em volume do comércio de mercadorias e de serviços comerciais avancem para 4,1% e 6,4%, respectivamente, mas ressalva que o cenário depende de uma solução rápida para o conflito no Oriente Médio. Com base nessas projeções, a organização estima que o volume do comércio mundial de bens e serviços cresça cerca de 3,7% em 2026 e 4,7% em 2027.</p>



<p>&#8220;As projeções para o comércio continuam sujeitas a vários riscos significativos&#8221;, afirmou a OMC. &#8220;Uma desaceleração ou reversão nos aportes em IA poderia ter um impacto relevante no comércio, dada a elevada dependência de importações&#8221;, acrescentou.</p>



<p><strong>Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/saiba-mais-sobre-acordo-para-facilitar-comercio-eletronico-no-mercosul/" data-type="post" data-id="58488">Saiba mais sobre acordo para facilitar comércio eletrônico no Mercosul</a></p>
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		<title>Indústria aponta juros altos como principal barreira ao crédito</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/industria-aponta-juros-altos-como-principal-barreira-ao-credito/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:36:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil Os juros altos são .... </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>Os juros altos são o principal obstáculo para a indústria brasileira acessar crédito, segundo pesquisa divulgada nesta sexta-feira (9) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704817&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704817&amp;o=node"></p>



<p>Entre as empresas que tiveram dificuldades para obter financiamento de curto ou médio prazo, 76% apontaram as taxas elevadas como uma das principais barreiras. Nas operações de longo prazo, com vencimento superior a cinco anos, os juros foram citados por 69% dos empresários.</p>



<p>A Sondagem Especial 107 – Condições de Acesso ao Crédito em 2026 ouviu 1.701 empresas industriais, de 3 a 12 de agosto,&nbsp;sobre as condições enfrentadas entre fevereiro e&nbsp;julho.&nbsp;O universo da pesquisa inclui&nbsp;692 pequenas, 612 médias e 397 grandes empresas industriais em todo o país.</p>



<p>Apesar de ainda liderarem o ranking de obstáculos, as taxas perderam peso em relação à pesquisa anterior. Em 2025, eram apontadas por 80% das empresas nas operações de curto e médio prazo e por 71% nas de longo prazo.</p>



<p>“A queda dos juros leva um tempo para se refletir no custo do crédito, que ainda chega bastante elevado para as empresas”, afirma em nota Maria Virgínia Colusso, analista de Políticas e Indústria da CNI.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Outras barreiras</h2>



<p>Depois dos juros, as exigências de garantias reais aparecem como o principal entrave nas operações de curto e médio prazo. O problema foi citado por 33,4% das empresas. No crédito de longo prazo, o percentual ficou em 31,5%.</p>



<p>A burocracia foi mencionada por 13,6% dos empresários nas operações de curto e médio prazo. Já no longo prazo, a segunda dificuldade foi o prazo de carência considerado insuficiente, citado por 18,9%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Principais obstáculos</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Juros elevados: 76% no curto/médio prazo e 69% no longo prazo;</li>



<li>Garantias reais: 33,4% e 31,5%, respectivamente;</li>



<li>Burocracia: 13,6% no curto/médio prazo;</li>



<li>Carência insuficiente: 18,9% no longo prazo.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Busca por crédito</h2>



<p>Quase metade das empresas industriais, 49,9%, não tentou contratar ou renovar crédito de curto ou médio prazo no período analisado. Apenas 22,9% conseguiram contratar ou renovar financiamento, e 7,5% tentaram, mas não obtiveram os recursos.</p>



<p>No crédito de longo prazo, 54% não buscaram financiamento. Outros 15,5% conseguiram contratar ou renovar operações, e 9,2% tentaram, sem sucesso.</p>



<p>Considerando apenas as empresas que efetivamente buscaram crédito, a taxa de frustração aumentou em relação a 2025:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Curto/médio prazo: 24,7%, contra 20% em 2025;</li>



<li>Longo prazo: 37,2%, contra 33% no ano anterior.</li>
</ul>



<p>As pequenas empresas tiveram os maiores índices de insucesso. No longo prazo, por exemplo, 48,2% das pequenas e 48,1% das médias não conseguiram obter o crédito procurado, ante 29,9% das grandes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crédito para despesas</h2>



<p>A pesquisa também identificou que empresas industriais continuam recorrendo a linhas de longo prazo para financiar despesas do dia a dia. Entre as que buscaram, contrataram ou renovaram esse tipo de crédito, 28,7% indicaram o capital de giro como principal finalidade.</p>



<p>O percentual ficou acima do registrado para investimentos em máquinas e equipamentos (23,6%) e construção ou instalações (11,6%).</p>



<p>Segundo a CNI, o movimento chama atenção porque linhas de longo prazo normalmente são destinadas a investimentos, enquanto despesas como folha de pagamento, materiais e insumos costumam ser financiadas por operações de menor duração.</p>



<p>No curto e médio prazo, quase 60% das empresas apontaram o capital de giro como principal finalidade do crédito.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Menos custos</h2>



<p>Para as empresas, a redução dos custos tributários e administrativos seria a principal medida para facilitar o acesso ao crédito. A alternativa foi escolhida por 38,4% dos entrevistados para operações de curto e médio prazo e por 31,2% para as de longo prazo.</p>



<p>Também aparecem entre as principais sugestões:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ampliação das linhas públicas: 22,8% no curto/médio prazo e 26,3% no longo;</li>



<li>Simplificação das exigências bancárias: 21,1% e 22,1%, respectivamente.</li>
</ul>



<p><strong>Foto: FÁBRICA WEG EM ITAJAÍ/DIVULGAÇÃO</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/governo-corta-taxa-de-importacao-para-produtos-usados-na-fabricacao-do-plastico/" data-type="post" data-id="24324">Governo corta taxa de importação para produtos usados na fabricação do plástico</a></p>
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		<item>
		<title>Produção de veículos tem melhor setembro desde 2014, diz Anfavea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 13:29:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[#empresa]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Elaine Patricia Cruz &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>Apesar de apresentar queda de 1,1% em relação a agosto, a produção de veículos no Brasil – que engloba automóveis, comerciais leves, ônibus e caminhões – teve um bom desempenho em setembro, com crescimento de 10,2% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Segundo balanço divulgado na tarde desta quarta-feira (7) pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), este foi o melhor mês de setembro desde 2014, com uma produção de 268,3 mil veículos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704713&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704713&amp;o=node"></p>



<p>No acumulado do ano, entre janeiro e setembro, a alta é de 8,7% em relação ao mesmo período do ano passado, com quase 2,2 milhões de unidades produzidas. No entanto, alerta a associação, das 173 mil unidades produzidas a mais na comparação com o ano passado, apenas 50 mil foram fabricadas totalmente no país. O restante ocorreu nos regimes CKD (Completely Knocked Down) e SKD (Semi Knocked Down), que permitem a montagem final dos automóveis no Brasil.</p>



<p>Além do crescimento na produção, em setembro, o setor também apresentou o maior volume de emplacamentos para o mês desde 2014, com 281,4 mil unidades comercializadas. Isso foi impulsionado principalmente pelas vendas de automóveis, que avançaram 22,5% no ano.</p>



<p>“Esse mês de setembro foi o maior volume desde 2014. Há muito tempo a gente não tinha um mês de setembro tão bom”, disse o&nbsp;presidente da Anfavea, Igor Calvet,&nbsp;em entrevista coletiva concedida hoje.</p>



<p>Enquanto houve aumento na produção e nos emplacamentos, as exportações continuaram em queda, sem apresentar sinal de recuperação. Há seis meses, segundo a Anfavea, as exportações estão estagnadas em um patamar mensal abaixo de 40 mil unidades, principalmente por causa da situação da Argentina e da perda de participação dos veículos brasileiros para os modelos chineses e mexicanos.</p>



<p>Em setembro, foram exportadas 39,8 mil unidades, alta de 0,1% sobre agosto e queda de 24,2% sobre setembro do ano passado.</p>



<p>“A gente depende muito da Argentina e 96% dessa queda pode ser explicada pela queda [das exportações] para a Argentina”, disse Calvet.</p>



<p>Além disso, destacou ele, as importações de veículos vêm apresentando alta, com crescimento de 34,9% sobre setembro do ano passado. “As importações cresceram 30% no acumulado [do ano] e a nossa exportação tem crescido 20%. Então, a gente não só está aumentando o que compramos do exterior, como também diminuindo a nossa venda para o exterior”, ressaltou o presidente da entidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Revisão</h2>



<p>Com o bom desempenho observado ao longo deste ano tanto de vendas quanto de produção, a Anfavea decidiu revisar as projeções de fechamento do setor para o final de 2026.</p>



<p>A expectativa da associação é que o Brasil feche o ano com 3,1 milhões de autoveículos emplacados, um patamar que não é alcançado desde 2014. Se isso se confirmar, a Anfavea estima que o crescimento será de 15,2% em relação a 2025, acima dos 2,7% que haviam sido previstos no início deste ano. Este avanço, diz a associação, deve ser impulsionado pelos segmentos de automóveis e comerciais leves, cuja expectativa de crescimento passou para 16,4%.</p>



<p>A produção, por sua vez, também deve registrar um desempenho positivo, mas ainda distante do potencial da demanda interna. A projeção de crescimento passou de 3,7% para 6,7%, com um volume superior a 2,8 milhões de unidades, o que seria o melhor resultado desde 2019.</p>



<p>Por outro lado, o segmento de veículos pesados, composto por caminhões e ônibus, ainda deverá encerrar o ano com uma retração de 6,5% nos emplacamentos. Segundo as projeções, as exportações também devem ter desempenho negativo, com queda de 17,7%.</p>



<p><strong>Foto: Divulgação</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/producao-de-veiculos-sobe-88-no-primeiro-semestre-diz-anfavea/" data-type="post" data-id="57742">Produção de veículos sobe 8,8% no primeiro semestre, diz Anfavea</a></p>
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		<title>Leilão da ANP arrecada R$ 3 bilhões com a venda de 49 blocos</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/leilao-da-anp-arrecada-r-3-bilhoes-com-a-venda-de-49-blocos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 02:56:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://diariodoacionista.com.br/?p=59095</guid>

					<description><![CDATA[<p>Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil O 6º ciclo da .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Douglas Corrêa &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O 6º ciclo da Oferta Permanente de Concessão, realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) nesta quarta-feira (7), arrecadou R$ 3 bilhões, em bônus de assinatura pela venda de 49 blocos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704755&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704755&amp;o=node"></p>



<p>Estão previstos investimentos de R$ 4,5 bilhões somente na primeira fase dos contratos, a fase de exploração.</p>



<p>Os 49 blocos arrematados estão localizados nas bacias: Potiguar, Tacutu, Recôncavo, Parnaíba, Tucano Sul, Campos e Ceará.</p>



<p>Já as três áreas com acumulações marginais arrematadas estão nas bacias Potiguar e Tucano Sul. O bônus de R$ 1.5 bilhão para essas áreas representou um ágio médio de 442%.</p>



<p>A assinatura dos contratos de concessão está prevista para ocorrer até 26 de fevereiro de 2027.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Oferta de Partilha</h2>



<p>Nesta quarta-feira pela manhã, a ANP realizou o 4º Ciclo da Oferta Permanente de Partilha de Produção (OPP), <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/maior-leilao-do-pre-sal-termina-com-sete-dos-13-blocos-arrematados" target="_blank" rel="noopener">maior leilão de blocos de exploração e produção de petróleo e gás</a> do chamado Polígono do Pré-Sal terminou com sete dos 13 blocos ofertados sendo arrematados.</p>



<p>Esse foi o leilão do pré-sal com mais blocos arrematados. O anterior (3º Ciclo, em 2025), teve cinco áreas licitadas. Com o resultado, a área exploratória sob regime de partilha aumenta 58%, alcançando 39,2 mil km², o equivalente a cerca de 90% do território do estado do Rio de Janeiro (43,8 mil km²).</p>



<p><strong>Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/anp-vai-notificar-petrobras-para-que-oferte-diesel-e-gasolina/" data-type="post" data-id="55367">ANP vai notificar Petrobras para que oferte diesel e gasolina</a></p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br/leilao-da-anp-arrecada-r-3-bilhoes-com-a-venda-de-49-blocos/">Leilão da ANP arrecada R$ 3 bilhões com a venda de 49 blocos</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="https://diariodoacionista.com.br">Diário do Acionista</a>.</p>
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		<title>Dólar volta a R$ 5 com ambiente externo e ajuste pós-eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 02:59:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* O mercado financeiro brasileiro .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*</strong></p>



<p>O mercado financeiro brasileiro teve uma sessão de ajuste nesta quarta-feira (7), após o rali (forte queda do dólar e alta da bolsa) registrado depois do primeiro turno das eleições. O dólar voltou a superar R$ 5, e o Ibovespa recuou 0,74% e encerrou aos 204 mil pontos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704738&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704738&amp;o=node"></p>



<p>No exterior, bolsas caíram, os juros dos Treasuries permaneceram elevados e o petróleo seguiu acima de US$ 100 por barril.</p>



<p>Principais números</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dólar à vista: R$ 5,016 (-0,83%);</li>



<li>Dólar no ano: queda de 8,62%</li>



<li>Ibovespa: 204.302,33 pontos (-0,74%);</li>



<li>Ibovespa no mês: alta de 9,64%;</li>



<li>Ibovespa no ano: alta de 26,8%.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Dólar acima de R$ 5</h2>



<p>O dólar à vista fechou em alta de 0,83%, a R$ 5,016, depois de atingir a máxima de R$ 5,017 na reta final dos negócios. Na sessão anterior, a moeda havia registrado a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-10/dolar-fecha-abaixo-de-r-5-pela-primeira-vez-desde-maio" target="_blank" rel="noreferrer noopener">menor cotação </a>em quase cinco meses.</p>



<p>O movimento interrompeu dois pregões consecutivos de queda, período em que o dólar acumulou baixa de 4,65%. Na semana, a moeda ainda registra queda de 3,94%.</p>



<p>No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda americana contra uma cesta de seis divisas, subiu 0,36%, a 102,280, após atingir máxima de 102,499.</p>



<p>Os mercados também acompanharam a trajetória dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos. A taxa dos papéis de dez anos chegou a 5,36%, maior nível em 24 anos, antes de recuar para a região de 5,28%.</p>



<p>Juros altos em economias avançadas estimulam a fuga de recursos de países emergentes, como o Brasil, pressionando o dólar e a bolsa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa recua</h2>



<p>O Ibovespa fechou em queda de 0,74%, aos 204.302,33 pontos, após oscilar entre a mínima de 204.176,12 pontos e a máxima de 206.877,47 pontos.</p>



<p>O volume financeiro movimentado no pregão somou R$ 57,2 bilhões, antes dos ajustes finais.</p>



<p>Com a queda desta quarta-feira, o índice interrompeu mais uma sessão de alta após o movimento de forte valorização registrado depois do primeiro turno. Mesmo assim, acumula alta de 9,64% no mês e de 26,8% em 2026.</p>



<p>As bolsas estadunidenses também terminaram o dia no campo negativo. O S&amp;P 500, índice das 500 maiores empresas dos Estados Unidos, caiu 0,22%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo e Fed</h2>



<p>Os preços do petróleo perderam força ao longo da tarde,<strong> mas o barril do tipo Brent para dezembro permaneceu acima de US$ 100.</strong> A alta do produto também esteve no radar dos investidores diante das novas tensões no Oriente Médio.</p>



<p>No mercado de juros estadunidense, os investidores avaliaram a ata da reunião de setembro do Federal Reserve (Banco Central dos Estados Unidos), quando a taxa básica do país foi elevada para a faixa de 3,75% a 4%.</p>



<p>O documento mostrou divergências entre os dirigentes sobre os fundamentos para a elevação dos juros e manteve a inflação entre os principais focos de atenção do banco central estadunidense.</p>



<p><em>*Com informações da Reuters</em></p>



<p><strong>Foto: Valter Campanato/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/economia-brasileira-cresceu-025-em-maio/" data-type="post" data-id="40166">Economia brasileira cresceu 0,25% em maio</a></p>
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		<title>Dólar cai a R$ 5, e bolsa sobe quase 8% após primeiro turno</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/dolar-cai-a-r-5-e-bolsa-sobe-quase-8-apos-primeiro-turno/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 00:13:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil* O mercado financeiro brasileiro .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil*</strong></p>



<p>O mercado financeiro brasileiro reagiu com forte alta nesta segunda-feira (5) ao resultado do primeiro turno das eleições presidenciais. O dólar caiu para a casa dos R$ 5, enquanto o Ibovespa avançou quase 8% e ultrapassou pela primeira vez os 200 mil pontos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704471&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704471&amp;o=node"></p>



<p>No exterior, ativos brasileiros também registraram forte valorização, em meio à percepção de redução do prêmio de risco do país.</p>



<p><strong>Principais números</strong><br>•&nbsp; &nbsp; Dólar: R$ 5,0022 (-4,12%);<br>•&nbsp; &nbsp; Mínima do dólar: R$ 4,95, por volta das 10h30;<br>•&nbsp; &nbsp; Ibovespa: 207.190,44 pontos (+7,85%);<br>•&nbsp; &nbsp; Máxima do Ibovespa: 209.605,70 pontos;<br>•&nbsp; &nbsp; Mínima do Ibovespa: 192.137,63 pontos;<br>•&nbsp; &nbsp; Petróleo Brent: US$ 100,32 (-1,89%);<br>•&nbsp; &nbsp; Petróleo WTI: US$ 89,43 (-1,84%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dólar em queda</h2>



<p>O dólar à vista encerrou o pregão com baixa de 4,12%, cotado a R$ 5,0022 na venda. Foi a menor cotação de fechamento desde 21 de maio, quando a moeda havia terminado o dia em R$ 5,0004.</p>



<p>Na sexta-feira (2), o dólar havia subido quase 1% e fechado a R$ 5,2175, em meio à cautela dos investidores antes da divulgação do resultado eleitoral.</p>



<p>Com o desempenho desta segunda, a moeda norte-americana passou a acumular queda de 8,87% no ano.</p>



<p>A reação do câmbio ocorreu após o senador Flávio Bolsonaro (PL) terminar o primeiro turno à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os dois candidatos disputarão o segundo turno em 25 de outubro.</p>



<p>A leitura inicial dos investidores foi de redução do prêmio de risco dos ativos brasileiros, o que favoreceu o real e também pressionou para baixo as taxas futuras de juros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Bolsa bate recorde</h2>



<p>O Ibovespa disparou nesta segunda-feira e renovou máximas históricas. O principal índice da Bolsa brasileira fechou em 207.190,44 pontos, alta de 7,85%.</p>



<p>Durante a sessão, o indicador chegou a 209.605,70 pontos, maior nível intradiário já registrado, e teve mínima de 192.137,63 pontos.</p>



<p>O volume financeiro somava R$ 97,58 bilhões antes dos ajustes finais.</p>



<p>A alta ampliou o movimento observado na sexta-feira, quando o Ibovespa já havia avançado 2,63%, encerrando o pregão aos 192.137,63 pontos. Parte dos investidores havia antecipado, nos últimos dias, uma reação positiva ao resultado eleitoral.</p>



<p>No exterior, o principal fundo de ações brasileiras negociado em Nova York, o ETF EWZ, avançava 12,57% no fim da tarde, sinalizando forte demanda por ativos brasileiros.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Petróleo recua</h2>



<p>Apesar da forte valorização dos ativos brasileiros, o petróleo fechou o dia em queda.</p>



<p>O barril do tipo Brent, referência internacional, para dezembro recuou 1,89%, a US$ 100,32.</p>



<p>Já o WTI, referência no mercado norte-americano, com contrato para novembro, caiu 1,84%, para US$ 89,43 por barril.</p>



<p>Nos mercados internacionais, as bolsas asiáticas começaram a semana em alta, influenciadas pela menor expectativa de novos aumentos de juros nos Estados Unidos.</p>



<p>Em Nova York, os índices operavam em baixa na pré-abertura, enquanto as principais bolsas europeias apresentavam comportamento misto.</p>



<p><strong><em>* com informações da Reuters</em></strong></p>



<p><strong>Foto: Pexels</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/euro-cai-ao-mesmo-valor-do-dolar-pela-primeira-vez-desde-2002-entenda/" data-type="post" data-id="23621">Euro cai ao mesmo valor do dólar pela primeira vez desde 2002; entenda</a></p>
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		<title>Focus: mercado eleva previsão da inflação para 5,01% em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:49:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pedro Peduzzi &#8211; Agência Brasil A projeção do mercado financeiro para .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Pedro Peduzzi &#8211; Agência Brasil</strong></p>



<p>A projeção do mercado financeiro para a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/inflacao" target="_blank" rel="noreferrer noopener">inflação</a> oficial em 2026 subiu de 4,99% para 5,01%, segundo o <em>Boletim Focus</em> divulgado nesta segunda-feira (5) pelo <a href="https://www.bcb.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Banco Central</a>. Foi a terceira alta consecutiva da estimativa para o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/ipca" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)</a>, considerado a inflação oficial do país.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1704428&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1704428&amp;o=node"></p>



<p>Para 2027, a expectativa para a inflação passou de 4,31% para 4,30%. Para 2028, a projeção foi mantida em 3,8%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">PIB</h2>



<p>Em relação ao crescimento da economia, a estimativa para o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/pib" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Produto Interno Bruto (PIB)</a> caiu de 1,86% para 1,85% em 2026. Para 2027, a projeção recuou de 1,41% para 1,40%. Para 2028, a expectativa passou de 1,83% para 1,81%.</p>



<p>A projeção para a cotação do dólar no fim deste ano permaneceu em R$ 5,20. Para 2027, a expectativa foi mantida em R$ 5,28. Para 2028, continuou em R$ 5,30.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Selic</h2>



<p>A expectativa para a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/tags/selic" target="_blank" rel="noreferrer noopener">taxa básica de juros (Selic) </a>foi mantida em 13,5% ao ano para o encerramento de 2026. Para 2027, os analistas mantiveram a previsão em 12% ao ano. Para 2028, a estimativa ficou estável, em 10,5% ao ano.</p>



<p>A Selic é o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. Quando o <a href="https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/copom" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Comitê de Política Monetária (Copom)</a> aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Com menor consumo e investimento, a tendência é reduzir as pressões sobre os preços.</p>



<p>Quando reduz a Selic, o Banco Central busca estimular a atividade econômica. Juros menores facilitam o crédito e incentivam a produção e o consumo, o que pode impulsionar a economia, mas também aumentar as pressões inflacionárias.</p>



<p>Desde janeiro de 2025, o país adota o sistema de meta contínua de inflação. A meta definida pelo <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/assuntos/cmn" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Conselho Monetário Nacional (CMN)</a> é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos. Dessa forma, a inflação é considerada dentro da faixa se permanecer entre 1,5% e 4,5%.</p>



<p>A projeção do mercado para 2026 continua acima do limite superior desse intervalo.</p>



<p><strong>Foto: José Cruz/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/estimativas-do-mercado-para-inflacao-e-pib-ficam-estaveis/" data-type="post" data-id="54830">Estimativas do mercado para inflação e PIB ficam estáveis</a></p>
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		<item>
		<title>Petrobras fecha acordo para comprar gás dos EUA por mais de 20 anos</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/petrobras-fecha-acordo-para-comprar-gas-dos-eua-por-mais-de-20-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 13:57:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[petrobras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil A Petrobras .... </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Bruno de Freitas Moura &#8211; Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>A Petrobras fechou um contrato de longo prazo para comprar Gás Natural Liquefeito (GNL) dos Estados Unidos por um período de 22 anos. O anúncio foi feito pela petroleira brasileira nesta terça-feira (29) e é o segundo em um período de cerca de um mês.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703631&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703631&amp;o=node"></p>



<p>O GNL é o gás que passa pelo processo de resfriamento a ponto de se tornar líquido e ocupar volume 600 vezes menor (1/600), de forma que possa ser transportado por navios. Com isso, não precisa de gasoduto interligando comprador e vendedor.</p>



<p>A vendedora para a Petrobras é a Cheniere Marketing, subsidiária da Cheniere Energy, principal produtora e exportadora de GNL dos Estados Unidos. O contrato prevê a compra de 800 mil toneladas de GNL por ano.</p>



<p>De acordo com a estatal brasileira, a contratação de volumes de longo prazo reflete a estratégia de reduzir a exposição à volatilidade do mercado spot de GNL. O mercado spot é a compra e venda para entrega de curto prazo, mais suscetível a mudanças de preço por diversas conjunturas.</p>



<p>A Petrobras afirma ainda que a contratação “fortalece a gestão de riscos do portfólio de gás natural e amplia a flexibilidade e segurança para atender aos contratos”.</p>



<p>No Brasil, o gás natural tem entre as finalidades servir de combustível para termelétricas, residências e indústrias, que também podem utilizar com matéria-prima.</p>



<p>A Cheniere Energy detém um dos maiores portfólios de liquefação do mundo, composto pelos terminais de Sabine Pass e Corpus Christi, nos estados americanos de Luisiana e do Texas.</p>



<p>No fim de agosto, a Petrobras tinha assinado outro contrato de compra de longo prazo de GNL. Dessa vez, com a Sempra Infrastructure, referente a 800 mil toneladas anuais, durante 20 anos, a partir do Terminal de Liquefação de GNL de Port Arthur, no Texas.</p>



<p><strong>Foto: Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/petrobras-negocia-exploracao-em-gana-para-ampliar-presenca-na-africa/" data-type="post" data-id="58456">Petrobras negocia exploração em Gana para ampliar presença na África</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Número de transações com Pix caem 10% após proibição de bets</title>
		<link>https://diariodoacionista.com.br/numero-de-transacoes-com-pix-caem-10-apos-proibicao-de-bets/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 13:53:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bets]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[pix]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil O número de transações .... </p>
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<p><strong>Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil</strong></p>



<p>O número de transações realizadas por Pix caiu 10% nos três dias seguintes à publicação da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2026-09/mp-das-bets-veja-o-que-muda-e-saiba-datas-para-devolucao-de-valores" target="_blank" rel="noreferrer noopener">medida provisória (MP) que proibiu as apostas esportivas online, conhecidas como bets</a>. De sábado (26) a segunda-feira (28), foram registradas 608,6 milhões de operações, volume inferior à média observada nos mesmos dias das quatro semanas anteriores.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1703659&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1703659&amp;o=node"></p>



<p>Os dados são do Banco Central e consideram as operações liquidadas pelo Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI). A queda foi observada nos três dias analisados, mas os números, isoladamente, não permitem estabelecer uma relação direta entre a redução das transações e a proibição das apostas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Números do Pix</h2>



<p>A comparação feita pelo Banco Central considera a média de transações registrada nos quatro sábados, domingos e segundas-feiras anteriores.</p>



<p>•&nbsp; &nbsp; Sábado (26): 229,6 milhões de transações, queda de 11%;</p>



<p>•&nbsp; &nbsp; Domingo (27): 165,9 milhões, recuo de 12%;</p>



<p>•&nbsp; &nbsp; Segunda-feira (28): 213 milhões, baixa de 7,4%;</p>



<p>•&nbsp; &nbsp; Total: 608,6 milhões de operações;</p>



<p><strong>•&nbsp; &nbsp; Queda acumulada: 10%.</strong></p>



<p>Os dados correspondem ao número de operações, e não ao valor financeiro movimentado pelo sistema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Valores</h2>



<p>Os números também mostram queda de 15,5% em relação aos valores movimentados nos três mesmos dias da semana anterior.</p>



<p>•&nbsp; &nbsp; Sábado (26): R$ 33,23 bilhões, queda de 10%;</p>



<p>•&nbsp; &nbsp; Domingo (27): R$ 18,87 bilhões, recuo de 20,6%;</p>



<p>•&nbsp; &nbsp; Segunda-feira (28): R$ 131,48 bilhões, baixa de 16%;</p>



<p>•&nbsp; &nbsp; Total: R$ 183,58 bilhões em operações;</p>



<p><strong>•&nbsp; &nbsp; Queda acumulada: 15,5%.</strong></p>



<p>A redução ocorreu imediatamente após a publicação da&nbsp;<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2026/mpv/mpv1394.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">MP</a>, na sexta-feira (25), que proibiu a exploração, a oferta, a intermediação e a publicidade de apostas esportivas on-line.</p>



<p>A coincidência entre os períodos, porém, não permite concluir que a medida contra as bets tenha sido a causa da queda nas transações. Outros fatores podem influenciar a quantidade de operações realizadas por Pix ao longo de um determinado período.</p>



<p><strong>O Banco Central não respondeu se a queda decorre da publicação da MP.</strong></p>



<p><strong>Foto: Bruno Peres/Agência Brasil</strong></p>



<p>LEIA TAMBÉM: <a href="https://diariodoacionista.com.br/pix-automatico-torna-se-obrigatorio-a-partir-desta-segunda/" data-type="post" data-id="51016">Pix Automático torna-se obrigatório a partir desta segunda</a></p>
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